Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2013

Dar o primeiro passo

lhamos e vemos

A terra que pisamos

Ou o chão modernizado?

Vemos e observamos?

Notamos as diferenças e as nuances

Que a cada dia

A cada vez

Vão formando alterações?

Vivemos ou sobrevivemos

Não só pelas necessidades

Mas pela obstrução dos sentidos…

O primeiro passo é nosso

O passo para a liberdade íntima

De rotinas implementadas

Dos raciocínios acomodados.

O livre arbítrio

Também é esse dever

- Dar o primeiro e nosso passo.


publicado por eva às 00:35

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Sábado, 21 de Maio de 2011

Mais um dia

oje como ontem a verdade impera.

A verdade de cada dia com todas as consequências que traz.

Com todas as esperanças que apresenta o simples facto de amanhecer.

Os doentes pensam - mais um dia, que farei?

Os sãos dirão - mais um dia chega para trabalhar e gozar a vida que tenho.

Os tristes pensarão - mais um dia de agruras.

Os felizes dirão - mais um dia para ser feliz.

A noite chega e poucos dão conta do que fizeram.

Como correu então o dia? Apenas se fizeram as rotinas do costume?

Que é afinal um dia neste rol de anos?

Os dias servem para quê? As noites são para quê? A vida serve para quê?

- Credo, pareces um inquiridor.

- E tu, pensas alguma vez nisto?

- Para mim o dia e a noite são para trabalhar e descansar do trabalho.

- Só?

- Está tudo dito, porque o trabalho e o descanso podem ter a amplitude que lhe quiseres dar.

- Ora aí está uma verdade simples!

 


publicado por eva às 00:33

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Segunda-feira, 28 de Fevereiro de 2011

Faz bem à saúde

- isseram que gargalhar faz bem à saúde. Assim como toda a espécie de exercício.

- E dietas saudáveis, desfrutar ar puro, etc. E então, qual é a dúvida?

- Nem tenho dúvidas, apenas tenho as minhas rotinas viradas ao contrário disso tudo.

- E começaste a pensar que deverias mudar de hábitos?

- Disparate, nem pensar! Construí durante anos tudo o que tenho e que é, afinal, tudo do que gosto.

- Continuo sem perceber a tua agitação.

- Acho mal estarem pr’a aí a divulgar coisas dessas.

- Das atitudes saudáveis?

- Pois! Então e todos os que profissionalmente têm que estar a maior parte da vida em sítios fechados? São todos doentes ou assim vão ficar em pouco tempo?

- Não é bem essa a ideia, apenas aconselhar os melhores hábitos em relação à boa saúde.

- Tudo tem erro, desde o ar poluído que se respira aos exercícios que podem causar algum problema físico pelo esforço mal conseguido.

- Por tudo isso continuo a dizer que o que ouviste foram conselhos. E, como tudo, requerem bom senso e equilíbrio para serem bons conselhos. Dosear as rotinas com eles não irá fazer mal a ninguém; pelo contrário, podem equilibrar hábitos e posições profissionais nefastas ou desfavoráveis. Podem impedir as deformações de posição habitual em muitos indivíduos, etc.

- Serão apenas conselhos, então!

- Evidentemente, que querias tu? Alguma obrigação, num estado democrático?

- Então o problema…?

- O problema não é nenhum a não ser para os que pudessem aproveitar desses conhecimentos para bem-estar próprio ou para a sua responsabilidade com os seus mais próximos.

- Ahh! Só isso!


publicado por eva às 00:31

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Terça-feira, 12 de Outubro de 2010

Caminhos

aminhos!

Caminhos de arte, de música, de cantinhos paradisíacos em retiro para tomar fôlego…

Fôlego para tomar ar, encher os pulmões de ar perfumado, preencher o ser com o belo, o sensível, enfim com toda a sublimação possível do dia-a-dia.

Porque os nossos dias são trabalho em variadas formas, no tempo e no espaço a que nos confinamos por hábitos e rotinas.

No entanto, o ser necessita de espaço mental livre que uns procuram de qualquer modo desde que seja fácil. E que outros procuram mostrando-se disponíveis para todo o esforço necessário às suas almejadas condições.

- A cada um a sua medida, não é?

- Pois, cada um sente o que pode fazer e age conforme suas possibilidades de escolha.

- Mas todos procuramos mais do nosso dia?

- Que ideia! Há os que sentem enorme felicidade com o que são e por terem chegado onde chegaram, fosse por possibilidade ou por escolha valentemente assumida.

 


publicado por eva às 00:31

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Domingo, 10 de Outubro de 2010

A cada um o seu dia!

Fomos almoçar e… nem sei bem, mas entre o escolher mesa e sentar, a comida e o comer, o café e a conta foi tudo cerca de 3 horas…

A tarde já ia a meio e o dia passou num instante.

Acho que nesse dia passei mais tempo a comer do que a fazer as outras coisas costumeiras.

Se soube bem a diferença? Pois sim, pois não! Hoje posso falar desse dia diferente, pronto, mais nada.

Sim, gostei do convívio! Sim, gostei de estar ali junto de todos. Pois não, não senti a falta da rotina.

Foi uma variante agradável e tão-somente isso – uma variação do dia-a-dia.

Fazer desse dia um hábito? Parece-me impossível.

A cada um os seus gostos e objectivos na vida que, aliás, vão variando com a idade e as responsabilidades que vamos adquirindo por nós e pelos outros.

Fica uma boa recordação mas não fica a vontade de repetir como às vezes acontece – a vontade de ficar noutro lugar junto de outras gentes.

Pois é, o dia tornou-se simultaneamente num dia inútil, apenas agradável de convívio.

Sim, acho que é isso, habituei-me a dar outro uso às horas, sejam para trabalho mais árduo, sejam para algum lazer. Habituei-me a que esse lazer trouxesse mais intimidade comigo e esse tempo de estar comigo, só ou acompanhada, faz parte inseparável e preciosa do meu dia-a-dia.

A cada um o seu dia!

 


publicado por eva às 00:33

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Sábado, 26 de Junho de 2010

Passou o dia e não consegui fazer

- assou o dia e não consegui fazer nem metade do que tinha pensado…

- Não te preocupes tanto, porque isso acontece a quase todos.

- Alguns não, conseguem ter tudo em ordem.

- Ora, alguns até nem querem fazer nada, por isso o que fazem já é de sobra.

- Não tinha visto o assunto assim.

- Tinhas visto como? Como seres perfeitos?

- Pois… se calhar… pelo menos mais ordenados e atempados que eu.

- Geralmente isso implica que tenham quem lhes faça muitas das coisas necessárias e eles ficam só a fazer as específicas, aquelas que não podem alienar. Ninguém é super, podem é parecer, sobretudo se utilizam os meios ao seu alcance para tal.

- Ninguém é assim tão bom, é isso?

- Todos os que parecem acima da média têm quem lhes suporte as rotinas. E convenhamos que as rotinas levam metade do dia.

- Mas… as rotinas?

- Rotinas ou a manutenção, a logística como agora se chama, enfim, o suporte de um dia dedicado ao trabalho tem sempre alguém que faça as tarefas básicas ou, então, o trabalhador suporta estoicamente a fome e a sede, a sujidade, etc.

- Mas há quem supere isso tudo e até viva para trabalhar e produzir.

- Esses são mesmo um em mil, ou milhares.

- São os génios, a excepção da humanidade!

 


publicado por eva às 00:32

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Quinta-feira, 10 de Junho de 2010

Espaços novos

espedidas. Cumprimentos de chegadas. Trânsito para lá e na volta.

Pessoas desconhecidas e conhecidas. Alguns fazem-se melhor conhecidos, outros transferem-se para desconhecidos à força porque a desilusão que causam é muito grande, até ao impossível de suportar…

Janelas e portas são fechadas. Noutro lugar abrem-se outras e arejam-se casas fechadas há muito tempo.

Passa demasiado tempo para o consolo que nos vão dando a cada vez que chegamos a esses sítios. Sítios que tratamos de modo igual ao modo como tratamos a nossa mente. Quantas vezes a fechamos a boas e renovadas emoções com desculpas de que não temos tempo, ou sentimos cansaço, ou…

Talvez seja hora de descansar de rotinas e renovar espaços, renovar ideias e criar espaços novos para mudarmos e nos darmos uma oportunidade de avaliar melhor o que fazemos, o que temos e o que gostaríamos de ter… de ser!

Amanhã é mais um dia… ou talvez seja o princípio, ou seguimento sem mais interrupções, do nosso dia de felicidade por nós mesmos…



publicado por eva às 00:40

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Domingo, 21 de Fevereiro de 2010

Saber escolher

aber livreiro quer dizer conhecimentos baseados nos livros, mas hoje, com o desenvolvimento da Internet, esse conhecimento pode ser ampliado milhares de vezes e ao alcance de um clic.

Não precisamos correr para as livrarias, nem esperar que façam a encomenda para daí a 15 dias ou mais, porque nem sequer a obra é editada, ou até reeditada, no país.

Hoje a cultura está ao alcance de todos ou por via oral – dos contadores de histórias – que se mantêm em todas as sociedades, ou por via escrita, e esta em qualquer suporte, desde o simples papel, ao dvd e ao ecrã de comutador.

- Deveríamos ser mais cultos que em qualquer época anterior, não era?

- Poderia ser assim, mas não somos. Somos, sim, cada vez mais práticos e especializados em micro-assuntos e os nossos amigos são igualmente peritos nos mesmos assuntos. Não é mais o convívio pela proximidade, ou vizinhança…

- Pois não, nem sequer conhecemos os que vivem paredes-meias com o nosso apartamento, ou na casa ao lado e, menos ainda, os do mesmo quarteirão ou rua.

- Parece assistirmos a um afastamento gradual entre seres humanos. Porém, quando há desgraças ou catástrofes as pessoas unem-se, como sempre se uniram. O que há são novas maneiras de viver a vida com os tempos que voam para a quantidade de tarefas agendadas. As rotinas sempre tornaram esses tempos mais fáceis e mais apagados, em termos de luz mental.

- Já reparei nisso. Nem sequer penso; ajo como um robot em grande parte do dia e se, por acaso, fecham o trajecto habitual, por obras ou algo assim, fico meia tonta sem saber, no imediato, o que fazer…

- Devemos ser nós a escolher as rotinas para as nossas facilidades, mas não deixar que essas se instalem comodamente nas nossas vidas. Devemos estar despertos para a vida e darmos-lhe hipótese de nos mostrar uma bela surpresa a cada dia e sem temores, e aceitar as outras que temos que ultrapassar com constância de valores e paciência.

 

 


publicado por eva às 18:39

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Sábado, 3 de Outubro de 2009

Cada um é

Instalamo-nos depois de férias e instalamos as nossas rotinas, que facilitam a nossa memória, raciocínio, a organização de horários e das tarefas diárias sem problemas de maior.
Voltamos a tratar da nossa casa, a percorrer os mesmos caminhos, a comprar as mesmas coisas nos mesmos sítios, a encontrar e cumprimentar as mesmas pessoas – e gostamos desses reencontros com pessoas e tarefas que perfazem os nossos tempos pessoais, familiares, sociais e laborais.
Igualmente é útil mantermos a mente preparada para novos conhecimentos, novos percursos, novas tarefas e novos horários – enfim, novos projectos.
Porque a rotina e a novidade devem formar partes intrínsecas em nós, mantendo-nos tão despertos para a vida quotidiana quanto o necessário e saudável.
Deste modo não seremos, e nem nos sentiremos, ultrapassados pelas novas gerações de gente, tecnologia e hábitos sociais. Pelo contrário, formaremos conluio activo com tudo o que nos rodeia.
Mas devemos ter em atenção o partilhar também as nossas experiências e saberes com os mais novos, assim como as novidades da actualidade, sem cansar com as recordações nem conselhos paternalistas.
É útil que cada um sinta o descobrir de novos mundos no seu mundo, com autoria própria e possa um dia recordar a dignidade de quem já o sabia, antes dele próprio, e de lho ter demonstrado com o seu exemplo honesto.
- E então: cada um é! - Cada um pode, sempre, descobrir em si o que já é e descortinar tenuemente o que poderá ser…

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Salvador Dali - A Caravela
Imagem retirada da net
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Disse  George Eliot:  Nunca é tarde para sermos o que poderíamos ter sido !
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publicado por eva às 00:05

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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

Nível evolutivo

- Já viste o anúncio, ali à entrada principal?
- Pois não vi nada e entrei como de costume.
- Isso é o que a maioria faz, passa pelas coisas sem as notar seguindo o carreiro de todos os dias.
- Que queres? É a rotina que se impõe facilitando mais de metade do dia e se não fosse assim, se calhar, não faríamos também metade das coisas.
- Sem dúvida que tudo tem a sua utilidade e a rotina tem a seu cargo relativizar o fardo das tarefas repetidas. Mas deixar que a rotina se instale completamente não é útil. Voltando ao anúncio, o que ele refere é uma lista de preceitos a ter em conta para evitar a fácil disseminação da gripe A.
- Bem, realmente a maioria das pessoas só agora toma consciência da necessidade e importância de preceitos, que não são mais que preceitos de higiene, no seu dia-a-dia.
- Pois, para a grande maioria nem há percepção de vivermos épocas de vírus e bactérias desconhecidas que se alteram e disseminam à velocidade da luz. Continuam a não dar importância ao manuseamento de lixos e detritos, domésticos ou não, à limpeza dos lugares públicos que frequentam e continuam a conspurcar os lugares comuns.
- Ainda ontem, um jovem, com licenciatura e mais estudos e com cargo de direcção numa empresa, atirava pela janela da sua casa papéis para o jardim em baixo, dos vizinhos, sem sequer se dignar a ir ver as consequências do que fazia.
- É evidente que o problema não é da instrução, mas da moral individual, da educação familiar e de grupo de amizades. Há pessoas, ainda hoje, iletradas e que tolhidas ou não pela idade e doença são incapazes desse ou doutros gestos tais.
- Ou por epidemias e medos, ou por clareza moral e mental as pessoas vão aprendendo a comportar-se civilizadamente, seja em comportamento individual seja em comportamento social.
- É por isso que alguns estão envolvidos em esferas luminosas e brilhantes à sua volta, mesmo atravessando momentos de grande infelicidade e outros nem tanto, nem pouco mais ou menos…
- É tudo uma questão de nível evolutivo.
- Todavia, todos hão-de chegar ao porto de destino com o mesmo êxito no tempo justo de cada um.

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Imagem retirada da net
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Disse  Edward Gibbon:  Todo o homem recebe duas espécies de educação: a que lhe é dada pelos outros, e, muito mais importante, a que ele dá a si mesmo !
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publicado por eva às 00:33

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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