Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 14 de Junho de 2008

Alucinações...

Azul céu e parece que ele está mesmo no céu.
Como se fosse seda espalhada, formando os refegos habituais quando está assim “a metro”.
O azul é claro, com matizes esbranquiçados – tal é a luz que o ilumina.
Vamos passando assim, sem saber se caminhamos ou voamos por dentro desse azul – como se fosse um túnel.
Mas há outros túneis, semelhantes, de outras cores.
E vamos passando por esses também.
- E depois?
- Olha, nem sei que diga. Porque depois é como se adormecesse profundamente.
- E não foi o que aconteceu?
- Se calhar foi porque acordei no sofá, meio atordoada… Era tão lindo que deu pena ter acabado.
- Acabado? Eu acho que só agora começou.
- Mas, começou o quê?
- As tuas alucinações. Vamos mas é tomar os remédios e a horas…
- Ohh… acho que prefiro não tomar os remédios. Sinto-me tão bem.
- Toma lá… agora são estes.
Não são para alucinações – estava a brincar. Mas são para tratamento teu… de mais ninguém.
- Queres dizer que não há mais ninguém como eu?
- Não.

.
.
.

Van Gogh

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Disse  Carlos Drummond de Andrade:  Nossas alucinações são alegorias de nossa realidade !
.
.


publicado por eva às 23:04

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Quarta-feira, 12 de Abril de 2006

Voando sempre a uma velocidade incrível vou sempre vendo a luz

12 de abril de 2006

Voando sempre a uma velocidade incrível vou sempre vendo a luz, aonde devo chegar.
No meio da escuridão ela é o único guia do meu destino.
Cheguei e parece ser uma construção industrial de algo tóxico, porque os guardas têm máscaras na cabeça - azuis escuras e só os olhos se vêem. Por acaso... a olharem para mim friamente.
Mas não me dão importância.
Entretanto vão-se embora em carros, ou jipes.
Fico a olhar para o que parece ser uma administração abandonada e enormes armazéns vazios.
Nesta altura os armazéns abrem-se ao meio e enchem tudo de luz.
O chão abre também em fendas.
Agora os sulcos vão para mais longe deixando antever túneis e túneis seguidos.
Em subsolos mais fundos saem pessoas "a voar" como se fossem libertas de uma prisão.
Vestidas com túnicas de cores claras ou escuras.
O chão continua a abrir e a mostrar mais túneis.
E lá, no espaço mais fundo, está uma rapariga de túnica clara. Assustada, mas estende-me a mão para a ajudar a subir.
Eis que vem a voar também.
Observando melhor vejo que todos seguem os reflexos de uma luz fortíssima, em grande alegria. Outros esperam-nos nessa zona iluminada, também em grande júbilo.
É um reencontro feliz.

publicado por eva às 16:57

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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