Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quarta-feira, 6 de Junho de 2012

Morte, nascimento

ortas, portais. Dimensões entre-dimensões.

Vivemos, estamos. Estabelecemos nossos propósitos.

Observamos e fazemos. Construímos?

Que fazemos de nós?

- Este é o trabalho para a próxima aula. Boas conclusões!

- Gostava de saber como vou pesquisar isto tudo…

- Ora, é só ires à net.

- Mas tem lá de tudo!

- Pois tem, e depois é só escolheres. Acho fácil!

- Eu não, fico baralhado e às tantas já nem sei qual é o tema que procuro.

- Isso também me acontece, por isso vou anotando, em bloco, o que vou encontrando de interesse, formulando os títulos…

- Olha, se pudesses ajudavas-me nesse teu método, até porque não consigo ter nenhum.

- Encontramo-nos lá na biblioteca se puderes, e se levares o portátil podemos fazer logo as pesquisas. Tu farás uma parte e eu a outra. Depois é só carregar os dados e…

- Já está combinado, às 4 se der para ti.

- Combinado, assim parece mais fácil não é?

- Sim, dividindo, ou melhor, partilhando o tema os resultados são mais úteis e rápidos.

- Só é preciso arranjar um bom grupo.

- Pois claro, só em bom entendimento as coisas resultam…


publicado por eva às 00:45

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Segunda-feira, 27 de Fevereiro de 2012

Eu sou, tu és, ele ou ela é...

u sou, tu és, ele ou ela é

Nós somos, vos sois, eles ou elas são…

Temos aqui o que importa mais

O que eu sou

Que não é o mesmo do que outrem é.

O que somos - em grupo de semelhança

É diferente do que outros-eles são.

Então

Não queiramos ser como os outros

Nem que os outros

Sejam iguais a nós.

As diferenças são de cada um

 E cada um pode mudar a si mesmo

Piorando ou corrigindo

Amando sua pessoa

Para conseguir partilhar

Esse amor que tem em si, por si

Projetando essa luminosidade

De amor

Em todo redor de si.

Estabelecendo um ambiente

Tão suave quão amoroso…


publicado por eva às 00:30

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Sábado, 26 de Novembro de 2011

Amizade

i, ‘tou aqui!

Sempre que precisares

Não esqueças o que é

Amizade

Uma forma de amar

De sustentar o outro na adversidade

Um ombro para encostar

Ouvidos para ouvir o que não se diz a mais ninguém

Uma fala que se torna conversa instrutiva

Um pensar que se partilha

Uma acção que se confia

Um estar junto sem distância nem tempo

Um viver acompanhado

Confiadamente.

Amor é isso tudo igual

Com mais intensidade ainda.

Feliz quem ama!


publicado por eva às 00:39

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Terça-feira, 21 de Junho de 2011

O que é a vida?

que é a vida?

Mais que a vida, o que é a morte?

Afinal, o que é tudo isso?

O que somos?

Vamos acordar para a vida!

Vamos entender porque estamos aqui neste planeta.

Porque vivemos no lugar onde estamos e partilhando a vida familiar que temos. Ou que não temos.

Ninguém está sozinho e qualquer hora é boa para mudar o modo de viver, o entendimento da vida.

Para uma vida mais preenchida de nossos sonhos e quereres.

Todo dia é dia de usufruir do melhor modo possível o que podemos ver, ouvir e perceber.

A vida é bela na medida em que soubermos apreciar essa beleza.

Na medida em que nos seja possível viver em paz.

A cada um a sua felicidade e a generosidade de compartilhar o seu bem-estar.

A cada um a projecção de sua paz, a paz íntima que cada um pode achar em si mesmo e que não tem preço.

 


publicado por eva às 19:13

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Domingo, 5 de Junho de 2011

Desejos comuns

az, amor, saúde, felicidade.

São os desejos comuns

Dinheiro e elevada posição social

São as ambições comuns

Vontade de fazer trabalhos

De boa qualidade

Vontade de repartir os bens

Por outros menos favorecidos

São os desejos de alguns.

Entre os ricos e os pobres

Que houve e sempre há

Também foi sempre notado

A partilha

De quem mais tem pelos outros

Seja essa partilha

De conhecimentos

Seja de entreajuda

Afinal

É desse equilíbrio que se observa

A verdadeira igualdade.

A decisão

Essa!

É antes de mais, pessoal.

 


publicado por eva às 00:33

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Sexta-feira, 17 de Setembro de 2010

Voluntariado

- h! Cá vamos nós outra vez à mesma hora fazer o mesmo de sempre.

- Feliz de ti que tens trabalho!

- Não! Isto é, sim! Mas não estava a falar do trabalho, estava a referir-me ao trabalho voluntário, sem receber um tostão, mas cansando tanto como o outro.

- Então para que vais lá? E já agora onde é o «lá»?

- Vou porque, como o nome indica, é voluntário, ou seja de vontade, e vou fazer o que gosto. Além do mais sinto-me útil.

- Útil? Ah! Pois deves ser!... E assim é menos um trabalhador assalariado…

- Não, não! São situações em que nem havia trabalhador algum, são trabalhos de solidariedade em que se junta um grupo de pessoas de boa-vontade para o fazer.

- São os chamados trabalhos de sapa?

- Talvez, mas o que quero dizer é que não estava ninguém para o fazer. São visitas de agradabilidade e companhia a doentes que não têm ninguém. Ou são ajudas de sopa e sandes directamente a sem-abrigo que não têm outro consolo, ou são ajudas de arrumação e divisão de pacotes de comida por zonas, etc.

- Mas há instituições que tratam disso por objectivo, ou não há?

- Há, mas não chegam a todos e há sempre os que nem percebem a informação útil e vão ficando nas ruas, por aí…

- E esse trabalho é individual?

- Não! Geralmente é de grupo, e pode ser de grandes grupos ou pequenos. Individualmente é mais difícil e talvez nem seja tão eficaz.

- Humm!!??

- Além disso acaba por gerar-se um certo companheirismo e conversação alegre.

- São atitudes maternais sem ser de mães para filhos biológicos…

- Amor maternal é um amor grandioso de dádiva e há quem o tenha e há quem não seja ainda capaz de o sentir, seja mulher, seja homem, seja filho. Amor maternal é uma designação para um amor maravilhoso de partilha e abnegação, de benevolência e…

- Já percebi! Adeus - Bom dia!

- Bom dia para ti também.

 


publicado por eva às 23:37

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Domingo, 27 de Junho de 2010

Palavras raras

raças. Gracioso. Obrigada. Agradecida.

Palavras cada vez mais raras na utilização quotidiana.

Porquê? Porque não estamos agradecidos? Porque não nos sentimos agradecidos a nada? Ou porque não há nada a agradecer?

A situação está em nós? Ou em quem conhecemos?

Será que não sentimos nenhum favorecimento dos outros para nós porque somos tão bons em egocentrismo… ou porque estamos tão abatidos que nem notamos o que acontece em redor… ou porque nos isolamos e alheamos de tudo em redor… apenas somos nós connosco…

Será que apenas convivemos com quem não se convive em igualdade mas… a quem se prestam informações da nossa vida… convivemos com outros porque tememos, receosos, a sua fúria se não lhes contarmos a nossa vida e a de quem vive connosco…

Conviver é conviver em igualdade de prazer nessa companhia, sem necessidade de contar seja o que for… apenas observar e comentar partilhando a vida em redor… sem qualquer maledicência, sem oportunismos… apenas o partilhar desconhecimentos ou ignorâncias assim como conhecimentos e ensinamentos.

Conviver é partilhar emoções e conhecimentos úteis para os intervenientes.

Conviver culturalmente… conviver em abundância de conhecer com sabedoria.

Quem convive, então?

 


publicado por eva às 00:37

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Segunda-feira, 26 de Abril de 2010

Que bom é...

ue bom é ter companhia! Às vezes a solidão é atroz…

Assim a noite não é tão escura, nem o dia é tão longo.

Passo muito tempo sentado, vendo pelas janelas os outros de um lado para o outro… a vida a pulsar lá fora.

Que bom que estás aqui, que vens adormecer para o meu colo e me aqueces.

Que bom sentir o teu pêlo sedoso nas minhas mãos.

Que bom sentir que sou útil, que gostas que te faça festinhas, que te dê aquela comida que tanto gostas de lamber nos bigodes, mas que a mim cheira tão esquisito.

Que bom é sentir uma companhia que partilhe a minha casa, os meus momentos.

Que bom é falar contigo e apesar de não me responderes com palavras, acho que consigo perceber as tuas respostas de gato conhecedor dos assuntos que te falo.

Que bom é sentir este relacionar de vidas, este pulsar de vivências.

Que bom é ter uma companhia, preocuparmo-nos por outrem que não o próprio. Que bom é este doar de nós mesmos.

Que importa se não és pessoa. Essas não têm tempo para um velho como eu que já não tem capacidade para trabalhar, ou ser útil aos outros.

Que bom é olhar para os teus olhos meigos que nada pedem e que bom é deixares-te estar ao pé de mim.

Que bom é sentir a tua calma tão semelhante à minha quietude, por não me poder mexer como dantes.

Que bom é sentir que não empato o teu dia mas, pelo contrário, te ajudo a desfrutar as horas. Se calhar tanto como tu a mim.

Que bom partilhar sentimentos e emoções outra vez.

Sinto-me vivo, mas doutro modo, e vivo novamente para a vida!

 


publicado por eva às 00:37

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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010

Nuances da partilha

uando saía, ou melhor, antes de sair, olhava atentamente a imagem, ou observava-a, e lá ia para os seus afazeres, ou deveres.

- Porque estás a explicar tudo?
- Porque há quem não saiba os significados recorrentes da sua própria língua mãe.
- Pois que vá ao dicionário!
- Esse livro não é utilizado pela maioria das pessoas. Agora é a net e o que lá não está, à primeira consulta, não existe.
- Bem, nem esse nem outro livro. Estamos na era da informática, a era do clique. Ou está lá o resultado da procura ou simplesmente se considera que tal não existe.
- O problema é que por razões de falha cultural não se encontra metade do que se poderia encontrar. Se soubermos procurar de modos variados, efectivamente, a net é um mundo de informação.
- Melhor, é o mundo de informação actual.
- Aí está uma nuance que a maior parte não observou ainda, a diferença desses artigos, adjectivos ou pronomes. Enfim são modos de dar as matérias, assumindo os significados imediatos ou os mais amplos da linguagem.
- Os temas de estudo são dados conforme a bagagem cultural do professor e o seu empenho em partilhar esses conhecimentos.
- Pois, pois, porque o interesse de quem ouve vai colar-se a esse empenho.
- Aí tens um dos princípios de quem instrui e de quem é instruído, ou um dos mecanismos de troca recíproca.
- Porém, quem aprende também partilha ao mesmo tempo o que tem e aquilo que é, com os que o rodeiam.
- Em muitos casos essa é uma das razões conscientes do óbice – não querer ser conhecido…
 

publicado por eva às 00:30

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Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

Muito Obrigada e Bem Hajam!

Caros amigos (e permitam-me a dispensa do tique politiqueiro do "e amigas")  iniciei os “Escritos de Eva” a 21 de Março de 2006. Ao longo deste tempo fui experimentando algumas alterações e o formato actual é, sem dúvida, o que mais me agradou. No entanto, o tempo disponível não me permite manter a actual estrutura de um texto acompanhado de imagem e uma citação. Vou manter o texto diário de “produção própria” com descanso ao Domingo. Mas como há textos, imagens, sons de diferentes autores que me agrada inserir no blog, fá-lo-ei no Caminhos. Sem calendário. Se puder ser semanalmente, será; se não puder ser, não será.
Estes “Escritos” começaram por ser uma espécie de diário que me ajudasse a olhar para a minha própria evolução. Continuam a ter essa função. Mas, com o tempo, transformaram-se também numa agradável partilha de ideias e de firmes amizades que não suspeitava sequer pudessem ser geradas, com esta intensidade, na blogosfera. A todos quero agradecer o apoio e o carinho com que sempre me trataram, ao que escrevo e aos textos que fui seleccionando no espaço de Domingo.
Espero acrescentar, nos links, os índices – leia-se descritores – de 2008 e 2009 mas ainda vai demorar algum tempo.
A todos desejo um 2010 pleno de felicidades.
Uma vez mais, o meu Muito Obrigada por tudo o que me têm dado!
Bem-hajam!

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Luiza Caetano - Fernando Pessoa
e heterónimos
Imagem retirada da net
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Disse Fernando Pessoa: Conhece alguém as fronteiras à sua alma, para que possa dizer – eu sou eu ?
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publicado por eva às 15:23

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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