Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

Quando o servidor está pronto

ons… vozes lá fora… vozes cá dentro… onde?

Intuição… intuições… que são?

Instinto é reacção vital para preservação do corpo, da vida, da família, dos bens…

Intuição é comunicação com sabedoria.

Sabedoria de outros por nós ou de nós mesmos.

Intuímos, então, sobre a vida que temos e sobre tudo o que pretendemos.

Uns ligam importância à intuição, outros ignoram-na prepotente ou incredulamente.

Uns sentem-na em plena força e pujança, outros dizem que não a sentem porque não a reconhecem.

Para a reconhecer é preciso reaprender a sentir intimamente o corpo, os órgãos, a forma de elaborar os pensamentos, é preciso parar a corrida do quotidiano.

Sobretudo, é preciso saber esperar no silêncio interior de si para que ela reapareça.

Primeiro volta só para espreitar. Depois, ainda timidamente, aflora à vista desarmada com uma pequena sensação leve e boa.

Então, se há espaço mental para sobreviver, a intuição volta paulatinamente.

Ou seja, seguindo um dito antigo, quando o servidor está pronto o serviço aparece

 


publicado por eva às 00:31

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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Desapego

Ela estava mal. Ia pelos ares e as tonturas eram muitas.
Tonturas pela preocupação de tudo o que a prendia.
Tonturas pelas necessidades dos outros que queria defender.
Tonturas pelas vontades de outros.
Tonturas porque não podia ir para tão longe e deixar para trás aqueles que lhe parecia precisarem dela.
Bem os ouvia, naquelas vozes ao longe e que, ao mesmo tempo, lhe seguravam nas mãos dianteiras, ali mesmo.
Bem os ouvia dizer para largar tudo, para não se preocupar mais.
Mas não podia, não conseguia! Tudo tão lindo… mas o seu olhar volvia atrás.
Tudo tão maravilhosos mas… e os outros, não poderia ir buscá-los e trazê-los para ali?
A todos? Aos que necessitavam de descanso e aos que não os deixavam em paz? A todos sem distinção?
Como fazer então? Como sentir assim esse desapego?
A mãe veio ajudá-la e ela então aquietou. E dormiu deitada nas pétalas das rosas amarelas como uma abelhinha.
- Tal qual era!
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Gustav Klimt - Mãe e filho
Imagem retirada da net
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Disse Victor Hugo: Os braços de uma mãe são feitos de ternura e neles os filhos dormem serenamente !
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publicado por eva às 22:40

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Sábado, 30 de Maio de 2009

Desentendimentos

Confusões e mal-entendidos. Amuos e desentendimentos graves.
- Oiço vozes!
- Não vejo ninguém!
- Não são dessas vozes. São as da minha cabeça. São as que me explicam o que devo fazer e dizem o que há-de vir.
- E tu ligas importância ou vais tratar-te?
- Tento analisá-las e só as atendo no que acho acertado. Também são vozes diferentes. Umas dizem um género de coisas, outras falam de outros assuntos. Mas, às vezes, é difícil fazê-las calar e tornam-se cansativas.
- Porquê? Não é como desligar ou ligar um botão? Não é só tomar um calmante ou ir dormir e esperar que passe?
- Nada disso, são até inoportunas. Posso estar a falar com alguém e começar um zumbido que não me deixa ouvir nada do que esse está a falar. Ou então oiço observações sobre ele.
- E não te cansa?
- Deixa a cabeça de rastos, pois!
- Que fazes nesses casos?
- A atitude é sempre o tratamento dessa informação. Primeiro analisa-se o teor e a voz das mensagens. Depois, conforme o sentido é pejorativo ou para ridicularizar, ou outro de género negativo, assim deve ser a transferência dessa informação para o sentido contrário. Porém, se o teor é construtivo podem envidar-se esforços para seguir as atitudes preconizadas, sempre depois de analisadas com cuidado.
- Afinal, isso é como a voz da consciência dos desenhos animados ou filmes que se vêem por aí?
- Semelhante, se quisermos colocar assim a questão.
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Pinóquio e a Fada Azul
Imagem retirada da net
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Disse Albert Einstein: É bem possível que por detrás das nossas percepções mentais, se ocultem mundos inteiros, dos quais não temos noção !
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publicado por eva às 00:25

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Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2009

Loucura

Confia… confia… – segredava uma voz suave.
Foi o suficiente! Ele já não confiou mais.
Estava a sentir-se entorpecido e leve ao mesmo tempo.
Ainda não tinha definido de si para si o que estava a sentir, nem se era agradável ou desagradável.
Mas aquela voz, essa, é que não podia estar na sua cabeça.
Porque ali na sala da sua casa – não estava ninguém a não ser ele.
Na rua, nem vivalma e os vizinhos do lado ainda não tinham voltado das férias de Inverno.
Que era aquilo? Sonhava ou alucinava?
Foi, com muito esforço, desentorpecendo aos poucos e conseguiu, então, abrir os olhos.
Pensara correcto – tudo continuava vazio e deserto. Nada lhe poderia ter falado assim.
Fechou novamente os olhos e tentou rememorar o que sentira minutos antes.
Novamente ouviu, mas duas vozes conversavam e comentavam que ele tinha ido embora porque elas – vozes – lho tinham permitido.
As vozes continuavam dizendo que estava livre porque elas o deixaram. E seguiram-se muitas gargalhadas histéricas.
Percebeu, entretanto, que as vozes eram de um casal e que a voz feminina perguntou, ainda, à voz masculina - se tinha feito tudo bem, como ele tinha mandado?
A resposta foi afirmativa e que mesmo fora do seu alcance, ele voltaria quando quisessem.
- E foi assim Dr. – estou louco? Eu pensei logo em Deus, porque só Ele tem a Misericórdia Divina que liberta!

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de Margarete Bagshaw
Imagem retirada da net

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Disse  Clarence Edwin Ayres:  Um pouco de imprecisão poupa um monte de explicações !

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publicado por eva às 00:35

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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2007

Vozes

- Estão a chamar pelo meu nome, não ouves?
- Não. Deve ser impressão tua.
- Olha, outra vez! E são várias vozes, não ouves?
- Não, continuo sem ouvir nada!
- Pois eu continuo a ouvir chamarem-me, mas já fui à porta e não vi ninguém.
- E eu digo-te que não é nada. São vozes na tua cabeça.
- Que disparate! Agora a minha cabeça ouve o que os teus ouvidos surdos não ouvem.
- Essa é boa!
- E lá estão outra vez a chamar.
- Sabes que mais? Vou-me embora! Imagina… quero ajudar e ainda me chama surda!
- Isso não é nada comparado com o insinuares que sou maluca.
- Adeus, que hoje não dá para falar contigo.
- Olá! Surpreeeesa! Então não nos ouviram? Tal era a conversa! Ao tempo que estamos a chamar, mas só agora percebemos que estávamos à porta duma casa errada. Mas já aqui estamos.
- Hoje? Mas… ainda falta mais de um mês para o Natal!
- Sim, sim. Mas tivemos que nos precaver das greves. Lembram-se que, no ano passado, o Natal foi no aeroporto?
- Bem, assim é mais calmo, é! Adeusinho. E olha, afinal a tua cabeça estava boa e eu é que estava surda. Desculpa!
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 .
Linguagem gestual
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♪: Crazy He Calls Me - Natalie Cole
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publicado por eva às 08:20

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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