Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 26 de Junho de 2011

Bocados de céu

asas e casarios.

Ruas, estradas e ruelas.

Bocados de céu e céu aberto, infinito.

Um adulto, uma criança, um velhinho.

Animais e bichos.

Arvoredo e plantas.

Rochas e pedras.

Uma lista interminável de intervenientes neste globo.

Todos entre-comunicamos.

Todos nos influenciamos mutuamente.

Todos somos pouca coisa.

Todos somos maravilhosos.

 


publicado por eva às 16:24

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Quinta-feira, 9 de Junho de 2011

O belo enaltece os sentidos

oalhas coloridas, brancas, lisas ou com bordados mãos-de-fada em relevo.

Toalhas que cobrem mesas, protegem as madeiras.

Toalhas que nos dão a sensação de limpeza, higiene e beleza.

Com os olhos contemplamos o belo que enaltece todos os sentidos.

O belo, o limpo, são qualidades que se associam em nossa mente como algo bom, algo que se deve almejar encontrar e manter.

Ao passearmos preferimos lugares limpos, arejados e belos de paisagem e animais, mais que o encontro de pessoas.

Desde crianças que temos a noção do belo e quão benéficas são umas situações por outras.

A paz se instala nos corações.

A paz se possa instalar na Terra, planeta ainda tão belo!

 


publicado por eva às 00:37

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Terça-feira, 26 de Abril de 2011

Ser UM

asseios lindos, fresquinhos apesar do calor ao Sol.

Assim, no meio das plantas e árvores da serra, sente-se a humidade que tudo vai refrescando.

Um agasalho suave ainda dá jeito, pois dá.

A serra é bela, parece um pedaço inteiro do planeta num quinhãozinho de terra. E também tem as águas dos regatos, rios, pequenos e grandes desníveis ou quedas, as paisagens a céu aberto, enfim a beleza do mundo.

Sobra a secura das areias, o mar até ao horizonte…

- Sobram também as desgraças, torturas, destruição e incompetência que vai sendo vivenciada pelo mundo em dramas e mais dramas.

- Há de tudo. Vivemos de tudo. Presenciamos e sentimo-nos impotentes para valer a tudo o que gostaríamos.

- Então saibamos velar pelos infelizes. Saibamos velar para nunca sermos os causadores da infelicidade doutrem.

Saibamos velar pela felicidade abrangente a todos como a nós mesmos.

Saibamos preservar o melhor dos mundos ainda neste mundo.

Saibamos reconhecer a nossa grandeza na pureza do que somos, o nosso querido berlinde azul no universo.

Saibamos ser UM.

 


publicado por eva às 00:37

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Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011

Estamos todos aqui

e estamos todos aqui é porque temos que resolver situações semelhantes, segundo condicionalismos em tudo semelhantes também, não é?

Pelo menos foi o que consegui perceber daquela conferência. Dizia o orador que há muitos lugares habitados no Universo, que será infinito e muito além do conhecimento humano.

E ainda dizia que o nosso desenvolvimento era como a cabeça de um alfinete do tempo da avó dele – porque os de agora têm cabeça de plástico colorido para se verem perfeitamente – perante o desenvolvimento dos seres no dito Universo.

Enfim… senti-me minúsculo com a minha vidinha e os meus pequeninos quereres de casa e rua.

- Então esse fulano acredita que a Terra não será o único planeta habitado?

- Ohhh! Isso e muito mais. Devias ter ido ouvi-lo. Ele descreveu outros seres que não humanos e as suas capacidades. Nós, perante esses que ele descreveu, nem chegamos a bebés na linha de evolução.

- E continua a luta entre uns e outros, como aqui?

- Se percebi bem essa luta dura e demora por alguns sítios, de modo até muito mais agravado que aqui. Mas outros há, por seu turno, sem lutas dessas, antes preservam a harmonia e a cura de quem vai de lugares mais lúgubres para melhor sítio.

- São lugares tipo hospitais?

- Pois isso não percebi tão bem, porque estava atordoado com tanta informação estilo banda desenhada de ficção. Mas creio que haverá ainda outros lugares, também em grande número de diversidade, consagrados somente ao bem – bem pensar e bem-fazer.

- Lugares de piedade?

- Sei lá… chama-lhe o que quiseres! A mim deu jeito saber que o modo de viver pode não ser apenas isto que observamos e que há outros mundos…

- E acreditaste nisso tudo?

- Ele foi eloquente e lógico no que dissertou e explicou. Nesta altura... isso chega para mim.

 


publicado por eva às 00:35

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Terça-feira, 7 de Julho de 2009

A antena

Uma antena enorme, em altura, paira na imensidão. Entre a terra e o céu sintoniza… sintoniza…
Sintoniza por cima do mar/oceano quase preto, de tão escuro.
Ela emerge dessa amálgama que ondula ao de leve.
É a amálgama dos pensamentos que forma uma camada – espessa e compacta camada – encimando o mundo em que o indivíduo vive e assimila a generalidade de valores.
E a antena ergue-se devagar, com firmeza apesar da altura… apesar da sua estrutura em linha estreita e vertical.
Ergue-se e pára. A seguir os céus tremem e a luminosidade fraca da noite ou da escuridão cede às luzes da aurora.
A aurora vem na sua grandeza. A partir do horizonte remoto ela vem iluminando tudo e chega à antena.
Ilumina-a também e a sua estrutura metálica brilha e faz uma bola na extremidade superior.
E começa a transmitir. Faz o noticiário entre o céu e a terra.
- Não é ao contrário, entre a terra e o céu?
- Não. A aurora chegou!

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Imagem retirada da net

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Disse  Pierre Pradervand:  Nós vemos aquilo em que acreditamos antes de acreditar naquilo que vemos !

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publicado por eva às 19:40

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Segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009

No fim, talvez sejamos irmãos

Hoje faz uma dúzia de dias do novo ano 2009.
- E depois?
- Depois, nada, lembrei-me da referência, tão-somente isso. Não é necessário querer encontrar uma legenda em tudo o que pensamos, dizemos ou fazemos.
- Pois não, claro que não! Creio que faz parte da concentração às coisas que nos dedicamos. Ou por questões de estudo e investigação, ou por questões de defesa contra eventuais erros.
- Tudo isso está para cada um na medida que cada indivíduo possa tratar, ou abarcar. E a vida é para se desfrutar também, e utilizar os conhecimentos de modo descontraído não há-de lesar nada nem ninguém.
- Vês aquela ali, de casaco bem apertado?
- Sim, deve ser por causa do frio.
- Sim, sim, não é isso. Vi-a no outro dia ao pé da nascente do Lago.
- E…
- Estava com a água barrenta e cheia de lixo. Ela foi ficando e observando sempre a água…
- Deve ser dos ambientalistas.
- Não sei, ela ficou muito tempo ali, ora observava apenas, ora metia as mãos na água e verificava, novamente, como estava. Não saiu dali, sempre a falar sozinha ou para alguém que não se via em parte alguma.
- Devia ter auriculares…
- Talvez. Nem calculas o tempo que passou e a água foi ficando com menos lixo, e depois deixou de estar barrenta para se tornar, gradualmente, leve e cada vez mais cristalina.
- Bem te disse que devia estar a verificar qualquer coisa.
- Pois, isso estava. Mas sabes o que chamou a atenção – foi que ela e a água, a dada altura, ficaram juntas. Uma só!
- Foi naquele dia que saíste à rua com febre alta?

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Noah Sealth
Imagem retirada da net

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Disse Noah Sealth, chefe índio Seattle: O homem é apenas um fio da trama da vida. E o que lhe faz, fá-lo a si mesmo !

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publicado por eva às 00:34

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Domingo, 24 de Fevereiro de 2008

Teilhard de Chardin # O Meio Divino - Epílogo

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Aviso prévio
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Os excertos aqui reproduzidos ao Domingo, em Fevereiro, foram retirados da obra «O Meio Divino» do padre jesuíta Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955), da edição da Editorial Presença, Lisboa, Colecção Síntese, s.d., e a selecção é da minha responsabilidade.
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Epílogo – A espera da Parusia
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SEGREGAÇÃO e agregação. Separação dos elementos maus do Mundo, e «coadunação» dos Mundos elementares que cada espírito fiel constrói à volta de si no trabalho e no sofrimento. Sob a influência deste duplo movimento, ainda quase totalmente escondido, o Universo transforma-se e amadurece à volta de nós.
Imaginamos às vezes que as coisas se repetem, indefinidas e monótonas, na história da criação. É que a estação é demasiado longa, em relação com a breve duração das nossas vidas individuais, - é que a transformação é vasta demais e demasiado íntima, relativamente às nossas vistas superficiais e limitadas, - para que nos dêmos conta dos progressos do que se faz incansàvelmente por obra e graça e através de toda a Matéria e de todo o Espírito. Acreditemos na Revelação, apoio fiel (aqui também) dos nossos pressentimentos mais humanos.
Debaixo do invólucro banal das coisas, de todos os nossos esforços purificados e autênticos é que se gera gradualmente a Terra nova.
Um dia, anuncia-nos o Evangelho, a tensão lentamente acumulada entre a Humanidade e Deus atingirá os limites fixados pelas possibilidades do Mundo. E então será o fim.
Como um relâmpago que vai de um pólo ao outro, a Presença, silenciosamente acrescida, de Cristo nas coisas revelar-se-á bruscamente. Rompendo todas as barragens onde aparentemente a continham os véus da Matéria e a compartimentação mútua das almas, ela invadirá a face da Terra. E sob a acção, finalmente libertada, das verdadeiras afinidades do ser, arrastados por uma força onde se manifestarão as potências de coesão, próprias do mesmo Universo, os átomos espirituais do Mundo virão ocupar dentro de Cristo ou fora de Cristo (mas sempre sob a influência de Cristo) o lugar, de felicidade ou de castigo, que a estrutura viva do Pleroma lhes designar. Como o raio, como um incêndio, como um dilúvio, a atracção do Filho do Homem arrebatará, para os reunir ou submeter ao seu Corpo, todos os elementos em rodopio do Universo.
Será assim a consumação do Meio Divino.
Sobre o momento e as modalidades deste acontecimento formidável, seria vão, como disso nos adverte o Evangelho, fazer especulações. Mas devemos
esperá-lo.
A espera, – a espera ansiosa, colectiva e actuante de um Fim do Mundo, isto é, de uma Saída ou desfecho airoso para o Mundo, – é a função cristã por excelência e o traço mais distintivo da nossa religião.
Aparecendo um momento entre nós, o Messias não se deixou ver nem tocar senão para se perder, ainda de novo, mais luminoso e mais inefável, nas profundezas do futuro. Ele veio. Mas agora devemos esperá-lo outra vez de novo, – não já só um grupinho escolhido, mas todos os homens – mais do que nunca. O Senhor Jesus só virá depressa quando o esperamos muito. É uma acumulação de desejos que fará eclodir a Parusia.
Sem dúvida, ainda, nós rezamos e agimos conscienciosamente para que «venha a nós o Reino de Deus».
Mas, na verdade, quantos há entre nós que se alegram realmente com a esperança entusiasta de uma refundição da Terra? Nós continuamos a dizer que vigiamos à espera do Senhor. Mas, na realidade, se quisermos ser sinceros, seremos obrigados a confessar que já
não esperamos nada.
É necessário, custe o que custar, reavivar a chama.
É necessário a todo o custo renovar em nós mesmos o desejo e a esperança da grande Vinda. Mas onde buscar a fonte desse rejuvenescimento? Da percepção de uma conexão mais íntima entre o triunfo de Cristo e o êxito da obra que o esforço humano tenta edificar neste mundo.
Esquecemo-nos constantemente disto. O sobrenatural é um fermento, uma alma, não um organismo completo. Ele vem transformar «a natureza»; mas não poderia prescindir da matéria que esta lhe apresente.
Olhemos para a Terra à nossa volta. Que se passa sob os nossos olhos na massa dos povos? Donde vêm estas desordem na Sociedade, esta agitação inquieta, estas ondas que incham, estas correntes que circulam e interferem umas nas outras, estas erupções confusas, formidáveis e inéditas? - A Humanidade atravessa visivelmente uma crise de crescimento. Ela toma obscuramente consciência do que lhe falta e do que pode. Perante ela, como lembrámos na primeira destas páginas, o Universo torna-se luminoso como o horizonte donde vai despontar o Sol. Ela pressente, pois, e ela espera.
Do que dissemos temos já bem assentes no nosso espírito as seguintes ideias: o progresso do Universo, e especialmente do Universo humano, não é uma concorrência feita a Deus, nem um esbanjar vão das energias que ele nos deu. Quanto mais o Homem for grande, tanto maior a Humanidade será unida, consciente e senhora da sua força, – quanto mais bela for a Criação, tanto mais a adoração será perfeita, tanto mais Cristo encontrará, para acrescentamentos místicos, um Corpo digno de ressurreição. Não poderia haver dois cumes no Mundo como não pode haver dois centros de uma circunferência. O Astro que o Mundo espera, sem saber ainda pronunciar o seu nome, sem poder apreciar exactamente a sua verdadeira transcendência, sem poder mesmo distinguir os mais espirituais, os mais divinos dos seus raios, é necessàriamente o Cristo mesmo que esperamos. Para desejar a Parusia, não temos senão que deixar pulsar em nós, cristianizando-o, o próprio coração da Terra.
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APONTAMENTO BIOGRÁFICO
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Pierre Teilhard de Chardin nasceu em França, em Orcines (perto de Clermont-Ferrand) a 1 de Maio de1881 e faleceu em Nova Iorque a 10 de Abril de 1955.
Padre jesuíta, teólogo, filósofo, paleontólogo, T. de Chardin é ordenado padre em 1911.
Em 1916 publica o seu primeiro ensaio, A Vida Cósmica. Em 1923 efectua a sua primeira viagem à China a solicitação do Museu de História Natural de Paris. Após um artigo sobre o pecado original mal recebido pela hierarquia, é convidado a prosseguir as suas pesquisas na China. Considerado um dos mais eminentes paleoantropologistas da sua época, integra a equipa que estuda o Homem de Pequim. Até à sua ida para Nova Iorque (uma espécie de exílio aconselhado pelas autoridades eclesiásticas), fará pesquisas científicas na Etiópia (1928), Estados Unidos (1930), Índia (1935), Java (1936), Birmânia (1937), Pequim (1936 a 1946) e África do Sul (1951 a 1953).
No entretanto, é-lhe concedido, em 1946, o título de Oficial da Legião de Honra em reconhecimento pelos seus trabalhos na China e, em 1950, é admitido na Academia das Ciências.
Em 1954, num jantar em Nova Iorque, confidencia a amigos que gostaria de morrer no dia da Ressurreição. Morre na Páscoa do ano seguinte, em 1955.
A maior parte da sua obra, de leitura desaconselhada pelo Vaticano, é publicada postumamente num total de 13 volumes.
Para um melhor conhecimento do pensamento de Teilhard de Chardin, permito-me referenciar um trabalho do Prof. Dr. Alfredo Dinis, nesta
ligação.
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Glossário:
Pleroma :  Universo consumado; Plenitude; o Todo
Parusia :  Segundo Advento; Manifestação definitiva de Deus
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.
Parte I nesta ligação

Parte II nesta ligação
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Parte III nesta ligação
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Disse Teilhard de Chardin : Deus não está longe de nós, fora da esfera tangível, mas espera-nos a cada instante na acção, na obra da ocasião !
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publicado por eva às 17:42

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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007

Percepções

O planeta Terra está no meio de universo, no meio das estrelas, como nas fotos que vemos tantas vezes.
Mas, aqui e agora, aparece uma outra luz. A luz de uma vela larga e baixa, redonda, cor creme.
Essa luz vem do espaço ou do universo que rodeia a Terra e aproxima-se dela, qual nave.
Conforme se aproxima, a luz fica em frente à Terra, iluminando-a na totalidade. E, surpresa das surpresas, espalha-se agora por todos os seres vivos, iluminando as cabeças, especialmente as dos seres humanos.
Todas as cabeças se tornam semelhantes a lâmpadas de vidro transparente, mostrando, todas elas, o cérebro em luminosa actividade.
Por todos os países, em todas as regiões, doentes mentais saem porta fora das clínicas onde estavam em tratamento, porque de repente perceberam o que lhes estava a acontecer.
- E tu, percebeste?
- Eu? Não! 
.
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Space Light
.
M. Célia 
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♪: Oxygène 7 - Jean Michel Jarre
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publicado por eva às 21:03

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Quinta-feira, 6 de Abril de 2006

Pela estrada, de terra batida e empoeirada. O sol forte a encher tudo

6 de abril de 2006

Pela estrada, de terra batida e empoeirada. O sol forte a encher tudo de luz e calor.
Não posso olhar para trás senão não consigo avançar, fico presa em pormenores.
E eu já sei que, mais tarde, nem pormenores sequer serão.
Mas também sei que agora eles teriam força para me travar e até voltar atrás.
A vida também é sempre em frente. Os segundos, os minutos, o micro-tempo segue sem a tentação de parar ou pensar.
É esse o seu objectivo, seguir sempre para o futuro. Não vacilar.
A estrada apresenta arbustos pelas bermas. Primeiro, muito espaçados. Agora, mais juntos e, no horizonte, a cor é mais verde.
Deve haver água perto. O calor é muito.
Também a satisfação de ainda continuar a caminhar em frente.
Entretive-me com os pensamentos e já ali está o meu ponto de repouso.
Parece um oásis depois de um deserto.
A alma também fica sequiosa depois do deserto das sensações.
O lugar ao sol conquista-se e tem mesmo muito sol.

publicado por eva às 20:41

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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