Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 22 de Abril de 2012

Silêncio

ritos, confusão, barafunda

Zangas, violência, raiva

Movimentos desordenados

A desculpa é o desespero.

Mas quem desespera

Tem movimentos lentos e maquinais

Ou paralisa

Sofre silenciosamente

Porque já não tem voz

Para emitir um som sequer…


publicado por eva às 00:33

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Domingo, 6 de Novembro de 2011

Na pressa do dia-a-dia

a pressa do dia-a-dia

Esquecemo-nos de nós

De quem somos

De onde viemos e para quê

Na pressa do dia-a-dia

Esquecemo-nos de nós

Do que gostaríamos de ser

Em vez de ter

Na pressa do dia-a-dia

Esquecemo-nos de nós

E não estamos verdadeiramente

Nem aqui nem ali

Corremos entre um ponto e outro

Na pressa do dia-a-dia

Esquecemo-nos de nós

Precipitadamente vamos

Cansados voltamos

Na pressa do dia-a-dia

Esquecemo-nos de nós

Da serenidade e silêncio

Em nós.


publicado por eva às 22:26

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Sexta-feira, 1 de Abril de 2011

Silêncios

- spero por ti à hora do costume e dás-me boleia, pode ser?

- Está bem, até logo.

- ….

- Não dizes nada?

- Estou em silêncio.

- Isso já percebi, mas não sei porquê.

- Porque não tenho nada útil para dizer.

- Ora aí está uma boa razão!

- …

- Bem, então falo eu, porque este silêncio não é suportável. Deve ser o tal som do silêncio. O silêncio faz pensar alto, não faz? Parece que atrai o nosso íntimo cá para fora. O problema é que depois não sei o que fazer com ele.

- Com ele?

- Com o meu íntimo à vista.

- Que tal olhares bem para ele ou, melhor dizendo, para ti mesmo e tratares de ti trabalhando, equacionando e amando o melhor de ti em ti.

- Olha, volta a ficar calado!

- Fazemos a viagem em silêncio, então!

- Fazemos! Desta vez, pelo menos.

 


publicado por eva às 00:30

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Domingo, 19 de Dezembro de 2010

O silêncio não tem nada de simples

ilêncio!

Que silêncio há aqui, que é isto afinal?

Ah, então é isso?

Mas gosto!

Então porque não me calo?

Porque…

Acho que não consigo fazer silêncio em mim.

Gosto de sentir esta força

Não pensei que o silêncio tivesse tanta força

Mas… por outro lado… não suporto bem essa força

Acho que vai desabar algo dentro de mim

E assusta-me.

Porque não fico mais vezes em silêncio comigo?

Acho que nunca fiquei, assusta-me!

Talvez? Talvez seja isso

A pureza do silêncio completo!

O simples silêncio não tem nada de simples!

Vou tentar… oh, sim! Vou tentar encontrar esse silêncio em mim.

 


publicado por eva às 00:38

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Sábado, 27 de Novembro de 2010

O som do silêncio

- h! Sim!...

- …

- Pois, efectivamente!...

- …

- Humm…

- …

- Uff! Que cansaço este não falar!

- ??...

- Pois é isso mesmo. O não falar provoca uma catadupa de pensamentos que podem fazer estoirar a cabeça de uma pessoa. Pois!

- ??...

- Não aguento este som constante!

- ??...

- Exactamente, afinal sabes o que é!

- !!...

- Ora aí está, é isso mesmo – o som do silêncio! Digo-te que é atroz e nem toda a gente o suporta. A maioria fala para o abafar e abafar os pensamentos que não param nunca; pelo contrário, tornam-se uma torrente incontrolável. Ah! É isso que se pretende? Controlar também os pensamentos? Uff!...

- Hoje está um dia lindo!

- Falaste? Ah! Apenas para dizer algo agradável? Isso é irreal no dia-a-dia, pois se até nos pagam para corrigir outros trabalhos, imagina conseguir dizer só o que é agradável. Hã? Dizer sempre tudo do modo mais educado e agradável possível? Humm… pois, pois… será… um dia será assim para mim.

 


publicado por eva às 00:34

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Sábado, 4 de Setembro de 2010

Melodias

úsica forte, digamos assim, porque se ouvia por toda a parte quer se mantivessem as janelas fechadas ou abertas.

Os sons batiam nas coisas, no chão, até os corpos sentiam essas batidas interiormente.

Depois… o carro foi embora, rapidíssimo, e os sons foram embora com ele, com eles, porque eram vários no mesmo carro.

- Veículo ligeiro!

- Sim, sim. E o silêncio voltou ao campo…

- Isto é…

- Pois sim, depois do interregno, continuaram a ouvir-se os sons do campo, da natureza simples. Desde a água das fontes, aos pássaros, abelhas…

- E dos gatos e suas guerras com pássaros, cães e entre eles, os gatos.

- Pois sim, a natureza é isso tudo. Então, calmamente pude ouvir música mais ao meu gosto.

- A outra era ao gosto de quem ia no carro, ora!

- Pois sim. Mas abalava tudo em redor. A que prefiro não abala nada, embala isso sim!

- Gostos são gostos! E nesse embalo vou eu embora, até amanhã.

- Até amanhã, talvez com novas melodias!

 


publicado por eva às 00:31

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Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

Quando o servidor está pronto

ons… vozes lá fora… vozes cá dentro… onde?

Intuição… intuições… que são?

Instinto é reacção vital para preservação do corpo, da vida, da família, dos bens…

Intuição é comunicação com sabedoria.

Sabedoria de outros por nós ou de nós mesmos.

Intuímos, então, sobre a vida que temos e sobre tudo o que pretendemos.

Uns ligam importância à intuição, outros ignoram-na prepotente ou incredulamente.

Uns sentem-na em plena força e pujança, outros dizem que não a sentem porque não a reconhecem.

Para a reconhecer é preciso reaprender a sentir intimamente o corpo, os órgãos, a forma de elaborar os pensamentos, é preciso parar a corrida do quotidiano.

Sobretudo, é preciso saber esperar no silêncio interior de si para que ela reapareça.

Primeiro volta só para espreitar. Depois, ainda timidamente, aflora à vista desarmada com uma pequena sensação leve e boa.

Então, se há espaço mental para sobreviver, a intuição volta paulatinamente.

Ou seja, seguindo um dito antigo, quando o servidor está pronto o serviço aparece

 


publicado por eva às 00:31

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Terça-feira, 6 de Julho de 2010

Tarefa

aquele par ali, ela esbraceja e fala sem parar. Ele parece meio enfadado e meio adormecido no ritmo algo abrupto que ela gera com o timbre da voz nas palavras bruscas que profere…

Aquele outro par, acolá, é ele quem se enerva com a política e as actualidades desportivas. Ela vai dando a sua atenção de modo quase obsessivo às crianças…

Este par aqui está em absoluto silêncio.

- Estão a dormir?

- Ah! Não, não! Estão simplesmente calados…

- Conclusão?

- Nenhuma! Cada um vive, ou sobrevive, no dia-a-dia conforme lhe dá jeito. Há quem seja surdo e quem o pareça. Há quem oiça o que se diz e pretenda entender o que ainda não se disse.

- E há os que se divertem com tudo isso…

- Exactamente! Todos nos procuramos equilibrar entre o que gostamos, o que queremos e o que podemos fazer com as limitações físicas e psíquicas que temos.

- Bem, nós também promovemos as limitações que temos, com que sofremos, assim como somos capazes de promover as libertações dessas mesmas.

- Ou seja, queres dizer que está em nós a mudança para melhoria de nosso bem-estar.

- E que tal tarefa é enormíssima e dificílima… mas vale a pena!

 


publicado por eva às 00:35

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Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

Espectáculo

coração e a mente clamam por justiça!

- Credo! Para que é isso tudo? Clama por serenidade e paz, isso sim! Mas melhor é ainda não clamares por nada e fazer silêncio em ti com serenidade interior e exterior.

- Mas isso não é nada que se veja!

- Que os outros vejam, queres dizer. A ideia é trabalhares na tua personalidade sozinho contigo e sem fazer marketing disso ou espectáculo para ninguém.

- Mas… que fama ou dinheiro é que essa atitude faz, ou favorece?

- Não é para tal finalidade, mas para a felicidade do próprio. A felicidade é um estado no íntimo de cada um, estado que não se incomoda com o exterior e que nada pode desfazer, a não ser o desequilíbrio do próprio.

- Pois… mas este é um meio de vida, o meu trabalho, e por isso preparo-me cuidadosamente e faço espectáculos ao público. Não obrigo ninguém a ir, nem a pagar. Vai quem quer, e mais nada!

- Pelo menos poderias esclarecer os que ali vão…

- Poder poderia…

 


publicado por eva às 00:30

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Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010

Carnaval

empos certos. Relógios acertados.

Chegadas e partidas cronometradas e a dividir o espaço aéreo.
Tudo se move.
Todos se movimentam em colunas de sentido contrário – ora porque chegam, ora porque partem.
Qualquer um deles mal tem tempo para falar, quanto mais conversar.
Ruídos característicos e sons, musicais ou de avisos ao microfone, ouvem-se por todo lado.
Em cada um reina o silêncio.
Não o silêncio íntimo e salutar, mas o silêncio da mudez interior, do isolamento e do mutismo.
O dia e a noite sucedem-se sem qualquer alteração, que não sejam as naturais.
Afinal, não é mais que um mundo inserido noutro mundo, girando desencontradamente.
- E ninguém dá por isso?
 

publicado por eva às 19:53

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