Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quarta-feira, 20 de Julho de 2011

Um modo de viver

bvio, confuso.

Quantas vezes o mais óbvio é o que menos se entende.

E a confusão aloja-se nas ideias não permitindo a sua organização em pensamentos e reflexões lúcidas.

Quantas vezes nem percebemos o que está mesmo à nossa frente.

Mas observamos detalhadamente um ou outro pormenor.

Quantas vezes não entendemos o que este, ou aquele, querem efectivamente dizer no meio de tanta conversa que falam.

Muitas vezes conversas a metro e de horas, animadas que sejam, podem resolver-se em minutos de conclusão útil.

Perceber, ver, entender além das aparências…

Apanhar o cerne das coisas que nos acontecem, que acontecem por esse mundo fora.

E depois, com a lucidez da simplicidade e sentimentos de paz seguir o caminho que surge à nossa frente, cheio de luz, com amor fraterno e paz no coração.

É, também, um modo de viver.


publicado por eva às 21:43

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Quinta-feira, 14 de Julho de 2011

A vaidade

 vaidade oh! A vaidade

Com a vaidade

O ser estremece

A vaidade junta-se

À fantasia, à ilusão

E a lucidez

Desaparece.

 

Cuidado com a vaidade

Ela é a mãe

de muitos vícios

Ela é a tirania do ser,

que por ela

deixa de ser quem é

para ser o que ela quer

A vaidade oh! Vaidade,

de nada serves ao ser!

A simplicidade, pelo contrário,

é alegria onde nada há

É harmonia e bem-estar

sem nada ter

É amor para dar

mais que receber

Simplicidade é vida,

é a sintonia elevada do ser.


publicado por eva às 00:39

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Domingo, 30 de Janeiro de 2011

Vontade própria

tudo remete ao coração, esse órgão…

- Reparaste na palavra órgão?

- Que tem?

- Ora! Tem dois acentos!

- Francamente, lembras-te de cada coisa. Que tem isso a ver com o assunto, podes explicar?

- Bem… não consegui deixar de pensar nisso assim que a palavra foi dita.

- Aí está!

- Está o quê? – pergunto eu agora.

- Está o problema – não consegues deixar de fazer associações contínuas, é o que é.

- Então… bem… não tinha pensado nisso.

- Pois nem deves ter tempo para pensamentos úteis, apenas para um destrambelhar de torrentes deles, constantemente e em completo desgaste psíquico.

- Achas? Ai, já estou a sentir-me fraca… Olha, vou para casa e deito-me.

- Para casa, deitar? Ó menina, vá mas é reeducar esse modo de pensar e a cada dia vai melhorar.

- Isto tem cura?

- Ohhh! Faça exercícios de concentração da atenção o mais constantemente que conseguir, primeiro por poucos minutos e amiudados; depois mais demorados até atingir o controlo deles em discernimento lúcido e por vontade própria. A sua! Não de outrem.

- Quer dizer, ser mais eu mesma? Eu-comigo, digamos.

 


publicado por eva às 00:38

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Terça-feira, 2 de Março de 2010

O transtorno do boomerang

ranstornos que sofremos por aquilo que nos parece injusto, por tudo o que nos contraria intimamente.

A nossa consciência está maioritariamente voltada para o exterior – tudo o que nos fazem, tudo o que sofremos…
No entanto, na maior parte das situações, os outros nem reparam que existimos enquanto pessoas sensíveis, somos apenas algo que está na frente dos seus objectivos imediatos, ou quase…
Para esses, somos apenas obstáculos a ultrapassar, sem ligarem importância a quem somos realmente.
Ou seja, se pudessem encarar as situações de frente, com lucidez mental e espiritual, perceberiam as atitudes tolas, ou mesmo tresloucadas, como as que têm para sobreviver no trabalho, na rua, em casa, entre familiares, amigos ou estranhos.
Apenas alguns têm a lucidez de entender que todos os pensamentos e atitudes que têm em seu redor é o que produzem para si mesmos.
Se são enaltecidos e soberbos, ou humildes e pacíficos… assim é o espelho que os reflecte.
- Estamos sempre a interagir como num espelho de nós?
- Esse é um modo fácil de explicar a situação.
- Então o que fazemos aos outros volta o seu efeito em nós?
- Seja o que for, em qualquer tempo ou espaço em que vivamos, tudo se acerta na ordem maior de paz e amor fraterno.
- Será o pagar até ao último ceitil referido por Jesus…
 

publicado por eva às 00:32

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Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

Dos sentidos

O ouvido e a audição têm reacções semelhantes com os outros denominados sentidos. E, por isso, a estes órgãos também se lhes aplica o ditado popular – ouve melhor quem quer ouvir, do que quem pode.
E quando chegamos a este estado de lucidez, de comparar o que somos e o que queremos ser, atingimos um nível acima de progresso.
- Que progresso? Continuo na mesma, com uma vida tão insípida quanto antes, apesar de ter tudo o que quero e o que o dinheiro pode comprar. Ou seja, tudo e todos!
- Falo do progresso interior, aquilo que o traz a este gabinete, que lhe está a dar outra percepção da vida, outro rumo, outra direcção, outro acerto e outra velocidade. Todos pretendemos sempre o mesmo – rumar à paz e à felicidade. Mas vamos viajando no meio de escolhos, que pressentimos ou escolhemos.
- Não faz mal, o caminho é sempre em frente, sem duvidar, sem cessar – não é o que diz?
- Mas o tipo de caminho e de caminhar diferem…

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Imagem retirada da net
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Disse  Heráclito de Éfeso:  Se a felicidade consistisse nos prazeres do corpo, deveríamos proclamar felizes os bois, quando encontram ervilhas para comer !
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publicado por eva às 00:33

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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Fantasia, realidade

Não estou bem, estou perturbado, mentalmente alterado…
A cada dia que passa tudo parece mais um sonho sonâmbulo do que realidade.
Faço tudo de modo mecânico, sem prestar atenção a nada e a ponto de me admirar quando percebo que as minhas tarefas estão concluídas.
Nem sei como isto acontece…
Sinto-me a voar a cada dia, em cada lugar, em mim mesmo.
Sabe dizer-me o que é isto, Dr.? Será loucura? Porque parece um alhear da realidade, não é?
- Se faço exercícios de concentração? Concentração da atenção, é o que pretende dizer?
Pois, nada! Mal consigo fixar o olhar num objecto – não que o queira fazer como experiência, mas porque é necessário que olhe para lá – para determinado objecto ou lugar. Como ao conduzir, por exemplo, e fico admirado de chegar a casa. Ou então, quando saio já nem me lembro por que estou a sair ou, sequer, para onde vou!
- Se eu tenho lucidez para distinguir isto ou se alguém me diz que estou assim?
Sou eu mesmo que me apercebo disto, de mim.
- Então não estou mal? Estou consciente de situações que outros nem sonham que vivem? Mas isso… resolve o quê?
- Devo viver o mais correctamente para comigo, de modo a não me sentir mal com as minhas atitudes? Mas, eu já faço isso!
- Devo dar mais atenção ao que, eu mesmo, acho que seria a melhor atitude a tomar – de modo altruísta – em vez de me deixar levar pelas emoções e sentimentos ao responder?
Então isto tudo é a diferença entre o que eu gostaria de ser e o que ainda sou?- Devo dar a melhor atenção possível ao que faço e à correcção que posso fazer a cada instante, de modo a ficar satisfeito comigo? E não querer o impossível, mas o melhor possível? Mas, eu já faço isso! Não faço?
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Fotograma de "O Homem Bicentenário"
Imagem retirada da net
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Disse  Georges Braque:  Em busca do destino a pessoa descobre-se a si mesma !
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publicado por eva às 00:28

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Sábado, 19 de Setembro de 2009

Segredos bem guardados

As pessoas podem cristalizar determinados pensamentos e atitudes nelas mesmas e, assim, cristalizar-se em determinados acontecimentos.
Estes acontecimentos são geralmente dramáticos e causaram choques de horror e pavor traumatizantes.
Os acontecimentos alegres e felizes ampliam a mente e o ser e tudo em seu redor, sem nunca o constranger.
É muito positivo, ou construtivo, para o indivíduo, chegar a esses pontos nevrálgicos da sua vivência e do nó que causam na sua personalidade, de modo lúcido.
Porque essa lucidez permite-lhe tratar com todo o carinho esses nós, esses pontos e encruzilhadas que a sua mente guarda e, até, resguarda cuidadosamente do exterior e dele próprio.
São, enfim, segredos bem guardados da personalidade de cada um e como tal devem ser tratados.
E só então poderá conseguir-se a expansão do ser também para o exterior, para a vida que pulsa em seu redor, entre ele e os que lhe querem bem e lhe são queridos.
Começa aí uma purificação em forma de núcleo e, a pouco e pouco, vai irradiando a sua luz no interior do próprio ser.
Daí advém a cura – do próprio pelo próprio – e a vida sorrirá em todo o esplendor, como sentindo o Sol dentro de si.
O resto não importa mais, nada ofende, nada impede a felicidade do ser porque ela está instalada no seu interior.
O ser sente-se feliz em si mesmo e irradia tal felicidade para tudo em seu redor, em todas as cores e luz.

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Dhira Lawrence - Encontrando a Forma
Imagem retirada da net
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Disse  Teilhard de Chardin:  Parece-nos tão natural o crescer que, ordinariamente, não pensamos em distinguir da nossa acção as forças que a alimentam nem as circunstâncias que favorecem o seu êxito !
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publicado por eva às 00:26

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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Condição

Lucidez e discernimento – geralmente, não há!
Isto é, há o suficiente, um pouco, para as coisas mundanas.
Mas a lucidez das memórias…
O discernimento de saber exactamente o que fazemos no plano consciente, no subconsciente, e o que fica registado no subconsciente… pouquíssimos sabem.
Faz parte da nossa condição, faz parte da secção do nosso conhecimento esse desconhecimento.
Se calhar faz parte da nossa simplicidade em querer ser feliz com as poucas coisas que nos aparecem à frente, a cada dia.
Talvez seja condição da nossa evolução.
- Mas dá vontade de saber mais, não dá?
- Se não for em situação forçada… se não for por metodologias esforçadas… ou seja, se for por conhecimento natural…
- Por merecimento?
- Merecimento moral e virtuoso – pode ser!
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O Orloj de Praga - relógio astronómico datado de 1410

Imagem retirada da net

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Disse Pablo Neruda: Algum dia, em qualquer parte, em qualquer lugar, indefectivelmente te encontrarás a ti mesmo e essa, só essa, pode ser a mais feliz ou a mais amarga das tuas horas !

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publicado por eva às 22:44

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Sábado, 27 de Junho de 2009

Escolhas

Ouve-se água a pingar e a correr devagar.
Ouvem-se pássaros de diferente chilrear.
Ouve-se ruído perto e música longe.
Contudo, o certo seria o contrário porque o ruído está longe e a música está a tocar na mesma sala onde nos encontramos a conversar.
- Isso depende da atenção, que seleccionou o ruído – talvez pelo incómodo que provoca – em vez da música.
- Mas, não deveria ser ao contrário? Isto é, seleccionar o mais agradável?
- Na maioria das vezes sim, mas outras vezes a desarmonia interior junta-se à exterior. Ruído é sempre ruído e, portanto, ou se menospreza a sua intervenção, por instinto, ou mudamos de sítio à procura de outro mais sossegado ou permitimos a sua influência.
- Pois, todo indivíduo procura o bem-estar!
- Seja de que espécie seja, até a mais simples planta procura – vira-se ou inclina-se – ao melhor desenvolvimento, ou ao bem-estar.
- Então, porque alguns teimam em fazer o que está errado? Porque alguns começam com hábitos e vícios que, primeiramente, até incomodam.
- Às vezes é simplesmente para ter a companhia deste ou daquele. Simplesmente para não ficar isolado do grupo que admira ou do qual faz parte. Outras vezes é por tontice contra si mesmo – não quer pensar ou não adquiriu o hábito de analisar e escolher o melhor para si próprio.
- Que pena!
- Escolher com lucidez dá mais trabalho do que deixar-se levar...
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Cartoon de Marcelo Rampazzo - A Dúvida
Imagem retirada da net
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Disse  André Compte-Sponville:  A sabedoria aponta para uma direcção: a do máximo de felicidade no máximo de lucidez !
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publicado por eva às 23:45

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Quarta-feira, 14 de Janeiro de 2009

(Trans)lucidez

As flores, as coisas - tudo é translúcido e parecem ser leves como se pudessem suspender-se no ar.
Só a água é igual à água que corre pelos regatos, mas completamente limpa de modo a poder ver-se o leito por onde corre, com toda a nitidez nos pormenores. Não sei onde é… é ali ou aqui…
- Agora olhe para mim e diga-me quem sou eu?
- (oh! não – outra vez isto?) …
- Porque fica sem falar quando me dirijo a si? Veja se entende que deve ser ao contrário. Agora é que deve falar e, nos delírios, pode calar-se que ninguém nota.
- …
- Pode sair e amanhã alguém deverá vir buscar o relatório para entregar ao seu médico assistente.
- (estarei livre?) …

- Com esse teu comportamento podem acusar-te de tudo, não percebes?
- (sim) ...
- Vê se te fazes compreender. Tenta explicar o que passas…
- (não fora esta exigência e viveria feliz) …
- Hã?
- …
- Vamos beber ali um chocolate quente, que hoje está frio ou, então, fui eu que arrefeci. Queres?
- (sim, ohh sim!) …
- Acho que esse gesto deve ser um sim.
Dois chocolates quentes, ou cacau, sim! Sim, sim bem quentes. Obrigada.
- Está bom?
- (feeeerve!) …
- Será que não consegues dizer nada que eu entenda? Gostaria que fosses feliz aqui.
- (feliz ou alegre?) …
- Bem, pareceu-me um sorriso. Seja um sorriso para ti e para mim. Um pequeno sorriso que seja para a vida já é um princípio de reacção para a felicidade.

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Imagem retirada da net

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Disse  Carlo Dossi:  Os loucos abrem os caminhos que depois emprestam aos sensatos !

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publicado por eva às 00:08

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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