Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 15 de Novembro de 2009

Abraços

 

Abraços calorosos à chegada e à partida.
São amigos há muitos anos e mesmo que não se revejam amiúde, há um enorme prazer fraternal nos encontros que se vão marcando.
O casal fica a sós e ele enlaça-a carinhosamente… Tão bom, quando o ritmo é o amor, o amor com pureza e despreocupado do mundo.
Porque a despreocupação do mundo também pode ser uma arrogância atroz de um por outros mais puros e simples nos seus sentires, nas suas atitudes.
Sempre que a singeleza e a pureza se aliam o ser é feliz – simplesmente feliz!
Feliz e harmonizado com o ambiente que o rodeia, seja esse ambiente hostil, ou seja puro também e radioso de luz e progresso espiritual.
Simplicidade não significa ignorância, ou não perceber as intenções menos positivas de outrem.
Simplicidade pode ser sinónimo de um nível evolutivo, de regeneração interior. Essa simplicidade é, então, a sublimação de estados e intenções menos dignificantes.
Essa simplicidade pode ser a escolha lúcida de quem não quer julgar ninguém, de quem não quer acusar ninguém, nem nada.
Não falamos do não acusar porque não está em situação de atirar a primeira pedra, porque tem compromissos com atitudes passadas. Mas falamos sim do não julgar, nem acusar, porque não tem esse direito sobre ninguém, porque não é superior a ninguém.
- Mas os Tribunais e juízes julgam as pessoas que nem conhecem…
- Mas esses não julgam as pessoas, julgam as coisas ou os crimes perante uma lei escrita por outros iguais a eles.
- Então a justiça…
- A Justiça é Divina. Os homens exercitam os direitos preconizados às pessoas perante uma lei, de abrangência nacional e internacional, conforme as situações. Pois como poderia ser de outro modo se os homens da lei são iguais à humanidade?
- Retomando o tema dos abraços, estes são demonstrações de carinho e muitas vezes valem mais que qualquer palavra que pudesse ser proferida. Eles simbolizam a compreensão e o entendimento, são amor em gestos simples.
- Também há abraços cínicos…
- Pobre de quem os dá, porque está desleixando uma oportunidade de carinho, de se regenerar e evoluir. Pobres os que ainda não atingiram esta compreensão de si mesmos – que amesquinham o seu próprio ser numa oportunidade de expansão de si. Pobres os que não sentem a paz que alguns actos deixam no coração de quem os pratica com pureza, e não entenderam ainda que as atitudes altruístas dão amplitude ao próprio ser assim como a tudo o que o rodeia, sejam outros indivíduos ou o ambiente onde se desenrola o acontecimento. Pobres os que não entenderam, nem sentiram, que vivemos em conjuntura com o todo universal.
 
Eva
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Disse  Gilbert K. Chesterton:  E quando chover durante a tua caminhada, olha para cima e não para baixo. Sem a chuva, não haveria arco-íris !
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publicado por eva às 00:32

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Terça-feira, 23 de Junho de 2009

A Lei e as leis

Um casal está deitado de bruços, no chão, lado a lado. A luz é pouca e difusa.
Alguém diz que estão mortos por envenenamento.
Outra voz faz-se ouvir e diz que tal não é possível. Que, se parece suicídio, não pode ser porque eles nunca o fariam. Eram demasiado apaixonados um pelo outro. Eram até invejados por muita gente, por causa de um amor tão bonito. Não era paixão, era amor e vontade de estar junto, partilhando tudo.
No entanto, continua a primeira voz, eles estão mortos.
- Mortos, mas não como suicidas. E pela minha parte veremos se ainda despertam desse sono mortífero, diz uma terceira voz que chega nesse instante, com um grupo.
Em seguida envolve-os com vibrações lindíssimas e, ainda sem darem quaisquer sinais, ela consegue levantá-los até os poder levar, um encostado ao seu ombro esquerdo, outro no ombro direito.
Muito pálidos e trôpegos, eles começam a ajudar e a facilitar o seu próprio carrego, mas ainda sem despertarem.
Ela leva-os por uma rampa que, de repente, apareceu à frente de todos e entre as luzes, o calor, as flores, estradas, pássaros e outros seres, eles vão passando e recuperando as forças e, quem sabe, se não vão recuperar a saúde.
Na sala fica um homem que, acabrunhado, se diz arrependido de atentar contra o casal e, afinal, contra o resto da família também.
E, então, aparece outra mulher gritando que - não pode ser! - porque ela os tinha envenenado para nunca recuperarem.
Os do grupo explicam-lhe então a diferença entre a Lei e as leis. E que, se ela podia forjar umas ao seu jeito, a outra não. Essa era universal e todos lhe obedeciam. Chamavam-na Lei Divina.
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Imagem retirada da net

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Disse  Pitágoras:  Não cometas nenhum acto vergonhoso nem na presença de outros nem em segredo. A tua primeira lei deve ser o respeito a ti mesmo !

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publicado por eva às 23:36

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Terça-feira, 23 de Dezembro de 2008

Intimidades e exteriorizações

Intimidades e exteriorizações.
O que deve continuar íntimo e resguardado? E o que deve ser exteriorizado?
Como calibrar, como equilibrar, como confiar e para quê falar?
O som do silêncio acaba por ser o mais simples para muitos de nós.
Porque umas vezes não parece necessário falar; outras não há coragem para dizer o que não tem palavras que exprimam tanta emoção desencontrada e, por isso, a voz cala-se fundo, com disciplina guerreira.
Outros assuntos, os afáveis e que tornam as conversas fáceis e ágeis – esses sim – são para falar e exteriorizar.
Há penas e alegrias íntimas que só têm determinado valor naquela altura, para aquela pessoa e do modo como acontecem.
Basta variar uma das circunstâncias e todo o panorama pode variar até à completa indiferença ou afectação.
Há dias em que tudo nos impressiona fortemente.
Há dias que nos deixam sonâmbulos de dor.
E há dias que nos fogem e deixam a rir.
Ela viu, ela soube, de toda a luz de uma casa, pequena e simples, e de alguém cá fora com uma lanterna, ou lampião, a ver se iluminava a chegada de outro alguém, muito esperado.
Mas ninguém chegou e o alguém voltou à casa cheia de luz, mas não fechou a porta.
Porque nunca se fecha uma porta de luz.
Assim como nunca nos devemos fechar ao Perdão.
Perdão pelos outros e perdão por nós.
Alguém chegou! Chegou em lágrimas de horror e de culpas.
A luz amenizou a sua entrada e o outro alguém explicou-lhe a paz que o perdão incondicional lhe daria.
Depois poderia encontrar as paisagens branco-pérola e levemente azuladas, caminhar por elas e encontrar-se com o Amor sublime e universal.
Apenas não deveria voltar a fechar-se no horror da dor, na intimidade da dor.

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Imagem retirada da net

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Disse  Pe. António Vieira:  Para aprender não basta só ouvir por fora, é necessário entender por dentro !
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publicado por eva às 18:42

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Quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

Força universal

Água a correr – não sei onde, mas deve ser perto daqui, porque se ouve muito bem.
Parece um «carreirinho» de água a cair, talvez de uma louça ou água de outra água em desnível.
É um barulho relaxante, sobretudo se temos abrigo e estamos aquecidos.
Senão, pode ser algo deprimente e frio.
O calor é mais fácil de definir, porque é quase sempre aconchegante, assim como é uma luz em vez da escuridão.
Assim como são os tons claros das cores.
Assim como os tons suaves das melodias.
Creio que se pode generalizar dizendo que aquilo que transmite suavidade é sempre aconchegante.
Como é um colo de mãe, ou de pai, quando se precisa.
Como é um sorriso doce quando se carece de carinho.
- E suavidade é sinónimo de carinho, não é? Deve ser isso e muito mais ainda, porque não há dúvidas que o Amor é a maior força universal – hoje diz-se cósmica – conhecida e que conduz a felicidade.
- O Amor que todos podemos, porque temos aptidão para sentir e transmitir.

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Alfred Gockel - Sun Dance
Imagem retirada da net

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Disse  Pe. António Vieira:  Em todas as outras coisas o deixar de ser é sinal de que já foram; no amor o deixar de ser é sinal de nunca ter sido !
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publicado por eva às 00:26

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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