Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Ontem, hoje, amanhã

Todos vivemos a cada dia um dia futuro.
Alguns vivem-no como se fosse o único dia de suas vidas, com toda a intensidade possível, a nível de emoções e a nível de dedicação.
Outros vivem-no por meio das lembranças dos tempos anteriores, em que sentiram felicidade.
Outros vivem-no projectando as suas esperanças num tempo futuro em que as contrariedades de hoje estarão ultrapassadas, e seguindo o lembrete religioso que tudo passa por baixo do céu no tempo que lhe foi prescrito. Ou, segundo o ditado popular, que tudo passa, o mau e o bom, rodando sempre na roda da fortuna.
Enfim, de um modo ou de outro, todos temos a noção que caminhamos numa linha temporal, em que as coisas mudam constantemente.
- E qual é o elo dessa mudança?
- Somos nós mesmos, com as nossas atitudes, complexos e amplexos, mas sobretudo com a nossa esperança de que tudo pode mudar para melhor. A diferença maior está em pensar que essa possibilidade é exterior a nós, ou interior e que somos nós a construí-la.
- Hã?
- Temos em nós os condicionalismos do que pensamos e das acções que escolhemos tomar no passado. Assim como temos em nós, presentemente, a possibilidade de livre-decidir, ou livre-arbítrio, com ética, ou não, as atitudes que tomamos. Ao tentar corrigir os pensamentos, moralizando-nos, estamos a dirigir o nosso futuro, do mesmo modo que o passado nos condiciona os passos.
- Então não temos culpa do que vivemos porque isso já está pré-destinado?
- O que vivemos foi-nos infligido pelo nosso comportamento anterior, mas temos sempre ao dispor a possibilidade de resolvermos os problemas de modo mais altruísta que alguma vez fomos.
- E são essas novas posturas éticas que ditam o futuro de cada um?
- Conforme modifiquemos, ou amarguremos, ou projectemos novas atitudes assim estruturamos o futuro a cada instante do presente.
- Ahh! Isso é agradável!
- Isso é possível!
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Imagem retirada da net 
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Disse Pe. António Vieira: Se no passado se vê o futuro, e no futuro se vê o passado, segue-se que no passado e no futuro se vê o presente, porque o presente é futuro do passado, e o mesmo presente é o passado do futuro !
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publicado por eva às 19:15

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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Todos?

- E se a música é parte intrínseca de nós, ou em nós?
- E se não a podes ouvir?
- Se isso for possível, então o impossível também é possível?
- O melhor é pensar que tudo é possível.
- E, então, qual é a amplitude do desespero? Incomensurável?
- Por vezes chega ao suicídio…
- Mas o suicídio pode ser físico e real tanto para o próprio como para todos os que conhecem o suicidário.
- Mas… se tudo é ilusão…
- Mas… o suicídio pode ser também mental…
- O desespero é mental, também, e não deixa de ser bem sentido emocional e fisicamente.
- Então, tudo o que acontece ao indivíduo, já lhe aconteceu mentalmente?
- Isso é uma enormidade que pode ser considerada bem verdadeira… O acertado é viver sempre do modo mais recto que se conseguir, perdoando e amando todos – os que desconhecemos e conhecemos, os que nos injuriam e os que nos provocam amarguras e preocupações, os que nos são agradáveis e amamos simplesmente e de modo imediato.
- Todos?
- Compaixão e benevolência para com os outros gera benevolência por nós próprios. Então o tal desespero não tem lugar em nós.
- E seguiremos em frente no caminho com a nossa vidinha e a nossa Vida?
- Tal e qual.
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Imagem retirada da net
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Disse 
Pe. António Vieira:  A maior parte do que sabemos é a menor do que ignoramos !
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publicado por eva às 00:36

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Sábado, 18 de Julho de 2009

A cada um a sua medida

Nunca tinha visto os pés assim, ao contrário. Os dedos são gordos e muito redondinhos. As unhas estão muito bem aparadas e perfaziam o resto do desenho.
Nesta óptica, os pés eram… humm… bem… eram diferentes.
Afinal, todo o peso do corpo assenta neles – pobres coitados – e a maior parte das pessoas nem um olhar lhes dirige, apesar de serem bonitos.
- Se começássemos a ver o corpo a partir dos pés…
- Se calhar, todos encontrávamos coisas nunca vistas!
- Ah Ah! No mínimo!
- Vamos hoje à feira?
- Aí está outra coisa que deve ser engraçada ver de baixo para cima.
- O ano passado até telemóveis se perderam nos solavancos dos carrinhos, aviões, rodas, etc., das diversões.
- Pudera! Com tanta volta e reviravolta…
- Sabias que nalguns casos nem deixam levar os chinelos para as viagens?
- Não, mas tem jeito de ser, sim senhor!
- Tudo aquilo é uma confusão e até uma aflição para mim, que nem tento ir naquelas voltas.
- Também é mais confuso para quem fica a olhar. Lá, apertados com os cintos não parece tão perigoso.
- Para mim, são riscos desnecessários e não são, de todo, brincadeira.
- Mas outros gostam do risco, da velocidade e das emoções que conseguem sentir com tudo isso e, ainda, com a vantagem de estar junto dos amigos.
- Pois, para cada um a sua medida.
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Imagem retirada da net
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Disse  Pe. António Vieira:  Das obras grandes ou pequenas, das acções generosas ou vis, cada um traz na própria cabeça a verdadeira medida !
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publicado por eva às 22:09

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Quinta-feira, 7 de Maio de 2009

Hábitos

Os animais estão pela casa, porque eram bem-vindos e não havia razão para ali não estarem. Nem sequer havia mais ninguém.
Eles cuidavam dele e ele deles. Raças diferentes ali conviviam em harmonia.
Diria que viviam até com alguma promiscuidade, porque ocupavam todos os sítios sem qualquer restrição.
Até dentro da cama podiam acomodar-se. Enfim, hábitos que remontam ao berço da humanidade e que têm continuado um pouco por cada povo, cada indivíduo – este misturar íntimo de pessoas e animais.
Uma porta dava para a escada amarela e daí podia subir-se mais e mais até chegar ao terraço, virado para o céu – parecia-lhe o topo do mundo.
Flores, pássaros e outros que tais andavam por ali, à volta dele.
- Não era ele?
- Era, mas agora é também outra pessoa.
- Ahh!
- Lá em cima corria um ar fresco, finalmente.
- E ele?
- Ele continuava sozinho naquela casa cheia de animais.
- E plantas!
- Sim, sim!
- Se fosse uma quinta, todos tinham espaço livre.
- Pois, mas não é. E isso restringe as coisas.
- E o outro ele?
- Esse está livre destes pormenores.
- Pormenores?
- Sim, onde esse está, espaço não falta!
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Perez - O veterinário
Imagem retirada da net
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Disse  Pe. António Vieira:  Seja o futuro emenda do passado, e o que há-de ser, satisfação do que foi !
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publicado por eva às 23:59

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Quinta-feira, 1 de Janeiro de 2009

Novo ano

Novo ano que se inicia, geralmente com bons e variados projectos pessoais.
- Olha, estão na garagem a divertir-se!
- Não estão, não! Só alguns, os outros estão a ser massacrados pelas brincadeiras!
- Pois, lá isso é verdade. Aquilo que para uns é agradável, pode ser penalizante para outros.
- É isso, sim! Quando fazemos algo dando largas à nossa imaginação, devemos pensar se isso não irá contra a vontade dos outros.
- Pela dignidade de cada um e de todos…
- A ideia é essa. Parece tão simples, mas é tão difícil de concretizar para muitos, que só sentem felicidade em hábitos desregrados.
- As épocas festivas são assim, têm muito de tudo – do que presta e do que não presta.
- Pronto, conseguiram fugir e vão embora. Os brincalhões ficaram a rir sem parar. Será que alguma vez vão entender o que fazem?
- Aos outros?
- Já nem falo desses, refiro-me a eles mesmos. Será que ainda não perceberam que conforme fazem assim encontrarão feito para eles também?
- É uma pena, por tão pouco…
- Voltando então aos planos para o ano, que pensas fazer?
- Divulgar, partilhar sempre as informações que pareçam úteis, ou que possam contribuir para ajudar a pisar com mais segurança o caminho eterno da vivência individual e se, para uns, serão boas palavras, para outros nem tanto…
- Então vamos continuar trabalhando no mesmo ritmo, que eu, por meu turno, tenho muito que seleccionar e preparar para publicação.
- Depois deste chocolate quente retomamos então o trabalho.
- Quente, não – a ferver!
- Ora, os dias frios são também para aquecer com doçuras destas…

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Imagem retirada da net

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Disse  Pe. António Vieira:  Ao trabalho corresponde o fruto que se colhe !

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publicado por eva às 00:23

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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Intimidades e exteriorizações

Intimidades e exteriorizações.
O que deve continuar íntimo e resguardado? E o que deve ser exteriorizado?
Como calibrar, como equilibrar, como confiar e para quê falar?
O som do silêncio acaba por ser o mais simples para muitos de nós.
Porque umas vezes não parece necessário falar; outras não há coragem para dizer o que não tem palavras que exprimam tanta emoção desencontrada e, por isso, a voz cala-se fundo, com disciplina guerreira.
Outros assuntos, os afáveis e que tornam as conversas fáceis e ágeis – esses sim – são para falar e exteriorizar.
Há penas e alegrias íntimas que só têm determinado valor naquela altura, para aquela pessoa e do modo como acontecem.
Basta variar uma das circunstâncias e todo o panorama pode variar até à completa indiferença ou afectação.
Há dias em que tudo nos impressiona fortemente.
Há dias que nos deixam sonâmbulos de dor.
E há dias que nos fogem e deixam a rir.
Ela viu, ela soube, de toda a luz de uma casa, pequena e simples, e de alguém cá fora com uma lanterna, ou lampião, a ver se iluminava a chegada de outro alguém, muito esperado.
Mas ninguém chegou e o alguém voltou à casa cheia de luz, mas não fechou a porta.
Porque nunca se fecha uma porta de luz.
Assim como nunca nos devemos fechar ao Perdão.
Perdão pelos outros e perdão por nós.
Alguém chegou! Chegou em lágrimas de horror e de culpas.
A luz amenizou a sua entrada e o outro alguém explicou-lhe a paz que o perdão incondicional lhe daria.
Depois poderia encontrar as paisagens branco-pérola e levemente azuladas, caminhar por elas e encontrar-se com o Amor sublime e universal.
Apenas não deveria voltar a fechar-se no horror da dor, na intimidade da dor.

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Imagem retirada da net

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Disse  Pe. António Vieira:  Para aprender não basta só ouvir por fora, é necessário entender por dentro !
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publicado por eva às 18:42

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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

Força universal

Água a correr – não sei onde, mas deve ser perto daqui, porque se ouve muito bem.
Parece um «carreirinho» de água a cair, talvez de uma louça ou água de outra água em desnível.
É um barulho relaxante, sobretudo se temos abrigo e estamos aquecidos.
Senão, pode ser algo deprimente e frio.
O calor é mais fácil de definir, porque é quase sempre aconchegante, assim como é uma luz em vez da escuridão.
Assim como são os tons claros das cores.
Assim como os tons suaves das melodias.
Creio que se pode generalizar dizendo que aquilo que transmite suavidade é sempre aconchegante.
Como é um colo de mãe, ou de pai, quando se precisa.
Como é um sorriso doce quando se carece de carinho.
- E suavidade é sinónimo de carinho, não é? Deve ser isso e muito mais ainda, porque não há dúvidas que o Amor é a maior força universal – hoje diz-se cósmica – conhecida e que conduz a felicidade.
- O Amor que todos podemos, porque temos aptidão para sentir e transmitir.

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Alfred Gockel - Sun Dance
Imagem retirada da net

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Disse  Pe. António Vieira:  Em todas as outras coisas o deixar de ser é sinal de que já foram; no amor o deixar de ser é sinal de nunca ter sido !
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publicado por eva às 00:26

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