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Escritos de Eva

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Escritos de Eva

29
Set09

Desejos

eva

Desejamos tanto, ou tanta coisa…
Desejamos por nós… e pelos outros… na proporção possível a cada um.
Desejamos fácil ou ardentemente as coisas mais fúteis como as essenciais.
O nosso discernimento, em relação à importância das coisas para nós, é uma enorme escala de valores que varia quase constantemente.
Porém, pode haver obsessões dedicadas a este ou àquele desejo em particular.
E as situações são quase sempre mais prejudiciais ao indivíduo do que construtivas.
Quando desejamos algo com empenho, esse algo chega a ser a ideia principal de um dia, de dia e noite, de vários dias ou de períodos alargados como a dedicação de anos ou parte da vida do indivíduo.
Se o desejo for sublime, então o período da vida a ele dedicado sublima-se também.
O problema é que a maior parte das vezes são desejos comezinhos e até desestruturantes dos valores da personalidade.
Daí o contributo que poderiam dar de positivo, transformar-se em desequilíbrio psíquico e noutras desordens mentais a cada dia mais funestas para a harmonia de uma personalidade saudável.
- Que dizer, então, da quantidade de comprimidos que as pessoas tomam para conseguir levar o seu dia-a-dia, com as responsabilidades que assumiram e lhes dão o pão para elas e família.
- Remédios, prostração física e mental, etc., são dramas da sociedade de hoje, quer o indivíduo seja sociável ou se isole, de modo imperceptível ou notório.
- Mas a medicina está aquém destas soluções, ou é impressão minha?
- A medicina e terapias não podem fazer mais que ajudar o indivíduo e isso pode ser o essencial como alternativa ao problema. Contudo é ele mesmo que deve arranjar as forças e a direcção correctas para gerir os seus conflitos e a sua vida. Deve ler literatura apropriada, aprender a conhecer-se e atender a si próprio com tempo dedicado a si e ao seu conhecimento íntimo.
- O que gostaria de ser?
- Ou como gostaria de ser e, afinal, como é realmente neste momento. O que desejaria para si e qual a diferença que encontra; depois deveria estabelecer as diferenças, arregaçar as mangas e atirar-se ao trabalho da recuperação de si mesmo por si próprio.
- Isso é fácil?
- Ninguém falou em facilidade, mas uma vez conseguido o objectivo, o equilíbrio instala-se e sente-se felicidade no íntimo do ser.

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Fotograma de "Being There" (Bem-vindo Mr. Chance)
Imagem retirada da net
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Disse  Mahatma Gandhi:  Faça da sua vida o reflexo da sociedade que deseja !
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08
Mar07

Médicos

eva
8 de março de 2007

Hospitais, camas metálicas, macas, doentes, familiares e médicos.
Muito barulho e, por vezes, demasiado silêncio.
Os médicos são os grandes administradores de tudo isto.
Da sua consciência e dos seus conhecimentos dependem as vidas - oh, tantas e tantas vidas - que lhes passam pelas mãos.
Deles dependem os diagnósticos individuais, mais do que a leitura de análises e outros exames.
Deles dependem pessoas que, pelo facto de estarem doentes e com mau aspecto, não deixam de ser pessoas.
Pessoas que chegam a parecer farrapos numa cama.
Pessoas de quem ainda dependem outros indivíduos.
As camas tornam-se enormes para seres humanos que vão mirrando lentamente, pelos anos, doenças ou maus-tratos.
Pessoas que choram (e gritam) sem abrir os olhos, em sonhos ou no seu sono, também cheio de dores e sofrimento.
Por vezes dão-se remédios excessivos e calmantes, porque não se tem tempo para a devida atenção.
Mas tanto fármaco acalma o sofrimento e o doente até consegue voltar a sorrir.
Por vezes os tratamentos conseguem calar gritos incessantes de dor.
Mas as dores existem e agora são gemidos abafados e lágrimas que deslizam de rostos que dormem.
Deve ser das profissões mais sublimes e há médicos que velam a sua vida inteira, em desvelo dedicado pelos seus semelhantes.
A esses um agradecimento especial e felicitações por assegurarem valores elevados na ética das suas vidas, e pelas vidas dos outros que recebem o seu carinho profissional.

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