Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 16 de Outubro de 2010

Tantos mundos por descobrir

- anta coisa que escapa à minha mente, tantos mundos por descobrir, por compreender…

Às vezes a ignorância reconhecida é um fardo, outras um alívio porque não seria fácil de suportar. Creio que percebemos o que podemos aceitar e valorizar.

- E o que nos é inútil para o desenvolvimento, não entendemos? – não me parece assim.

- Achas que a nossa mente poderia ampliar-se mais e mais?

- Acho que podemos ser melhores a cada vez, a cada dia e a cada situação. Mais empreendedores, mais conscientes do que somos, do que ainda somos para o objectivo que continuamente vamos delineando para nós mesmos.

- Sempre mais?

- Sempre melhor para nós, em perdão, em amor, em paz e simultaneamente accionar essa melhoria para os outros, para o mundo, para o Universo - nada menos!

 


publicado por eva às 00:35

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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Provas de vida

Nas provas de vida por que vamos passando, quando falta a saúde de modo mais dramático e sofredor, acabamos por rever o que somos.
O que somos na significância da nossa intimidade. Aquele sítio que resguardamos tão bem dos olhares alheios e onde, por vezes, nem o nosso próprio olhar lá chega.
O que somos realmente e, sobretudo, o que gostaríamos de ter sido?
Nesta altura, há o penoso observar do tempo que fugiu, ou evaporou mesmo, entre os nossos dedos.
Nessa hora não temos o registo das horas do presente, mas as do passado e como passaram… e como as deixamos passar…
Quanta inércia, quanto acomodar de situações e quanta luta desgastante para, afinal, estar ali assim…
De toda a vida o que resta, então, são os nossos sentimentos. Os sentimentos que nutrimos pelos outros mais outros, pelos outros mais familiares, mais íntimos e por nós mesmos.
O trabalho que fica por acabar… o que vai sobrar de nós, então, para a posteridade?
- E porque tem que sobrar algo? Porque não passar invisível pela linha da vida, pelos outros, invisível até para nós próprios? Quem se lembrará de nós? E que lembrança será essa – de gastura e alívio, ou de fraternidade e saudade? Afinal, que significamos para a família e para a sociedade? Afinal, que somos? O que fizemos para melhorar o nosso pequeno raio de acção e o mundo, a partir da irradiação desse? Que ensinamentos pedagógicos, ou didácticos, deixamos? Se morrêssemos hoje, que diferença teremos feito para o resto dos dias de vida dos nossos familiares e amigos? Que somos no cômputo total da nossa vida?
- Bem, outra questão se coloca ainda: que queremos, poderemos, ou conseguiremos ainda ser?

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Cartaz do filme Bem-vindo, Mr. Chance
Imagem retirada da net
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Disse Madre Teresa de Calcutá: O que você levou anos para construir, alguém pode destruir de uma hora para outra. Construa, apesar disso. Perceba que, no final das contas, é entre você e Deus. Nunca foi entre você e as outras pessoas !
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publicado por eva às 00:32

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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

O que somos?

Onde estamos? Onde vivemos? O que somos? Afinal, o que é isto…?
Há uma força criadora que estabelece vida em inúmeras formas e composições e essas composições recompõem-se constantemente em renovadas formas de vida, e daí até ao infinito.
Até ao infinito, porque é o termo que usamos com o sentido de não fazer a mínima ideia do que este é, mas conceituamos que é enorme ou que significa uma enormidade que não conseguimos calcular.
O infinito representa, por isso, a nossa pequenez, a nossa incapacidade de prever além de determinados limites – em suma, representa as nossas limitações.
Somos finitos em nossas representações e cálculos, mas o suficiente para perceber que além de nós, assim existentes deste modo, deve existir uma força coordenadora, criadora e estabelecedora de todas as outras, porque no nosso imaginário tudo tem um centro, um cerne donde tudo expande e repercute em ondas sucessivas.
Somos também suficientemente finitos para perceber que conseguimos emanar alguma dessa força magnífica em nós, por nós e para o exterior de nós. Sendo esse exterior maior para uns que para outros.
E nessa finitude conseguimos perceber e projectar, por equações lógicas ou pensamentos elaborados, tudo o que poderia existir, tudo o que deveria existir.
O campo da projecção lógica permite ao Homem sonhar alto e projectar-se ele mesmo no modo infinito que criou.

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Imagem retirada da net
 
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Disse  Cesare Pavese:  É preciso procurar uma só coisa, para encontrar muitas !
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publicado por eva às 00:34

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Quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Conforme se dá, assim se recebe

Partilhar-se a si mesmo com outros…
- Quais outros?
- Os primeiros outros são a família mais próxima, a seguir os amigos que se vão fazendo, depois os conhecidos de ocasião, isto é, os que se encontram quotidianamente pelos mesmos lugares que frequentamos, ou por onde passamos.
- Mas que partilha é essa? É ir dando o que se tem aos outros?
- Não estamos a falar de coisas materiais – comidas, roupas, etc. Estamos a falar de dar atenção e carinho, seja às pessoas seja a tudo o que engloba a paisagem das nossas andanças pelas linhas da vida, a integração que vamos traçando no nosso percurso a cada instante, a cada pensamento. Porque, conforme se dá, assim se recebe. E todos recebemos tanto e de modo tão diverso que parece incrível como quase nunca damos por isso ou, sequer, agradecemos.
Por exemplo, a condição de estar vivo e poder mover-se com independência, fazendo as nossas pequenas e grandes coisas… A condição de poder conviver com pessoas de menos, e demais para aquilo que lhes damos e poder distinguir uns casos dos outros com lucidez. Poder, simplesmente, levantar da cama todos os dias, e ter uma cama limpa para dormir a cada noite…
Sentir que temos uma casa com pessoas que amamos e que nos amam, mesmo nos dias de mau humor. Mesmo que soframos despedimento do trabalho ou uma série de azares… mesmo que fiquemos doentes ou inválidos, por muito ou pouco tempo…
Saber distinguir quem fica ao pé de nós, quando todos os outros fogem displicentemente… quem nos ajuda… Mas sobretudo, saber reconhecer o que nós faríamos e fazemos pelos outros? Seremos capazes de dar o que alguns nos dão incondicionalmente? Seríamos capazes, não só de retribuir, mas de dar em primeira mão, assim que a ocasião se proporcionasse?
- Afinal… quem somos nós para nós mesmos e para os outros? E para quais outros?
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Imagem retirada da net
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Disse Martin Luther King: No final, não nos recordaremos das palavras dos nossos inimigos, mas sim do silêncio dos nossos amigos !
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publicado por eva às 00:39

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Quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Outros nós de nós

Sinto falta de mim… às vezes pareço outra pessoa… outro alguém que não conheço bem… que pode ser bem mesquinha… ou muito melhor que eu…
- Somos muitos eus em nós.
- Somos várias personalidades num só indivíduo?
- Não exactamente, somos todas as nuances possíveis das nossas emoções, sentimentos, raciocínios e reacções lógicas em cada situação que enfrentamos.
- Somos tudo nós mesmos…?
- Na grande maioria das vezes somos a diferença entre o que estamos habituados a sentir, os sofrimentos muito marcados por que passámos e o que achamos que deveríamos sentir.
- Em suma – somos os nossos traumas e as nossas ambições.
- Por nós mesmos – somos os nossos desejos de nós mesmos.
- Mas então, se percebemos a diferença do que ainda somos e o que gostaríamos de já ser, então também nos poderemos modificar e um dia atingir o que desejaríamos ser agora?
- Evidentemente, mas até lá dá-se uma luta entre os nossos eus que, se não for moderada pelo tempo e pela paciência, pode desencadear em desequilíbrio.
- Estás a falar em loucura?
- Tanto pode ser desequilíbrio físico – e então desencadeiam-se doenças de ordem diversa – como desequilíbrios psíquicos.
- Então… que fazer?- Ter a paciência e a abnegação de ir sempre tentando auto-educação, seguindo sempre a linha que delineamos para o nosso futuro. Sem parar, mas também sem correr quando apenas se pode andar e ver bem onde se põem os pés…

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Imagem retirada da net
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Disse  Aldous Huxley:  O degrau da escada não foi inventado para repousar, mas apenas para sustentar o pé o tempo necessário para que o homem coloque o outro pé um pouco mais alto !
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publicado por eva às 00:31

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Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

Leques

– Já sei! Já sei como te explicar o que somos! Somos como os pauzinhos que formam os leques.
Podemos estar fechados e assim nos parece estar protegidos do resto do mundo e das suas influências.
Às vezes até pomos em nós, também, aquela fita que trava completamente a possibilidade de abrir, mesmo na confusão de uma mala-saco.
Ou podemos deixar-nos estar, com riscos de abrir e misturar com outras coisas, (como acontece nas malas) e até estragar alguma coisa do tecido ou alguns pauzinhos deixarem de abrir.
Outras vezes abrimos em todo o esplendor de um desenho. E nos apreciamos e somos apreciados por todos em redor.
Umas vezes dividimo-nos em cada um dos pauzinhos, como seres parciais do mesmo ser – como um leque – e cada parte é um todo de características próprias. Uma parte de um  desenho que pode ser mais ou menos definido conforme a capacidade de autonomia alcançada.
Outras vezes juntamo-nos e fazemos o que o desenho deveria ser: a cada dia, mais perfeito e bonito.
Mesmo com o tecido rasgado e gasto. Mesmo com os pauzinhos quebrados ou lascados.
A cada dia, a cada vez que somos o todo em nós, somos com certeza mais belos.
– Já sei também o que quero. Quero este aqui; quando abre, tem o meu nome! 

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Imagem retirada da net
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Disse  Jean Cocteau :  o tacto, na audácia, consiste em saber até onde se pode chegar demasiado longe !
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publicado por eva às 07:55

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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