Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quarta-feira, 27 de Abril de 2011

Alquimia do Universo

á reparaste que os humanos aprenderam a cantar ao querer imitar os pássaros e
seus chilreios?

E que a maior parte dos empreendimentos do homem tem a mesma relação, isto é,
pretendem ser imitações do que já existia na natureza, noutros seres?

Ao querer voar, nadar e navegar para outras terras. Ao querer correr e saltar, etc.
etc.

Sim, pois, muitas das actividades têm a ver com a sobrevivência, é claro.

Mas também com a vontade de imitar e superar tudo o que vê.

Tal é causa do seu progresso, como também é causa do transtorno das guerras,
superioridades militares, etc.

Na procura de viver saudável inventa curas para as doenças e em simultâneo inventa
alimentos mais ou menos esquisitos.

O homem ainda hoje é um alquimista do universo.

O homem ainda hoje não percebeu que o ouro ou o cristal do alquimista é tão
apenas o dom de amar e de tudo alterar, promovendo o progresso e melhorando,
com o amor infinito, a sua própria paz e apaziguamento de pensares e atitudes.

O homem também há-de perceber como chegar a ser um homem em paz.

- Olha, vamos em paz beber um sumo, que estou cheia de sede. E vamos desfrutar da
boa paisagem que este país tem a cada recanto, a cada curva da estrada, a cada
esquina das casas. Gosto de aproveitar enquanto posso caminhar, ver, ouvir…

 


publicado por eva às 00:38

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Quarta-feira, 17 de Março de 2010

Tudo se interliga

ons e conversas. Olhares e visões coloridas.

Estamos num mundo a cores.
De cores e vida palpitante por todo o lado.
Às vezes ocorrem catástrofes da natureza maior, outras vezes ocorrem destruições do homem menor.
O verde da natureza que soçobra, o verde esmeraldino que transmite esperança.
Todos nos relacionamos, tudo se interliga.
Vivemos em várias dimensões, somos o que pensamos, o que fazemos e produzimos.
Somos responsáveis por séculos e séculos de vivência, seja em grupo alargado ou familiar, seja individualmente ou ambientalmente.
Recolhemos os resultados de tudo o que semeamos, das acções, das palavras, pensamentos e desejos.
Observando o céu, tudo em nosso redor, olhando a força da luz do Sol, antevendo o cosmos – afinal, somos o que apenas ainda somos…
 

publicado por eva às 00:31

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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Afinal, quem somos nós?

Afinal, que lugar ocupamos no espaço? Que é a matéria? Quem somos nós? Que tempo universal é o nosso?
- Afinal existe, ou não existe, tempo e espaço?
- Não há absolutismos desses, tudo é relativo e conjuntural. Nós somos uma parcela ínfima que mantém todas as características do cosmos onde existe o planeta Terra.
- Então somos uma… hã… amostra?
- Mantemos as características sublimes de tudo o que sentimos e fazemos num estado por vezes mínimo de evolução, outras vezes num grau muito adiantado de progresso. Isto é, temos em nós uma essência divina que nos permite, através da consciência, escolher o rumo certo para as nossas emoções e forças.
- Então porque há tanta crueldade e martírio entre as pessoas? Porque desfaz o homem a natureza, precisamente a que tudo tem para o salvar, desde o oxigénio aos produtos que curam todas as doenças que o sobrecarregam?
- Porque se acha o homem um ser superior? Porque pensa e raciocina? Porque tem caprichos emotivos e destruidores de tudo o que possa embaraçar a satisfação desses caprichos, ou desejos, e que julga imprescindíveis para sua felicidade? Qual será a resposta a estas questões? Simples capacidade de lucidez de si mesmo?
- Continuamos nas incógnitas sem conseguir respostas?
- Continuamos observando seres e acontecimentos maravilhosos no meio de outros… e esses são a prova que é possível sermos cada vez mais brilhantes em nós próprios, para nós mesmos e para os outros.
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René Magritte - A condição humana
Imagem retirada da net
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Disse  William Hazlitt:  O homem é o único animal que ri e chora, porque é o único que se impressiona com a diferença que há entre o que é e o que devia ser !
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publicado por eva às 00:33

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Domingo, 15 de Março de 2009

Karl-Heinz Ohlig # Religião (O tema do trabalho)

Uma outra imagem assumida do mundo dos seres humanos e aplicada à obra da Criação dos deuses é a do seu trabalho.
Nós plantamos, regamos e cuidamos dos campos, cozemos tijolos e construímos cidades com eles, tal como criamos algo artístico no artesanato. Os deuses também trabalham.
Enki, o deus sumério, encheu os canais e os poços com água, criando, assim, terra arável (mito de Dilmun); Marduk, o deus criador da Babilónia, edificou ele próprio terraços, deslocou tijolos e construiu cidades, segundo um mito posterior; formou o ser humano a partir do sangue do deus Kingu, que cometeu uma falta, sendo, por isso, morto. Os restantes deuses construíram uma enorme torre num templo, para Marduk habitar, transportando e colocando os tijolos durante um ano.
Um hino dos tempos do Novo Reino diz que o deus egípcio Ptah «construiu ele próprio o seu corpo», tendo feito também tudo o resto:

«Tu formaste a Terra…
Tu, o teu próprio Chnum!» [o deus oleiro - nota do autor].
Um texto da cidade de Esna (Latopolis), no qual o deus da cidade, Chnum, se funde com o deus do Sol, Rá, louva o criador, dizendo:

«Ele estendeu a Terra a partir do seu fundamento…
Escultor dos escultores…
Chnum, que fez os deuses Chnum,
Com mão forte, incansavelmente,
De modo que não há trabalho que se faça sem ele.
Ele fez as cidades, separou as paisagens…
Criou os seres humanos no torno de oleiro…
Tu és o mestre do torno de oleiro, que gosta de Criar no torno.»

No segundo relato da Criação, no Antigo Testamento, Javé também trabalha como um oleiro e agricultor: «Então, o Senhor Deus formou o ser humano do pó da terra… Depois, o Senhor Deus plantou um jardim no Éden, a oriente» (Génesis 2, 7-8).
Depois, providenciou a rega (Génesis 2,10-14) e formou a mulher a partir de uma costela de Adão (Génesis 2, 21-22).
Estes exemplos deveriam ser suficientes para mostrar que, de acordo com a compreensão das culturas superiores primitivas, a ordem só surgiu através do trabalho; sem este, tudo permanece e tudo regressa ao caos total.

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in "Religião"
de Karl-Heinz Ohlig
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Disse  Karl-Heinz Ohlig:   É bom que existam muitas religiões diferentes; ninguém quer substituir a diversidade das flores por uma única, mesmo que seja muito bela !
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publicado por eva às 00:25

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Domingo, 7 de Dezembro de 2008

Nikos Kazantzaki # Como conheci Alexis Zorba (continuação)

Um dia recebi este telegrama: «Descoberta uma bela pedra de cor verde, presença imediata indispensável. - ZORBA.»
Começava a ouvir-se ao longe o ribombar da trovoada que se tinha desencadeado sobre a terra: a Segunda Guerra Mundial.
Milhões de homens estremeciam com a ameaça da fome, do massacre e da loucura. Todos os demónios do homem tinham despertado e estavam sedentos de sangue.
Foi durante esses dias envenenados que recebi o telegrama de Zorba. A princípio fiquei enfurecido: o mundo está em convulsão, a vida e a honra dos homens estão em perigo, e eis que uma pessoa recebe um telegrama a dizer para partir, fazer mais de mil milhas para ir ver uma bela pedra verde! Maldita seja a beleza, disse para mim, que não tem coração e não se importa com o sofrimento do homem!
Mas depois surgiu o espanto: a cólera tinha-se dissipado e apercebia-me com terror que esse grito desumano de Zorba respondia a um outro grito desumano que eu trazia em mim. Uma selvagem ave de rapina pôs-se a bater as asas no meu íntimo, preparando-se para lançar voo. Todavia, não parti; uma vez mais não tive coragem. Não parti, não segui o grito divino, o grito da besta selvagem que eu ouvia em mim, e não levei a cabo essa acção pobre e absurda. Seguindo a voz humana e glacial da razão, agarrei na caneta e escrevi a Zorba uma carta na qual eu lhe explicava que...
Ele respondeu-me: «Desculpa-me, patrão, mas não passas dum reles escriba. Podias ter visto, meu pobre infeliz, uma vez na tua vida uma bela pedra verde e não a viste. Louvado Deus, às vezes, quando não tenho que fazer, começo a perguntar a mim próprio: «Haverá ou não haverá Inferno?» Mas ontem, ao receber a tua carta, pensei: «Claro que tem de haver Inferno, senão para onde iriam certos reles escribas que eu conheço?» Passaram anos. Longos e terríveis anos, em que me parecia que o tempo tinha perdido a cabeça e andava à rédea solta, as fronteiras geográficas se haviam posto a rodopiar e os Estados alargavam e encolhiam como acordeões. Eu e Zorba tínhamo-nos perdido de vista, no meio da tormenta; só de tempos a tempos recebia um breve postal dele, expedido da Sérvia: «Continuo ainda vivo, mas como aqui faz um frio dos diabos fui obrigado a casar-me. Vira o postal para conheceres o seu palmo de cara;
bem giro, não achas? Ela tem a barriga já um tanto inchada porque anda a preparar-se para me dar um Zorbazinho. Chama-se Liuba. O casaco que eu tenho vestido, com uma gola de raposa, vem do dote da minha mulher; trouxe-me também uma porca com sete leitõezinhos. Que família! Beijo-te afectuosamente.
Alexis Zorba, ex-viúvo.» Uma outra vez enviou-me da Sérvia um barrete montenegrino bordado e com uma campainha de prata pendurada no penacho.
«Põe-no na cabeça quando escreves as tuas balelas, patrão; eu trago um igual enquanto trabalho. As pessoas, quando me vêem assim, põem-se a rir e perguntam-me: Tu és doido, Zorba; porque é que trazes essa campainha pendurada no barrete?» Mas eu sorrio e não lhes respondo. Só nós dois, patrão, é que sabemos a razão por que trazemos a campainha no barrete.»
No entanto, tinha-me agarrado novamente aos papéis e à caneta; conhecera Zorba tarde de mais, já não havia salvação para mim: havia-me tornado um reles escriba para sempre.
……………………………………………………………..
Os chineses usam uma estranha praga: «Maldito sejas tu e possas nascer numa época importante.» Nós nascemos numa época importante, plena de tentativas transformadoras, de aventuras e de conflitos. E esses conflitos não opõem, como antigamente, as virtudes aos vícios, mas – o que é muito mais trágico – as próprias virtudes entre si. As antigas virtudes, reconhecidas até agora, começam a perder a sua força; já não conseguem responder às exigências religiosas, morais, espirituais, sociais da alma contemporânea. Dir-se-ia que a alma do homem cresceu e já não consegue suportar os antigos moldes.
Nas entranhas da nossa época, nas entranhas de todo o homem adaptado à nossa época, rebentou, conscientemente ou não, uma guerra civil impiedosa, entre os antigos mitos, outrora todos-poderosos, e os novos mitos que tentam, num esforço ainda inábil e mal coordenado, governar as nossas almas.
Essa a razão por que todo o homem consciente dos nossos dias se sente atormentado pelo destino dramático do seu tempo.
……………………………………………………………………..
Mas mais ainda que as angústias, o que simultâneamente me atormentava e fascinava, cujo rosto eu pretendia fixar, eram as grandes esperanças, vagas ainda e que tinham mudado de posição – as que nos fazem permanecer ainda de pé, olhando em frente com confiança, para lá da tormenta, o destino do homem.
A inquietação que me agitava não era propriamente a do homem actual, que se decompõe, mas sobretudo a do homem futuro, que está em vias de se formar e de nascer. Acreditava que se o criador dos nossos dias consegue exprimir rigorosamente os pressentimentos mais profundos que descobre dentro dele, poderá ajudar a fazer nascer, um pouco mais cedo, um pouco mais perfeitamente, o homem futuro.
Adivinhava, duma forma cada vez mais evidente, a responsabilidade do Criador. A realidade, pensava eu, não existe definitiva e acabada, independentemente de nós; cria-se com a colaboração do homem, é proporcional ao valor do homem. Se nós ao escrevermos ou ao agirmos conseguimos abrir o leito dum rio, a realidade pode passar por aí, mas se não interviermos, então é certo que a mesma realidade jamais se servirá dele. É certo que não somos nós, criadores, que arcamos com toda a responsabilidade, mas não há dúvidas que dela nos cabe grande parte. Em outras épocas, equilibradas, a profissão de escritor pôde ser um jogo; mas hoje é uma pesada tarefa e o seu objectivo não é divertir o espírito com romances cor-de-rosa, levando-o ao esquecimento: o seu objectivo, hoje, é o de proclamar a mobilização de todas as forças luminosas que sobrevivem ainda na nossa época de transição e de levar o homem a superar, tanto quanto puder, a besta.
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in "Carta a Greco"
de Nikos Kazantzaki

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Disse  Nikos Kazantzaki:  O homem é capaz e tem o dever de chegar ao fim do caminho que escolheu !
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publicado por eva às 00:33

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Sábado, 8 de Julho de 2006

As duas metades

8 de julho de 2006

Homens e mulheres sempre em disputa que parece eterna.
Ora são os homens que se julgam superiores, ora são as mulheres.
Os cientistas parecem ir ao sabor das modas nos seus apontamentos e conclusões. Tudo provado e comprovado científicamente.
Mas quando temos filhos e filhas, tudo muda.
Os contextos, as ideias e até as conclusões passam imediatamente ao estatuto de igualdade.
Afinal é uma questão de genes masculinos e femininos ou de hereditariedade familiar. Que dizer então dessas diferenças que se transformam em semelhanças?
Isto para não falar nas ligações de simpatia entre pais e filhas ou entre mães e filhos.
Que dizem os cientistas se lhes faltarem as teorias freudianas. Não sobra muito.
Mais razoavel, talvez até mais linear (no sentido de correcção), será considerar um todo que se completa em igualdade circunstancial.
Homens e mulheres iguais em direito à felicidade juntos e um do outro.
Iguais no direito ao amor, à paz, à perfeição.
Iguais nas suas metades da unidade de um ser completo.
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publicado por eva às 18:51

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