Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011

Modos de ver

- uando não sabem que fazer, que fazem?

- Eu escrevo as condições que tenho, o que quero alcançar e depois decido, mais ou menos com o que tenho à vista.

- Eu, rezo e espero que venha uma inspiração santa que me guie.

- Eu, não faço nada e espero até obter mais dados que me ajudem a decidir ou a desistir.

- Eu não quero saber de decisões que atrapalhem o meu descanso e a vida que tenho. Gosto de viver como vivo e não penso trocar por nada.

- Eu leio.

- E lês o quê?

- Leio os Evangelhos, por exemplo. Abro-os ao calhar e leio atentamente onde a folha se abriu para mim.

- E achas que isso é uma iluminação divina para o que tens que fazer tu mesmo?

- Exactamente!

- Mas isso é…!?

- É o quê! É o meu modo de ver as coisas, isso sim! Gosto de sentir que comunico com algo superior a mim e que me ajuda nas dificuldades.

- Mas porque não usas a tua inteligência e discernimento, como eu faço ao estudar as situações?

- Faço isso também, mas sempre ligado ao meio divino que eu sinto tão perto de mim.

- Sentes?

- Sinto e nem sequer percebo como há quem não sente ou escolhe outros meios. Tudo está interligado, somos parcelas em nós mesmos, somos parcelas de um universo, somos parcelas cósmicas. Não somos nada de especial, mas somos tudo o que quisermos ser, com mais ou menos dificuldade.

- A vida se abre com misticismo para ti, digamos?

- Exactamente!

- São modos de ver e a cada um o seu.

- Nem mais! Adeus.


publicado por eva às 00:33

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Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011

Comida rápida

- i que bom!

- Está assim tão bom?

- Está, está! Há muito tempo que não lanchava tão bem; se calhar nem janto e mantenho estes sabores.

- Que disparate! Na tua idade deverias lanchar sempre assim e jantar outro tanto ou mais. Devemos manter uma dieta de comidas tão variável quanto possível.

- Pois, pois! Não estás a ver a coisa! Entre as pressas e o dinheiro mal há condições para comer.

- Então nem te sentas para comer, és daqueles que come ao balcão?

- Sou, sim. Exactamente! E chegar a ser atendido para conseguir comer ao balcão já é muito bom - um verdadeiro dia de sorte! O normal é chegar ao balcão e pedir algo para levar porque já não dá para comer por ali…

- Credo!

- Pois é assim que vamos vivendo e felizes dos que podem pagar a comida que precisam e que têm comida para escolher.

- Bem, isso é sem dúvida… Porque não experimentas levar uma lancheira de casa? Pelo menos o tempo que levas até ao sítio da comida e os tempos de espera poderias aproveitá-los para comer sentado.

- É uma ideia, mas que implica levantar mais cedo e preparar tudo.

- Ou então acrescentar o jantar de véspera e deixar já tudo para o almoço seguinte. Era assim que fazíamos quando eu trabalhava e os filhos iam para as escolas ou colégios.

- Sim, quem o sabe? Olha, leva agora estas flores, vão no vaso já com terra e regadas hoje. Devem ficar bem, lá na varanda…

- São lindas!

 


publicado por eva às 00:31

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Domingo, 16 de Janeiro de 2011

Um dia produtivo

pronto! já sabem que as interjeições oh! - ah! são para se utilizar sempre em discursos directos, ou falas.

O quê?

Não, amanhã será outro tema porque temos que seguir o programa.

Qual programa? O oficial, da matéria da disciplina, qual haveria de ser?

Não, não, isso são programas da televisão, ou da rádio, ou sei lá que mais…

Pois, exactamente, refiro-me aos programas lectivos.

Esses são maçudos? Então, mas ninguém obrigou a escolher, que isto não é escolaridade obrigatória, nem mais nem menos.

Ah! Não sabe que fazer dos dias?

Porque não procura direccionar os seus pensamentos, nesses tempos vagos, sem ter que fazer nada obrigatoriamente?

Vamos lá, todos podemos fazer algo em todos os minutos do dia em conformidade com as condições que tivermos.

Se está em seu juízo, pode começar por arranjar um plano de direcção para os seus pensamentos, como já disse.

Por exemplo?

Olhe, por exemplo proibir-se de ter pensamentos tristes, angustiosos, sem ânimo.

Como fazer isso?

Então é assim, funcione como um polícia na sua mente e de cada vez que perceber em si que está a pensar algo desastroso como não sou capaz, estou cansada e não vou fazer agora, não gosto, experimente voltar atrás quanto se lembre e refazer as mesmas frases agora com as expressões eu vou ser capaz hoje de fazer, se me sinto cansada vou fazer mais devagar e quando chegar ao fim das tarefas cheguei, é só não distrair tanto, vou mudar o meu gosto e tentar fazer isto que nunca experimentei e que parece tão agradável a outros, outros que admiro e acho que fazem o bem, etc. etc.

Não quer?

Não tem problema nenhum, mas convém que entenda ser essa uma opção sua e do momento que vive presentemente. Que daqui a bocadinho, mais logo, tem direito a mudar de opinião e fazer o mais saudável que consiga neste dia por si mesma.

E que o dia feliz começa a alvorada dentro de si

Um bom dia! Um dia construtivo, produtivo de bem-fazer, bem-estar, bem-partilhar o espaço individual e os espaços comuns.

 


publicado por eva às 00:31

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Domingo, 20 de Junho de 2010

Somos

uem somos nós a não ser uma conjuntura, um conjunto menos ou mais organizado de crenças e factores, que oscilam num leque de opções entre a ilusão e o óbvio.

Somos isso tudo e muitas outras possibilidades que nos dirigem paulatinamente, sem brusquidões, mas serenamente para um todo consciencial.

Somos ilusões e quebra-cabeças da racionalidade e da lucidez.

Somos sentires, lógica e disparates dedutivos e indutivos.

Somos fracções, fractais e conjuntos de chegada, descontínuos e contínuos.

Somos o que somos mais a projecção do que escolhemos e queremos ser.

Mas… agora… somos o que ainda somos!

 


publicado por eva às 00:35

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Domingo, 13 de Junho de 2010

Pessoas

essoas que nos dão ganas de estar vivos, de continuar vivo.

Pessoas que nos dão vontade de perguntar porquê estar vivo?

Pessoas que nos dão vontade de perguntar porque são assim? Porque vivem assim? Porque temos que os aturar assim?

E nós, afinal, porque perguntamos isso tudo?

Seremos assim tão melhores? Se somos, porque topamos com esses?

Não deveríamos poder encontrar, e ficar, num paraíso qualquer cheio só de boa gente?

Então o que falha? Quereremos mais do que o devido?

Ou um paraíso assim não existe? Ou apenas não existe para nós?

Então… não seremos assim tão bons nem tão merecedores de paz?

Então o que somos?

- Somos apenas nós connosco e nosso modo de viver. Por exemplo, que vais fazer hoje? Porque não vamos até à praia?

- Porque tenho que trabalhar e ganhar o sustento, ora!

- Vês, é desta variedade de sentires e decisões que vivemos. Recusando e aceitando opiniões, tarefas, etc. Variedade de tarefas e opções. Vivemos em diversidade… ainda.



publicado por eva às 00:34

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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

E se a vida fosse uma miragem?

E se a vida fosse uma miragem?
E se tudo o que víssemos, ouvíssemos e sentíssemos fossem oportunidades para refazer algo que devesse ser refeito porque, algures no tempo, algo semelhante ficou mal feito?
- E se a vida fosse uma ilusão? Já agora!
- Precisamente!
- Hã? Isso é para levar a sério ou estás a brincar?
- Estou a colocar-te uma hipótese. Supõe que todos os problemas que tens são problemas, sim, mas para serem resolvidos exemplarmente e não para te sentires atormentada, menos ainda tolhida de aflição.
- Mas isso é inevitável, senão em vez de problemas eram ocasiões de relaxe e prazer.
- Sim e não. Os problemas são para resolver, com certeza. Mas são para resolver tentando, o melhor possível com o melhor de nós, para a sua solução. Mesmo que isso signifique o caminho mais longo ou penoso.
- Que queres dizer, exactamente? Eu tenho sido honesta e resolvido tudo da melhor maneira que sei.
- Sem dúvida, mas o quero dizer é que devemos ser honestos, honestíssimos e, mais ainda, devemos lembrar-nos com benevolência de quem, por vezes, provoca os nossos problemas e das suas razões…
- Mesmo que essas razões sejam obtusas?
- Mesmo que sejam obtusas, porque isso quer dizer que estão condicionados, de algum modo, a não perceberem a realidade das situações e engendram outras situações que não existem. Ou porque desejariam que assim fosse ou porque pretendem ter poderes para mudarem o que julgam errado, no seu pobre entendimento das coisas.
- Há desses?
- São os que se acham acima dos outros em conhecimentos, sejam estes a dar-lhes superioridade entre a família, no grupo social em que se inserem, na política ou em comunidades ligadas ao desenvolvimento moral-espiritual.
- E não são?
- Quando são verdadeiramente superiores são humildes e essa superioridade expande-se no seu exemplo de comportamento pessoal, sem alarido nem publicidade.
- E até lá?
- Até lá, nada! Todos temos consciência que nos dá sinal quando vamos por caminhos errados e todos nos interligamos, influenciando-nos mutuamente. Há que ter cuidado com a nossa individualidade e seguir bons exemplos. E evitar seguir pessoas ou pretender afirmar a nossa vontade nos outros, nas suas vidas e opções.
- Mesmo que essas opções nos pareçam erradas ou perigosas?
- Aí podemos falar, e até insistir uma ou outra vez, para termos a certeza que fomos entendidos em notar outro ponto de vista na análise da situação. Mas a decisão cabe sempre ao interessado.
- Isso se o interessado estiver lúcido, se não for criança, nem demente, nem viciado, naquela altura dos acontecimentos e decisões!
- Evidentemente que há os casos excepcionais, mas não transformemos todos os que não têm a nossa opinião em incapazes.

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Kurt Wenner - Ilusão em arte de rua
Imagem retirada da net
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Disse  Hernâni Guimarães Andrade:  As opiniões são como os narizes. Todos temos um, mas ninguém tem o direito de esmurrar o nariz alheio !
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publicado por eva às 00:31

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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Não há mal que sempre dure

- O que é para ti a esperança?
- Logo pela manhã uma pergunta dessas? Nem consigo alinhar os pensamentos? Mais um bocadinho e já respondo, vou dormir mais um pouquinho a pensar nisso…
- …
- …
- Então? Já são mais que horas, despacha-te! Já nem dá para chegares a tempo, quanto mais para responderes.
- Ihhh! Vou já! E ainda te respondo no caminho.
- Pois!
- Digo-te que a esperança é optimismo, é a dúvida positiva e construtiva.
- Ou seja, a dúvida deixa de ser destrutiva ou depressiva?
- Exactamente! Ao duvidar, por não ter a certeza do que vai acontecer ou está acontecendo, pode sentir-se a esperança que seja melhor do que aparenta ser.
- E a esperança então, dá forças para lutar…
- Pois dá, assim como dá a força da paciência para esperar pelo desfecho das situações e depois as forças necessárias para aguardar melhores dias.
- Seguindo o dizer do povo: não há mal que sempre dure nem bem que perdure?
- Também. O que interessa é ter forças para ir sempre trilhando os caminhos que nos surgem e pelos quais optamos. E sejam as nossas opções sempre o melhor de nós.

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Pablo Picasso
Imagem retirada da net
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Disse  Thomas Fuller:  As grandes esperanças fazem os grandes homens !
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publicado por eva às 00:22

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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Da precaução

Saber, conhecer, etc., as coisas que precisamos para trabalhar – uma opção comum à maioria dos que trabalham.
Saber, conhecer aqueles com quem convivemos diariamente, com a nossa família mais íntima e a nós mesmos, em todas as vertentes que temos de personalidade – uma opção que nem sempre é percebida como opção e, ainda menos, como essencial à evolução da nossa personalidade individual.
Saber e conhecer tudo o que nos rodeia e a nós mesmos – analisando conscientemente o que pensamos, falamos e fazemos. E o que falamos e fazemos sem pensar (!)
- Hã?
- Quantas vezes achamos que quem disse aquilo, ou fez aqueloutro, não podíamos ser nós mesmos?
- São os nossos repentes?
- Mas porque temos esses repentes, como dizes? Porque nos deixamos influenciar tanto que nem nos identificamos com algumas atitudes nossas que, efectivamente, pomos em prática?
- Algumas até conseguem enojar-nos, mas fizemo-lo…
- Então? Que influências deixamos que tomem conta de nós?! Sejam quais forem os nossos ímpetos, podem deixar de o ser. Mas para isso, torna-se necessário deixar a consciência actuar de modo lúcido por força da vontade.
- Que queres dizer?
- É necessário que a cada vez que esta ou aquela atitude, estas ou aquelas palavras não sejam reconhecidamente nossas, sejam percebidas e estudadas com lucidez e precaução.
- Precaução?
- Precaução de quem pisa esse terreno escorregadio pela primeira vez…
- Que terreno?
- O terreno da consciência viva em nós por nossa vontade e do discernimento de nós em nosso ser.
- Ou seja?
- Ou seja, reconstituir os pensamentos que nos fogem à velocidade da luz quando os queremos agarrar e reconhecer, e talvez lastimar, a falta de concentração que temos no verdadeiro eu de nós mesmos.

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Salvador Dali - Os dois arlequins
Imagem retirada da net
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Disse  Heráclito de Éfeso:  Mesmo percorrendo todos os caminhos, jamais encontrarás os limites da alma, tão profundo é o seu Logos !
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publicado por eva às 00:34

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Terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Discernimento

Tanto que todos nós somos. Tão pouco que somos para tudo o que poderíamos ser.
- Que impede essa evolução do ser?
- A própria personalidade eivada de muitos preconceitos e ressentimentos. Mas que tem também qualidades, estas favorecendo a evolução e tendendo para o equilíbrio. É a noção de que se deve permanentemente escolher entre dois caminhos, entre duas opções, etc.
- Porém há muito mais que duas opções e, singularmente, podemos não vislumbrar opção nenhuma a não ser continuar, continuar sempre em frente. Porque para a frente é, afinal, o caminho correcto.
- Esse é o caminhar pela nossa vida e, até, pela nossa morte. Porque tudo tem uma razão de ser e de existir para nós, para nós vermos as coisas como as vemos.
- Imaginem vocês um palco onde diversos actores interpretam o seu papel, assim como os que estão na plateia também interpretam o que está a ser apresentado. Cada indivíduo interpreta e reage, em conformidade com os seus valores, a tudo aquilo que presencia – sejam os actores na interpretação profissional e pessoal do seu papel, sejam os que assistem na interpretação pessoal do tema e na apreciação do profissionalismo dos outros.
- Do mesmo modo com a vida e as vicissitudes que se vivem nela, como se esta fosse uma sala de espectáculos, ou uma estrada para percorrer.
- Cada um tem o discernimento que tem, mais o que pode alcançar se quiser abrir um espaço mental para novas ideias, para novos modos de ver e sentir a vida em si. É sentindo em si próprio e projectando em si novos e melhores sentimentos por tudo o que presencia, ou percebe, ou percepciona, que evolui e ao ritmo que ele próprio se imprime.
- Resumindo, sempre a moralização do indivíduo perante tudo e todos.
- Sempre procurando ser melhor a cada dia, a cada instante e vivendo sempre tudo o que se lhe apresenta para viver.
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Imagem retirada da net

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Diz o  Livro dos Conselhos:  Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara !

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publicado por eva às 00:32

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Quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Medida justa

Às vezes queremos tanto fazer bem e ajudar… e só erramos.
Outros, sem querer, ou pensar sequer, acertam e benfazejos se tornam.
Que dizer? Pois é assim! Se é conveniente pensar e reflectir também é conveniente não ficar a pensar mais do que seja sensato.
Para tudo há sempre uma medida justa.
Se damos muito carinho e não damos lugar à necessária independência…
Ou se não damos muito carinho e cedemos lugar à personalidade independente e fechada…
Ou se exigimos em demasia e a resposta é desistência ou arrogância…
Ou ainda, se não exigimos e nasce o relaxe ou a despreocupação desrespeitosa…
- Será assim?
- Na maior parte das vezes é, mesmo, uma dessas situações referidas.
- Mas cada um percebe a vida e o mundo segundo os próprios elementos conjunturais. E o meio em que o indivíduo se desenvolve tem uma importância capital.
- Tem importância como os outros elementos. E todos os passos são úteis. Ano após ano, todos nos vamos transformando sempre, sem cessar.
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Gregory Colbert
Imagem retirada da net
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Disse  Ortega y Gasset:  Muitos homens, como as crianças, querem uma coisa, mas não as suas consequências !

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publicado por eva às 23:56

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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