Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 12 de Fevereiro de 2012

Além do horizonte…

lhos, olhar

Sistemas de subjugação

De cumplicidade e comparticipação

Olhos, olhar

De amor e euforia

De tontura e alegria

Olhos, olhar

De bem observar e interpretar

A realidade

Olhos, olhar

A vida

Segundo uma paleta de cores

Tão própria

Como apropriada à condição

De vida de cada um

Olhar então mais além

Além do horizonte…


publicado por eva às 00:32

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Sexta-feira, 18 de Junho de 2010

Romance

- final o que é o romance? É o amor entre dois entes?

- Para mim é amor e carinho pelo que nos rodeia. Por outra pessoa que afina seus ideais e interesses práticos num diapasão (muito) semelhante ao nosso, por outros a quem queremos incondicionalmente porque são carne da nossa carne e chamamos filhos, e por aí fora neste sentido das coisas.

- Ohhh! Só pensava de romance na acepção de duas pessoas que se querem bem.

- Também é – o romance inocente e lindíssimo entre dois seres que se amam reciprocamente e que extrai de cada um o mais maravilhoso amor que têm para dar.

- São vários os modos de interpretar as palavras que dizemos. Uns sentem-nas de um modo, outros doutro.

- Então o que mais interessa nisso tudo?

- Interessa a honestidade entre os seres, interessa a sua interpretação em igualdade de circunstâncias e ideais, interessa a compaixão.

- Mas cada um interpreta a seu modo tudo o que se diz…

- Vale sempre a comunhão de ideias, a comunicação e a evolução de cada um em si e em sociedade, ora a restrita ao meio familiar ora a sociedade alargada em todos os que se vão encontrando e que vamos seleccionando para mais próximos ou afastados de modo natural.

 


publicado por eva às 00:32

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Domingo, 28 de Fevereiro de 2010

Ambiências

s céus adquirem colorações tão variadas como as nossas emoções, como as nossas energias…

Tudo em nosso redor é energia, ondas e ondas de energias. Nós somos energia, energias várias.
Habitualmente imaginamos as energias colorindo-as desde o preto ao branco, e cada cor tem um significado especial para nós. Significado esse que pode ser diferente de pessoa para pessoa.
É assim que consideramos cores diferentes, e tonalidades também variadas, conforme a intensidade ou suavidade das virtudes, qualidades, emoções, etc.
É assim que vemos os ambientes por onde andamos, os que vamos enfrentar.
E é assim, também, que interpretamos o nosso futuro nos céus, conforme vamos passando por baixo deles e quando os observamos com essa finalidade.
- Afinal, é tudo subjectivo e de interpretação tão ampla quanto quisermos.
- Ou formos capazes de ser intérpretes – menos ou mais humildes em relação ao maravilhoso que nos transcende.
 

publicado por eva às 00:30

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Sábado, 21 de Novembro de 2009

Equilíbrios

Somos seres necessitados de sociabilização e, ao mesmo tempo, somos seres anti-sociais em recolhimento individual por opção própria.
Precisamos de encontrar o equilíbrio…
- Dos doces?
- Hã?
- Equilíbrio nos doces…
- Bem, podemos ir por aí… O equilíbrio dos doces ou da doçura nas nossas vidas. Somos todos criaturas de amor e doçura, das plantas aos animais, dos inanimados aos animados, aos indivíduos de todas as raças e culturas.
- E dos vingativos…
- A vingança antes do desejo de a ser, ou ter, é dor insuportável, consciente ou velada. Quantas vezes interpretamos, desejamos até o que não é mas o que nos parece que é, o que parece, com toda a certeza possível, e patente em todos os indícios que vamos encontrando. Tal como se esses indícios fossem semeados para nós os encontrarmos, ali mesmo à vista desarmada, para serem interpretados de modo igual ao que pensámos previamente e que nos objectivou essa mesma procura.
- A realidade muda assim?
- A interpretação que damos às coisas, geralmente, pré-existe nas nossas cabeças antes de as provarmos, ou confirmarmos por isto e por aquilo. Por isso cada um tem a realidade que merece, se interpretarmos esse merecimento em conformidade com os pré-requisitos dessa interpretação. Isto é, todos somos parciais nas interpretações a que somos levados, ou induzidos, pelo nosso carácter pessoal – por angústia, por orgulho, por distracção, ou afastamento ou isolamento ou por excessiva dedicação às coisas.
- Então somos o que escolhemos ser, conscientemente ou não?
- Somos o que podemos ser a cada instante e que podemos começar a alterar por nosso livre-arbítrio e, seguidamente, manter com a nossa força de vontade.

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Imagem retirada da net
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Disse Louise Nevelson: O que chamamos realidade é o consenso a que chegámos para podermos viver melhor !
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publicado por eva às 20:46

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Quinta-feira, 25 de Maio de 2006

Pareciam um barco de papel

25 de maio de 2006

Pareciam um barco de papel no lago.
Mas eram flores em base de jasmins na água prateada do mar.
Boiando, sem ondas, tranquilamente, afastavam-se da praia.
Na direcção do sol no horizonte.
Os reflexos da luz do sol iluminavam-nas. Transformavam-se os verdes e as cores variadas em tons azul celeste e prata.
A água era azul com rastros brancos, cheios de brilho pela acção do sol, agora mais alto.
Creio que poderia adormecer com esta imagem, na esperança de temperar os meus sonhos com esta luz.
Gostaria que esta luminosidade azulada e serena abrangesse o planeta. O mundo.
Traz significantes de paz, harmonia, integridade.
É isso! Faz que tudo, o todo diferenciado, seja unido.
Unificado numa só vontade - integridade.
Quantos valores poderiam ser ultrapassados. Outros procurados.

Descobertos, até, tornando-se imprescindíveis.
Atingir o ponto zero para recomeçar com escolhas mais pausadas.
Mais fortes e seguras de que, contra as tempestades, o caminho é a rota desenhada pelo próprio eu.
Um eu que emerge como um repuxo cristalino.
E a força de um sol na própria vida.

publicado por eva às 16:57

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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