Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quarta-feira, 16 de Novembro de 2011

Treino de perfeição

- lha, vês que ‘tou a planar?

- Hãaam…

- Olha, vê!!

- …

- Porque não me ligas? Nunca ligas ao que eu faço!

- Disparate!

- Ai, sim?! Então que foi que te mostrei, que foi?

- Bom, deixa-me pensar…

- Pensar?! Eu mostrei-te!!!

- Mas ‘tava a atender no telemóvel…

- Vês, é exactamente o que te digo!

- Ok, talvez tenhas um pouquinho de razão, só um pouco, porque é necessário que eu responda quando me ligam por trabalho, percebes?

- Não! Tu dizes-me que sou o mais importante da tua vida! Todas as noites dás-me um beijo, um montão de beijos e dizes isso, mas… eu não devo saber o que queres dizer.

- Olha, tens razão! Mostra-me lá outra vez o que fizeste e não faz mal se errares porque te amo o suficiente, até sobra, para esperar que consigas fazer o que te propões. Nunca tenhas medo nem desespero de errar porque isso é o caminho para um dia acertares.

- E voar bem?

- Voar alto e planar bem, ali onde o ar é mais oxigenado e puro. Ali onde deves chegar, pois és uma jóia de menino. Obrigado!

- Porquê?

- Por seres assim. 


publicado por eva às 00:39

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Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011

Readquirir a simplicidade

- hove chuva!

- No mínimo!

- Ahah, também caíste nessa! Não se diz assim.

- Chove, simplesmente?

- Pois!

- Para quê acrescentar baboseiras? Podemos falar claro, sem delongas fúteis que conduzem a erro.

- Ou podemos calar…

- Exactamente! Importa readquirir a simplicidade das coisas em nós. O deixar fluir… Simplificar os problemas, os relacionamentos, o trabalho, tudo o que nos diz respeito.

Importa gozar o que se tem, apreciar o que há para todos na natureza, o dia que vai passando, até as correrias que damos para chegar a tempo. Importa apreciar o que somos e o que conseguimos. Se não conseguimos talvez seja útil mudar de objectivos para outros, mais ao nosso alcance, ao jeito das nossas características naturais. Importa encontrar o nosso próprio ritmo…

- Importa o nosso biorritmo, queres dizer.

- Pois, pois. Essa é a ideia. Que dizes?

- Que parece mais fácil do que faço, que se traduz numa luta constante comigo e com os outros.

- Tenta simplificar então. Logo verás se é melhor ou, pelo menos, o que achas de diferente.

- Um bom dia, dia renovado - talvez!


publicado por eva às 00:31

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Segunda-feira, 6 de Junho de 2011

Voar

orboletas, abelhas, vespas.

Pássaros – pardais, andorinhas, pintassilgos.

Corvos, gaivotas, pombos.

Enfim, tanta espécie de voadores quantos a imaginação alcance.

O homem também quer voar e arranja mil estratagemas para o conseguir.

E consegue na maior parte das vezes esse intento.

- Porquê?

- Porquê, o quê?

- Porque consegue voar?

- Porque nunca desistiu de tentar. Por maiores que fossem os riscos, sempre foi tentando até conseguir. E hoje voa de avião, helicóptero, ultra-leve, pára-quedas e outros mais que haja por aí a servir de asas para o homem. Aquilo que a humanidade consegue tem relação, na maior parte das vezes, com a persistência nos propósitos.

- Sejam certos ou errados?

- Certos ou errados? O que para uns é certo pode ser profundamente errado para outros, não é? Mas quem porfia segue um objectivo com todas as suas forças. E o seu objectivo é o que mais deseja. Não tem a ver se está certo ou errado, se é ou não conveniente. Contudo, para a própria evolução, convinha os propósitos estarem acertados com éticas evoluídas, também.

 


publicado por eva às 13:08

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Terça-feira, 17 de Maio de 2011

Doces

Chocolates, amêndoas doces, bolos, confeti e tantas mais demonstrações culinárias que adoçam a boca e os dias.

Há quem coma doces compulsivamente, como que a esquecer o dia que tem que viver.

Há quem nem saiba que os doces existem e trabalha sem parar, sentindo cada dia mais amargurado e dramático que o anterior.

Há quem equilibre os doces e a vida.

Há de tudo!

Um dia sobrará o bom senso, o respeito pela dignidade de todos e de cada um.

A possibilidade de sorrir e experimentar um doce para um doce dia na companhia doce de entes queridos.

- Um paraíso na Terra?

- Um paraíso sentido no mais íntimo de nós mesmos. Esse é um objectivo de vida.

- Para quem pode!

- E também para quem o consegue desejar!

 


publicado por eva às 00:36

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Domingo, 3 de Abril de 2011

Diversas vidas

qui estamos

Todos vivendo

Diversas vidas

Em diferentes formas

Com variados objectivos

Todos cumprindo

O que de melhor

Achamos que devemos

Todos rumando

Para os nossos ideais

Mas ai!

Alguns são

Tão enganadores

Outros somos nós

Os que enganamos

Iludimos

Tudo não é

Mais que ilusão

A verdade é o bem

O bem que fazemos

O bem que temos

Em nós

O bem que somos.

 


publicado por eva às 23:08

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Quinta-feira, 3 de Março de 2011

Vidas

qui estamos

Todos vivendo

Diversas vidas

Em diferentes formas

Com variados objectivos

Todos cumprindo

O que de melhor

Achamos que devemos

Todos rumando

Para os nossos ideais

Mas ai!

Alguns são

Tão enganadores

Outros somos nós

Os que enganamos

Iludimos

Tudo não é

Mais que ilusão

A verdade é o bem

O bem que fazemos

O bem que temos

Em nós

O bem que somos.

 


publicado por eva às 00:36

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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010

Serenidade

utebol… multidões a vibrar ao mesmo nível de emoções…

Desportos… multidões a vibrar por objectivos semelhantes…

Podemos vibrar emocionalmente por milhares de objectivos diferentes e atingir o mesmo nível vibracional.

Assim como podemos vibrar apenas por um objectivo comum e diferir no nível de vibração.

- Então… e qual é o problema?

- Nenhum!

- Ai!

- Nem percebo a pergunta, porque há quem nem sequer vibre por nada!

- São os da serenidade por excelência?

- São os apáticos!

- Então, os da serenidade são quem?

- São os que mantêm as vibrações emocionais ao mesmo nível e por objectivos bem definidos e racionalmente propostos e adoptados pelo indivíduo, ou por um grupo alargado onde esse indivíduo quer inserir-se.

- E isso só se consegue com objectivos sempre altruístas e superiores, certo?

- Há indivíduos de enorme capacidade para a serenidade que nós, para distinguir, chamamos frieza, em virtude dos seus objectivos serem muito inferiores na escala do Bem.

- Serenidade é igual a quietude física e mental?

- Serenidade é disciplina física e mental, como é também a orientação lúcida de escolhas por importância de objectivos a atingir, preconizando os tempos do viver na atenção, e concentração, das emoções que esses objectivos provocam nesse indivíduo.

- São os místicos?

- Podem ser místicos isolados ou seres bem viventes a nível social. Serão místicos no sentido de canalizarem as suas energias como bem entendem e a favor da sua disciplina.

- Ainda bem pelos que bem intencionam e a favor da maioria desamparada.

- Sim, sim!

 


publicado por eva às 18:02

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Sábado, 3 de Abril de 2010

Pedras e pedrinhas

uase todos temos problemas com a tolerância e a abnegação.

Quase todos nos sentimos em dualidade perante a vida.

Mas o conveniente, o saudável, era sentirmo-nos em unidade. Isto é, sentirmo-nos bem connosco e com o céu acima de nós, haja o que houver, apareça o que aparecer.

Precisamos sentir firmeza nos nossos objectivos e integridade de pensamentos e atitudes perante os nossos ideais.

O resto… vem no fim, como nas contas matemáticas.

Por isso, temos que tratar de nós de modo a não sobrar restos que diminuam, ou minimizem de algum modo, os resultados de uma vida de esforço e sacrifícios.

Os restos, ou egoísmos e orgulho, ou tristeza e amarguras, ou melindres e insatisfação perante determinadas situações, são para ser tratados e transferidos para algo positivo, transformados em algo construtivo.

- Ora bem, desculpem o atraso mas só consegui chegar agora. Ainda dá para ouvir ou já acabaram?

- Agora vamos já sair para o ar fresco e reconfortante, respirar a plenos pulmões e renovar a nossa frota de pedras, desfazendo-as em areia fina, que escape entre os dedos.

- Pedras? Areias? Não íamos falar da personalidade humana?

- Tal e qual!

 


publicado por eva às 00:31

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Terça-feira, 30 de Março de 2010

O gosto de saber

 timidez é falta de forças? Ou é cobardia? Ou será vaidade e arrogância?

Quantas camuflagens terá?

O tímido – quem é? – será o tema do vosso trabalho!

- Olha que é vontade de complicar! Então o tímido não será o que tem, ou sente, pouco-à-vontade com os outros?

- Bem, ainda não tinha visto isso pelos prismas que nos deram… mas será possível que seja por fraqueza física?

- Ou cobardia?

- Imagina o que se poderia dizer a propósito da timidez por vaidade…

- E vocês, já adiantaram o trabalho?

- Qual quê! Uma baralhada é o que temos!

- Vejamos pelo princípio: fraqueza física de forças que advém da falha de energia de pensamentos fortes, arreigados ou moralizados pelo próprio.

- Queres referir a falta de esperança e de fé em objectivos?

- Por exemplo! A seguir temos o sucedâneo óbvio – a cobardia como meio de esconder a falha de forças e direcção da pessoa.

- Agora, todos os cobardes são tímidos?

- Muitos serão, com certeza. E por último, temos os vaidosos e arrogantes que se podem mascarar de tímidos para melhor granjear a confiança de outrem.

- Mas timidez pode ser só e apenas falta de à-vontade ou, se quisermos, de habilidade em lidar com outros.

- Pois pode! Sobretudo se dedicarem as suas atenções para estudos e investigações que outros, a seu lado, não tenham interesse nem capacidade de discussão.

- Daquela discussão que traz a luz?

- Sim, da boa e enaltecedora discussão de um tema em grupo para depois concluirmos individualmente novidades a serem bem investigadas e úteis.

- O gosto de saber pelo saber, sendo o lucro o conhecimento pessoal que se adquire...

- Nem  mais!

 


publicado por eva às 00:37

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Sexta-feira, 26 de Fevereiro de 2010

(Re)união

s indivíduos, as pessoas e os animais, reúnem-se em circunstâncias especiais e em princípio por razões de resolução ou melhoria de situações.

Os animais reúnem-se essencialmente por razões de sobrevivência.
As pessoas reúnem-se por qualquer coisa ou por assuntos graves que, em princípio, não deveriam ser tratados apenas por um indivíduo.
Estas reuniões tanto podem ser para banir alguém do convívio como para entreajuda a um ou a muitos.
Seja como for a reunião tem essa característica de união por uma causa, o que equivale a dizer por solidariedade a um ideal. Seja este ideal por violência ou pela paz e benevolência.
A união fortifica quem se une e o distinguir dos objectivos que marcam essa união é uma questão de sobrevivência, do indivíduo e dos seus ideais.
- Então, diz-me de que associações és sócio e dir-te-ei quem és?
- Também…
- Olha vou ser sócio do Alegra-te para viver!
- Isso existe?
- Ora! Ainda não, mas é um projecto.
 

publicado por eva às 00:36

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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