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Escritos de Eva

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Escritos de Eva

06
Mai10

Intenções

eva

e boas intenções podemos estar todos e as asneiras serem mais que muitas!

É incrível como situações tão simples se complicam!

Às vezes sofre-se até à exaustão… e muito mais pelos outros que por nós próprios, sobretudo se emerge um sentimento de culpa por, de algum modo, podermos ter sido nós a conduzi-los a esta ou tal situação de sofrimento.

Quantas vezes pensamos que estamos a agir de modo correcto e, em vez disso, estamos a infligir, indirectamente, sofrimentos impensáveis.

- Mas se não foram cogitados, e nem sequer planeados, a culpa não existe.

- Ignorância, diz a lei, não é desculpa.

- Isso é na lei dos homens que preza a conveniência. Perante a Lei Divina tal não pode suceder, senão deixaria de ser justa e divina. Pois como poderia alguém ser julgado pelas consequências de algo que não empreendeu?

- Porque deveria ter pensado melhor e tomado a responsabilidade que deveria pelos que estão a seu cargo?

- Às vezes só se fosse super-homem e conseguisse adivinhar pensamentos tão baixos que, aliás, nem lhe passam pela cabeça. Vivemos num submundo de emoções, sentimentos e pensamentos. Somos o que apenas ainda somos. E se, certas atitudes, sequer assomassem o pensamento de alguém mais saudável de ideais, esse alguém seria tão reles como aqueles de quem se horroriza. Ou não será isto?

- Acho que sim, que tens razão. Há atitudes impensáveis e arrepiantes – sim, com certeza que sim! E que o facto de nos arrepiarem quererá significar que não seríamos capazes de tais actos, quanto mais de conduzirmos alguém para eles, para sofrerem assim. No entanto onde se situa a inadvertência? Estará isenta de culpa? Completamente isenta?

- Somos seres pensantes, não somos seres adivinhos de todas as consequências que existem, ainda menos se as respectivas causas não existem em nosso ideário…

 

31
Out09

Exames

eva

Vamos imaginar que estamos num exame oral, dos antigos.
Isto é, que temos, aproximadamente, 10 minutos para mostrar o que aprendemos no último ano, a bagagem da nossa cultura em termos globais, a capacidade do nosso entendimento e dialéctica, assim como a velocidade de raciocínio e de re-conjuntura estrutural dos nossos conhecimentos perante a resposta solicitada.
- Já agora, convém não esquecer que era isso tudo à frente de professores que, geralmente, nos amedrontavam e que não conhecíamos, à excepção de um – o nosso, do ano lectivo.
- Exactamente! E isso era uma prova exigentíssima para quem estudava ou por quem era responsável por si e pelo seu saber.
- Mas lembras isso porquê? Era uma prova simplesmente horrível pela sobrecarga de nervos que implicava, a ponto de muitos, sabendo perfeitamente a resposta, sofrerem de uma amnésia ou mudez imediata e compulsiva, que não lhes permitia qualquer hipótese de responder em tempo útil.
- Pois, pois… Era uma lástima ver bons e conscienciosos estudantes falharem, mas também era agradável ver e ouvir outros tão aproveitadores dos estudos feitos. Enfim, era uma prova de 10 minutos para decidir o futuro…
- Mas a que vem essa lembrança?
- Vem a propósito de me perguntares o que é para mim a vida. Pois, a vida é para mim um exame que decorre em minutos, se pensarmos na eternidade do espírito ou na existência infinita do ser. Nesses minutos, que para nós são 50 a 80 anos em média, estamos confinados a um determinado espaço e corpo físico. Além de milhares de condições e condicionalismos que nos são dados, temos que prestar prova de exame das nossas capacidades e conhecimentos a cada dificuldade e da nossa humildade a cada sucesso, tudo muito bem temperado com Amor.
- Achas? Parece uma história-base de ficção…
- Imagina então que estamos como num cenário, em que os adereços são os problemas e vicissitudes do nosso passado, que ali aparecem para provarmos que já não os resolvemos agora como anteriormente e que os resolvemos de melhor modo – para nós, para os outros intervenientes da situação e do processo, assim como respeitosamente para todo a ambiente natural que nos rodeia. Todos e tudo faz parte de uma criação magnífica, que tem leis muito próprias a regê-la. Leis essas que são para se cumprir e que o Amor ajuda e incita a resolver correctamente.
- Então o amor…?
- O amor não tanto, mas o Amor – esse é a maior força do universo, a mais poderosa lei cósmica que existe e que nos subsidia a evolução…

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Rafael - Pormenor de A Escola de Atenas
Imagem retirada da net
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Disse  Heráclito de Éfeso:  Não nos banhamos duas vezes na mesma corrente do rio !
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23
Jun09

A Lei e as leis

eva

Um casal está deitado de bruços, no chão, lado a lado. A luz é pouca e difusa.
Alguém diz que estão mortos por envenenamento.
Outra voz faz-se ouvir e diz que tal não é possível. Que, se parece suicídio, não pode ser porque eles nunca o fariam. Eram demasiado apaixonados um pelo outro. Eram até invejados por muita gente, por causa de um amor tão bonito. Não era paixão, era amor e vontade de estar junto, partilhando tudo.
No entanto, continua a primeira voz, eles estão mortos.
- Mortos, mas não como suicidas. E pela minha parte veremos se ainda despertam desse sono mortífero, diz uma terceira voz que chega nesse instante, com um grupo.
Em seguida envolve-os com vibrações lindíssimas e, ainda sem darem quaisquer sinais, ela consegue levantá-los até os poder levar, um encostado ao seu ombro esquerdo, outro no ombro direito.
Muito pálidos e trôpegos, eles começam a ajudar e a facilitar o seu próprio carrego, mas ainda sem despertarem.
Ela leva-os por uma rampa que, de repente, apareceu à frente de todos e entre as luzes, o calor, as flores, estradas, pássaros e outros seres, eles vão passando e recuperando as forças e, quem sabe, se não vão recuperar a saúde.
Na sala fica um homem que, acabrunhado, se diz arrependido de atentar contra o casal e, afinal, contra o resto da família também.
E, então, aparece outra mulher gritando que - não pode ser! - porque ela os tinha envenenado para nunca recuperarem.
Os do grupo explicam-lhe então a diferença entre a Lei e as leis. E que, se ela podia forjar umas ao seu jeito, a outra não. Essa era universal e todos lhe obedeciam. Chamavam-na Lei Divina.
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Imagem retirada da net

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Disse  Pitágoras:  Não cometas nenhum acto vergonhoso nem na presença de outros nem em segredo. A tua primeira lei deve ser o respeito a ti mesmo !

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