Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quarta-feira, 21 de Julho de 2010

Compras

omos fazer compras, das baratinhas mas necessárias.

Bem… não exactamente necessárias, digamos utilitárias.

Gera-se alguma confusão entre estes dois termos, sobretudo se vão servir de razão, ou desculpa, para algo.

Além de que compras são compras e de vez em quando dão uma sensação boa, quando se compra a gosto e não por ser preciso, irremediavelmente.

E, tantas vezes até, esse irremediável não é necessário.

Fomos integrando um mundo de comodidade e higiene que deu lugar a um mundo de gostos e caprichos, por vezes até a um mundo de sentimentos concorrenciais com os amigos.

Necessário – preciso… talvez não… nada mesmo...

Enfim, olhando para a situação de outros que não têm outro remédio senão suportar a falta de condições, ou para aqueles que as escolhem como seu meio de vida para ajudar alguém, obtemos uma noção mais ajustada das nossas necessidades.

- Essas desgraças todas a mim só me dá para sair a correr e mostrar a mim mesma que não estou naquela situação.

- A maioria de nós é assim que reage e depois vai comprando um monte de coisas para o pó, ou para mostrar à vizinhança, à chefia, aos amigos…

- Então – isso tudo é o que somos!

- Se há dinheiro para essa representação, o dinheiro é para ser aplicado e cada um escolhe em quê. O problema surge quando nem dinheiro há para esse jogo de representações, um jogo que não conduz a nada a não ser à ilusão de si e à bancarrota familiar.

- Ai! Tanto exagero! Só fui comprar uns puffs – lindos, por sinal!

 


publicado por eva às 00:36

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Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

Necessidades

- Que fazer?
- Quando?
- Quando se faz tudo o que se sabe o melhor possível e a vida parece do avesso.
- Parece?
- Pois parece! Podemos estudar as questões, as nossas opções com todo o cuidado e… só sai asneira!
- Estás a falar de…
- De tudo e também de créditos e hipotecas bancárias. Olha que até já há créditos para gozar férias.
- Isso quer dizer que, do lado da banca, estão actualizados.
- Actualizados? As pessoas fingem cada vez mais que têm dinheiro.
- Isso é problema das pessoas e da sua contabilidade. A banca está a suprir as suas necessidades!
- Necessidades? As férias para os outros admirarem onde foram?
- Como vês, são necessidades! De serem admirados por outros e manterem-se na “crista da onda”.
- Sabes, estou antiquado. Mas preferia que as pessoas aprendessem a viver de modo mais simples. Admirassem a natureza e a si mesmos numa conjuntura natural, mais que outras modernices.
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Imagem retirada da net

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Disse  Robert Oppenheimer:  o optimista pensa que este é o melhor dos mundos possíveis. O pessimista teme que seja verdade !
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publicado por eva às 12:55

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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