Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 26 de Abril de 2013

Entre uma coisa e outra

lá… adeus

E já fui novamente embora

Deslizando

Entre uma coisa e outra

Patinando

Com a vivência

Não querendo laços

Nem complicações

Adeus… olá

Já cheguei e vi

Ouvi e aprendi

Muitas coisas dos outros

E de mim

Aprendi que não sei

Onde tudo isto me leva

Onde vou e porque estou

Aprendi a ser pelo menos eu

Entre o olá… e o adeus…

 


publicado por eva às 00:32

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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012

Vivências

íveis

Planos

Vivências diferenciadas

Modos unificados

Em profunda relação

Entre todos e tudo

Níveis

Planos

Em nós

Somos ainda nós…


publicado por eva às 00:30

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Quinta-feira, 23 de Junho de 2011

Viver feliz

ilas, cidades, capitais e vilarejos.

Lugares de nascimento.

Regiões de sociedades mais ou menos organizadas.

Zonas de vivências e de possibilidades de viver feliz.

Viver feliz! – o que é?

É sempre diferente de pessoa para pessoa.

É sempre diferente de ano para ano, de momento para momento.

Procura-se a felicidade e ela é o quê?

- Tudo a correr bem!

- Mas o tudo a correr bem depende do ponto de vista.

- Nesse caso é o tudo a correr bem em conformidade com o que cada um quer que seja isso.

- Então… o essencial é a paz em si mesmo, paz no coração. Essa paz permite ao indivíduo sentir-se bem em qualquer circunstância, resolver os problemas com serenidade e gozar todos os momentos em felicidade íntima, porque o ser está equilibrado e em harmonia com o interior/exterior.

- Paz, então!

- Paz para todos, em todos os lugares.

 


publicado por eva às 00:37

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Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

O Conhecimento das coisas

ste sal é purificado. Aquela água e essa areia já sofreram processos de purificação…

Apenas com ingredientes puros se podem fazer estas experiências, senão não conseguimos resultados úteis, seja como resultados e conclusões credíveis das nossas investigações, seja por não termos capacidade para a purificação requerida.

- Então os resultados são outros e diferentes na razão da purificação dos ingredientes?

- Podem ser até opostos. O nosso entendimento também muda e sofre alterações conforme os resultados.

- E estes por sua vez…

- Por sua vez esses divergem conforme as impurezas, que influem sempre nas etapas que se vão estabelecendo.

- Isso pode transpor-se para a vivência das pessoas?

- Hã?...

- Se considerarmos a eternidade ou o infinito existencial para todos os seres…

- Sim?

- Então, em conformidade com a idade evolutiva assim será a depuração de erros em diferentes vidas e mortes que se vão passando…

- Humm… Se aceitarmos a teoria de várias vidas para um espírito e a eternidade, ou seja a teoria da reencarnação evolucionista, é isso?

- Pois… Como ia dizendo, então, o mesmo acontecimento pode ter conclusões e resultados diferentes conforme o grau de purificação que o espírito atingiu?

- Será! Parece evidente, de qualquer ângulo que se tome a investigação, não é?

- Ou seja… chocamo-nos com reacções que nada mais têm que ver senão com a falta de aprendizagem do espírito. A maldade não existirá, mas apenas a forma deturpada de uma realidade que determinado espírito ainda não apreendeu de modo concertado…

- E uns demorarão mais que outros a aprender.

- Porquê?

- Porque não têm humildade para reconhecer que não têm todo o Conhecimento das coisas e esbarram com a própria vontade de querer ter o que ainda não têm merecimento.

- Somos vítimas da nossa própria ignorância, é o que é!

- E do sofrimento que a dos outros nos causam. Mas esse é, também, o retorno do que já causámos, alhures.

 


publicado por eva às 00:30

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Sábado, 31 de Julho de 2010

A linguagem universal

á estamos – presente!

No outro dia vi um programa na televisão, em que participava uma amiga nossa e que tratava do valor da companhia de pequenos animais que nos acompanham nos piores e melhores tempos das nossas vivências.

Às tantas, dizia esta nossa amiga que todos os entes queridos foram abandonando a casa de família atrás da sua própria felicidade – aquela que todos temos direito de procurar – contudo, sem querer olhar para trás, para os problemas que se foram acumulando e para ela mesma que ali ficou.

Os animais, os que lhe faziam companhia, esses ficaram; fosse pelo que fosse – ficaram! E ajudaram-na chegando ao entendimento mútuo, aquele que ultrapassa as barreiras mentais do raciocínio, do próprio linguajar de cada um, de cada espécie…

Os que restaram, naquela casa, todos eles atingiram a linguagem universal do Amor…

Porém… não somos de ferro e, por vezes, não aguentamos mais a pressão que se abate sobre nós. Então, o instinto de sobrevivência sobrevém e temos necessidade de deitar abaixo as barreiras que nos tapam.

É o grito de liberdade que soa no íntimo de cada um e que é saudável seguir.

Com o Tempo que tudo mitiga, aniquila e transforma, será possível, a todos os intervenientes e em todas as situações, refazer intimidades mesmo que sejam noutro lugar, noutro espaço, com outro conjunto de seres em redor, ou com os mesmos no mesmo sítio, promovendo um recomeço mais equilibrado, mais sabedor das próprias necessidades e das necessidades dos outros.

Tudo o que se vive, tudo o que se sofre, tudo o que nos alegra serão experiências válidas e conhecimentos úteis sempre que os soubermos bem sentir e valorizar.

Nunca é tarde para um gesto fraterno, para uma iniciativa amiga e é especialmente bom quando olhamos com olho observador o nosso passado e sabemos que dos erros promovemos o perdão da conjuntura – por nós, pelos outros e pelas situações traumáticas criadas – seja pessoalmente, seja em bons pensamentos enviados à distância com a força da sinceridade pela felicidade de cada um, incluindo a nossa.

Porque não podemos dar perdão a outrem se não o tivermos por nós mesmos, pois como partilhar o que não se tem?

Afinal, não dizem os sábios que todos temos que atingir a meta da linguagem universal do Amor, da paz e da harmonia universal?

 


publicado por eva às 00:31

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Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

Paralelo inacabado XIII

Misturas de materiais e arranjos finais em correspondência com o que cada um imagina.
Em diferentes áreas, todos estes produtos são obras de arte com originalidade de formas e conteúdos.
Mas, sobretudo, são originais carregados da personalidade de quem os fez.
Umas obras são expostas e dadas a conhecer ao grande público por diferentes meios.
Outras, ficam reservadas para anos vindouros em que possam ser mais apreciadas.
O ser humano que consegue produzir com arte e com ciência tanta beleza, até maravilhas que nos encantam, é ainda capaz de inventar e infligir os maiores martírios ao seu semelhante.
- Que raça é esta?
- Tu queres dizer - onde está a raça desta espécie?
- Ou isso! É difícil acreditar em tanto disparate em vivências de pouco mais de meio século. Para quê tanta luta e obstinação?
- É uma procura de poder e superioridade sobre os demais.
- Superioridade? Poder? Ou obsessões paranóicas e distúrbios da personalidade? Às vezes as doenças mentais são encobertas por aparente normalidade na rotinas e cumprindo agendas bem planeadas.
- Parece mais ignorância e deturpação da pobreza ética que alguns dissimulam.
- Comparar situações destas com a luz que vem daquelas pirâmides ou daquelas naves…
- Que luz é?
- São fixas, fortíssimas e irradiam de uma figura central. Esta aqui à frente, por exemplo, é violeta. A da direita é amarelo dourado…


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Imagem retirada da net
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Disse  Ambrose Bierce:  O conhecimento é a pequena porção da ignorância que arrumamos e classificamos !
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publicado por eva às 23:59

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Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Os signos do Zodíaco

Parra da videira tem o significado geral da folha de videira e outros significados mais restritos, conforme se transfere para um símbolo - de vinhedos especiais, de vinhos que se pretendem distinguir ou enaltecer e, até, de livros e mensagens alusivas à vinha, à videira ou às suas características naturais.
É assim com a maioria dos símbolos. Partem do pressuposto genérico de que extraem uma particularidade que virá a ser considerada como um símbolo, ou signo, de outro.
- São as ilações, as referências e relações entre características afins.
- Pois é, olha o céu e os signos do Zodíaco. Acreditas na Astrologia?
- Astrologia, enquanto dominadora do indivíduo e suas vidas? Nem por isso. Acho que temos o livre arbítrio e que este nos permite avançar mais que um nível na nossa evolução. Assim como nos permite estacionar no marasmo dos erros repetidos, uma e outra vez.
- E astrologia enquanto “guiadora”…
- Astrologia, e outros estudos e análises tais, são, ou podem ser, orientadores para a vida dos indecisos, ou dos que precisam dessas técnicas para equilíbrios (ou desequilíbrios), para as suas vivências e curiosidades.
- Olha ali, os Gémeos! E… Aquário!
- Sim, e Virgem e tantas outras figuras que as estrelas podem formar. Tantas quanto a imaginação o permitir. Já reparaste nas nuvens e nas suas formas? Se quiseres e te concentrares podes interpretar nelas o teu futuro próximo. E decidir em conformidade com o que interpretas dos seus sinais exteriores.
- A cada um a sua medida…
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Imagem retirada da net
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Disse  Sócrates:  Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses !
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publicado por eva às 15:12

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Sexta-feira, 25 de Julho de 2008

Vivências

Um gato no jardim.
Está um gato no jardim, deitado na relva à sombra dos bancos.
- Não tens gato, pois não?
- Pois não, nem sei de quem é!
- Pode ser vadio!
- Não, porque tem coleira e como ainda é novo, não deve ser abandonado.
- Um costume tão feio e tão irresponsável…
- Bom, de qualquer modo não o incomodes quando chegares.
- O quê?
- Pois, não faças barulhos excessivos nem o assustes. Deixa-o estar sossegado!
- Vê lá… não queres que vá em pontas de pés!?
- Também não é preciso tanto!
- Ainda bem!
- Isto não é exagero! É uma questão de ser amável. E se entrarmos como é costume ele também se vai habituando e é bom deixá-lo desfrutar do jardim nos termos que estão. Tudo tem medida razoável e com reciprocidade.
- Bem, talvez a tua opinião seja mais razoável.
- Pelo menos, parece ser mais natural partilhar condicionalismos que não destroem nada e que podem ser acrescentos de vivências comuns.

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Imagem retirada da net

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Disse  Wright Morris:  Os gatos não pertencem às pessoas. Eles pertencem aos lugares !
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publicado por eva às 23:05

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Segunda-feira, 24 de Março de 2008

Desafio?

.
A semana passada, a Coffee Cup lançou-me um desafio a que não pude responder na altura.
Mas, além do mais, não querendo desmerecer da amabilidade, respondo agora.
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- O que me levou a criar um blog?
Sonho e gosto de sonhar. Como diz Allan Poe, aqueles que sonham de dia sabem muitas coisas que escapam àqueles que só sonham de noite. E tendo resolvido fazer uma espécie de diário, entendi fazê-lo desta forma, partilhando estes momentos. Umas vezes serão mais claros, outras vezes serão mais densos ou até menos esclarecidos. Mas os sonhos (e não só) são mesmo assim...
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- Que procuro no blog que me desafiou?
Uma jovialidade envolta num excelente domínio da língua, e agora adornado com umas magníficas joanices, transmitida com muito bom gosto. E porque o saber não ocupa lugar!
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- A quem lanço o desafio e porque os leio?
Bem, direi porque leio alguns daqueles a quem gostaria de lançar o desafio
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1) Origens: Encontrar um artesão que nos brinda com um ócio bem vivido e inteligente não é para todos os dias! Salut!
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2) Poetaporkedeusker: Também não é todos os dias que encontramos uma poetisa da qualidade desta "poeta". Ainda para mais, quando nos identificamos com muita da sua visão do mundo.
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3) Vivências: Sensibilidade e bom-senso! É toda uma atmosfera que se partilha: de carinho, de ternura... de procurar estar de bem com o mundo...
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E apesar de me apetecer listar todas as ligações que tenho listadas, opto por estas.
Um abraço agradecido para todos os blogs que gosto de visitar.
Obrigada!
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publicado por eva às 09:42

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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