Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 23 de Abril de 2010

Diálogos de surdos

- á percebeste a diferença entre o canto da casa, ou do quarto, e o canto de cantar?

- E tu já percebeste que eu já percebi?

- Desculpa! Às vezes parece que estamos perante diálogos de surdos, uns querem dizer uma coisa mas o que se entende é outra completamente diferente.

- Pois sim!

- Noto alguma descrença?

- Talvez!

- Ser descrente não ajuda à felicidade. Até porque muitas vezes interpretamos as coisas como nos parecem, naquela hora, e não como elas efectivamente são. Entender o alcance global delas também não nos é possível, por melhores intenções ou capacidades que se tenham. Há todo um conjunto, uma globalidade que escapa à capacidade humana. Somos um ponto no espaço e somos apenas um pontinho na grandeza do entendimento do que gostaríamos saber e conhecer.

- Porque achas que somos tão pouco?

- Basta observarmos as capacidades da natureza e observarmos também esta nossa incapacidade perante o Todo que se move, se transforma e evolui constantemente.

- Mas… E… Ora! Nós também evoluímos constantemente, a cada instante.

- Exactamente. Bem, por uma vez dizemos, ou pensamos, a mesma coisa.

 


publicado por eva às 00:30

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Sexta-feira, 5 de Março de 2010

...amanhã...

á tanto tempo…

Tão longe…
Tão fácil parecia tudo…
Agora ainda é mais fácil, é só deixar como está e não mexer. Porque se alguém mexe aparecem despesas atrás de despesas. Derrocadas atrás de derrocadas. Problemas e mais problemas.
E não há dinheiro que chegue… nem sequer as quantias são possibilidades sonhadas.
A vida é nada!
A morte nada é!
Se não fizeres nada…
Nada será feito!
- O nada e o tudo são a mesma coisa?
- O tudo ou o todo?
- Hummm… amanhã… amanhã poderei pensar nisso.
 
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publicado por eva às 00:38

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Domingo, 15 de Novembro de 2009

Abraços

 

Abraços calorosos à chegada e à partida.
São amigos há muitos anos e mesmo que não se revejam amiúde, há um enorme prazer fraternal nos encontros que se vão marcando.
O casal fica a sós e ele enlaça-a carinhosamente… Tão bom, quando o ritmo é o amor, o amor com pureza e despreocupado do mundo.
Porque a despreocupação do mundo também pode ser uma arrogância atroz de um por outros mais puros e simples nos seus sentires, nas suas atitudes.
Sempre que a singeleza e a pureza se aliam o ser é feliz – simplesmente feliz!
Feliz e harmonizado com o ambiente que o rodeia, seja esse ambiente hostil, ou seja puro também e radioso de luz e progresso espiritual.
Simplicidade não significa ignorância, ou não perceber as intenções menos positivas de outrem.
Simplicidade pode ser sinónimo de um nível evolutivo, de regeneração interior. Essa simplicidade é, então, a sublimação de estados e intenções menos dignificantes.
Essa simplicidade pode ser a escolha lúcida de quem não quer julgar ninguém, de quem não quer acusar ninguém, nem nada.
Não falamos do não acusar porque não está em situação de atirar a primeira pedra, porque tem compromissos com atitudes passadas. Mas falamos sim do não julgar, nem acusar, porque não tem esse direito sobre ninguém, porque não é superior a ninguém.
- Mas os Tribunais e juízes julgam as pessoas que nem conhecem…
- Mas esses não julgam as pessoas, julgam as coisas ou os crimes perante uma lei escrita por outros iguais a eles.
- Então a justiça…
- A Justiça é Divina. Os homens exercitam os direitos preconizados às pessoas perante uma lei, de abrangência nacional e internacional, conforme as situações. Pois como poderia ser de outro modo se os homens da lei são iguais à humanidade?
- Retomando o tema dos abraços, estes são demonstrações de carinho e muitas vezes valem mais que qualquer palavra que pudesse ser proferida. Eles simbolizam a compreensão e o entendimento, são amor em gestos simples.
- Também há abraços cínicos…
- Pobre de quem os dá, porque está desleixando uma oportunidade de carinho, de se regenerar e evoluir. Pobres os que ainda não atingiram esta compreensão de si mesmos – que amesquinham o seu próprio ser numa oportunidade de expansão de si. Pobres os que não sentem a paz que alguns actos deixam no coração de quem os pratica com pureza, e não entenderam ainda que as atitudes altruístas dão amplitude ao próprio ser assim como a tudo o que o rodeia, sejam outros indivíduos ou o ambiente onde se desenrola o acontecimento. Pobres os que não entenderam, nem sentiram, que vivemos em conjuntura com o todo universal.
 
Eva
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Disse  Gilbert K. Chesterton:  E quando chover durante a tua caminhada, olha para cima e não para baixo. Sem a chuva, não haveria arco-íris !
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publicado por eva às 00:32

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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Direcções

Areias brancas ou beges da praia.
Desenham-se formas de ondas em relevo, baixinhas e com covas ao meio que vão perfazer o redondo da primeira forma.
Agora aparecem pedras, como vidros pequenos, porque são tão finas que parecem translúcidas.
São todas de cor verde, de um verde-claro e esmeraldino.
Quando o Sol lhes bate ficam meio douradas – talvez por causa da areia onde estão pousadas.
Estas pedras ornamentam as tais covas e as ondulações do areal.
Então, as formas arredondadas ficam ainda mais bonitas e brilhantes.
Quase que formam palavras, na sinuosidade das formas.
- Olha, agora mesmo estão a ficar azuladas – mesmo do azul céu. E mais alongadas – em rectângulos irregulares. Também parecem apontar direcções novas.
- Pois, é assim pela vida também. A natureza está sempre a apontar-nos novas direcções, mas a maior parte das pessoas nem olha à sua volta…
- E porque será?
- Porque ainda não conseguem parar e observar o que os rodeia, nem percebem ainda como pertencem ao todo, sendo uma parte tão simples quanto importante. Mas um dia virá em que todos terão consciência das responsabilidades individuais pela região que habitam e pelo planeta onde vivem.
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Imagem retirada da net
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Disse  John Donne:  Nenhum homem é uma ilha, completo em si próprio; cada ser humano é uma parte do continente, uma parte de um todo !
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publicado por eva às 00:30

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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

A essência de si

Faltas as nossas faltas.
Faltas que damos da nossa presença a quem nos espera.
Faltas que damos a nós mesmos por incorrecção de pensamentos, palavras ou atitudes.
As faltas não dignificam ninguém e se é quase impossível não as dar, por esta ou aquela razão, por nós mesmos e pela dignidade subjacente, devem ser apenas as míninas, e sermos cada vez mais exigentes.
Não é preciso raiar asceses ou misticismos, basta simplesmente chegar ao fim do dia satisfeitos connosco.
Poder chegar ao balanço do dia e, se não tivermos todos os trabalhos feitos, que seja possível ter agido conforme as metas que nos vamos dando.
Há quem passe o dia conforme gosta e lhe apetece.
Há quem passe o dia cuidando da sua intuição, da sua essência.
Há quem encontre, no interior de si, tudo o que é, o que gostaria de ser e reconhecer o que já foi.
Há quem cuide a essência de si com carinho e benevolência, com a fé que leva a tentar sempre ultrapassar as amarguras dos desaires.
Há quem preencha assim a sua silhueta e consiga, por isso, irradiá-la com segurança e valor a todo o espaço circundante.
E esse espaço promove, ele mesmo, a reunião com um espaço maior chamado o Todo, o Um
ou seja, a integração de uma partícula, com os valores da sua individualidade, no Universo divino.

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Imagem retirada do blog Mantra
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Disse  Maomé :  O inteligente é aquele que controlou o seu espírito e se preparou para o que vem depois da morte. E o tolo é aquele que seguiu os seus impulsos e desejos e desejou de Deus o que não fez !
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publicado por eva às 08:39

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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007

O todo e as partes

Zummmmm… Zummmmm …
- O que é aquilo?
- É um moscardo e parece atarantado.
- Tão feio e desagradável…
- Coitado! Realmente não tem cores nem chilreia… mas nem tudo pode ser fantástico…
- Pois, mas ainda por cima é incomodativo, com este barulho… e depois… até parece que vai contra os vidros.
- Parece e vai! Olha… já encontrou o seu caminho.
- Ah, ainda bem. Para ele e para mim.
- Há dias assim. Não é só ele. Às vezes queremos fazer as coisas e não conseguimos, por esta ou aquela razão.
- Bom, hoje não me posso queixar porque adiantei bastante o trabalho. Mais a mais que nem tinha ideia do que ia escrever em cada um dos rectângulos. Às vezes tenho a ideia geral e não consigo depois especificar os dados parciais.
- Sim, sim. Quantas vezes isso acontece… E ao contrário, idem. Sabemos os pormenores e não conseguimos encontrar o eixo condutor.
- É isso, é. Mais cedo ou mais tarde conseguimos chegar ao todo e isso é o importante.
- Nem mais. O todo e as partes ou a unidade composta com a identificação das unidades parcelares.
- Pois, no entanto, nem todos compreendem que o todo é uma nova unidade de unidades. 
.
 .

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Bumble Bee Faairy
.
Kasia Dziewanska ( aka Kluska )

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♪: O Voo do Moscardo - Rimsky-Korsakov
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publicado por eva às 19:51

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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