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Sexta-feira, 11 de Maio de 2012

Mentiras, verdade

entiras

Há muitas

São tão variadas quanto as ocasiões

São tão fúteis quão necessárias

Para quem mente

São tão gravosas quão inócuas

Para quem as diz

Com malícia ou desleixo

Mentiras

São egoísmo e vaidade

São sempre falsidade.

Verdade

É uma, é una

Com o Universo em união

É coragem e simplicidade

É pureza

É alma em flor a florescer

É perfume

A verdade é caminho de vida

É evolução

Tão só a verdade de si

Em si a verdade

Deverá clamar mais alto que o próprio ser.


publicado por eva às 00:31

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Terça-feira, 7 de Fevereiro de 2012

Vive a verdade de ti

- lha ali a esperança!

- Onde?

- A caminho do horizonte, ora!

- Só tu a vês.

- Ali, naquela nuvem.

- Pois se é uma nuvem?!

- A luz que brilha nela!

- Aiii! Olá!

- Adeeeuuusss!!!

- Adeus, porquê?

- Porque vai embora.

- Não vai nada! Aliás, nem lá está nem antes esteve…

- Mas tu disseste…

- Disse! para te tranquilizar mais os teus sonhos e devaneios.

- Ohhhh!

- Vive a verdade de ti!

- Isso! E o que é para ti a verdade?

- Hã?

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publicado por eva às 00:13

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Sábado, 17 de Setembro de 2011

Crer, ficcionar, raciocinar

onstruir uma vida alicerçada em família, trabalho, enfim, no bem de cada um e no do grupo próximo.

Crer em inúmeras coisas na razão da esperança tão pura quão vã.

Ficcionar então a vida, dirão alguns.

Raciocínio lúcido é tão necessário quão suficiente, dirão outros.

Por vezes é a intuição que rege o ser e a ficção nem assoma, o raciocínio mais fino cede…

Intuir conscientemente demanda raciocínio de permeio.

Fé raciocinada, dizem outros ainda.

Parece uma frase mais completa sobre o resumo do processo.

Seguir a intuição é necessário para esta não ser apenas conjecturas de outro, mentalmente influente do primeiro, ou de muitos.

Mentalizações colectivas é o que mais se encontra em grupos pequenos, famílias, associações e afins.

Satisfação de interesses tão pessoalíssimos quão viciosos de toda espécie é anátema de outros tantos.

Possibilitar uma intuição consciente, um conhecimento de si, suas qualidades pessoais e sublimar estas na vida diária é autopromover-se, é pairar acima dos dramas individuais e mundanos.

É reconhecer a força karmica doutras menos auspiciosas para o ser, é saber direccionar-se pela sua própria elevação e prover outros do seu bom exemplo.

A Verdade, essa, na altura certa, já virá ao encontro do ser consciente de si.


publicado por eva às 00:36

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Sexta-feira, 22 de Outubro de 2010

Dá para entender?!

- i, Oiiii!

- Que foi?

- Oi, oi!

- Não percebo, desculpe!

- Aiiii!

- Precisa de auxílio?

- Continuo a não perceber.

- Ora vê! Para quê tanto malabarismo com o vocabulário? Fiz algumas exclamações, interjeições e pediu desculpas e ainda perguntou se precisava de alguma ajuda. Quando explicamos tudo só falta virarem-nos as costas. Dá para entender?! Ainda falam que o diálogo é construtivo, agora estou a falar e nem um som de resposta…

- Bem, estava à espera que acabasse de falar para…

- Para quê - ora diga lá, para quê?

- Só para lhe dizer que não se trata da força do diálogo, mas sim da personalidade do interlocutor.

- Nã!

- Experimente e veja se tenho razão.

- Ok, mas só para chegar à verdade disto.

- Pois! Isso é útil – não se ficar pelas primeiras impressões e conseguir chegar à verdade das coisas.

 


publicado por eva às 00:34

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Terça-feira, 8 de Junho de 2010

Realidades subtis

udo o que não se conhece é misterioso.

Às vezes, o que conhecemos também assim é.

A realidade pode não ser consistente com a verdade.

Onde pairará a verdade?

Quem somos?

Porque somos o que somos?

Para quê toda a nossa luta? Por que vivem outros tão facilmente, através de tudo e todos…

Por que não somos capazes desse modo de vida?

Porque somos como somos?

Que subtilezas nos rodeiam e impregnam o nosso ser?

Qual é o preço da ética na vida?

Mas… a ética nunca teve preço mundano!

Para além deste mundo há outros mundos?!

 


publicado por eva às 00:35

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Domingo, 9 de Maio de 2010

O medo tolhe

ltimas palavras. Últimos gestos.

Parece que tudo foi um sonho, um pesadelo. Mas, se calhar não…

Tenho medo de acordar, de abrir sequer os olhos e ver se é verdade.

Ser verdade o que vi, o que sonhei, o que estava mesmo ali à minha frente…

Mas não posso ter medo...

Se tenho medo uma vez, possa não mais deixar de ter medo.

E o medo tolhe! Tolhe a verdade de ser mais verdade.

Tolhe o ser de ser melhor, de acreditar e ter esperança.

O medo não interessa… e, mesmo assim, às vezes continua a espreitar.

Bem, vou eu espreitar agora… está tudo na mesma… o quarto, a janela, a porta, o corredor… tudo?

E aquele sangue todo? E o crime? Onde estão todos os outros que estavam aqui agorinha?

Foi um pesadelo, só pode ser!

- É tudo mental menina. Está tudo só na sua cabeça. Nós, por aqui, continuamos com a cabeça entre as orelhas. Nem teríamos tempo para essas suas coisas. Aqui trabalha-se! Sabe o que isso é?

- Sei que está um dia lindo e que foi apenas mais um pesadelo. Que bom! Que bom são os sonhos, simplesmente sonhos…

 


publicado por eva às 22:06

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Segunda-feira, 5 de Abril de 2010

Os obstáculos do caminho

s nossas confianças andam de rastos!

- Porque dizem isso?

- Parece-me que será porque a organização das coisas fica a cargo de quem se oferece, a maior parte das vezes sem o mínimo de condições para o fazer, e depois porque ninguém vai fiscalizar o prosseguimento das acções e ainda menos se contabiliza o resultado, a não ser para os mais interessados.

- Mas isso é o costume, não é? Por alguma razão assim será…

- A razão imediata é a preguiça e o comodismo de todos em participarem na acção de projectos comuns.

- Ou será por não quererem enervar-se, sequer ralar-se, com as diferenças de atitudes e deixar agir quem assim quer. Porque tais atitudes têm geralmente a ver com o desembargo de poderes…

- Pois, tudo conta, inclusive o desinteresse.

- As pessoas têm que dirigir os tais seus interesses, porque não há nervos nem capacidade física que aguente tanto disparate a coberto de egoísmos pessoais.

- Pois, pois… infelizmente é tudo isso…

- Senhores, vejamos! A cada um cabe fazer o melhor que pode e sabe e consegue sem afrontar os contrários, mas contornando com suavidade e fraternidade os obstáculos do caminho que escolhe. Não esquecendo que ninguém tem conhecimento de toda a Verdade.

 


publicado por eva às 13:37

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Domingo, 6 de Dezembro de 2009

Jorge de Sena # Meu corpo, que mais receias?

.
- Meu corpo, que mais receias?
- Receio quem não escolhi.


- Na treva que as mãos repelem
os corpos crescem trementes.
Ao toque leve e ligeiro
o corpo torna-se inteiro,
todos os outros ausentes.


Os olhos olham no vago
das luzes brandas e alheias;
joelhos, dentes e dedos
se cravam por sobre os medos...
Meu corpo, que mais receias?


- Receio quem não escolhi,
quem pela escolha afastei.
De longe, os corpos que vi
me lembram quantos perdi
por este outro que terei.

 

.
in “Sinais de Sena – A poesia de Jorge de Sena”
álbum de Luís Cília, LP de 1985
.
.
Disse  Jorge de Sena:  Para a verdade caminham corpos que a não conhecem ou a conhecem apenas de nome trocado !
.

.


publicado por eva às 19:49

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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Da justiça

Estamos habituados aos julgamentos em que se pretende fazer cumprir leis humanas e gerais para outros humanos acusados de não as cumprirem.
E assistimos a toda a espécie de incongruências de parte das acusações, de parte dos acusados e de quem julga.
Temos assistido a considerações de culpados a crianças e outros inocentes mais, sem qualquer poder que não seja a sua verdade.
E temos assistido a considerações de inocentes a adultos que bem sabem jogar com as leis e fazer prevalecer uma inocência perante essas leis. Conseguem criar situações que nada têm a ver com a verdade e, ainda menos, com a salvaguarda futura de outras pessoas e bens ao abrir precedentes.
A política, a capacidade financeira e, por vezes, as coincidências muito coincidentes ou, então, as sortes e azares de ter determinadas condições ou o facto de estar em lugar e tempos inconvenientes para a futura vítima são determinantes para que os termos requeridos de julgamento se façam com total impunidade legal.
As leis são para ser cumpridas conforme as situações que se elaboram para o efeito pretendido – acusação ou absolvição.
Contudo, quando não é mesmo possível alienar provas a outrem as leis prevêem ainda a inconstituição do processo ou a sua prescrição sem mais delongas.
E, para esta situação, é só deixar passar o tempo sem sequer olhar para o processo – porque às vezes a consciência pode tomar conta da mente…
Para os menos abonados da sorte neste mundo resta a esperança que, se nós somos e vivemos a cópia de um mundo perfeito, lá nesse mundo a verdade prevaleça em Leis perfeitas e, como tal, divinas.
A Esperança mantém o equilíbrio emocional e a saúde mental acima de toda alteração e das consequências individuais e sociais.
- Falamos da desmaterialização do ser?
- Também…
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Fotografia da capa de "…and justice for all" dos Metallica
Imagem retirada da net
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Disse  Agostinho da Silva:  A justiça há-de ter por princípio e por fim o desejo de uma Humanidade melhor; no seu grau mais alto não a distinguiremos do amor !
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publicado por eva às 00:35

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Terça-feira, 17 de Março de 2009

Tout court

Um quadro lindíssimo, em tons de azul céu e de nuvens douradas pelo Sol.
Um quadro adorável pintado por uma nova amiga.
Uma oferta que me lembrou outra semelhante, há alguns anos atrás.
Nessa altura, outra amiga me dizia que tinha lá em casa um quadro herdado da mãe, mas com designação de outra pessoa que haveria de aparecer nas suas vidas.
Quando ela me conheceu disse-me que sabia ser eu essa pessoa esperada.
Quando vi o dito quadro, percebi, porque a figura retratada falava comigo e sempre que eu estava doente, saía do quadro, ou sobressaía nele, de forma tal que as minhas dores saravam.
Com este novo quadro algo semelhante aconteceu – a pintura dirigiu-se a mim, assim, como a dar-me a mão, com amizade de irmã.
- Tu estás é cada vez pior. Isso ultrapassa a imaginação!
- Tens razão.
- Queres ir tratar-te?
- Eu queria dizer que tens razão, ultrapassa a imaginação – tout court!

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Maria João Brito de Sousa - Dicotomia
Imagem retirada da net

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Disse  Vergílio Ferreira:  Não há uma verdade «em si». Há é uma verdade «em nós» !

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publicado por eva às 10:44

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