Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

O todo e as partes

antores, poetas, músicos e compositores

Todos equivalem a parcelas que somam as canções.

Depois vêm os editores, distribuidores e lojas, que permitem o acesso a qualquer um que possa pagar o seu custo, assim como tempos infindos de ouvir ou ver e ouvir as tais canções.

Assim acontece geralmente com todos os produtos, eles são o resultado de inúmeros contributos.

Uns mais enriquecidos de emoções e dádiva sentimental que outros, eis a diferença.

É bom entender e lembrar o valor do trabalho. Sobretudo que o trabalho mais custoso está geralmente ao princípio e não no fim que todos admiram. E que nem sempre têm como resultado uma canção bem difundida.

É útil entender os valores que nos rodeiam, na mor das vezes como desconhecidos e outras tantas como desprezados.

É um bem entender do que nos rodeia e do que nos permitimos rodear, no modo de vida que gozamos.


publicado por eva às 00:16

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Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011

Agradecer é bom

- abes, não é fácil entender a palavra portuguesa obrigado para agradecer?

- Porque não?

- Porque afirma obrigação, ou não é?

- Afirma obrigação em agradecer, é isso?

- Pois é assim que parece. Agradecer não deve ser obrigação mas felicidade compartilhada. Agradecer pode ser simples delicadeza, evidentemente, mas o que implicita é a partilha de um bem conseguido, nem que seja apenas pela colaboração positiva para o conseguir.

- Pois…

- A linguagem tem palavras que, às vezes, sendo parecidas ou iguais não traduzem o mesmo significado.

- Agradecer é bom, é sinal que algo foi conseguido.

- É também sinónimo de um objectivo ajustado em equipa e isso também é muito positivo.

- Sim, é bom termos em quem confiar.

- Sentir que somos apreciados por algum valor.

- É ainda melhor que esse valor seja bom, altruísta, positivo para a vida e os modos de vida.

- Pois… ter oportunidade de agradecer, por iniciativa própria, é muito satisfatório.

- Pode ser um bem da vida!


publicado por eva às 00:36

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Quinta-feira, 1 de Julho de 2010

Mar doente, mar são

ar, oceanos. Florestas e parques arranjados pelo Homem.

Trabalhos tão belos que o Homem faz!

Horrores tão grandes que alguns homens provocam na destruição do que está bem, do que está saudável, do que é belo.

Nesta dicotomia de valores e acções está também a ambivalência da Humanidade.

Enquanto houver um ser humano que pugne pela valorização do que é bom e saudável de modo universal e natural…

Enquanto houver um só Homem que seja construtor de progresso e melhoria para todos, sem excepções, e sem querer lucrar financeiramente com essa atitude…

Enquanto a bondade e o altruísmo existirem num só indivíduo que seja…

A Humanidade ainda não deixou de ser humanista!

 


publicado por eva às 17:06

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Quarta-feira, 12 de Maio de 2010

Família – significado e significante

stou a milhas de distância.

Pensando bem, estou aqui! Não é fuga, porque tal não pode ser.

Além do mais, se fosse embora teria saudades daqui, dos projectos…

Da família? Essa questão nem se põe! A família, como o nome indica, está sempre junta, ou não seria família! Seria um grupo de pessoas em convívio, ou nem isso, suportando-se apenas…

Família é sagrada enquanto se constitui como grupo familiar. Senão…

Pois claro que estou a falar da família íntima, a da casa.

As famílias são mais ou menos numerosas e mais ou menos afins em sentimentos, interesses e distâncias.

Na maior parte das vezes são os amigos e colegas ou vizinhos que preponderam na situação de extensão da família.

É verdade, sim! O sentimento de família foi exagerado a tal ponto no passado que, hoje, parece compensar esse exagero numa desarticulação quase completa dos valores.

No entanto, estas novas gerações e toda a liberdade que vão tendo e usando estão também a reviver a união familiar a que os nossos avós nos deram exemplo.

Pois há, há excepções – como sempre!

E se não fossem as diferenças e as dicotomias, se calhar não encontrávamos o norte em cada um de nós.

Ou seja, o que queremos ser quando formos grandes?

 


publicado por eva às 00:33

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Domingo, 11 de Abril de 2010

A resistência da corda

omo? Quanto? – São perguntas de todos os dias formuladas por quem pretende comprar algo, ou então avaliar esse algo em termos de mercado actual.

Os valores de mercado têm uma característica: a sua actualização de modo constante, em qualquer parte do mundo.

A realidade dos dias de hoje é a promoção dessas actualizações ao instante, de modo premente e, claro, sob regimes de grandes, e até desmedidas, explorações individuais e familiares ou de grupos interessados em, simplesmente, manter a sua actividade profissional.

Não se trata de concorrência, dessa concorrência saudável e oficial – digamos assim; mas sim do aproveitamento desregrado que é sempre usual em situações de crise.

A corda rompe sempre pelo lado mais fraco, diz o ditado popular e a realidade, através dos tempos, confirma-o constantemente.

- Então o melhor é não ter nada e andar despreocupado pela vida, que alguém há-de pagar…

- O melhor é tomar conhecimento das situações, agir de modo razoável e com a firmeza que for possível pois a dignidade é íntima do ser e transparece a quem a puder ver.

 


publicado por eva às 00:38

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Terça-feira, 29 de Setembro de 2009

Desejos

Desejamos tanto, ou tanta coisa…
Desejamos por nós… e pelos outros… na proporção possível a cada um.
Desejamos fácil ou ardentemente as coisas mais fúteis como as essenciais.
O nosso discernimento, em relação à importância das coisas para nós, é uma enorme escala de valores que varia quase constantemente.
Porém, pode haver obsessões dedicadas a este ou àquele desejo em particular.
E as situações são quase sempre mais prejudiciais ao indivíduo do que construtivas.
Quando desejamos algo com empenho, esse algo chega a ser a ideia principal de um dia, de dia e noite, de vários dias ou de períodos alargados como a dedicação de anos ou parte da vida do indivíduo.
Se o desejo for sublime, então o período da vida a ele dedicado sublima-se também.
O problema é que a maior parte das vezes são desejos comezinhos e até desestruturantes dos valores da personalidade.
Daí o contributo que poderiam dar de positivo, transformar-se em desequilíbrio psíquico e noutras desordens mentais a cada dia mais funestas para a harmonia de uma personalidade saudável.
- Que dizer, então, da quantidade de comprimidos que as pessoas tomam para conseguir levar o seu dia-a-dia, com as responsabilidades que assumiram e lhes dão o pão para elas e família.
- Remédios, prostração física e mental, etc., são dramas da sociedade de hoje, quer o indivíduo seja sociável ou se isole, de modo imperceptível ou notório.
- Mas a medicina está aquém destas soluções, ou é impressão minha?
- A medicina e terapias não podem fazer mais que ajudar o indivíduo e isso pode ser o essencial como alternativa ao problema. Contudo é ele mesmo que deve arranjar as forças e a direcção correctas para gerir os seus conflitos e a sua vida. Deve ler literatura apropriada, aprender a conhecer-se e atender a si próprio com tempo dedicado a si e ao seu conhecimento íntimo.
- O que gostaria de ser?
- Ou como gostaria de ser e, afinal, como é realmente neste momento. O que desejaria para si e qual a diferença que encontra; depois deveria estabelecer as diferenças, arregaçar as mangas e atirar-se ao trabalho da recuperação de si mesmo por si próprio.
- Isso é fácil?
- Ninguém falou em facilidade, mas uma vez conseguido o objectivo, o equilíbrio instala-se e sente-se felicidade no íntimo do ser.

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Fotograma de "Being There" (Bem-vindo Mr. Chance)
Imagem retirada da net
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Disse  Mahatma Gandhi:  Faça da sua vida o reflexo da sociedade que deseja !
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publicado por eva às 19:42

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Terça-feira, 12 de Maio de 2009

Que dizer da amizade?

Amizade e valores. Que dizer da amizade?
É o partilhar de valores semelhantes que aproximam pessoas e criam laços de amizade comuns.
Se não há partilha de valores, essa amizade não se produz.
Porque não conseguimos formar laços de carinho e desconsolo ao mesmo tempo.
Porque não conseguimos partilhar sentimentos que se dividem nas críticas.
Mas podemos sentir caridade e carinho suficientes para dedicar àqueles que nos remetem sentimentos de desolação, pena ou tristeza.
Carinho por aqueles que, até, contrariam o nosso modo de ser.
Caridade, ainda, por aqueles que nos horrorizam com as suas atitudes.
Mas amizade tem uma conotação diferente.
Não tem a ver com benevolência, ou sequer tolerância, mas é um sucedâneo de igualdade e semelhança de personalidade.
Uma mistura de admiração por tudo o que se representa no outro.
É por isso que muitas amizades, pouco escolhidas no conhecimento da personalidade alheia, antes de o serem já acabaram.
Porque, afinal, nunca chegaram a começar. Foi a ilusão de partilhar horários, tempos livres, sorrisos, trabalhos.
Mas não foi partilhar. Foi, apenas, estarem ao mesmo tempo nos mesmos sítios ou nas mesmas tarefas.
Amizade é algo mais purificado que isso. São sentimentos de confiança e calma entre personalidades afins.

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Imagem retirada da net

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Disse  León Daudí:  Um bom amigo é alguém para quem não temos segredos e que, apesar de tudo, nos aprecia !

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publicado por eva às 00:25

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Segunda-feira, 27 de Abril de 2009

O valor das coisas

Ela chamava e chamava…
Tinham-lhe dado tanta coisa e ela não as conseguia usufruir.
Não lhes dava qualquer valor, quanto mais o valor que as coisas tinham.
Valor por si mesmas e valor para a vida dela.
Valor para o seu passado, presente e futuro.
E ela nem as valorizava. Até, muitas vezes pelo contrário, as desvalorizava ou sequer as via, ou percebia.
Enfim, a ignorância por um lado, a distracção por outro e aquela enorme desilusão que carregava não ajudavam à sua felicidade.
Porque temos sempre tudo o que é necessário para viver a vida que, de um modo ou de outro, merecemos viver.
Temos a dicotomia em nós – o querer e o não-querer, o saber e o não-saber, o poder e o não-poder, etc. etc.
No meio do seu clamor apareceu-lhe uma flor.
Ela esperou um pouco. E voltou ao clamor, mas mais pausadamente.
Porque clamava para acalmar a desilusão de si mesma.
A flor começou a desabrochar e ouviu que poderia querer mais consolar que ser consolada, compreender mais que ser compreendida.
Lembrou a Madre Teresa de Calcutá. E calou.

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Imagem retirada da net

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Disse Jean Rostand: É raro que estejamos completamente inocentes dos nossos sofrimentos !

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publicado por eva às 20:12

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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

Valores

Corta o cabelo. Corta as unhas. Prepara a limpeza de pele. Arranja a roupa. Arranja o cabelo com fitas.
Olha-se ao espelho, sorri e está pronta para sair, sentir o vento na cara, passear, esticar as pernas, assentar bem os pés no chão…
- Mas, para quê?
- Para ter a certeza que está viva e que tudo é como dantes.
- Qual é a diferença?
- Agora sabe porque vive e o que deve fazer.
- Ou seja?
- Não está mais à espera que outrem aconselhe o que ela deve fazer. Já consegue pensar por si mesma. Já consegue ser criativa no seu dia-a-dia. Consegue até pensar em si e nos outros. Percebe, agora perfeitamente, que os outros existem não para a magoar nem para lhe satisfazer os caprichos, mas porque também têm direito à vida e às oportunidades que encontram para melhorarem o seu nível de vida.
- Isso não é óbvio?
- Para ela não era e os dias eram um tédio ou uma aventura de grupo. Não sabia que cada dia podia ser uma etapa na construção da sua felicidade. No presente, quando pensa em si, também pensa nos outros que a rodeiam e tenta criar ambientes de harmonia e paz onde todos se sintam bem. Agora, tenta que as diferenças individuais não sejam afrontas, mas se interliguem em ambiente coloquial agradável. Agora sente-se útil na paz que estabelece em si mesma, e útil no bem-estar que promove a todos.
- Resumindo, os seus valores mudaram.

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Gustav Klimt - Pormenor de "Morte e Vida"
Imagem retirada da net


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Disse  Adam Smith:  O verdadeiro valor das coisas é o esforço e a dificuldade necessários para adquiri-las !
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publicado por eva às 20:30

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Sábado, 15 de Março de 2008

Cultura

Estudos, pesquisas, investigações sobre temas, mais ou menos especializados.
Tempos mais ou menos gastos, mais ou menos demorados, mais ou menos aproveitados.
Mas tudo é necessário e, no cômputo final, é gratificante o que se aprende e os conhecimentos que se adquirem e vão completando as nossas ideias.
Enfim, uma culturazita especializada que vai acrescentar a cultura que a vida, por outros meios, vai permitindo.
Há pessoas que são "um poço de cultura", extasiando pela sua conversa e presença agradável, sempre renovada de interesse.
Há umas gerações atrás, tal só era conseguido a partir de certa idade; hoje, com os meios disponíveis, podemos encontrar jovens já com uma vasta cultura.
Isto corresponde a conhecimentos mais alargados e maiores possibilidades de investigação científica, por mais indivíduos ao mesmo tempo; e daí pressupõe-se mais progresso para a humanidade.
E a esperança de que os valores humanistas ultrapassem a importância dos economistas e políticos, vai-se mantendo acesa.
Apesar dos horrores que ouvimos ou lemos, há sempre a esperança que não seja sempre assim e que a mente vá manter-se aliada ao coração, sem grandes materialismos.
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Imagem retirada de http://europa.eu 

..
Disse 
António Alçada Baptista :  nasci em pleno reino do ter. Agora estamos no reino do fazer, mas tenho uma certa esperança de que um dia se alcance o reino do ser !
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publicado por eva às 20:22

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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