Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 25 de Fevereiro de 2012

Má fortuna

- rros meus, má fortuna

- Fortuna? Pois se não tens nenhuma!

- Fortuna, aqui, quer dizer sorte. Não percebes nada disto, pois não?

- Essas literaturas cansam-me. Não servem para nada!

- Ignorância é o que é, mais as desculpas para ser ignorante!

- Não é preciso ofender. Só acho isso tudo uma baboseira pegada!

- Pois eu gosto, até me identifico com muitas personagens e suas histórias.

- Sonhos! A vida é para ser vivida em realidade, enfrentando, lutando…

- Lutando contra quem?

- Sei lá, quem ou o quê aparece para nos contrariar.

- Para contrariar o que achas justo, é isso?

- Pois, será, será!

- Mas, a justiça, afinal, o que é?

- Para mim é uma só, mas para outros não sei!

- Ora, pois…


publicado por eva às 00:35

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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2012

As emoções que projetamos

 importância das emoções que projetamos em nossa vida.

Para a família, pessoas e sociedade em que nos inserimos.

Para o trabalho, trajetos, enfim… as nossas emoções para o que vivemos têm uma importância capital.

As boas promovem os nossos projetos, as outras nada disso.

Lembrando experiências sobre a reação de plantas e água às nossas reações; na formação de cristais horrendos ou belos a propósito das tais emoções que atingem tudo em nosso redor…

Tenhamos cautela com as emoções que temos e as consequências que geramos, tantas vezes por ignorância ou relaxe.

Tenhamos educação firme sobre nossas emoções.

E saberemos promover nossas vidas, reconstruir conscientemente nosso presente e melhorar o futuro.

O futuro que se promove na projeção do presente, em cada instante.

Escolher sabedoria?

Escolher o melhor que conseguirmos para nós e para o todo de que somos parte integrante.

Importar para nós mesmos o melhor de nós, nas amargas situações como nas melhores.

Importarmo-nos será escolher sabedoria?

Talvez seja apenas e simplesmente - isso!!!!


publicado por eva às 00:49

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Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012

Bem supremo

upremo Bem

Imensa doçura

Beatífico amor

São palavras

São significados

Simplicidade

Ignorância também

Do alcance

Do valor desvalorizado

Palavras

Jogos de palavras

Sentimentos aturdidos

Ou um caminhar

Tão sereno quão seguro

Palavras novamente

Simplesmente

Ou significados

Que podem ser sobrevalorizados.


publicado por eva às 00:32

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Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2011

Fizemos prejuízos por arrogância e ignorância

omos violados de múltiplas maneiras

Sofremos atrocidades constantemente

Fizemos prejuízos por arrogância e ignorância muito antes

Podemos perdoar ou perpetuar círculos infelizes

Podemos ser dignos de nós mesmos e seguir

Seguir sempre…

E um dia seremos nós a luz de nós mesmos

Seremos luz na Luz de todos nós.


publicado por eva às 00:37

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Terça-feira, 29 de Novembro de 2011

Tudo passa ou tudo fica

udo passa ou tudo fica, depende da nossa vontade… - este é o tema para desenvolverem num trabalho.

- Isso é o que parece, pois às vezes queremos uma coisa e sai outra. A nossa vontade nem tem nada com isso.

- Bem, tem nos momentos de decisão mas não há dúvida que depois as coisas podem parecer e seguir uma orientação própria.

- Ora, até nas decisões! Quantas vezes queremos dizer uma coisa e sai outra, às vezes até oposta.

- Pronto! Então digam isso tudo, mas não esqueçam de justificar e até de exemplificar.

- Desculpa lá, mas afinal como se chama esta disciplina?

- Deixa ver… epistemologia de qualquer coisa…

- Vamos ver no quadro ali…

- A ignorância às vezes chateia, não é?

- Aqui não é ignorância, é mais falta de interesse, mas o homem até vai explicando alguma coisa e daí o querer saber de que disciplina se trata.

- Pois. Olha, acho que isso também é de vontade, não é?


publicado por eva às 00:31

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Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010

Nós e os outros

stamos de regresso! Onde? Aqui mesmo, não percebes? Ah! percebes mas não queres. Paciência!

O quê? Fugiu, foi embora? Como isso é possível?

Ah, eu afinal é que não percebi?!

Mas não percebi o quê?

O quê?! Não posso tratar os outros tão-somente como quero? Essa é boa!

O quê?! Cada um só recebe em conformidade com o seu adiantamento e não conforme eu quero?

Não sei o que é isso, só sei o que faço e vejo os resultados.

Ah, não? Nem todos os resultados são visíveis e o outro pode estar ali mas não estar verdadeiramente?

E como é isso? Hã, como todos os santos?

Apenas se sente o sofrimento que se pode e deve sentir por karma e não por minha vontade e capricho, mesmo que aparentemente tal me pareça?

E como é isso? Hã, outra vez, como todos os santos?

Mas afinal, neste jogo novo, quem engana quem? Ninguém? A Ignorância é que joga?

E essa… quem é, então?

 


publicado por eva às 00:45

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Sábado, 25 de Setembro de 2010

O entendimento entre os seres

- á cheiraste hoje o ar?

- …? Nem penses que me vou pôr de nariz no ar a fingir que sou cão.

- Já viste as folhas com as cores da terra?

- Pudera! Estão a ficar amareladas e secas.

- Já ouviste os passaritos pequenos a chilrear e já os viste a tentar voar? Já viste as novas borboletas e libelinhas que aí estão?

- E tu, já viste o ataque de formigas a tudo o que pode ser-lhes útil para o Inverno?

- Claro que sim, por isso falei-lhes e expliquei-lhes que no campo sim, mas na minha casa preciso de higiene e vou ter que pôr insecticida amanhã. Têm um dia para fugir.

- Hã?

- O entendimento entre os seres é superior, oh! muito superior ao que estás a pensar neste momento. Só tens que te predispor e aceitar estes dados como realidade, ou então, vai verificar por ti mesmo, com toda honestidade e vontade de encontrar esta realidade que escapa a ti e a muitos que tamponam a própria sensibilidade.

- Sensibilidade?

- A bem da sociedade e para não serem alcunhados de loucos, ou fantasistas, muitas pessoas recusam-se a sentir a natureza, ou o mundo inteiro que os rodeia e do qual podemos fazer parte assim que estivermos dispostos a isso.

- Então que dizes dos fogos, etc. etc.?

- Digo que o mal é a ignorância do bem e uma vida relaxada pode ser simplesmente preguiça.

- Ohhh!

 


publicado por eva às 00:32

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Terça-feira, 13 de Julho de 2010

A última palavra

- oje é dia de passeio!

- Não, não – hoje é dia de ir passear!

- …? Não é a mesma coisa?

- Não exactamente, porque uma disseste tu e a outra frase disse eu.

- Ahh! Pois, não tinha pensado nisso assim.

- Mas isso é extremamente importante!

- Sem dúvida! Há quem necessite ter a última palavra, seja em que assunto for, seja como for.

- Pois é isso mesmo que importa.

- Mas todos temos falhas, todos somos imperfeitos, todos gostaríamos de ter dito e feito de outro modo, de modo melhor. Isto é que é a generalidade, a maioria…

- Eu não! Já sei muitas coisas, já estive em sítios muito sabedores destas coisas da vida e doutras que a vida tem. Sei muito bem o que faço e porque o faço.

- Parabéns para ti. Eu então, a cada vez que aprendo algo, parece que ainda sou mais ignorante do que a mim própria pareceria nos minutos antecedentes…

- Sabes porquê?

- Pois não!

- Eu digo-te: porque és exigente demais para aquilo que és capaz e porque duvidas de ti mesma. Quando tiveres, como eu, a certeza de que aquilo que fazes é para bem dos outros já não passas por nada disso.

- Para bem dos outros? Isso faria de mim um juiz dos outros, do que eles querem e do que são.

- Nada disso. Se és melhor só podes pensar e fazer melhor que eles.

- Ninguém é perfeito nem tem o direito de julgar ninguém.

- Ah! Só temos deveres, não? Quem é superior assim o é – mais nada!

- Quem deveras é superior não julga ninguém e tenta ser o melhor de si mesmo a cada momento, seguindo o caminho recto que traça para si a cada instante do seu caminho.

- Agora!! Quem pode, trata dos outros como acha que eles devem ser tratados.

- Bem, cada um vê o que pode…

- Adeus! (como vês, a última palavra é a minha!) … Hei? Onde estás? Como te atreveste a ir embora antes de eu acabar de falar? Heeei???!

 


publicado por eva às 00:36

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Domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Brilhos

abituamo-nos desde pequenos à higiene, tanto em nós como nos outros e nos lugares que passamos a frequentar, ou não, conforme a diferença de limpeza que apresentam.

A higiene faz, pois, parte integrante do nosso dia-a-dia. Por preceitos de higiene limpamos o nosso quarto, a nossa casa, o carro, o equipamento que usamos para os mais diversos trabalhos. As casas de banho, desde os sanitários à banheira, devem, para a maioria de nós, apresentar-se impecáveis, em termos de limpeza.

Tudo isto são hábitos modernos e tem a ver com o progresso da humanidade. No entanto, muitos lugares há em que esses preceitos nem um sonho chegam a ser, porque a ignorância destas necessidades é completa.

E aqui entramos no campo da ignorância – o que é para nós a ignorância?

- É escuridão da mente…

- É a despreocupação e felicidade antes da atrapalhação do conhecimento de algo…

- É…

- Pois é isso tudo, ou seja, é o relaxe e o erro contínuo antes da clareza mental sobre os assuntos – sejam estes de que índole sejam. Temos sempre ignorância desta ou daquela matéria, porque não conseguimos abarcar tudo o que já se conhece em todas as áreas científicas conjugando esses estudos com os afazeres e responsabilidades que vamos assumindo.

- Mas há quem tenha um conhecimento enciclopédico…

- Há, mas nem sempre esse saber é aplicado. Fica, em teoria, armazenado na memória. E portanto, não tem qualidade prática, é um desbobinar contínuo sobre temas variados. Contudo a especialização, em alto grau, sobre determinada área do conhecimento implica, geralmente, a necessidade desse conhecimento para o pôr em prática no trabalho diário.

- Ou seja, o saber não ocupa lugar.

- Não ocupa lugar e sem dúvida que amplia a capacidade mental, dando uma luz e brilho especiais ao intelecto... e ao ser.

 

 


publicado por eva às 00:35

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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

Medos e pavores

  ignorância traz felicidade! – era uma frase feita num regime político que o tempo vai dando ao esquecimento.

Aliás esta frase tinha derivações tais como as mulheres não deverem instruir-se porque isso acarretaria a sua infelicidade e, logo, a da sua família que influenciavam no seu dever de lhes ministrar a educação.
De qualquer modo, ou por regime político ou pela índole de cada um, este tipo de afirmações e outras que tais, acarreta medos.
E o medo pode facilmente conduzir ao pavor.
Hoje, a cada dia, apercebemo-nos da quantidade de medos que todos temos e guardamos bem íntimos, porque até de os mostrar temos medo.
Muitos aparecem nos pesadelos ao dormir, outros são registados como traumas mal resolvidos, etc.
A realidade indica que tem que ser o próprio a resolver essas situações de aprisionamento mental e que não há dinheiro, nem amizades bem colocadas socialmente, nem hipnoses, regressões ou futurologia que os consigam tratar completamente ou os solucionem.
Fazendo nascer a paciência, o amor e a paz consigo mesmo e com os outros, encontra-se o caminho para essa jornada de felicidade.
- Os tratamentos, relaxes, e toda a parafernália que há por aí não resolvem nada?
- Dão esperanças e podem ajudar a começar essa tarefa hercúlea, mas não são nem a tarefa nem a conclusão.
- São a porta de entrada para o problema?
- São uma janela de oxigénio para destacar o problema que há para resolver.
- Então, como sempre, os mais bem da sociedade conseguem melhor que os desfavorecidos…
- A solução de medos e pavores mentais dependem do próprio e, por vezes, os mais desfavorecidos encontram mais facilmente o amor e a abnegação necessária para o conseguir, até porque já não têm mais nada a perder com as suas atitudes.
 

 


publicado por eva às 00:36

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