Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Uma canção feliz

Havia uma canção que foi muito popular, em que o tema dos versos era sobre o que Jesus faria…
- Sim, lembro. Mas ainda há, só que não é tão popular, a não ser entre os grupos católicos.
- Oh! Que pena, porque era tão alegre! Era algo assim: sonhar como Jesus sonhava, sorrir como Jesus sorria e ao chegar ao fim do dia eu sei que dormiria muito mais feliz
- Algo atrapalhado, mas é uma referência à canção do Padre Zézinho.
- De quem era não sei.
- De quem é! O facto de já não se ouvir não significa que deixe de existir. Imagina se fosse assim com tudo. Já basta o esquecimento de…
- Pronto, pronto! Só me lembrei porque os sonhos foram desagradáveis e se fossem amenos teria dormido muito mais feliz.
- Bem, é uma canção feliz, ela também. Alegre pela música, pelo coro de vozes infantis que geralmente a cantava e pela pedagogia da letra.
- Pedagogia?
- Sim, todo o poema reflecte as vantagens de seguir os ensinamentos e exemplo de Jesus. Afinal, tão simples e fáceis. São ensinamentos para bem-viver de bem consigo mesmo e com os outros. De vida simples e de paz e harmonia com o mundo e…
- Pois foi mesmo essa a recordação que me ficou da canção.

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Neila Ben Ayed - Alegria e felicidade
Imagem retirada da net

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Disse  Santo Agostinho:  Aqueles que pretendem encontrar a alegria fora de si, facilmente encontram o vazio !

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publicado por eva às 23:02

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Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

A persistência da memória

Ursinhos e desenhos infantis. São assim as coisas para bebés.
Cheias de bonecos alegres, sorridentes, às vezes com músicas suaves ou engraçadas e com toadas, ao mesmo tempo, dinâmicas.
Também se usam muito os sons de xilofone ou de harpa e essas melodias são lindas!
- Posso saber porque estás tão saudosa dessas coisas todas de bebés?
- Porque não entendo o que acontece a seguir?
- Então… a seguir crescem.
- Oh! Pois, isso é evidente. Quero dizer que não sei porque depois se usam, por exemplo, roupas tão escuras – os jovens até usam regularmente o preto. E a maioria das pessoas parece usar, a cada ano, roupas mais pesadas e escuras.
Quanto às músicas, passam para versos sem rima e, por vezes, sem música que se perceba mais que um ritmo.
E ouvem-se ritmos fortes que parecem batuques tribais e que podem ser misturados com sonoridades computorizadas.
- Resta então o jazz e melodias mais clássicas, temas de filmes, etc.
- Sim, mas desaparecem da vida quotidiana esses sininhos do xilofone e os toques alegres dessas músicas, tão saudosas.
- No Natal, algo lembra novamente essas musicalidades e tons alegres, agora para as festas.
- Sabes que mais? Gostaria que fosse sempre assim – cores alegres, rostos risonhos e a graça do carinho no ar. Nem percebo porque não pode ser assim.
- Hábitos, culturas e… lapsos de memória dessas doçuras.

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Imagem retirada da net

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Disse  Santo Agostinho:  Encerro também na memória os afectos da minha alma !
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publicado por eva às 00:25

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Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

Deserto

De um suplício é libertado. Para outro é levado em que é içado e afundado muita, muita vez, num poço fundo.
Está completamente gelado. Nem sabe se estará vivo ou morto.
Quando percebe que não morreu chega a pensar se a morte não poderá ser doce – mais doce que aquilo que sente.
Mas não – não deseja a morte. Apenas a comparou.
Não se deve morrer antes do prazo marcado pelo Divino. Só quando acaba o tempo designado e se passa por baixo do arco da vida. Só nesse instante é que se pode morrer. Antes é suicídio, é brincar mal com a vida.
E ele já sofreu muito para querer acabar esta vida sem passar tudo o que tem que passar para alcançar o progresso de si.
Chega o mesmo homem de sempre, mostra-lhe um camelo e ele lá consegue arrastar-se para cima do animal.
Animal que o leva até ao fim de um deserto, à beira de um precipício.
Ele consegue abrir os olhos e ver montanhas muito ao longe, cheias de neve muito brilhante e um sol que as deveria derreter.
Mas não. O sol forma uma espécie de cortina de raios dourados que baixam até à neve.
O camelo leva-o, como que voando sobre o precipício, e deixa-o lá.
Os raios de sol agora caem sobre ele. E agora sim, está a aquecer e a sentir-se melhor.
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Fractal de Lenora Clark
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Disse  Santo Agostinho:  Gosto da vida porque gosto de mim mesmo e compreendo a honra que me foi feita quando vim ao mundo para aí ter conhecimento de toda a luz e de toda a grande ciência humana !
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publicado por eva às 08:39

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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