Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

Simplicidades

- odes dar-me um copo de água?

- Água? Não queres um sumo?

- Vais tomar o quê?

- Eu vou agora fazer um cafezinho para mim. Queres um?

- Não. Preferia água.

- Aqui tens. Porque gostas tanto de água?

- Porque sabe bem, tira-me mesmo a sede e não deixa sabor algum na boca. Tudo o demais deixa um travo a qualquer coisa – doce, amargo…

- Como o sumo e o café, não é?

- Exactamente. Prefiro a água, mas às vezes tenho problemas em pedir um copo de água num café ou restaurante, mas a questão é que não bebo toda uma garrafa, mesmo das pequenas.

- Levas o resto.

- Mas quero ter as mãos livres de garrafas, etc. Poderia ser simplesmente – um copo de água.

- Isso – já foi! Agora é uma garrafa de água por questões de higiene, etc.

- Etc. e tal… isso sim!

- Seja como for, vivemos agora e os costumes são estes. Passar os dias em lamentos, ou rabugices, só estragam os dias que poderiam ser alegres e despreocupados. Tenta arranjar espaço mental para as novidades e para o que não queres, senão os dias são um suplício.

- Ou seja, não há outra atitude positiva a não ser tentar, tentar sempre…

 


publicado por eva às 20:29

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Domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Brilhos

abituamo-nos desde pequenos à higiene, tanto em nós como nos outros e nos lugares que passamos a frequentar, ou não, conforme a diferença de limpeza que apresentam.

A higiene faz, pois, parte integrante do nosso dia-a-dia. Por preceitos de higiene limpamos o nosso quarto, a nossa casa, o carro, o equipamento que usamos para os mais diversos trabalhos. As casas de banho, desde os sanitários à banheira, devem, para a maioria de nós, apresentar-se impecáveis, em termos de limpeza.

Tudo isto são hábitos modernos e tem a ver com o progresso da humanidade. No entanto, muitos lugares há em que esses preceitos nem um sonho chegam a ser, porque a ignorância destas necessidades é completa.

E aqui entramos no campo da ignorância – o que é para nós a ignorância?

- É escuridão da mente…

- É a despreocupação e felicidade antes da atrapalhação do conhecimento de algo…

- É…

- Pois é isso tudo, ou seja, é o relaxe e o erro contínuo antes da clareza mental sobre os assuntos – sejam estes de que índole sejam. Temos sempre ignorância desta ou daquela matéria, porque não conseguimos abarcar tudo o que já se conhece em todas as áreas científicas conjugando esses estudos com os afazeres e responsabilidades que vamos assumindo.

- Mas há quem tenha um conhecimento enciclopédico…

- Há, mas nem sempre esse saber é aplicado. Fica, em teoria, armazenado na memória. E portanto, não tem qualidade prática, é um desbobinar contínuo sobre temas variados. Contudo a especialização, em alto grau, sobre determinada área do conhecimento implica, geralmente, a necessidade desse conhecimento para o pôr em prática no trabalho diário.

- Ou seja, o saber não ocupa lugar.

- Não ocupa lugar e sem dúvida que amplia a capacidade mental, dando uma luz e brilho especiais ao intelecto... e ao ser.

 

 


publicado por eva às 00:35

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Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

Antes lavava-se e varria-se

 ivemos em tempos de higiene e limpeza com cariz de desinfecção.

Antes lavava-se e varria-se, depois encerou-se e envernizou-se, hoje desinfecta-se tudo e todos.
São atitudes e espelho de épocas, da defraudação ambiental e do conhecimento mais alargado do que nos rodeia.
A lixívia, o álcool, seus compostos e derivados têm lugar de excelência nas nossas casas e nas prateleiras comerciais.
São tempos em que abundância de meios vão dando lugar à simplicidade prática de formas, a novas substâncias e materiais que mantêm a higiene, ou promovem a facilidade da limpeza constante.
- Não vamos ficar paranóicos como aqueles que, logo pela manhã, passam tudo a álcool nas mesas de trabalho, por onde andam, etc., não é?
- Pois não, paranóia é extremismo e desequilíbrio, mas a sensatez dá sempre jeito. E o conhecimento atempado das coisas também.
- Pois, até porque se diz, desde sempre, que ao menino e ao borracho põe-lhes Deus a mão por baixo, verdade?
- Pois, pois… Sensatez é muito útil em qualquer circunstância.
 

publicado por eva às 00:39

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Sábado, 25 de Julho de 2009

Pandemia

Pandemia – há palavras, mais ou menos novas e que são geradas para melhor designarem as situações mais específicas.
Esta palavra está a ser reutilizada em virtude da previsão sobre o alastramento do novo surto de gripe.
Os conselhos de higiene são os mesmos da hepatite e são os que sempre deveriam ser respeitados individualmente como preceitos de higiene individual e social.
Nestas relações de dignidade e respeito mútuos a higiene surge com a predominância esperada.
Porém, os que se dedicam a estudos espiritualistas garantem que cada um tem na vida e na morte aquilo a que acordou sobre si próprio antes de reencarnar. E que esse conjunto de situações pode ser constantemente alterado, ou melhorado, por mérito.
Por outras palavras cada um tem na vida aquilo que merece!
Se assim é, não há nada a temer porque já está tudo predito.
No entanto, ser limpo dá boa aparência e, pelo menos essa, depende – na maior parte dos casos – do próprio com toda a facilidade.
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Imagem retirada da net
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Disse  Josh Billings:  Há muitas pessoas no mundo que passam tanto tempo a cuidar da saúde que nem têm tempo para a apreciar !
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publicado por eva às 23:52

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Quarta-feira, 21 de Junho de 2006

A estrada

21 de junho de 2006

Uma escada escura e algo suja.
Uma porta com vidro, em sistema de guarda-vento, dá acesso a um hall.
As paredes outrora brancas estão cinza encardida do tempo.
Um balcão de recepção e algumas cadeiras de madeira.
Lembra a época da 2ª Grande Guerra e posterior.
Tudo modesto e vazio.
Vou ter a uma sala cheia, mesmo a abarrotar, de crianças pequenas. Não têm mais de 5 a 7 anos.
Ao fundo, junto às janelas (há várias) estão camas-berço e bebés a dormir.
Todos estão com blusa e saia/calção cinza claro. Os bebés em camisa, da mesma cor.
As crianças parecem esperar - não percebo o quê.
Abro a porta e ficam espantadas a olhar para mim. Completamente paralisadas.
Começo a lavá-las em pequenas tinas de água e a vestir-lhes roupas brancas e perfumadas.
Bem penteados e arranjados, pego nos bebés ao colo e dou bolinhos de manteiga às crianças.
Saímos todos. A estrada é larga e a subida íngreme.
Chegamos a um portão enorme que se abre mal nos aproximamos.
Entram todos e ficam num largo, com chafariz ao meio.
Os mais velhos levam agora os bebés.
O céu que os ilumina agora é rosa.
O chão tem estrelas que não se deixam agarrar.
Na antiga sala, uma mulher abre a porta.
Só pétalas brancas no chão.
Grita pelo que não entende.
Sai a correr.
Sózinha.

publicado por eva às 22:15

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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