Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010

Pressentir o ser

emos instinto e intuição que permitem o pressentir do ser.

O instinto orienta para a preservação da vida; a intuição permite saber o que não se tem em conhecimentos e conseguir explicar de modo lúcido.
Ambos presidem às nossas vidas nos rumos acertados para a nossa evolução – se os deixarmos…
A razão permite corrigir os erros que vão aparecendo, incluindo os mais subtis e que se mascaram de instinto ou intuição.
Pelo exercício da razão vamos endireitando a nossa personalidade nas veredas que vamos encontrando nesta vida.
Armados destes três elementos – instinto, intuição, razão – e conduzidos por eles, pelos reflexos nervosos de que se servem, podemos melhorar a nossa performance perante tudo o que nos vai surgindo a cada dia.
- Pronto, tenho que ir. Não digas mais nada. Vou mesmo!
- Mas vais onde?
- Vou comprar aquele combinado frigorífico-arca para a cozinha, porque o instinto disse-me que iria gostar muito dele para a minha comida e bebidas daqui a alguns meses e a minha intuição disse-me que, agora nos saldos, valia a pena o dinheiro que pedem por ele na loja.
- Bem…
 

publicado por eva às 00:30

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Quarta-feira, 18 de Março de 2009

A outra razão

A ilusão de ver uma realidade que não existe.
Depois, vive-se intensamente, emocionalmente, todos esses cenários, toda essa representação.
As pessoas e as coisas são postas num palco e passam à nossa vista como um filme.
Assim como se algo atirasse poeira para os nossos olhos.
Só vemos esse pó no ar e começamos, por isso, a tratar dos nossos olhos, como se eles tivessem algum mal-estar.
Não conseguimos ver que a poeira foi lançada por outras razões que escapam à nossa compreensão.
Então, se pudermos ter a atitude certa, a atitude de correcção, faremos como num exercício e trataremos dos olhos sabendo que é só uma impressão passageira e que a razão do seu lacrimejar e mal-estar é outra.
E, mansamente, vamos procurar a outra razão - a razão primeira - como quem destapa uma caixa cheia de coisas.
Observando cada coisa vamos descobrindo a nossa realidade.
A realidade por trás das coisas vãs.
E deixamos o transtorno da ilusão para escolher uma emoção simples, como a paciência ou a compaixão.

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Dante Gabriel Rossetti - A Caixa de Pandora 
Imagem retirada da net

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Disse  Ralph Waldo Emerson:  A ficção revela a verdade escondida pela realidade !

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publicado por eva às 00:22

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Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009

A diferença

Pobre mulher! Pobres filhos. Ela está louca e cada vez mais vive em fantasias, em fantasias de raptos e sofrimentos.
- Pobres de todos os que estão assim e não percebem. E olha que às vezes parece que, no mundo, estão todos loucos.
- Isso é verdade, há dias que… nem te digo nem te conto…
- Enquanto vão percebendo que são fantasias ainda estão sãos – razoavelmente.
- Sim, a maioria, porém, acha normalíssimas as atitudes que tomam e até se acham no direito de serem superiores aos outros, coitados, com quem lidam.
- Resta saber quem são os verdadeiros coitados…
- Também é verdade. Tanto sofrimento que poderiam evitar se percebessem que é ilusão.
- Mas não foste tu que disseste, algures, que tudo é ilusão?
- Eu e até os cientistas já dizem isso. Os filósofos disseram-no desde tempos imemoráveis.
- Então, não há grande diferença.
- A diferença está nos momentos em que o indivíduo percebe, com lucidez, que a fantasia que vive como realidade acabou, ou, pelo menos, interrompeu.
- Ahh! Deve ser como sonhar acordado e sentirmo-nos no sonho.
- Repito que a questão está no tempo em que se está lúcido para perceber a fantasia ou ilusão que vai vivendo.

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Imagem retirada da net

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Disse  Montaigne:  Se chamarmos de monstros ou milagres aquilo a que a nossa razão não consegue chegar, quanto disso se apresenta continuamente à nossa vista?

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publicado por eva às 20:30

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Sábado, 20 de Dezembro de 2008

Eliminatórias

Resumir, em poucas linhas, tudo o que alguém representa para nós é tarefa difícil e ingrata, porque ficam por dizer, ou escrever, coisas muito importantes.
Muitos estão sentados, em reunião de porta fechada e alguns falam.
Destes, alguns não dizem coisa com coisa e, se preciso for, na próxima ocasião desdizem-se sem qualquer problema.
E claro, neste modo de ser, ouvem-se absurdos com voz acentuada de verdades irrefutáveis.
Muitos dos presentes acreditam piamente no que ouvem dizer.
Outros, poucos, aceitam nenhuma opinião (nem a sua própria) sem a racionalizarem.
Esse processo de racionalização passa por examinar o tema segundo a lógica dos raciocínios apresentados.
Perante esse exame à bagagem cultural, logo sai a primeira eliminatória do que foi ouvido.
A seguir, examina-se o tema pela comparação positiva ou de aceitação, e pela negativa ou de contradição, com a cultura adquirida até aí pelo indivíduo.
Processa-se assim a segunda eliminatória.
Seguidamente o tema vai passando sucessivamente por diversos crivos de razão e de sentimentos em conformidade com o nível mental do indivíduo para, finalmente, chegarem às últimas eliminatórias analíticas.
O que restou do tema é assimilado como verdadeiro pelo indivíduo, independentemente de quem o disse.
As fisionomias das pessoas reunidas naquela sala demonstram as duas situações – a daqueles que tudo admitem sem discussão e a dos outros que tudo bem pensam e repensam.
Entretanto os oradores encerraram a reunião satisfeitos consigo mesmos.
- E afinal, para o que era essa reunião?
- Falar e convencer outros do que dizem, foi o que me pareceu.
- E convenceram?
- Nem por isso, mas eles mesmos não perceberam as reacções que provocaram.
- E conseguiram resumir a carreira de alguém?
- Isso é tarefa improvável para qualquer um, mas fica a vontade de tentar.

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Maria João Brito de Sousa – A Tecedeira de Barcas
Imagem retirada da net

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Disse  Molière:  Um tolo que não diz palavra não se distingue de um sábio que se cala !
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publicado por eva às 00:25

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Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

As vicissitudes da vida

Hoje lembrei-me duma composição conhecida pelo nome de “O Voo do Moscardo” e à qual associo as vicissitudes da vida.
Melhoramos – às vezes… talvez, outras… talvez não.
E tudo volta ao mesmo, numa espécie de círculo, ou de círculo em círculo, ou por círculos concêntricos.
- A vida, para mim, é uma linha recta em tons de verde.
- Em tons de verde? Ohh! Deixa-me adivinhar! Porque ligada à natureza! Certo?
- Pois! Eu continuo a achar os tais círculos relacionados.
- Mas isso provoca um efeito de remoinho.
- Pois então os círculos ora estão com o centro para baixo se nos deixamos deprimir, ora para cima se nos harmonizarmos com tudo na vida. Tentando desvalorizar o desagradável e manter a paciência que nos ajuda a pensar com optimismo e evitar o desgaste excessivo das nossas energias.
- Sobretudo por aquilo que nos desequilibra.
- Tudo tem uma razão de ser e, se não a percebemos, devemos usar a lucidez de esperar com humildade o esclarecimento e usar as experiências passadas como estruturas para suportar males maiores.
- Dizem que nada há que dure sempre… nem mal que perdure…


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Imagem de "O Feiticeiro de Oz", retirada da net

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Diz a  sabedoria popular :  Não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe !
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publicado por eva às 19:39

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Segunda-feira, 5 de Fevereiro de 2007

Grupos

5 de fevereiro de 2007

Um miúdo agarrado por outras pessoas, desconhecidos e em grupo.

Outras pessoas prostradas no chão a pedir, a chorar e a clamar, ao seu Deus, pela libertação do miúdo.
Não tinha feito mal nenhum. Nem os seus pais ou parentes.
O que os familiares tinham feito, foi fazer frente a outros grupos semelhantes, em diversas ocasiões.
Fizeram frente, lutaram e sofreram para defender o que achavam justo.

Neste caso, era a paz e o trabalho livre, em prol do progresso.
Um progresso social e pessoal, evidentemente.
Nem hesitavam.

Saíam à rua e defendiam todos os que estavam a ser forçados por grupos como este, que sempre agiam em grupo para forçar as pessoas.
Quase sempre havia alguém que, individualmente, tentava enfrentar esses abusos de força.
Quantos inocentes, quanto povo, sempre a lutar pelo que consideram os seus direitos ou, pelo menos, pelo que lhes parece justo.
Perante as forças iluminadas pela razão, o miúdo foi libertado.

Deixado caído na rua.
Muito acorreram para o levantar e levar dali para sítio seguro.
Para segurança e luz, para todos se verem melhor e poderem vigiar por si e pelos familiares.

De noite como de dia.
Vigiar sempre pela luz nas nossas vidas.
tags: ,

publicado por eva às 19:39

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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