Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Terça-feira, 10 de Novembro de 2009

Da vida

O que é a vida?
Por que vamos todos os dias fazendo as mesmas coisas?
Por que nos agastamos com as que nos correm mal e nos agradamos com as que nos correm de feição? – De feição com os nossos quereres!
Por que nos interessamos tanto por alguns assuntos e nada por outros?
Por que somos assim, como somos?
Por quê toda esta divergência de opiniões, algumas das quais parecem incríveis?
- Todas as perguntas têm a mesma resposta.
- Não pode ser…
- Estamos na vida como numa estrada – para atingir um, ou muitos objectivos, que nada têm a ver com o que queremos mas têm relação com o nosso progresso espiritual.
- Hã?
- Todos tendemos para a perfeição, essa perfeição que alguns idolatram em Deus, ou em Santos, Gurus, Profetas, etc. – aqueles que demonstraram ser pessoas em tudo semelhantes a nós, mas com uma capacidade íntima digna de tal admiração que os julgamos santos, ou muito superiores à maioria vulgar. Essa perfeição é a que alguns sonham atingir um dia e outros nem sequer a crêem possível para si.
- Então todos vivemos para nos instruirmos, como se fosse um curso a tirar?
- Com exames e em tudo, efectivamente, semelhante a um curso. Não um curso de boas maneiras e de alta ciência, mas um curso em que a benevolência, o carinho e a dignidade, a ter em nós e pelos outros, sejam os objectivos e a matéria de um exame.
- E depois?
- Depois saberemos viver de outro modo, em que as questões de evolução espiritual sejam a energia que nos impulsiona para nos ultrapassarmos constantemente, projectando-nos em energias beatíficas em expansão progressiva.

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Salvador Dali - Gala e o Angelus de Millet
Imagem retirada da net
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Disse  Johann Goethe:  As nossas opiniões são apenas suplementos da nossa existência !
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publicado por eva às 00:23

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Quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Coisas simples da vida

Um gato listado está sentado no bando de jardim.
É sempre o mesmo gato e o mesmo banco.
Quando nos vemos, ainda ao longe, ele começa a miar e a olhar para nós, mas não se mexe.
Assim que chegamos perto, salta do banco e vai rebolando na relva à espera das festas habituais.
Todos lhe damos uma dose de festinhas e, então, ele segue o seu caminho.
Mas vai miando e olhando para trás, para nós.
Mais à frente pára e senta-se outra vez à espera.
E a cena vai-se repetindo até irmos, mesmo, embora dali.
Na semana seguinte volta a repetir-se a cena.
- E que tenho eu com isso?
- Absolutamente nada, é conversa ao vento. Apenas apeteceu partilhar esse acontecimento contigo. Achei piada ao gato do jardim.
- Eu não acho piada a nada disso, nem a gatos.
- És sisuda, é o que és. Acho que estes pormenores são coisas boas da vida; são simples e alegram os dias vulgares…
- Mas se já se está a instalar uma rotina?
- Ora, és sisuda e triste!

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S. S. tripathi
Imagem retirada da net

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Disse  Johann Goethe:  A alegria não está nas coisas, está em nós !

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publicado por eva às 00:47

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Sexta-feira, 5 de Dezembro de 2008

Grupos

Os medleys são agradáveis e, por vezes, tornam-se até provocantes nas inesperadas melodias que agrupam.
Quem os sabe tocar, ou cantar, pode levar um público do marasmo ao entusiasmo.
O público tanto é super exigente como facilmente conduzido e os artistas aprendem a lidar e a trabalhar com tudo o que o público representa para eles.
O público, como os meios de comunicação, tem a capacidade de mandar na vida pessoal de alguns que não saibam aguentar as pressões sociais.
Porém, mesmo sem qualquer destas condições, há muita gente que não consegue viver de modo independente.
São vidas em grupo e que funcionam bem enquanto estão em grupo. Isoladamente – não são nada!
- Acho que sou assim, porque gosto imenso de sair e de ter amigos para jantar, conversar ou passar os dias. Isso é mau?
- Nem bom nem mau, é um estilo de vida social e amigável que convém ser alicerçado com um pouco de individualismo.

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Imagem retirada da net


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Disse  Johann Goethe:  Só sabemos com exactidão quando sabemos pouco !
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publicado por eva às 00:24

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Sábado, 1 de Novembro de 2008

Ser de bem

Azuis e amarelos. Os amarelos são para as estrelas.
E pronto! Está o emblema feito.
A mania dos emblemas permanece geração após geração.
Sempre a necessidade de distinguir.
Sempre a necessidade de acautelar as qualidades versus os defeitos-problemas.
Como se tudo se resumisse apenas a um distintivo.
Os maiores problemas estão precisamente no «lobos com pele de cordeiro» que as sociedades tão bem protegem.
Quem tem boas qualidades é pessoa mais evoluída ou elevada – seja ainda criança ou seja adulto. E a sua vida será sempre um bom exemplo a seguir, seja apenas no restrito meio familiar, que o conhece, ou seja tema de notícia internacional.
Quem é bom não precisa de nada nem de ninguém que o aponte ou diferencie.
É sempre um brilho no meio da escuridão, como se fosse uma pedra preciosa.
Como se fosse transparente para o mundo que o rodeia.
Ser ignorado ou reconhecido – tanto lhe faz.
Aos outros é que poderá fazer alguma diferença: se o ignoram ou se o tentam imitar.
O bem sente-se, seja onde for ou como for.
E quem é de bem, é igualmente sentido – por qualquer um.
O bem sente-se!

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Maria João Brito de Sousa - Guardadores de Luas
Imagem retirada da net

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Disse  Goethe:  Uma vida inútil é apenas uma morte prematura !
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publicado por eva às 00:30

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Quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

Machos e fêmeas

- Olha ali, aqueles homens e mulheres.
- Que têm? São os casais que costumam estar ali, nessas mesas. Estão a conversar…
- Olha com mais atenção. Que vês?
- O que já disse.
- Pois então só vês metade. O que ali está são machos e fêmeas.
- Pois são, é só outro modo de o dizer.
- Não, são mesmo só e apenas machos e fêmeas.
- Porque dizes isso desse modo tão angustiado? Não faz parte da natureza animal?
- Porque formaram famílias, são casados uns com os outros e têm filhos, que não estão agora aqui. E todos os dias fazem vida dupla. Pretendem mostrar-se famílias mas, assim que podem, fazem o jogo duplo e transformam-se em amantes com os casamentos trocados – digamos…
- Ora, é o que há mais por aí.
- Pois é, mas por isso tento explicar-te a diferença. Os que vês, então, nessa mesa são apenas machos e fêmeas. Mas nesta aqui, mais próxima, vês o amor e carinho entre marido e esposa, sempre juntos e amando a presença um do outro.
Também eles já formaram uma família numerosa, com filhos que casaram e já lhes deram a alegria de serem avós.
- Então, a este casal tu chamas…
- Chamo-lhes Homem e Mulher e agradeço-lhes de todo coração o exemplo que me dão, porque ainda me dão, também, a esperança de que os outros, acolá, sejam a excepção; os que ainda não evoluíram.

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Gravura antiga de uma Preguiça
Imagem retirada da net

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Disse  Goethe:  A fidelidade é o esforço de uma alma nobre para se igualar a outra maior que ela !
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publicado por eva às 00:23

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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Ali mesmo

- Que trânsito! Não há uma vaga para cruzar a rua.
- Que dizer dos que passam a voar ou em grupos de caminheiros.
- Pois é o que te digo, não há intervalo.
- É verdade, ali trabalha-se no auxílio aos outros, tanto de noite como de dia. Muito ou pouco conforme a necessidade dos outros, mais do que da sua própria necessidade.
- Olha, agora parece que dá – vamos atravessar.
- Vês como é fácil. Estão ali à espera naquela plataforma, com iluminação muito ténue.
- Onde?
- Ali, mesmo à frente. E agora chega outro grupo, naquela espécie de avião.
- Não vejo nada disso. O que vejo é uma esplanada fechada ou abandonada e uma oficina de peças.
- Que ideia a tua! Nada disso, não vês como se cumprimentam e o ar sereno que trazem. No entanto as tarefas que os esperam são espinhosas e até algo desagradáveis.
Porém têm sempre aquele semblante amável, sem perturbação.
- Mas onde está isso?
- Agora chega outro grupo, parecem guerreiros com um prisioneiro – não, uma prisioneira.
Estão a fazer a entrega dela, sem uma única palavra. Já deviam ter tudo acordado antes. Coitada, ela mal se aguenta em pé. Está carregada de horror e pavor.
- Que dizes?!?
- E agora, bem amparada é levada no meio de todo o grupo. Outro, novo, aproxima-se vindo de cima e leva-a para donde ele veio. Para aquele corredor de luz.
Afinal, é já outro dia que nasce. Outro dia de esperança.
- Acho que só tu vês essas coisas ali.
- Que lindo quando tudo acaba bem. Ela foi para uma espécie de hospital – para recuperação – porque não se pode viver com o pavor. A vida deveria ser vivida em esperança e alegria.

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Salvador Dali - O Enigma Infinito
Imagem retirada da net

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Disse  Goethe:  Vá até onde puder ver; quando lá chegar poderá ver ainda mais longe !
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publicado por eva às 00:37

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Terça-feira, 17 de Junho de 2008

Parece simples

Planícies sem fim, nada verdejantes, antes secas e agrestes.
Sente-se um sol abrasador e quando sopra o vento, sopra mesmo, levantando nuvens de poeira que quase cegam as pessoas.
Depois chega a noite com muita humidade e tudo ficaria nítido se não fosse a escuridão.
E muitas pessoas vivem por aqui – e não sei onde é este aqui – caminhando lentamente, ora sós, ora em grupo, ora cuidando de gado. Quando é este o caso, são centenas ou milhares de cabeças, para cuidar e guiar na lonjura da planície. Essas pessoas pareceriam errantes com a casa às costas. Contudo, na realidade, de casa não há nada à vista.
Se estão perdidos não se nota porque sabem muito bem encontrar água e árvores de fruta ou quintas – de muros muito altos e enormes, a perder de vista.
- Não percebo nada disso!
- Nem eu! Só sei que têm a terra e o céu como horizonte nas suas vidas. O resto não existe e, de vez em quando, encontram alguém agradável com quem falar.
- São modos de vida sem ligações materiais como as nossas, isto é, não têm casas nem repartições de finanças, nem gás ou luz, ou roupas, ou sapatos que nem precisam – excepto tipo botas – e só o necessário para ir mudando…
- Parece simples, mas não é! É uma vida árdua na conservação de si e dos seus, mantendo um certo tipo de civilização, tanto ligada à realidade concreta dia após dia, como ligada a uma moral bem defendida no seu essencial. São assim – tão diferentes e interligados com a natureza, como se esta fosse uma irmã!

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Imagem retirada da net

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Disse  Goethe:  A natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas !
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publicado por eva às 20:31

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Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

Existência

À porta está uma sombra escura que pede autorização para entrar.
Vem de longe, não de distância geográfica mas de distância temporal. De há muitos milénios…
Diz que chegou a ocasião, nem esperada nem desejada, mas necessária para alteração do curso da sua existência.
Explica algo de si. O suficiente para justificar o pretender seguir um novo caminho.
E vai embora, desta vez com novos guias, para a tal nova empreitada de si.
A casa ganha luz nova, em conformidade com o dia que nasce e ela percebe novos ensinamentos.
Novos trilhos, novo desbravar de caminho ou como diz o poeta “faz-se o caminho ao andar”.
E vêem-se episódios do passado e do presente que provocam estranheza e apreensão mas também, e se calhar o mais importante, provocam novo entendimento das coisas e da vida.
Ou, melhor será dizer, da existência.
- Afinal, o que é o existir?
- Ora, que pergunta… Escolhe: existir será estar ou será seguir?
Olha mais além e diz-me se vês aquela luz, como um holofote, ali, na linha do horizonte entre a terra, o mar e o céu…
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Máscara azteca da Morte e Reencarnação
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Disse  Goethe:  O mais importante da vida não é saberes onde estás, mas sim para onde vais !
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publicado por eva às 08:51

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Segunda-feira, 26 de Maio de 2008

Alegria

Sol ou chuva, vento ou calor.
Flores por todo o lado onde os olhos pousem.
É assim a Primavera. Um espanto de mudanças, de inconstâncias e de beleza estonteante também.
Toda a gente se constipa e todos a esperamos na alegria contagiante das suas cores.
As crianças e adolescentes também são assim: inconstantes na personalidade que se vai desenvolvendo; alegres e contagiantes com a sua presença.
As casas ficam tão vazias sem eles…
É bom deixarmo-nos “embrulhar” de sorrisos alegres, de roupas coloridas…
Poder, jovialmente, ir para o trabalho e voltar para casa…
Irradiar essa dinâmica por onde formos e onde estivermos…
Uma vez disseram-me que o ar alegre não dava aspecto profissional, que parecia estar a brincar com coisas sérias.
Eu, pois… também achei que quem falava assim tinha que ser sisudo e ter problemas afins.
O que quero dizer é que tudo, incluindo as tarefas profissionais, se executa melhor por dedicação e gosto, e não por alegria ou tristeza.
A alegria reflecte-se no nosso bem-estar e em tudo o que nos rodeia, ou ao que dedicarmos atenção.

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Imagem de Isabel Filipe

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Disse  Goethe :  A alegria não está nas coisas: está em nós ! 
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publicado por eva às 18:18

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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Água da fonte

Um fio de água corre na fonte e, por qualquer razão, lembra a praia.
Do borbulhar da fonte, há a transposição para o barulho das ondas.
Para as ondas fortes e ensurdecedoras e depois para o marulhar das ondas rasteiras.
O sol está agora no ocaso e, no Verão, é tão bom estar ainda na praia, sem preocupações de maior.
Nessa altura a areia vai ficando morna e os pés já se podem enterrar nela à vontade.
Voltando à fonte, ela continua com o fio de água a correr no meio da relva e do jardim.
É um som fresco - o da água.
Refresca por dentro - seja este da fonte, seja o do mar - são sons melodiosos que ressoam em nós... se deixarmos...
Outros sons nos despertam outras emoções como, por exemplo, o crepitar da lenha que lembra o calor e uma casa acolhedora...
Emoções boas são para recordar, porque elas podem promover a paz do nosso coração e a serenidade dos nossos pensamentos.
Boas emoções são bem-sentir e bem-viver.
Viver em paz.
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Cataratas do Iguaçu
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Disse  Wolfgang von Goethe :  quando se tem confiança em si mesmo, transmite-se confiança aos outros !

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publicado por eva às 17:59

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