Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 25 de Julho de 2011

É já ali!

- lha, não desistas que é já ali.

- Mas isso já estás a dizer há quilómetros!

- Bem… sim! Mas é mesmo já ali, vamos!

- Como posso acreditar nisso?

- Ora, nem tens que acreditar nem nada, os caminhos são sempre em frente e mais nada!

- Ai, ai, aaai!!! Tu não fazes ideia por onde é sequer!

- Que disparate, já te disse vezes sem conta – em frente é o caminho!

- Mas qual em frente qual coisa! Tu não fazes ideia onde estamos, ou fazes?

- Nenhuma!

- Então porque não disseste antes?

- Porque não perguntaste e porque não me pareceu útil afirmar tal coisa na ocasião em que nos sentimos perdidos.

- Sentimos muito bem, pois estávamos mesmo! Atalhos!

- Bem, não interessa chorar sobre leite derramado, vamos, que assim não chegamos a lado algum!

- Olha a novidade, doutro modo também não!

- Ora essa, nunca andamos em círculos!

- Tens a certeza?

- Tenho, tenho! Fui deixando marcas conforme pude e sem tu veres, para não te preocupares tanto.

- Ohh, ohh!

- Que foi? Não vais desistir agora, pois não?

- Nem pensar! Olha para ali!

- Ohh! Finalmente chegámos!

- Estás a chorar?

- Que ideia, foi uma areia…


publicado por eva às 15:34

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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008

Os problemas

Todos temos problemas, sejam os vulgares do dia-a-dia, sejam os mais ou menos graves, implicando maiores ou menores sacrifícios.
As questões que podem colocar-se são também variadas.
Mas, regra geral, os nossos problemas são menos ou mais difíceis de superar conforme a nossa capacidade para os resolver ou para conseguir ultrapassá-los.
A capacidade para simplesmente os resolver é mais fácil. Sobretudo se envolvem dinheiros e prazos pois é evidente que ter o dinheiro para pagar no momento certo é bom e recomenda-se.
Mas neste, como em todos os casos, é a nossa capacidade de os enfrentar que os torna incomensuráveis ou ténues.
Quantas vezes, geralmente depois de conseguirmos ultrapassar as situações, vemos pormenores que antes não tínhamos sequer suspeitado. Nem da sua importância nem da sua existência sequer.
E esses pormenores poderiam ter feito a diferença da solução.
Muitas vezes nem sequer teríamos de os ter suportado sózinhos.
Quantas vezes nos admiramos de ver portas que se nos fecham na cara quando mais precisamos ou, pelo contrário, mãos inesperadas de boa vontade que se nos estendem.
E quantas vezes foram essas mesmas pessoas esquecidas por nós.
Passado o tempo ajustado para ver com discernimento aquilo que nos emocionou, ou exaltou ou preocupou excessivamente, percebemos que poderíamos ter resolvido tudo de outro modo, mais pacífico e confiante.
Confiante de que cada um tem o peso das dificuldades que pode suportar.
Porque o excesso de peso somos nós que o criamos.
Paciência em suportar o menos bom e serenidade para dourar a esperança em dias melhores, são os melhores remédios e antídotos.
Mas o sofrimento sente-se sempre.
Só não atinge o desespero.
.
.

.

Edvard  Munch

.

.

Disse George Moore : há sempre um modo correcto e um modo errado. O modo errado parece sempre mais razoável ! 
.


publicado por eva às 08:10

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Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2007

Sonhos

1 de fevereiro de 2007

Pensamentos correctos ou a correcção dos pensamentos.

Daí é possível chegar à moralidade da vida que se leva.
Ou se vai levando, conforme se pode.
- Sabes o que eu vi? Vi um céu azul estrelado, como se fosse dia, tal era a luz dessas estrelas. Depois elas desceram do céu e foram, voando, pousar nas coisas e pessoas e animais...
- Então? Mais nada?
- Estava a lembrar como era bonito. É que essas estrelas transformaram-se em bolas. E as bolas eram esferas. E as esferas noutras esferas transparentes, multifacetadas. Podes imaginar a quantidade de luz que transmitiam?
- Não sei, porque os teus sonhos revelam uma parte de mim de que só me apercebo quando ouço as tuas descrições.
Por exemplo, essas esferas fizeram-me lembrar que, no outro dia, fui a uma loja onde havia esferas multifacetadas para pendurar e servir de decoração, e eram particularmente úteis na dispersão da luz que provocavam.
Ao lado dessas esferas estavam pessoas a conversar e não pude deixar de ouvir. Diziam que em tudo, fosse mau ou bom, haveria algo a aprender e a reter para melhorar o futuro.
- Concordo, senão os dissabores ainda eram mais amargos, enjeitando melhores soluções no futuro.
- Achei, na altura, que a conversa não tinha senso naquele sítio de decoração. Agora, com o que contaste, penso que, pelo contrário, as esferas estavam ali a difundir novas luzes a partir da pequena luz de origem.
- É como ler um livro ou rever um filme. Há sempre algo novo na revisão das coisas, não é?
- Acho que sim, que é isso mesmo!

publicado por eva às 19:56

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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