Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

de Deus

- Afinal o que é para ti mais importante que tudo? Deus?
- Deus é Amor infinito ou misericórdia infinita, caridade infinita, dignidade infinita, paz infinita, etc. etc.
- Então Deus é um ser supremo?
- Será a supremacia de toda e qualquer virtude, de todas as energias que se juntam na energia mais poderosa – a energia gerada pelo amor sublime.
- Como a luz e as cores?
- Como a luz mais brilhante e a cor branca que é o princípio e o fim de todas as cores e tonalidades dela declinadas.
- Deus é o absoluto?
- O absoluto de toda relatividade, o começo e o objectivo final de qualquer ser, a supremacia absoluta do virtuosismo.
- Então qualquer um que sinta em si desabrocharem virtudes pode ser um deus a caminho de Deus?
- Todos temos a possibilidade de transformar em infinito o ser finito que somos enquanto formos ampliando este nosso ser.
- E o ser amplia-se?
- Tudo se amesquinha e amplia. As qualidades, as virtudes que se tornam os sentimentos íntimos e constantes do ser são, e serão, ampliação do seu íntimo de modo constante. Há quem chame de centelha divina a essa capacidade inerente, que se desenvolve em conformidade com o nosso livre-arbítrio e se consolida com a nossa vontade de assim sermos.
- E como poderemos ser assim?
- Por escolha própria do caminho que queremos seguir. E é um caminho muito espinhoso esse de nos querermos transformar em virtude, em querer para os outros tanto bem e felicidade como para nós próprios. Em conseguir não só perdoar outrem como que o outro, de quem porventura sentimos prejuízo, seja feliz e progrida ele também. Em amar e acarinhar todos os seres entendendo que todos caminhamos na trilha da nossa evolução íntima o melhor que conseguimos.
- Então todos poderemos atingir o absoluto?
- O progresso é infinito também!
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Aurora Boreal
Imagem retirada da net
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Disse  Séneca:  Grande parte do progresso está na vontade de progredir !
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publicado por eva às 00:34

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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

Transparentes

Uma luz esbranquiçada ilumina uma sala enorme.
Poderia ser um salão se não tivesse tantas divisórias a formar recantos.
A luz encandeia e, no entanto, é fraca. O brilho deve ser dos reflexos que faz contra as paredes e chão brancos.
Dá vontade de fechar os olhos, mas queremos, todos, estar atentos à conversa que se vai desenrolando.
Os temas, de tão generalistas, não são nenhuns.
Mas alguns falam sem parar. Parece, até, que nem precisam respirar.
Alguns dos que ouvem preguiçam e bocejam.
- Tudo isso é banal!
- Talvez. O engraçado é que eles vão ficando transparentes, conforme o tempo de conversa se vai alongando.
- Transparentes? Mas quem são eles?
- São gente como nós.
- Então?
- Nada! Vão ficando cada vez mais transparentes e por fim desaparecem. Mas, nos lugares ou cadeiras que ocupavam, fica a sua presença inconfundível. Algo que os identifica, e que eles identificarão quando voltarem à sua forma mais densa; algo como um perfume, uma gravata, uma pulseira… Assim!
- Humm…

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Imagem retirada da net

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Disse  Séneca:  Aprender a viver exige uma vida inteira e, o que te pode surpreender ainda mais, é necessária uma vida inteira para aprender a morrer !

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publicado por eva às 00:25

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Segunda-feira, 9 de Março de 2009

O tema do amor

Amar, amar perdidamente… – os poetas referem-se, geralmente, ao amor-paixão.
A maioria dos escritores e seus romances – idem.
É esse o tema, aliás, que mais vende, ainda hoje, numa sociedade especialmente mecanizada e individualista.
Quando se fala em amor fraterno, altruísta, o tema atrai apenas alguns.
E quando aparecem referências ao amor sublime há um instante de admiração atónita e um esquecimento geralmente rápido, logo de seguida.
Do amor paixão, do crime passional – fala-se durante dias e dias a toda a gente, até a desconhecidos que fiquem ao lado e, por alguns momentos, se mostrem passíveis de comentários.
Contudo, a maior força – reconhecida por cientistas e médicos – a energia capaz de alterar um resultado químico, bacteriano, etc, é exactamente o AMOR.
O amor que provoca uma simples lágrima, uma vez que seja, num coração ressequido.
O amor que baila nos olhos dos simples, que nada esperam da vida.
Esse amor que ultrapassa o tempo e o espaço e que ainda é uma força inimitável de energia.
Um amor sem clonagem possível, Sem deturpação. Sem preço.
É um amor único e, também, possível de ser sentido por qualquer um.

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Gandhi - Fotografia de Margaret Bourke-White
Imagem retirada da net

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Disse  Séneca:  Se quiseres ser amado, ama !

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publicado por eva às 01:00

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Domingo, 22 de Fevereiro de 2009

Vida depois da vida no Budismo

Quem nunca teve na vida um momento em que se apercebeu que cada dia a mais é um dia a menos? O tempo passa, sem nunca parar e a morte é a nossa única certeza.
No Oriente as pessoas, em vez de evitarem pensar na morte, preparavam-se para ela como o desportista para a competição ou o guerreiro para o combate. Era uma evidência que não suscitava nem medo nem esperança.
Embora ninguém possa negar a realidade da morte, no nosso mundo moderno é inconveniente falar dela, pensar nela, ou mesmo encarar a sua eventualidade. Tememos a morte. Não falamos dela senão indirectamente, e os próprios doentes muitas vezes não têm o direito de saber que estão condenados.
Todos sabemos o que nos espera, mas a morte enche-nos sempre de consternação. Para nós, é como se ela não fizesse parte da vida: preferimos ignorá-la. No entanto, morrer dignamente é pelo menos tão importante como viver com rectidão. E como podemos nós enfrentar uma coisa que passamos a vida a tentar ignorar? …………………………………………………………………
No que respeita à morte, como aliás a todas as fases da vida, o Budismo afirma justamente que os nossos actos determinam a natureza das nossas experiências e portanto, mesmo uma pessoa sem religião, que não seguiu nenhum treino espiritual particular, mas que viveu sem ódio nem rancor, sem fazer mal aos seres vivos e com um sentido dos valores humanos de solidariedade e de calor, que não tenha tido inimizades intensas nem preferências muito marcadas por certas pessoas, morrerá geralmente em paz, terá um bardo tranquilo e renascerá numa forma de existência superior.
O treino Budista de base leva-nos a respeitar esta lei da causalidade das nossas acções, incita-nos á prática da não-violência e ao desenvolvimento da compaixão, permitindo-nos ter uma morte serena, em paz com nós mesmos.
O praticante mais experimentado, que se tiver familiarizado com as fases de dissolução da consciência, poderá permanecer consciente em todas elas e levar consigo, para a próxima vida, a resultante das experiências e dos conhecimentos adquiridos nesta. Embora possa não ter recordações exactas de sítios e acontecimentos, terá uma predisposição para as atitudes positivas e aptidão para continuar o caminho espiritual iniciado numa vida anterior.
No que respeita aos grandes Mestres, seres cuja mestria do espírito é grande, eles podem pura e simplesmente nunca perder consciência e guardar intactas todas as aquisições e as experiências da vida que deixaram. Inúmeras histórias atestam esta capacidade, como por exemplo, aquela que aparece no filme Kundun, baseado na auto-biografia do Dalai Lama: quando era muito pequeno o actual Dalai Lama lembrava-se perfeitamente do sítio onde a sua anterior encarnação tinha guardado a dentadura postiça, um detalhe que todos desconheciam.
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in site da União Budista Portuguesa
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Disse  Séneca:  Se é mesmo verdade o que os sábios nos dizem e se existe um lugar que nos acolhe depois da morte, talvez o amigo que acreditamos extinto nos tenha apenas precedido !
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publicado por eva às 19:24

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Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Modos de viver

Modos sérios de encarar a vida e as coisas do dia-a-dia. E modos descontraídos de viver.
Todos vivem e sobrevivem às asperezas do caminho de cada um.
Uns são mais sisudos e formais, outros mais alegres e agradáveis.
Outros, ainda, distinguem-se pela indiferença e vão singrando o seu caminho adaptando-se completamente, sem gasturas, nem esperanças ou sonhos.
São modos de viver e de estar perante os outros. A cada um a sua medida.
Os problemas surgem quando somos de um modo e queremos ser doutro, mais esforçado e que não está na nossa natureza.
Aí advém um esforço que facilmente se processa em desajuste e depressão ou ansiedade.
Se a mudança for valiosa em termos de qualidade e de progresso do ser – então valerá todo o esforço desenvolvido.
 

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Sonia Peters - Campeã de ténis em cadeira de rodas
Imagem retirada da net

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Disse  Séneca:  O esforço chama sempre pelos melhores !

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publicado por eva às 00:47

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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008

Sementeira

Chuvas de Outono – são quentes e frias ao mesmo tempo.
São tempos de escolas, de cozinhados para guardar – são as compotas, os licores e demais doçarias.
São tempos de novas modas, de rebuscar casacos e guarda-chuvas, porque agora já não se vai conseguir fugir entre os pingos da chuva.
Ela cai ora com força ora mais leve, mas cai.
- Oh! Se cai. Cai e alaga logo as estradas.
- Mas fica tudo com um ar tão lavado! E o cheiro a terra molhada? E… as novas flores que aparecem para alegrar os nossos olhos, as nossas vidas.
- São as caras do Outono! O Outono que é o tempo de recolher o que se semeou.
- Se por acaso se semeou…
- Todos semeamos algo. Se não foram sementes da agricultura, foram sementes dos nossos comportamentos.
E agora, ou depois, vamos também recolher o que semeamos.
Como o lavrador, apenas somos livres de escolher quais as sementes.
A colheita é sempre correspondente ao tipo de semente, ao solo, à rega e ao clima.
Se optamos por determinados hábitos familiares, sociais, de trabalho ou de comunicação, são esses que se desenvolvem e dos quais iremos poder recolher os frutos.
E os frutos ou serão maus e nos farão mais omissos ou partidários de algo que estacionará o progresso; ou serão bons frutos e serão aqueles que nos farão felizes e fortes para aceitar a vida.
Aceitar a vida aceitando-a dentro de nós, sabendo ultrapassar tudo pela paciência e benevolência.

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 Vincent van Gogh - Canteiros de Flores na Holanda 
Imagem retirada da net

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Disse  Séneca:  Façamos com que a nossa vida, à semelhança dos materiais preciosos, valha pouco pelo espaço que ocupa, e muito pelo peso que tem !
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publicado por eva às 19:25

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Quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

Reflexos

Que brilho!
Os vidros fazem isso. Provocam outra força à luz.
Seja o vidro pequeno ou grande – atrai qualquer luz.
O brilho reflecte-se à distância, o que é uma ajuda para encontrar algo ou alguém que se tenha perdido.
As paisagens com luz são muito mais ricas em pormenores.
E todos podemos fazer parte da paisagem integrando-nos nela.
Usando da nossa transparência para nos vestirmos com ela.
Podemos integrar-nos, ou espelharmo-nos, em toda ou parte da paisagem.
- Mas não são atitudes diferentes – integrar ou espelhar?
- Pois são, juntei-as porque ambas nos transportam no melhor de nós, na união ou na reunião do reflexo.
- Isso é como as canções de embalar?
- Exactamente, embalamo-nos na paisagem… no espaço cósmico… E tudo se harmoniza em nós e nós mesmos connosco.

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Fotograma de The Abyss (O Abismo)
Imagem retirada da net

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Disse  Séneca:  Passar da vida mundana à vida da sabedoria é uma ascensão! A luz distingue-se do reflexo por ter a sua origem em si mesma, enquanto o reflexo brilha com luz alheia !
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publicado por eva às 00:25

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Sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

Trabalho

Agendas e trabalhos. Livros e trabalhos.
E trabalho… trabalho!
- Olha, tudo à nossa volta é trabalho de alguém.
Na natureza tudo trabalha, sem folgas, sem médicos, sem festas.
Mas têm algo em comum – os intervalos.
Há intervalos para dormir ou quase parar as actividades.
É o refazer e o recuperar de necessidades físicas.
O corpo pede comida, água e descanso – a cada ser em conformidade com as suas características. Agora as folgas ou as idas ao médico para dar um remédio milagroso, que permita trabalhar, só os humanos fazem.
(Sabemos que também se faz o esforço contrário – para não ir trabalhar!)
Isso provoca um esforço físico excessivo, porque os remédios abrandam os sintomas de modo a serem suportáveis, mas o problema continua lá.
O corpo é que deixou de sentir a moléstia dos sintomas.
- Mas também há remédios que curam…
- Pois há, mas são poucos, comparados com todos os outros.

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Gravura de Galeno, Avicena e Hipócrates
Imagem retirada da net

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Disse  Séneca:  Como a doença se dá no corpo, assim a tristeza se dá no espírito !
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publicado por eva às 00:43

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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

O caminho

Uma praia à noite. Barcos e barcos de pescadores, com as redes de pesca, estão na praia – na areia – parados.
Vamos caminhando e tentando não tropeçar nos ganchos e outras coisas que ficaram na areia.
A areia, à luz do luar, está cinzenta. Provoca algum receio, não sei porquê.
Talvez pelo desamparo ou estranheza que se sente.
Do luar fica uma luz branca e redonda ali à frente, na areia mais além...
Já íamos nessa direcção porque é a única luminosidade que nos pode guiar.
A luz, ao passarmos por baixo dela, parece deitar pingos de chuva – mas são azuis… E vão… uhhmm… caindo sobre as nossas cabeças.
Levantando o olhar para o centro da luz, parece que somos aspirados por ela – como se nos elevassem da areia.
Parece que voamos, mas não. Afinal, continuamos na praia. Foi tudo ilusão…
Vamos seguir o nosso caminho até encontrar alguém ou algum sítio onde nos deixem telefonar para casa e dizer onde estamos – porque não sabemos como chegámos até aqui (vendo bem, nem sabemos onde é o aqui).
Um de nós volta agora da tal luz que nos faz “voar”.
- Afinal estamos perto de casa. É já ali a estrada que vai para lá.


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Lynn Parotti

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Disse  Séneca :  Não há ventos propícios para quem não sabe que porto almeja !
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publicado por eva às 23:59

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Sexta-feira, 30 de Maio de 2008

Viver bem

“As Time Goes By” é o nome de uma canção que vai sendo interpretada de modo persistente pelos anos fora.
No seu poema retrata-se a vida que flui no tempo que passa, que decorre e não que corre.
A música, com todas as adaptações que vai tendo, mantém o seu ritmo de balada com mais ou menos jazz à mistura.
Se olharmos para a nossa vida e quisermos que ela decorra sem a nossa vontade dinâmica, essa vontade de tudo querer mudar para ser mais a nosso gosto, conseguiremos perceber o quanto de paciência precisamos – precisaríamos – para ser felizes com o que temos e com o que vamos tendo.
As iniciativas pessoais esboroam-se então por estas apreciações, ressalvando aquelas que o instinto comanda de modo reflexo, ou aquelas em que a intuição nos reserva as palavras e atitudes com cautela.
A boa dose de paciência necessária terá a validade de uma vida que decorre cada dia mais serena em nós – mais educados em tolerância e aceitação.
E se já não é necessário o dinamismo a que nos habituámos, então, se calhar, podemos desfrutar – simplesmente – a vida.
Afinal, talvez seja só isso o necessário para “viver bem”.

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Imagem de Jodie Baldwin

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Disse Séneca: O Homem vive preocupado em viver muito e não em viver bem, quando afinal não depende dele viver muito mas sim viver bem !
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publicado por eva às 23:07

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