Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011

Linhas trocadas

- qui estamos novamente reunidos para…

- Para encontrar a verdade de tudo isto!

- Hã?

- É o que digo, tudo o que vem acontecendo tem que ter uma razão para ser assim e não doutro modo.

- Bem, mas isso é evidente.

- Ai é?! Então porque não se dá logo solução, ou conclusão, melhor dizendo?

- Porque nem sei qual a razão…

- Ora, adeus!

- Adeus.

- Francamente, uma conversa de parvos!

- De surdos, queres dizer.

- Tanto faz!

- Mas se ele não sabe a razão, verdade seja dita, não pode fazer nada de útil.

- Ai ai ai!

- Não achas?

- Claro que não e é horrível esta sensação de impotência, digo eu.

- Bom, isso!

- Vou fazer tudo eu mesmo, é o que é!

- Mas vais fazer o quê?

- Organizar um mini-mercado para abastecimento aqui da zona e assim os que não podem deslocar-se poderão comprar do que necessitam aqui mesmo.

- Mas era disso que estavas a falar?

- Pois era!

- Humm… acho que ninguém percebeu.

- E então achavas que era do quê?

- Bem, em boa verdade o tema nunca foi referido. Se calhar cada um pensou uma coisa diferente e mais de acordo com as suas opções de valores.

- Digo-te que falta é falar claro e directo, e que é horrível a dita sensação de impotência.

- Pois é, é!


publicado por eva às 23:58

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Quinta-feira, 14 de Abril de 2011

Maria e José

- le vai chamar-se José Maria.

- Sim, pois a minha mais velha também é Maria José.

- São os nomes principais da Bíblia, não é? Gostaria de lhe chamar Jesus, mas ai! É um nome, para mim, demasiado sublime para dar a outrem, mesmo que seja a um filho.

- E não só, iria chamar excesso de atenções.

- Mas acho bem que outros tenham a coragem de dar esse nome aos filhos.

- É mais a questão de interpretação. Os bebés são todos angelicais e por isso pode dar-se calmamente esse nome a qualquer um.

- Pois, é verdade. E em adultos o nome continua a ficar bem.

- Engraçada esta mania de dar nomes bíblicos aos filhos.

- Alguns são mais actuais que outros…

- Creio que é um bom costume.

- Pelo menos não parece ser prejuízo de ninguém.

- Lá isso!

- Acho que os pais ao darem esses nomes se preocupam com os filhos que nascem e querem que esses padroeiros os cuidem, não será assim?

- Talvez… o que importa é que sejam nomes por razões boas, porque as palavras têm energias próprias e os filhos não conseguem optar à nascença pelo nome que gostariam de ser chamados.

- Lá isso! Ora, é a minha vez. Pois venho fazer o registo de meu filho, diga-me lá o que é necessário… Olhe tenho tudo, até o filho [risos]!

 


publicado por eva às 00:31

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Sábado, 19 de Março de 2011

Razões

- iga, menina!

- Meia de leite e o bolo, conforme a promoção.

- (o se faz favor também se usava) É pr’a já.

- Aqui tem, São…

- Bom dia, faz favor?

- Uma bica e bolo, como está ali…

- É pr’a já  (já ninguém é educado?)

- Faz favor, o que vai ser?

- Um torrada para embrulhar, se faz favor.

- Ora essa! (agora uma torrada embrulhada, e espera que vá quentinha até comerem, não?)

- Tens observado? Há quem reclame de tudo, convencido que tem razão.

- E alguma tem, de facto.

- Todos temos razões para fazer as coisas que fazemos. As razões podem estar encobertas da compreensão dos outros ou não serem as mais fiáveis em moralidade, mas existem.

- E deixa-me adivinhar: para cada um a sua!

- Nem mais!

 


publicado por eva às 00:34

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Domingo, 26 de Setembro de 2010

O stress

- mbiente e ambientes, é o que é!

- Nunca estás bem onde estás?

- Acho que não! Quero sempre ir adiante, estar noutro lado e a fazer a tarefa seguinte nem que esta seja passear. No fim, resumo tudo a tarefas e nem sei porquê!

- Porque vives em constante stress, o stress da actualidade, a correr em cada dia a todas as horas e minutos. Qualquer dia conseguimos passar os segundos também a correr e noutro rendimento, pois hoje os segundos ainda passam inadvertidos, daqui a alguns anos nem sei…

- Se calhar é isso. Nem sinto os dias passarem, antes tenho pressa que passem e de ultrapassar este ou aquele compromisso, pressa de chegar ao fim de semana, que continuamente passo a correr também e arranjando tudo para a nova semana que vai começar.

- Mas nunca consegues descansar, distrair?

- Agora que falas nisso… não!

- E como consegues correr assim pela vida? Não é lindo o ambiente que te rodeia? Moras num lugar agradável, com jardins, serranias e vilas que retêm o encanto precisamente de serem vilas e não cidades cosmopolitas e carregadas de fumos e correrias. Costuma dizer-se que no campo a vida decorre mais lenta e agradável…

- Pois, pois! Mas eu tenho pressa nem sei do quê, sinto que necessito ter essa pressa porque geralmente estou atrasada e, no entanto, não descortino razão alguma para tal. Achas mesmo que é o dito stress?

- Chamam assim a muita coisa. Cabe a cada um revolver o seu íntimo e descortinar o que seja, pois o próprio deve conhecer-se melhor que ninguém e, nessas condições, chega mais facilmente ao resultado e pode antecipar a solução do seu caso.

- Hã?! Pois… pois…

 


publicado por eva às 00:34

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Sábado, 23 de Janeiro de 2010

Histórias inaudíveis

otas pela calçada fora, um sapateado de tacões e saltos.

Passos apressados e ruidosos.
Outros passos mais lentos e melodiosos.
E outros ainda que acusam cansaço e idade.
Paramos todos!
Uns porque se aproximaram de passadeiras e semáforos vermelhos.
Outros porque quiseram ver alguma montra e os outros restantes porque sim.
O sim e o não, simplesmente enfáticos, são também razões, e parece que razões de muito peso, nas nossas decisões.
Apenas não sabemos explicar porquê até porque, na maioria das vezes, nem sabemos esse dito porquê.
E os sons dos passos, mais a distinção do calçado que têm, vai-se tornando mais e mais distante.
Outros vêm, com a novidade dos sons novos e a curiosidade que despertam.
E… as histórias que as solas poderiam contar só respeitam alguns e só as contam a quem as consegue ouvir.
- Isso eu sei como se chama - é Psicometria!
 

publicado por eva às 16:45

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Segunda-feira, 21 de Dezembro de 2009

Relacionamentos

Sem promessas, sem compromissos, talvez com responsabilidade…
- A cada um a sua medida, não é?
- Efectivamente. Cada um deve reger a sua vida conforme os seus registos éticos e o melhor que puder acrescentar.
- Hoje, como sempre, as pessoas relacionam-se com toda a variedade possível de compromissos, incluindo o sem compromisso nem promessas.
- Certo, todos têm uma personalidade – a sua ‒ para adequar a cada relacionamento, seja afectivo e íntimo, seja social ou de trabalho.
- Tudo se complica quando a(s) outra(s) parte(s) não compreende(m) do mesmo modo e o conflito surge, assim, mais cedo ou mais tarde.
- Também é certo que as pessoas se vão conhecendo cada vez melhor e o que conhecem pode agradar-lhes ou não.
- Pois é, e isso faz com que se relacionem de modo afectivo com sentimentos diferentes, e que, por vezes, se vão distanciando.
- Tudo isto é lógico e entendível no campo emocional; o que não se entende tão bem são os condicionamentos enganosos que, por vezes, persistem ao longo de anos. Quantas vezes, após uma vida em conjunto, é apenas com o falecimento de um deles que vem à tona todo o emaranhado de enganos sucessivos que se foi organizando aos poucos. Fica então a desolação e a falta de explicação. E há explicações, ou razões, tão díspares quanto a diversidade de personalidades.
- As pessoas irão compreender que não vale a pena o esforço para enganar outrem, seja por interesses, seja por pena ou outra razão e que mais vale viver com a verdade no coração e nos lábios, ditada o mais carinhosamente que for possível em tempo adequado.
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Imagem retirada da net

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Disse Júlio César: Todos os maus precedentes começam com medidas perfeitamente justificáveis !
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publicado por eva às 00:35

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Domingo, 1 de Março de 2009

José Saramago # Não me peçam razões


 

Não me peçam razões, que não as tenho,
Ou darei quantas queiram: bem sabemos
Que razões são palavras, todas nascem
Da mansa hipocrisia que aprendemos.

Não me peçam razões por que se entenda
A força de maré que me enche o peito,
Este estar mal no mundo e nesta lei:
Não fiz a lei e o mundo não aceito.

Não me peçam razões, ou que as desculpe,
Deste modo de amar e destruir:
Quando a noite é de mais é que amanhece
A cor de primavera que há-de vir.

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de José Saramago
in "Os Poemas Possíveis"
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Disse  José Saramago:  Nem a arte nem a literatura têm de nos dar lições de moral. Somos nós que temos de nos salvar, e isso só é possível com uma postura de cidadania ética, ainda que isto possa soar antigo e anacrónico !
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publicado por eva às 18:31

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Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Razão e razões

Razões e razões que a razão desconhece.
É assim mesmo que funciona tudo. Tudo e todos.
Fazemos tantas coisas com conhecimento de causa, tantas opções pensadas e tomadas.
E tomamos outras tantas decisões sem saber minimamente o que fazemos, quanto mais porquê.
Há quem lhe chame níveis de consciência.
Há quem lhe chame problemas de inconsciência.
E ainda há quem diga que a hipnose tudo remedeia ao descobrir o mais profundo EU do indivíduo.
Há de tudo, para todo o tipo de gostos e entendimento, no mercado actual.
Mas quase todos esquecem a auto-reflexão e auto-análise.
Porque esquecem? - Que sei eu…?
Pode ser por inércia, por relaxe por si mesmo do trabalho sério que isso implica…
Porque a sociedade actual nos habituou a pagar monetariamente para conseguir, na hora, tudo o que necessitamos já pronto a utilizar.
Sei lá, estou a generalizar…
No entanto, a auto reflexão e análise de si mesmo costuma ser mais simples do que parece.
E vale a pena – ohhh, isso vale!

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Ametista
Imagem retirada da net


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Diz a  Sabedoria Popular:  Quem vê caras, não vê corações !
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publicado por eva às 00:47

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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