Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Lilás

ilás

É cor de sofrimento

Tonalidade suave da cor

Lilás

Simboliza o deslizar

Pelos acontecimentos

Sem que estes nos atinjam

Mais que a devida medida

Lilás

Suaviza o ser

Nutre a paciência

Facilita a força da persistência

Lilás

É compreensão

É consolação

É matizar a dor

De si e doutrem

Por isso é possível

viver-se em

Lilás.


publicado por eva às 00:40

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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

Os tempos certos

- lá, bom dia! Há séculos que não nos vemos. Às vezes é assim, encontramo-nos facilmente e de repente tal não é mais possível.

- Pois foi, mudei de emprego e pronto! Os trajectos e as horas passaram a ser diferentes. O trabalho é semelhante mas com melhores condições em lugar-zona da cidade, acomodações e… em dinheiro também.
- Enfim, estás de parabéns.
- Por enquanto estou. O amanhã Deus dirá!
- Também lutaste tanto para mudares, estudaste e não poupaste quaisquer esforços para dares outro rumo à tua vida… Quem te viu e conheceu e quem te vê hoje nem percebe as tuas origens e a boa volta que lhes conseguiste dar. É um consolo assistir ao progredir de pessoas assim…
- Ora, não sou nenhum herói, mas efectivamente passei muito e quantas vezes quase desisti ou me arreliei por não conseguir dar nem mais um passo com o cansaço que sentia.
- Para trás ficou isso tudo, o futuro finalmente parece sorrir para ti. Bem hajas mais as tuas boas decisões.
- Sabes, no meio disto, descobri que temos que acertar os tempos. Há um tempo para ser intrépido e resoluto mas também há um tempo para ser paciente e esperar melhor oportunidade. Até qualquer dia e felicidades para ti também!
 

publicado por eva às 00:30

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Sábado, 12 de Dezembro de 2009

Tudo age e interage

A natureza, nós connosco e com os outros – tudo age e interage em dualidade, correlação e contraste.
Muitas vezes é precisamente por contraste perante os nossos parâmetros éticos que percebemos que esta, ou aquela, atitude está errada ou certa.
Muitas vezes, só fechando os olhos percebemos a simplicidade da situação que temos que enfrentar e resolver.
A violência tem que enfrentar, um dia, a paciência. A escuridão, o negrume interior, terá que enfrentar a claridade da luz que brilha no coração, assim que o deixarmos brilhar.
Quantas vezes nos surpreendemos com palavras de sabedoria faladas por crianças pequenas que surgem, então, como gigantes de amor e ética perante a ignorância com que as rotinas diárias nos vão cingindo…
Quantas vezes é a Natureza que nos surpreende com a boa energia que projecta para nós no seu ambiente simples?
Quantas vezes a simplicidade de alguém nos constrange e envergonha sem, no entanto, termos agido mal…
O estabelecimento de harmonia é possível e mais fácil do que se pode imaginar, desde o mais complexo ao mais simples, do mais conturbado ao mais pacífico…
Em suma, deveríamos lembrar que a recta é uma simples linha e o caminho mais curto que une dois pontos, estejam a que distância estejam entre si.

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Imagem retirada da net
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Disse  Allan Kardec:  A pureza de coração é inseparável da simplicidade e da humildade !
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publicado por eva às 00:29

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Quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

A diferença

As nossas vontades são as nossas impaciências. A serenidade inclui paciência.
- Queres dizer que não devemos ter vontade de nada?
- Quero dizer que devemos ter objectivos e tentar cumpri-los e para isso tão-somente é necessário a serenidade para ver com clareza o que é necessário fazer da nossa parte. A impaciência pode levar-nos agir de modo diferente ao modo mais adequado e íntegro. Quando apenas queremos conseguir algo temos tendência para atropelar tudo o que aparece no caminho a contrariar essa vontade.
- Então a diferença está em agir de modo mais ou menos pensado, reflectido?
- Não, a diferença está em agir conforme a nossa moral e segundo os nossos objectivos, sabendo dosear com rectidão a espera e a acção do trabalho.
- Rectidão de princípios?
- Rectidão é rectidão de tudo – de pensamentos, de acções, por nós, pelos outros, pelo ambiente que nos rodeia. Devemos tentar agir bem sem perturbar a ordem existente de modo compulsivo. Tudo pode melhorar-se paulatinamente, sem brusquidão e com segurança. Como num puzzle, todas as peças têm o seu lugar certo e quanto mais peças são colocadas mais se ajeitam as que foram mal colocadas e as que estão ainda fora do sítio.
- Adeus, lembrei-me que ainda não terminei o meu…
- …?
- O meu puzzle!

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Rob Gonsalves - No Labirinto
Imagem retirada da net
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Disse  Lewis Carroll:
  Quem sou eu neste mundo? Ah, esse é o grande puzzle !
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publicado por eva às 00:38

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Sexta-feira, 24 de Abril de 2009

Paciências

Toca o telefone mas quem está a conduzir não deve atender enquanto não instalar o sistema mãos-livres.
E afinal até era importante, mas pronto, já passou a oportunidade. Paciência!
- Onde a foste buscar?
- O quê ou quem?
- À paciência!
- Estou a reeducar-me e essa era uma falha grave.
- Já não é?
- Ahh! Enfim, vai sendo menos falha e mais progresso, mas acho que ninguém nota… Agora, estou a tentar focar as luzes. Ora são amarelas, ora brancas, ora castanhas. Vão rodopiando até se instalarem nos lugares certos. Desses pontos lançam brilhos em círculos ou rectas.
- Grande coisa! São lasers.
- Não são, não. E por isso é que são diferentes, sobretudo quando iluminam as pessoas.
- Oh!
- Oh, não! Não percebes que as iluminam por fora e por dentro. Ficam, digamos, transparentes.
- Isso não é possível.
- Ai é, sim senhor. Lá porque não as percebes…
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Imagem retirada da net

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Disse  Ortega y Gasset:  Surpreender-se, estranhar, é começar a entender !
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publicado por eva às 00:25

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Sábado, 4 de Outubro de 2008

A paciência

- Olha ali, a calma!
- A calma e a paciência, porque toda a sua postura e feições são de quem sabe esperar.
Parece que nada o atinge sem dar, no entanto, a impressão de ser aluado ou hermético.
- Pois não, até consegue confraternizar de modo simpático.
- Há outros tão enervados que parecem levar tudo à frente.
- E deixam cansaço que sobra para todos.
- É verdade, por muita razão que tenham, uns deixam bom ambiente e outros nem por isso.
- No entanto, e voltando àquele ali, ainda não tinha encontrado ninguém assim.
Ou é uma atitude fruto de auto-disciplina, ou teve a facilidade de nascer já com o feitio acertado.
- Seja porque seja, é um exemplo a inspirar todos os que barafustam e gritam por qualquer contrariedade.

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Dalai Lama
Imagem retirada da net


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Disse  Dalai Lama:  Lembremo-nos que não conseguir o que se quer é, por vezes, um maravilhoso golpe de sorte !
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publicado por eva às 00:33

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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

A paciência

Mudanças de tarefas, alterações de calendários e novos agrupamentos de trabalhadores e trabalhos.
Um rol de telefonemas, mails, conversas e papéis.
Finalmente lá se resolveram as coisas e sobrou um certo cansaço desse esgrimir de conveniências.
Até parecia aquelas discussões para elaboração dos mapas de férias, entre o pessoal.
Este tipo de situações pode ser um exemplo das relações interpessoais e uma avaliação das pessoas com que lidamos.
Às vezes temos boas surpresas, outras… a maior das surpresas.
Mas temos também a noção das nossas próprias capacidades de relacionamento e de adaptação às circunstâncias.
Não estamos a falar dos que consentem cegamente para não complicar a vida com o dia a dia.
Falamos de benquerença e não de isolamento ou fuga das reacções.
Também não falamos dos contestatários convictos, a favor da anarquia desvairada.
Referimo-nos à paciência, e mais paciência e toda a paciência para ouvir, dialogar e encontrar soluções entre diferentes opções – por mais difíceis que sejam essas soluções.
A paciência é um tesouro a preservar pela benevolência e esperança que traz consigo.
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Imagem retirada da net
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Disse
Enzo Biagi : pode estar-se à esquerda de tudo, mas năo do bom senso !
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publicado por eva às 08:37

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Quinta-feira, 5 de Julho de 2007

O lago e a tartaruga

5 de julho de 2007

Chamam-lhe um lago mas não é mais que um reservatório com vários declives e apenas alguns palmos de profundidade.
Além dos mosquitos, abelhas e vespas que lá vão parar, a “dona” desse lago é uma tartaruga bastante grande e com bastantes manias.
Os animais também têm hábitos e manias, só temos que os observar bem.
Os passaritos só lá vão beber água na borda oposta à zona onde ela está.
Os gatos sentam-se a razoável distância a observar-lhe os movimentos.
Os cães não respeitam nada e querem saber o que é aquilo de modo que saltam para o dito lago e tentam apanhá-la.
Ela transforma-se imediatamente numa carapaça e eles ficam confusos com essa espécie de pedra entre as patas.
Entre a brusquidão e a alegria da brincadeira, por vezes conseguem atirar com a carapaça ao ar e logo se vê onde vai parar.
E acabam por ir embora quando desaparece o interesse.
Ela espera que não haja barulho nenhum e aparece, lenta e cautelosamente, pelas extremidades da carapaça.
Percebendo o sossego, apressa-se a voltar para a sua querida água.
Tenho que dizer que a sua paciência é tão admirável como os seus reflexos.
E dou por mim a desejar conseguir esse sentido de oportunidade e a dose de paciência demonstrada por uma tartaruga.
Afinal, todos podemos aprender uns com os outros.
Todos podemos dar e receber em qualquer momento, a todo o instante podemos referenciar-nos connosco, com os outros e com o meio que nos rodeia.
Existe uma riqueza assim... a simplicidade ao alcance do pensamento…
..................................................
Notícia: Ajuda na doença de Parkinson
♪: Tartarugas (de O Carnaval dos Animais) - Camille Saint-Saens

publicado por eva às 20:27

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Quarta-feira, 18 de Outubro de 2006

O Outono

18 de outubro de 2006

Olhos pestanudos observam debaixo de água. Água límpida. Olhos lindos.
Cada planta tem uma flor que é afinal um olho bonito, enorme e de pestanas grandes e penteadas. São muitas estas plantas aquáticas.
Dobravam-se para chegarem a fazer-lhe carícias e, por fim, acordaram-na.
A rapariga submersa na água distante que a maré levou e trouxe há bastante tempo, acordou agora à beira da praia.
Uma praia que não conhecia. Parecia transparente e ora ondulava a paisagem em forma de praia, ora ondulava em forma de colina cheia de flores que iam e vinham como ondas do mar.
A espuma era branca até se transformar no ondular de flores brancas. Umas chegavam à praia, as outras ondulavam ao vento na colina.
Ela não estava a perceber lá muito bem. Onde estava afinal se nem conseguia distinguir se praia, se campo, se ondas, se flores?
Os olhos elevaram-se nas suas hastes e olharam melhor para ela.
Pareciam sorrir-lhe. Mas eram olhos... Que seria aquilo tudo?
Uma avó veio ter com ela - avó porque era muito velhota, de cabelo de neve. Muito bonita e simpática. Disse-lhe para ser paciente e não ter pressa. Tinha que esperar que a paisagem estabilizasse.
Estava tudo em mudança. Ela percebia isso, pelo menos!
Então sentaram-se as duas e esperaram que a paisagem mudasse de vez.
E ela mudou, os céus mudaram, parecia que uma estação tinha mudado.
As cores tornaram-se amareladas e acastanhadas.
Os céus, pálidos mas luminosos. Uma brisa leve, fresca e húmida até arrefeceu o calor do dia.
Os verdes desbotaram um pouquinho. Os brancos agora são mais beiges.
O Outono chegou!

publicado por eva às 21:53

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Quarta-feira, 7 de Junho de 2006

Paciência. A virtude da paciência

7 de junho de 2006

Paciência. A virtude da paciência.
Acho que não a conheço ainda.
Preocupante... Se é!
Talvez seja possível um treino acelerado, socorrendo-me do princípio que o óptimo é inimigo do bom.
Desejável nesta disciplina. Autodisciplina de modo cada vez mais exigente.
Oiço uma melodia agradável, daquelas que lembram os pássaros, ondas suaves, águas calmas.
Viver assim em serenidade. Equilíbrio e harmonia nas emoções. Esse o objectivo.
A paciência e a paz interior interligam-se.
Deduzo que tal signifique um paraíso interior.
Não interessa escorregar em significantes como indolência, preguiça, "mal-parado", etc.
Agarro a imagem do paraíso.
A vida corre lá fora e eu estou em contra-relógio.
Não, afinal devo ir em sentido contrário, mesmo...
Reconheço que é muito mais simples este novo ritmo.
Como um poema.
"Aprende a distanciar-te dos teus próprios actos. Age livremente.
"Depois torna a ti próprio de mãos vazias do mundo.
"Só com a integridade e a verdade.
"E ser-te-á concedida a paz".

publicado por eva às 16:41

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