Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 3 de Dezembro de 2012

Importa ser, sentir e viver

egressar, voltar

Ao ninho familiar

Aos lugares de nossa infância

Ou do tempo

Em que sentimos…

E recordamos…

Infâncias são o que são

Transtornos e pesares

Horrores e penas

Ou beatitude e felicidade

Brincadeiras e risos.

Infância ou madureza

Idade não importa

Importa ser

Sentir e viver

Realidade

Sem prejuízos

Felicidade alargada

Simples

Em harmonia estelar

Unidade cósmica.


publicado por eva às 00:37

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Domingo, 10 de Abril de 2011

Infância

- om dia, hoje!

- Estás a dar o bom dia a quem? Não está aqui ninguém…

- Estou a dar o bom dia ao dia, ora!

- Só mesmo uma criança… Vê se cresces!

- Pois sou, mas se calhar vejo melhor que tu.

- Talvez… Mas vamos lá saber porque dizes isso.

- Digo porque quero cumprimentar o dia, dar-lhe abraço e beijinhos, mas não consigo. Por isso digo bom dia ao dia.

- Mas porque cumprimentas o dia?

- Porque posso acordar e perceber que acordei, porque posso lavar-me e ficar perfumado com aqueles cheirinhos que compraste, porque posso comer e ir brincar com os meus amigos.

- Mas isso fazes tu sempre!

- Pois… mas vi na têvê que há meninos nos hospitais todos ligados em panos brancos e cheios de sangue, e outros que moram em montanhas feitas de lixo, e não de terra e flores como estas que vejo da nossa casa. Eles gostariam de um banho como o meu, não gostariam?

- Humm…

- Vês aquele ali? Era como os outros que vi, coitadinhos. Alguns não viam, outros não tinham uma ou as duas pernas e tinham que ficar sempre sentados ou arrastando pelo chão como o meu camião. Foi muito, muito triste. Por isso quero dar beijinhos nos dias em que posso mexer-me. E quero pedir ao Jesus que cuide deles, como cuida de mim.

- Já agora pede também para que não haja mais guerras, pela paz e bom entendimento dos adultos.

- Achas? Está bem. Sabes… eu sei que ele me ouve.

- Sabes?

- Sei!

 


publicado por eva às 00:37

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Terça-feira, 13 de Abril de 2010

Viver a vida

m dia destes passei por uma escola primária e ouvi os gritinhos e risos das crianças nas suas brincadeiras de recreio, ou intervalo, como agora se diz.

Pareceu-me uma eternidade o relembrar o tempo em que também fui assim.

Nem me parecia ser da minha vida, a minha infância pareceu-me irreal – completamente.

Depois horrorizei-me, pois como podia suceder tal coisa, se minha infância foi feliz e tão cheia de boas recordações?!

Mas continuava longe… longe…

A vida dá tanta volta, parece que pode destruir tudo o que melhor existe de nós.

Por outro lado, também se pode colocar a hipótese de ter sido eu a relaxar as boas lembranças, dirigindo a minha atenção para os problemas que vão surgindo e suas possíveis soluções…

Olhando para trás, não foi apenas na infância que aconteceram alegrias. Pela vida fora houve muitas ocasiões de felicidade.

E, ainda hoje, a felicidade me rodeia, sobretudo se lhe der forças para tal.

Por isso, talvez a infância e os outros tempos de felicidade tenham ficado longe porque não lhes dei atenção suficiente para os ter sempre à mão nas minhas memórias mais frequentes…

Talvez ainda consiga inverter a posição das coisas e pensar mais no melhor e menos no pior, ou no mais problemático, de cada dia...

Talvez consiga ainda dar mais força à felicidade do que ao resto que vai aparecendo…

Talvez a minha família mais íntima e eu mereçamos mais oportunidades de desfrutar, com toda a energia que lhe possa dar, a vida que temos.

Talvez possamos todos sorrir mais, gritar, mesmo, de alegria genuína.

Ou seja, ser capaz de manter a alegria simples da infância nas coisas simples e que estão em nosso redor.

Ser capaz de ver e sentir todas essas pequeninas coisas boas que perfazem igualmente a nossa vida.

- Ora, mas isso é viver a vida!

 


publicado por eva às 00:39

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Sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

Um Feliz 2010

 

Retornar a casa! Sonhos, carinhos, recordações de criança e juventude…
Primeira metade de uma vida que irá sempre influenciar a vida restante, a nível de intimidade de sentimentos e de sentires pelo que vem, para ser vivido a cada dia.
Abraços e despedidas, um último olhar para trás, já na estrada…
Alguém me disse um dia algo assim: mesmo a dormir, quando se aproximava da terra natal o coração começava a bater mais depressa e acabava por acordar.
Felizes os que têm tão boa lembrança da infância e tão boas referências de refúgio.
Outros, pelo contrário, têm que construí-lo e é aí, na casa de família que formaram, que está o seu próprio refúgio.
Porque é disso mesmo que se trata – ter um refúgio, um posto de segurança para partilhar tristezas e alegrias.
E todos precisamos sentir, também, um refúgio terreno.
 
Desejamos a todos que o novo ano de 2010 possa trazer um bom refúgio de amor e paz!

 

 


publicado por eva às 07:58

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Quarta-feira, 29 de Julho de 2009

Brincadeiras

- Se todos nos entreajudarmos vamos conseguir com certeza…
E todos deram as mãozitas e fizeram a rodinha do costume, cantarolando esta e outras canções, mais que sabidas e decoradas.
Decoradas a ponto de acordarem a cantar sozinhos.
Muitos, assim que acordavam, já davam pulos na cama enquanto os pais os iam vestindo, entre os pulos e os escorregas instantâneos pelo colchão e pela roupa da cama.
Viviam uma época feliz de suas vidas, da sua infância privilegiada.
Era Verão e o bom tempo reclamava brincadeiras ao ar livre.
- Ao ar livre? Hoje em dia essas brincadeiras não existem! Hoje são os jogos de consola e outros electrónicos do género – individuais e de jogar fechados em casa.
- É verdade, mas estes tinham outra sorte e outra iniciativa.
- Faziam desportos radicais para manter os valores de adrenalina?
- Não, brincavam simplesmente, como nós em criança.
- Na rua? Formando grupo nos becos sem saída?
- Que ideia! Pensa com simplicidade que, concordo, é mais difícil descortinar. Mas ainda existe e existirá sempre quem consiga passar entre os pingos da chuva sem se molhar.
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Imagem retirada da net
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Disse  Khalil Gibran:  Protegei-me da sabedoria que não chora, da filosofia que não ri e da grandeza que não se inclina perante as crianças !
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publicado por eva às 20:14

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Terça-feira, 3 de Março de 2009

Dia de aniversário

Hoje é um dia especial – é um dia de aniversário de pessoa querida.
Os dias de aniversário englobam nos parabéns, pelo menos, duas pessoas – a criança e a mãe.
Nas famílias mais felizes e organizadas englobam três, considerando o pai.
Noutras famílias, o pai pode nem sequer ser conhecido ou ele próprio pode não querer dar-se a conhecer.
Os primeiros dois estão sempre presentes e bem juntos um com o outro até esse momento de separação – o nascimento.
Depois, seguem-se os anos e os tais aniversários, com mais, ou menos festas e alegrias.
Muitos adultos, por opção, deixam de festejar o seu aniversário e alguns até conseguem passar o dia esquecidos do significado de tal data.
Porém, a data poderia ser recordada, mais que não fosse, por ser uma data agendada – o começo desta vida.
Uma data para parar e olhar regularmente para o percurso percorrido.
Afinal, o que foi feito na nossa vida?
Desde a infância e desde os nossos sonhos mais veementemente sonhados… Dos nossos desejos e ambições… Do que fizemos com sacrifício ou com toda a facilidade… Em que pessoa nos tornámos?
- Raramente no que gostaríamos…
- Seja sempre no melhor que soubemos ser a cada momento!

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Imagem retirada da net

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Disse  Fernando Pessoa:  Os sonhos são como a tradução para uma língua de coisas intraduzíveis de outra !

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publicado por eva às 00:23

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Quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

A persistência da memória

Ursinhos e desenhos infantis. São assim as coisas para bebés.
Cheias de bonecos alegres, sorridentes, às vezes com músicas suaves ou engraçadas e com toadas, ao mesmo tempo, dinâmicas.
Também se usam muito os sons de xilofone ou de harpa e essas melodias são lindas!
- Posso saber porque estás tão saudosa dessas coisas todas de bebés?
- Porque não entendo o que acontece a seguir?
- Então… a seguir crescem.
- Oh! Pois, isso é evidente. Quero dizer que não sei porque depois se usam, por exemplo, roupas tão escuras – os jovens até usam regularmente o preto. E a maioria das pessoas parece usar, a cada ano, roupas mais pesadas e escuras.
Quanto às músicas, passam para versos sem rima e, por vezes, sem música que se perceba mais que um ritmo.
E ouvem-se ritmos fortes que parecem batuques tribais e que podem ser misturados com sonoridades computorizadas.
- Resta então o jazz e melodias mais clássicas, temas de filmes, etc.
- Sim, mas desaparecem da vida quotidiana esses sininhos do xilofone e os toques alegres dessas músicas, tão saudosas.
- No Natal, algo lembra novamente essas musicalidades e tons alegres, agora para as festas.
- Sabes que mais? Gostaria que fosse sempre assim – cores alegres, rostos risonhos e a graça do carinho no ar. Nem percebo porque não pode ser assim.
- Hábitos, culturas e… lapsos de memória dessas doçuras.

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Imagem retirada da net

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Disse  Santo Agostinho:  Encerro também na memória os afectos da minha alma !
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publicado por eva às 00:25

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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2007

O tempo

23 de janeiro de 2007

- Mamã, sonhei com fadas cor-de-rosa e muitas flores...
- Agora não tenho tempo. Temos que sair já, já!
- Mas agora é que me lembro. Depois esqueço, mãezinha!
- Já te disse que agora não dá! Vamos depressa. Olha a chuva. Corre!
- Não quero correr mais!
- Ainda falta muito. Anda então mais devagar.
- Não quero ir! Quero voltar para casa e ficar quentinha na cama!
- Isso é o que todos queremos. Mas eu tenho de ir trabalhar e tu tens que ir para a escola. Pronto, diz lá o teu sonho!
- Não me lembro!
- Era de fadas... Olha, já chegámos. Então contas logo!
- Mas já me lembro, mamã!
- Mas agora já não dá outra vez. Bom dia! Aqui está ela! Até logo, querida!
- Porque choras?
- Queria só contar um sonho lindo que tive. A minha mãe era uma fada e queria fazer a surpresa de lhe dizer no fim. Mas nem me deixou começar...
- Talvez logo...
- Posso contar-te a ti?
- Não, agora vamos começar com um jogo. Já estão todos?
...
(Afinal que tempo tem o tempo, ou o tempo não tem tempo? Para que verdadeiramente importa o tempo, se o tempo é para nós - todos nós?)

publicado por eva às 14:56

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Sábado, 7 de Outubro de 2006

O Norte

7 de outubro de 2006

Futebol, guerras, vacinas, finanças e investimentos, publicidade a despropósito e mais notícias do país e do mundo.
No mesmo teor de desgraças de todo o tipo, mais as de origem natural: tufões, fogos, degelos, tempestades...
Estes são os resumos, cuidadosamente preparados, da nossa cultura, 2000 anos depois de Cristo.
Parece que a cada desafio de bem-estar se processa uma contra-resposta guerreira.
Pergunto-me se as pessoas perderam assim o norte das suas vidas, do seu rumo à felicidade.
Não será uma questão de religião, nem sequer de não-religião.
Será antes um menosprezar do respeito e dignidade do outro quanto a si próprio.
Quem não é digno de si não pode ser digno dos outros.
Quando se valorizam as violências, quaisquer que elas sejam, não se valorizam as possibilidades de felicidade e bem estar.
Tudo o que nos rodeia mostra poderes de renascer e de qualidades boas.
Desde os ciclos da natureza às crianças - tudo renasce e se desenvolve em plenitude.
Porque se esforça tanto o Homem por destruir o que tem de bom?
Todos somos potencialmente bons. Porque se esforçam tanto os adultos em renegar as suas responsabilidades? Pior ainda, em complicar e até denegrir, as suas vidas e as dos outros.
Talvez seja altura de envidar esforços para produzir o melhor de nós próprios e mostrarmos do que somos efectivamente capazes de fazer.
Das nossas vidas - para começar.
Deve haver algures uma criança naturalmente boa dentro de todos os adultos.
Só temos que a deixar falar e seguir as suas opções de simplicidade.
Gozar o dia à espera do próximo, sem ilusões nem planos difíceis a não ser a simplicidade de viver, digna de si mesma e harmonizando-se com os outros.
Cumprindo os seus deveres e sendo útil, pelos seus esforços e sorrisos, à comunidade onde se integra.
Isto tudo porque, ainda hoje, "o melhor do mundo são as crianças".

publicado por eva às 10:44

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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