Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 27 de Abril de 2013

Relatividade

- rotege-te. Protegemo-nos.

- De quê?

- Não faço ideia. Porque perguntas?

- Porque gosto de saber porque faço as coisas.

- Não sentes o frio?

- Não, até sinto calor.

- Essa é boa! Mas é de madrugada e depois de tudo o que passaste poderias sentir o frio da alvorada e ainda o frio interior dos desgostos.

- Pois não. Mas sinto calor, estou a ferver.

- Não há dúvida! A cada um o seu sentir e reação.

- Pois. Cada um é um ser e parte do grupo de seres com quem convive.

- Será! Ainda tenho muito que aprender…

- Todos…

 


publicado por eva às 00:34

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Terça-feira, 22 de Março de 2011

Crer

rer. Acreditar que existe algo mais que esta vida que vivemos.

Desejar que exista algo melhor, desejar merecer algo mais…

São crenças que fazem parte do nosso íntimo.

São as crenças deste tipo que diluem um vazio que doutro modo se instalaria tão facilmente em nós mesmos.

- E as crenças serão correctas?

- Há um número infindável de coisas que não percebemos… E isso também facilita para deixar espaço a que todo o desagradável possa ter uma interpretação melhor do que aquela que tão-somente poderíamos dar.

- Então… e quando acontece o que nos é agradável?

- Aí ninguém precisa de crenças ou explicações e vão gozar o que gostam de gozar.

- Prazenteiramente?

- Simplesmente, sim.

- Então, qual é a necessidade das crenças? Apenas compensar tristezas?

- Elas justificam tudo o que, para muitos, não tem explicação lógica. Por exemplo, ouvimos nas notícias, ou sabemos, de inúmeras descobertas científicas e avançadas conclusões sobre isto ou aquilo e que se tornaram possíveis em virtude de novas tecnologias, observações mais apuradas, melhores equipas para o estudo ainda mais especializado, etc. Ora, todos compreendem que estava tudo lá mas as condicionantes anteriores não permitiram a resolução agora apresentada e…

- E as crenças de que algo superintende estes tempos de resolução…

- Emergem especialmente para os que são sensíveis ao sobrenatural.

- Será tudo uma questão de sensibilidade?

- Tudo? Talvez o tudo seja apenas relativo para nós aqui neste pequeno planeta de um Universo ainda desconhecido.

- Então conhecemos o quê? Tudo?

- Quase nada!

 


publicado por eva às 00:38

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Sexta-feira, 11 de Junho de 2010

Perspectiva de vida

que se perde já só se pode recuperar. Em contrapartida, o que temos poderemos perder a qualquer momento.

Porque tudo é relativo e, afinal, nada perdura a não ser os sentimentos e os pensamentos. Esses, convém sejam o mais positivos e firmes em esperança que nos for possível.

Porque alteramos as nossas vidas, pela negativa ou pela positiva, conforme o teor dos nossos pensamentos e sentimentos.

Eles são como uma mola que nos impulsiona e, por isso, há que ter muito – oh, muito! – cuidado com aquilo que somos no íntimo; o modo como enquadramos, e até engendramos, a nossa perspectiva de vida.

A vida é o resultado do que pensamos dela e de todos os que vamos encontrando.

Pensar bem é pensar correctamente, no sentido de correcção de sentimentos por nós, pela construção e afirmação do nosso ser e pela projecção que constantemente fazemos de nós sobre tudo o que nos rodeia, seja Natureza sejam outros seres.

E, quer tudo isto seja inadvertido, ou advertido por nós, as trocas de energias são constantes e actuam em bumerangue.

Pensemos bem, sintamo-nos bem connosco e com o mundo.

Até amanhã!

- Até pró ano!!! Hoje acabam as aulas, prof!! Então esse pensamento positivo? Vamos à praia logo à tarde!!

- Mas, está nevoeiro!?!

- Se pensarmos conforme sentimos, logo brilhará o Sol e então confirmamos a sua teoria…

 


publicado por eva às 00:33

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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2009

Os números

Lutas pelo poder em vários países e regiões.
Lutas pelos direitos e lutas pela reunião familiar em qualquer ponto do globo.
Lutas pela solidariedade e lutas pela sobrevivência noutros tantos sítios.
Lutas com armas e lutas pacíficas.
Lutas com sessões de psiquiatria e psicologia ou individuais e solitárias.
- Em princípio as lutas são para conseguir algo melhor, com maior ou menor risco pessoal.
- No fim, talvez não ou talvez sim…
- Os resultados são sempre reduzidos a números, como nas equações matemáticas que são enormes ao início, carregadas de números e símbolos numéricos e que, no fim, são simplesmente iguais a um número ou a uma incógnita...
- Os números falam mais que as palavras e são universais quanto ao conhecimento. É, também, graças ao número que se promovem os inventos e conhecimentos científicos, assim como se promovem as horas e dias a um calendário anual e à nossa parca agenda diária. Pelos números temos a noção da amplitude de tremores de terra e de outros problemas semelhantes ou derivados. Pelos números temos a noção da importância dos fenómenos ou de acontecimentos triviais. O número faz parte integrante do nosso mundo e do nosso conhecimento apesar da matemática escolar nem sempre traduzir essa ideia facilmente. É também o número que localiza o nosso planeta Terra no meio do Universo conhecido e nos dá a noção de quanto Universo falta conhecer. De qualquer modo, é o número que nos relativiza em relação a um todo, ou total, que a princípio nem sonhamos, ou sequer presumimos a existência. Pelo número podemos apreender a insignificância, ou a significância do que nos diz respeito, do que mais intimamente nos toca.
- Mas eu detesto números! Excepto… hummm… deves-me 5€… até os poderes devolver.

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Joan Miró - Números e constelações
em amor com uma mulher
Imagem retirada da net
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Disse José Saramago: O que as vitórias têm de mau é que não são definitivas. O que as derrotas têm de bom é que também não são definitivas !
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publicado por eva às 00:36

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Segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

Do renascer das flores

O frio está aí… logo, as lembranças da Primavera, do renascer das flores, do Verão e do calor também estão novamente na nossa cabeça.
Somos indivíduos de contrastes, sentimentais e que, tantas vezes, não gozamos plenamente o que temos, no tempo que temos.
Depois, vamos vivendo de arrependimentos ou sobrevivendo de recordações…
Tudo tem o valor que lhe dermos e quanto mais valorizarmos o que temos, seja menos ou mais do que achamos que merecemos, mais equilibrados vivemos.
A felicidade está em nós mesmos, em apreciarmos com humildade o que temos.
Sejamos pobres ou ricos, tenhamos nada ou tenhamos tudo, se não acarinharmos o que temos não somos apreciadores da nossa felicidade.
Pois a felicidade pode ser vista simplesmente assim – apreciar o que temos e projectar os nossos bons sentimentos noutros e no ambiente que formamos em redor.
E todos formamos ambientes em redor, como se fossemos o centro de um cilindro de energias que influenciamos e nos influenciam sempre reciprocamente.
O frio, por exemplo, tem de acolhedor a casa e os abrigos que somos capazes de ter para nós e para os que abrigamos connosco.
O frio pode promover o aconchego do lar, a valorização do que se construiu ano após ano, ou o desejo de o conseguir melhorar para a próxima oportunidade.
O Inverno pode ser tempo de reflexão e de trabalho interior mais árduo.
Pode ser, então, um tempo de abrigo em nosso íntimo.
Não será tanto um tempo para olhar para trás, mas para prover aos frios maiores que, porventura, vêm aí.
O Inverno do ano pode ser um tempo de agenda especial de planeamento e organização pessoal e familiar.
Pode ser um tempo de tecermos ou de nos aconchegarmos já com uma manta e de pensar na felicidade de desfrutar paz sob um tecto e abrigo.
Sempre é tempo de revermos o que somos capazes de construir.

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Lawren Harris - Manhã de Inverno
Imagem retirada da net

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Disse Teilhard de Chardin: Penetremos no recanto mais secreto de nós mesmos. Examinemos de todos os lados o nosso ser. Procuremos aperceber-nos com vagar do oceano de forças recebidas passivamente em que está como que imerso o nosso crescimento. É um exercício salutar !
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publicado por eva às 00:34

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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Tudo é relativo?

Horários e agendas, mais ou menos sobrecarregadas pela aculturação de hábitos familiares e sociais.
Aculturação, também, por conhecimentos científicos, técnicos ou filosóficos, tanto da antiguidade como actuais.
Conhecimento e mais conhecimento do que nos rodeia e dos outros.
Geralmente, por fim, vem o auto-conhecimento, que poderia ser o primeiro.
- É a curiosidade que impele o indivíduo ou a necessidade?
- Boa pergunta. Para uns basta a curiosidade, para outros é a necessidade de solucionar, por intermédio da cultura, um determinado problema. Porém essa curiosidade, primeiramente referida, é, por si só, uma sentida necessidade. Uma necessidade imprescindível de saber e saber…
De tudo pôr em causa para seguidamente melhor analisar e concluir.
- São os sábios dos nossos dias?
- Hoje, com a quantidade de informação que é possível encontrar, talvez já não haja sábios enciclopédicos, mas sábios especialistas desta ou daquela área.
- E o estudo da natureza, por exemplo, fica para os ambientalistas?
- Fica para todos os que quiserem estudar, desde o seu geral ao seu pormenor mais particular. Mas tudo fica circunscrito ao bom senso. Nada do que se possa ler, ou conhecer, pode ser válido sem a componente do bom senso.
- Porque tudo é relativo?
- E porque tudo é UM.
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Jean-Honoré Fragonard - Curiosidade
Imagem retirada da net

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Disse  La Rochefoucauld:  Para bem se conhecer é preciso descer ao pormenor. Ora como o que há para conhecer é quase infinito, os nossos conhecimentos são sempre imperfeitos e superficiais !
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publicado por eva às 23:49

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Domingo, 25 de Janeiro de 2009

Maria João Brito de Sousa # O Caminhante ; Da Relatividade do Tempo

.
O Caminhante
 

Passou por este espaço e quis parar...
Ficou refém do espaço, por momentos,
Olhando com uns olhos muito atentos
Em busca da razão que o fez ficar.

Passou por este espaço e, sem saber,
Passara por si mesmo uma vez mais
Sem que os olhos captassem os sinais
Que este espaço lhe dera a conhecer...

Depois foi normalmente à sua vida.
Não fora a sensação de uma partida,
Jamais se lembraria deste espaço...

Tem dias em que passa e já nem olha,
Em nenhum deles, porém, a sua escolha
Dependeu da vontade ou do cansaço.



Da Relatividade do Tempo


Um cansaço de vida, um quase-morte,
Depois um renascer contra a vontade.
O corpo à minha espera (identidade?)
Um Palácio de Luz eu sem norte...

É tudo tão dif`rente! Essa ilusão
Do tempo que se vive deste lado,
Dilui-se entre o futuro e o passado
E traduz-se num`outra dimensão.

Um segundo, um milénio... quanto tempo
Se passou, afinal, enquanto estive
Diante dessa luz cheia de paz?

Um milénio, por lá, é um momento
Daquilo que por cá se sente e vive.
Um segundo? Um milénio? Tanto faz!
.
.
de Maria João Brito de Sousa
in "poetaporkedeusker"
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Disse  Maria João Brito de Sousa:  Não existe mudança de situação sem que antes tenha havido mudança de atitude !
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publicado por eva às 00:38

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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