Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 11 de Dezembro de 2010

Hinos

- oje ouvi o nosso hino e gostei de ver aquela gente a cantá-lo, até parecia que sentia algum patriotismo.

- Hã? Pois sim, também o ouvi, claro que sim!

- Pois gostei, sim, sim!

- É verdade, sim senhor! Não faço ideia de qual é a letra e se quiser repetir agora já nem me lembro da música. Que queres, não há propriamente oportunidades de ouvi-lo…

- Sim, pois é, mas não temos esse hábito. Concordo! Não temos hábitos nacionalistas, são mais de protesto e mesmo assim são hábitos pacíficos – ainda bem!

- Os nacionalismos são guerreiristas, não são?

- Ah, podem ser pacíficos e dar identidade de grupo! Pois, não tinha pensado assim, não…

- Dizes então que o nacionalismo transmite uma inserção no país, no continente, no planeta. Pois claro, e na cultura de um povo com as mesmas origens ancestrais, as mesmas lutas pela independência, etc. e tal.

- Pois, não tinha pensado assim, não…

- Hã, ter pátria é como saber quem são os pais genéticos? Bem, pões aí algum exagero, não?

- Patriotismo é amor pelo país onde nascemos, nacionalismo é defender os interesses desse país ou nação, na relação com os interesses dos outros – pois… será, será…

- São sentimentos saudáveis de grupo, que às vezes extravasam em conflitos – pois…

- Vais onde? Ah, às reuniões do teu grupo religioso! Não? Ah, grupo ideológico!

- E o teu individualismo? Já foi exacerbado demais?

- Humm… e porque não tentas o equilíbrio entre os ideais individuais e os de grupo?

Ah, é exactamente isso que fazes! Maravilha…

 


publicado por eva às 00:37

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Terça-feira, 7 de Dezembro de 2010

As harmonias do silêncio e da palavra

fala é um dom humano de evolução social.

Se não fosse para comunicar com outrem o homem não teria sentido necessidade de evoluir na arte da comunicação.

As mostras artísticas são isso mesmo – arte na comunicação.

Seja em desenho, pintura, escultura, música ou novas artes o homem comunica as suas ideias.

A fala é a comunicação exacta do que pretende dizer, mesmo quando se constitui em fala política.

Isto é, politizada socialmente. Aliás, nessas alturas diz precisamente o que seria conveniente dizer-se e pode não traduzir a ideia pessoal e particular.

A personalidade do indivíduo eminentemente social torna-se alterada quando comparada com a sua personalidade mais íntima.

Aqui passa a alojar-se a soma da sua própria mais a descarga emocional da que lhe é conveniente viver.

E o que sobrevém pode ser o desequilíbrio entre as duas se elas forem diferentes. Muitas vezes tornam-se até antagónicas e, com o passar do tempo, angustiantes ou violentas.

Se a diferença existir e se instalar, será sempre uma violência para o próprio. As palavras passarão de frívolas a mordazes e cínicas.

Manter-se honesto consigo mesmo integrado num sistema social é um remédio a praticar e talvez a prudência facilite a harmonia do silêncio intervalado com a harmonia da palavra.

- Talvez…

- Talvez valha a pena tentar.

 


publicado por eva às 00:38

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Quinta-feira, 22 de Abril de 2010

Modo de vida

ravo! Bis! Então? Vão embora? Não, não! Mais uma! Mais u-m-a !!!!

- Tanta algazarra e nem sei para quê…

- Ora! São os entusiasmos de gente jovem.

- Os que dão tudo por tudo e por qualquer coisa que os anime?

- E não é disso que se vive? Não é dando tudo por tudo? Não é o que damos, a cada vez que nos preocupamos? Eles, pelo menos, dão pelo que gostam e não por aquilo que os preocupa.

- Ora pois! E por isso há os excessos e abusos e violências que há, logo de tenra idade.

- A violência sempre houve e, pior, geralmente é provocada e incentivada logo em casa desde crianças pequenas. Crescem aprendendo esse modo de vida.

- Isso não é desculpa, é apenas uma das razões, assim como os grupos com que se vão dando pela juventude fora é outra das razões.

- Não achas que os meios sociais com que convivem são razão suficiente para o descalabro moral em que vão vivendo?

- Acho que se verificam sempre excepções, pessoas que nunca se deixam manchar pelos que os rodeiam, se não os consideram dignos disso. Logo…

- Mas a maioria…

- A maioria deixa-se ir, é verdade. Mas seria melhor e mais oportuno dar a nossa atenção por aqueles que se distinguem e não por aqueles que dramatizam ainda mais a sua vida e a dos outros.

- Falar é fácil, não é?

 


publicado por eva às 00:31

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Sexta-feira, 22 de Janeiro de 2010

Caminhos suados

- amos por aqui… hummm… agora viramos naquela rua ali, à esquerda… pronto, onde puderes estacionar, paramos e seguimos a pé.

- Tu e a mania de caminhar…
- Faz bem e é um bom exercício, mas concordo que andar quilómetros e quilómetros possa ser excessivo e, inclusive, que não haja tempo para isso numa agenda preenchida, como a tua.
- Não é só isso, o que acontece é que cansa bastante e fica-se suado, e malcheiroso e isso tudo…
- E tu não gostas?
- Quem gosta?
- Depois podes tomar banho e…
- E… nada! Só volto a casa à noite e, pois, aí tomo um banho! Mas ficar desejoso dele logo pela manhã é exagero, ou não?
- Pronto, pronto, está bem. Vamos ali, então.
- Ali?
- Pois, vamos comprar fruta sumarenta e assim o sumo refresca-te. Boa?
- O quê? Depois fico a cheirar a laranja e a sei lá que mais!
- Não são cheiros refrescantes?
- São, pois claro que são! Apenas não se coadunam com esta roupa e tudo o que tenho que fazer durante o dia. Nem te passa pela cabeça o tipo de pessoas com quem vou reunir-me, nem o nível de vida que têm. Se quero falar com elas e fazer-me entender tenho que falar a mesma língua. Isto é, tenho que assemelhar-me em tudo a eles e ainda manter a distância humilde de uma modéstia que os deixe sentir sempre superiores, senão nada feito.
- Que penar é assim a tua vida… Mas talvez seja possível não chocares ninguém e, com certeza, ser, ou sentires-te livre.
- Não vejo bem como, e garanto que faço o melhor que sei.
- Então… está tudo dito e feito do melhor modo possível.
 

publicado por eva às 00:37

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Terça-feira, 24 de Novembro de 2009

Do ser humano

Seres individuais que sobrevivem melhor ao partilhar com outros as suas tristezas, ambições e alegrias – são as pessoas sociabilizadas.
As pessoas precisam de comida, água, agasalho, abrigo e… de partilhar as suas necessidades e realidades.
Sem essas componentes há um sentimento, menos ou mais generalizado, de falha, da falta de algo essencial.
- Por isso o ser humano é um ser social?
- Eis uma frase que resume o sentido do que foi dito. Efectivamente, o ser humano, em sociedade provoca uma aprendizagem contínua em si mesmo e nos outros com quem convive ou de quem tem notícia. Na troca de necessidades e conhecimentos, o ser adquire certo esplendor na sua personalidade. Não estamos a referir o esplendor de festas, ou o esplendor de figuras elegantes e vestidas à última moda, ou com carros e casas especiais e que passeiam os bens no emprego ou nas ruas e vizinhanças. Não nos referimos ao status social. Referimo-nos à partilha de sentimentos, à partilha amorosa de penares e alegrias com a mesma vontade de ajudar o outro mais que a nós mesmos, aliás, com esquecimento das nossas necessidades por substituição das necessidades de quem nos são tão queridos.
- Falas da família íntima, a da casa?
- Evidentemente, mas quanto maior é o círculo dessa interacção, mais evoluída é a personalidade do indivíduo.
- Como diferencias indivíduo de pessoa?
- Indivíduo é o ser individualmente separado dos outros da mesma espécie e doutras espécies. Pessoa é a personalidade que enforma esse ser e que vai alterando e evoluindo constantemente, a cada instante em que se põem à prova as suas condições físicas, emocionais e intelectuais.
- Então o indivíduo é a divisória entre os outros, com características únicas que o diferenciam… E a pessoa é, ao contrário, o conjunto de condições de personalidade que, em semelhança com outros, conduz à formação de grupos e ao unir de forças individuais para um fim ideal e comum.
- E são partes integrantes do ser humano.

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Mino Ceretti - Homem em espelho partido
Imagem retirada da net
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Disse  Charles Michael Schwab:  A personalidade está para o homem como o perfume está para a flor !
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publicado por eva às 00:33

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Quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

Outono

Estamos no fim do mês de Setembro.
Mais um mês passado a cumprir com os compromissos possíveis e a adiar os menos possíveis de resolver.
Mais um Outono que se aproxima. O Outono é a minha estação preferida pela sua calma, pelos céus rosa-alaranjados, pelas tardes cálidas e de ténues brisas, pelos frutos e por todo o ambiente de aconchego que vai proporcionando à vista do próximo Inverno.
Enfim, manias e gostos que ficam da infância e que vão perfazendo o quotidiano pessoal.
Setembro é também o mês de regresso ao trabalho, às escolas, colégios e estudos.
Bem vistas as coisas nós estudamos todo o ano, com ou sem livros porque a vida é isso mesmo – um estudo dela e de nós, viventes-vivendo.
A nossa memória tudo capta, recolhe como uma máquina fotográfica todas as imagens e como um gravador regista todos os sons, todas as impressões que vamos tendo e sentindo com menor ou maior amplitude.
A memória é um computador-mãe gigantesco e precioso e, como tal, é passível de ter ou grandes alterações ou alterações muito sensíveis.
O facto de reproduzir de modo perceptível o que regista é, ainda, outra questão porque, por exemplo, muitos dos que sofrem de perturbações mentais padecem de distúrbios na organização final dos pensamentos com a tradução destes nas realidades ambientais e sociais.
Contudo, o indivíduo pode viver a sua realidade com forte alheamento da vulgar realidade social onde se insere o seu dia-a-dia sem problemas de maior para ele próprio.
- É um ET na comunidade!- É simplesmente diferente da maioria e, sem dúvida, que pode causar muita alteração em todos os que o rodeiam, sobretudo se não conseguir suprir os meios para a sua subsistência. De qualquer modo, estamos a referir tanto os que dão mostras de menor como de maior capacidade intelectual e de inter-relacionamento social com a comunidade onde vive. Ambas as situações primam pela diferença com a generalidade.

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Imagem retirada da net
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Disse  Albert Camus:
  O Outono é outra Primavera, cada folha uma flor !
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publicado por eva às 00:40

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