Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 5 de Dezembro de 2009

(In)Sensibilidades

Dizemos que não sentimos nada, geralmente até nos sentirmos vítimas.
Porque a maioria de nós só aprende passando, e sofrendo, pelas situações mais amargas. Seria tão mais fácil aprender logo em fraternidade para com os outros, fossem os mais estranhos ou os mais próximos.
E, pior ainda, somos geralmente, ainda, mais tolerantes para com os estranhos do que para os próximos, porque a desilusão que nos dão em determinadas alturas, especialmente nos graves momentos da vida, é tanto maior quanto a proximidade e o carinho que lhes tivermos devotado - é um sentir-se enganado no íntimo.
As excepções a isto estão na grandiosidade do amor que dedicamos apenas a alguns, porque a esses toleramos qualquer desilusão que, aliás, aceitamos pensando, e firmemente convencidos, que um dia vão mudar para melhor. Mais que não seja, pela proximidade da nossa influência e benevolência.
Todos somos insensíveis e simultaneamente sensíveis dependendo das situações. Como se fôssemos um instrumento musical e apenas reagíssemos quando tocados nalguma corda, nalguma tecla.
- Qual o interesse disto tudo, afinal?
- O interesse está em nos sensibilizarmos irmãmente, sem ignorar quem precisa de uma palavra que seja, de atenção e carinho, nem nos destroçarmos por outros que têm que aprender sozinhos a melhorar-se. Devemos encontrar o equilíbrio da nossa sensibilidade, de nós e em nós mesmos. E partilhar tudo o que temos de melhor, emocionalmente falando, com todos os que encontramos.
- Os sorrisos valem?
- Às vezes um sorriso meigo ajuda a ultrapassar um dia inteiro de vicissitudes alheias.

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Imagem retirada da net
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Diz um  Provérbio chinês:  Se alguém está tão cansado que não possa dar-te um sorriso, deixa-lhe o teu !
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publicado por eva às 00:31

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Sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Da limpeza mental

A cada vez que sorris parece que um pouco do céu ilumina a tua face, a tua figura.
Porque será que um sorriso franco pode ser tão desanuviante, pode afastar tão depressa nuvens e nuvens de energias cinzentas que se posicionam em redor da cabeça da maior parte das pessoas?
- Isso causa dor de cabeça?
- Ao princípio sim, depois as pessoas habituam-se e apenas percepcionam que se sentem mal, ou tristes, ou algo assim…
- Então, isso não é falha na oxigenação, ou falta de vivência ao ar, durante o dia?
- Geralmente é descrito assim e, em boa verdade, o ar e os desportos ou actividades ao ar livre ajudam. Essa ajuda é variada, porque a pessoa distrai os seus pensamentos habituais noutras preocupações, como aprender algo novo e, por outro lado, o ar que vai oxigenando o organismo permite-lhe ter, também, outra capacidade de reacção.
- Afinal, o que acontece realmente?
- O que acontece ou o que aconteceu. Isto é, o indivíduo permitiu, algures no tempo, que determinadas preocupações ocupassem a sua mente e a partir daí é um rodopio de preocupações, umas razoáveis, outras nem tanto, que ocupam constantemente a sua mente. Isso vai provocar um cansaço mental porque se tornaram ocupações fúteis da mente. O mesmo se dá quando o quadro de interesses não tem utilidade – por exemplo, querer saber da vida dos outros por bisbilhotice, opinar à parva sobre tudo e todos, ler informação dramática ou que cause transtorno, etc. etc.
- Mas isso fazemos todos diariamente!
- Pois, geralmente as pessoas não estão habituadas a limpar a sua mente do que não interessa nem a exercitam de modo salutar, nem sequer para promover a sua personalidade. Geralmente, até conduzem os pensamentos em sentido contrário à sua saúde mental e, seguidamente, à saúde física.
- E quem vigia assim os pensamentos?
- Felizmente, já começa a ser do domínio público essa necessidade para a felicidade de quem adquiriu vícios mentais. Mas poucos são os que se auto-analisam e direccionam a sua vontade nesse sentido.
- E achas que vale a pena esse sacrifício? Porque é sacrifício, não é?
- Se é! É um esforço que se vai tornando cada vez mais continuado mas, no entanto, a determinada altura deste processo de limpeza mental, acontece que o hábito impera novamente e a rotina de bons e saudáveis pensamentos facilita tudo e o indivíduo adquire, para si próprio, uma personalidade mais construtiva e, logo, promotora da sua felicidade.

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Imagem retirada da net
 


Diz um  Provérbio indiano:  O sorriso que dás volta para ti mesmo !
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publicado por eva às 00:31

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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Vicissitudes

- Pois é verdade, ela tem sofrido tanto… mas tanto!
- Eu acho que o que ela tem são sentires traumatizantes até dizer chega!
- Queres dizer que ela sofre assim porque quer?
- Que ideia! Não, o que quero dizer é que ela não se desprende de si, dos seus sofrimentos. Isto é, não releva de si que tudo é passageiro, que temos obstáculos para serem ultrapassados. Não para serem ultrapassados como rochedos intransponíveis e depois ficarmos a chorar em cima deles, estacionados, porque tivemos tais problemas.
- Queres dizer que é preciso desligarmos as emoções?
- Não! Quero dizer que as devemos poder dosear de modo a que as dificuldades não nos firam mais do que as dores que já temos que aguentar. Mas… nem sempre, ou quase nunca, o conseguimos fazer com êxito e ainda menos à primeira tentativa.
- Então o que nos resta? Porque todos passamos vicissitudes…
- Oh! Sim, todos passamos por muitas dificuldades. Para uns são realidades físicas, para outros são lucubrações mentais.
- Quais são as mais difíceis?
- Não se trata disso! Primeiro aparecem umas e depois de resolvidas aparecem as outras, como para cimentar o conhecimento destas no mais íntimo do ser. Sem mais dúvidas quanto à atitude correcta a tomar.
- Mas um dia tudo acaba?!
- Um dia todos os problemas, conforme os conhecemos, são resolvidos e outros, cada vez mais subtis aparecerão para ser resolvidos – um dia para viver de modo mas subtil a cada vez!

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Imagem retirada da net
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Diz  um  Provérbio russo:   Ter saudades do passado é correr atrás do vento !
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publicado por eva às 00:40

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

O silêncio de que falo

Passos e mais passos debaixo de um Sol escaldante. E foram passos em vão.
- Oh! Quantas vezes isso acontece!
- Pois, mas assim que pude procurei uma sombra e a seguir voltei para o meu sítio.
- Sítio?
- Ou lugar de trabalho. Neste caso, um lugar sossegado e isolado.
- Porquê?
- Porque dá mais jeito para pensar e escrever.
- Mas tens sempre barulhos e sons e vozes…
- É verdade, mas isso são os sons que vêm da rua - porque tenho sempre as janelas abertas - a juntar aos que estão na minha cabeça.
- Então, desculpa, mas onde está o silêncio?
- Está em mim, comigo. Qual é a dúvida?
- Só perguntei…
- Pois o silêncio de que falo é o de mim com os meus pensamentos. É como um espaço criador que surge e faz o seu lugar. É um espaço que aceita renovações, estuda e critica tudo o que conheço sem qualquer litígio.
- Então!?
- Então o quê?
- Vais andando e falando sozinha noutra direcção? Nós vamos por aqui!
- Sim, sim. Desculpem não me ter despedido. Até amanhã!
- Até amanhã!
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Imagem retirada da net

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Diz  um Provérbio árabe:  Às vezes o silêncio é mais eloquente do que os discursos !
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publicado por eva às 00:25

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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Mães

Mães e, felizmente ainda para a maioria, seus bons exemplos. E seu amor.
São quase provas de vida que nos dão e que os filhos sentem nos momentos mais difíceis.
É o acolhimento dos seus braços, das suas palavras e, sobretudo, do seu olhar.
Quando chegamos perto, com as nossas angústias e preocupações, elas esquecem as suas e olham-nos a querer indagar o porquê da nossa intranquilidade.
Longe… e elas sentem. Lá fundo, lá dentro – elas sabem tudo dos filhos.
Antes das coisas acontecerem elas sentem um aperto, um sufocar, uma tremura – um não sei quê…
Mas sabem se é deste ou daquele filho.
Sabem que algo vem… E instintivamente «agarram-se» a toda a fé que têm e pedem, enlevadas, por esse filho.
E rezam, oram e suplicam a Deus, ao divino poder, que mostre a sua mão poderosa e a sua clemência para o filho.
Então, mais tranquilas, já conseguem continuar o seu trabalho, as suas tarefas.
São mães, as que param estáticas, sem mais o quê, durante o dia, a olhar para o horizonte ou para o céu.
Vendo o que mais ninguém vê com o seu olhar especial de mãe.
Esse olhar maternal eleva todo o seu ser e chega a ser transcendente.
É a intuição de mãe, que umas têm e outras não.
Que também uns pais têm e outros não.
Que uns filhos percebem e outros não, mas que continua sempre.

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J. Kirk Richards
Imagem retirada da net


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Diz um  Provérbio judeu:  Deus não podia estar em todo o lado, e então criou as mães !
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publicado por eva às 00:26

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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

Humildade e serenidade

Humildade e serenidade – duas virtudes que me segredaram.
Devem ser mesmo virtudes, porque neste frenesim do dia a dia, ter alguma virtude é milagre.
Mas é verdade verdadinha que se tivermos a humildade de não responder a provocações, a «desconversa» acaba logo ali, sem mais delongas nem arrependimentos de falar coisas que não são para se falar, ou até, que nem sequer se sentem. São simples palavras que saem numa torrente destrutiva.
- Pois são, e geralmente fazem muito mais estragos que o alívio do «despejar o saco».
- Ás vezes é isso mesmo. Acumulamos ressentimentos que formam uma montanha de azedume.
- E somos nós as principais vítimas, porque esse azedume desliga-nos da vontade de viver e da alegria. Não estão em causa as razões, mas o mal-estar que se constrói – até por estar convencido de ter razão.
- A dignidade não se ofende com as falsas acusações. Ofende-se com as verdadeiras. É preciso, isso sim, estar atento para confirmar se os ressentimentos não são o sentimento do que já fomos.
- Isso, ohh! Tanta vez é isso.
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Karen Yurkovich - Open Arms
(Imagem retirada da net)
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Diz um  Provérbio chinês:  Ser pedra é fácil, o difícil é ser vidraça !
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publicado por eva às 00:33

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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