Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

. posts recentes

. Cada um é

. Velhice

. Oratória

. Os problemas

. arquivos

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. links


Sábado, 3 de Outubro de 2009

Cada um é

Instalamo-nos depois de férias e instalamos as nossas rotinas, que facilitam a nossa memória, raciocínio, a organização de horários e das tarefas diárias sem problemas de maior.
Voltamos a tratar da nossa casa, a percorrer os mesmos caminhos, a comprar as mesmas coisas nos mesmos sítios, a encontrar e cumprimentar as mesmas pessoas – e gostamos desses reencontros com pessoas e tarefas que perfazem os nossos tempos pessoais, familiares, sociais e laborais.
Igualmente é útil mantermos a mente preparada para novos conhecimentos, novos percursos, novas tarefas e novos horários – enfim, novos projectos.
Porque a rotina e a novidade devem formar partes intrínsecas em nós, mantendo-nos tão despertos para a vida quotidiana quanto o necessário e saudável.
Deste modo não seremos, e nem nos sentiremos, ultrapassados pelas novas gerações de gente, tecnologia e hábitos sociais. Pelo contrário, formaremos conluio activo com tudo o que nos rodeia.
Mas devemos ter em atenção o partilhar também as nossas experiências e saberes com os mais novos, assim como as novidades da actualidade, sem cansar com as recordações nem conselhos paternalistas.
É útil que cada um sinta o descobrir de novos mundos no seu mundo, com autoria própria e possa um dia recordar a dignidade de quem já o sabia, antes dele próprio, e de lho ter demonstrado com o seu exemplo honesto.
- E então: cada um é! - Cada um pode, sempre, descobrir em si o que já é e descortinar tenuemente o que poderá ser…

.
.

.
Salvador Dali - A Caravela
Imagem retirada da net
.
.
Disse  George Eliot:  Nunca é tarde para sermos o que poderíamos ter sido !
.

.


publicado por eva às 00:05

link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito

Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Velhice

Um deles queria estar só, o outro queria companhia e movimento.
Os dois estavam velhos e viúvos, mas as suas reacções eram exactamente contrárias.
Idades e relacionamentos semelhantes e, no entanto, têm quereres tão diferentes.
Os dois sentem igualmente a solidão. A reacção à solidão é que difere de um para o outro.
Para um, é preferível maior isolamento e, para o outro, o isolamento é uma gastura de emoções insuportável.
Para os dois, os dias são longos e as noites mal dormidas. As refeições são uma maçada e a dificuldade nos movimentos é cada vez maior.
A idade avança, mesmo assim, sem problemas de maior monta.
O que avança a passos largos é a depressão e o desinteresse perante a vida, outrora tão rica e hoje tão vazia.
No meio dos afazeres que, constantemente, vão arranjando, imiscui-se o tédio, criando neles um lugar, cada dia, mais confortável.
Os semblantes alegres tornaram-se passivos e, talvez, apáticos.
Poderiam fazer muito mais se os olhos colaborassem, mas até a visão se enevoou com o cansaço dos anos.
- Nem a televisão lhes interessa mais…
- Afinal, prolonga-se apenas a vida e algum bem-estar.
- O problema maior surgiu com a situação de viuvez que, em idade bem contada, deixa a vida demasiado vazia.

.
.

.

Imagem retirada da net

.
.

Disse  George Sand:  Cada um tem a idade do seu coração, da sua experiência, da sua fé !

.
.


publicado por eva às 00:25

link do post | comentar | ver comentários (3) | favorito

Sábado, 24 de Janeiro de 2009

Oratória

- Ele fala muito bem, de modo agradável e dispõe bem.
- Mas não diz nada de importante, nem sequer é original nos temas que traz.
- Isso é verdade, mas diz o que gostam de ouvir.
- E… parece tudo tão supérfluo…
- Para uns é supérfluo, mas para outros funciona como um acordar por despertador. Acordando e trazendo à baila assuntos que passaram despercebidos numa primeira instância.
- E esses interessados são assim tantos?
- Pois são, até são a grande maioria dos que reagem com agrado ao que se disse e são os que mantêm a atenção até ao fim.
Nas conferências, como em todos os lugares de oratória, assume razoável importância falar de assuntos por que a maioria se interesse. Seguidamente, o falar em tom de voz e ritmo agradável q.b., sem pausas – que interrompem e distraem – gera simpatia. Finalmente, dizer as soluções que todos querem ouvir, mesmo que não solucionem nada, também agrada q.b.
- Isso parece o angariar de votos…
- Talvez, mas a assistência gosta e aplaude.
- E sabem, por acaso, a que é que estão a aplaudir?
- Sabem que aplaudem a sua própria opinião dita, por outrem, de modo mais bonito e interessante. E sabem, ainda, que a sua opinião é partilhada por alguém que julgam mais importante que eles próprios.

.
.
.

Imagem retirada da net

.

.
Disse  George Eliot:  Bendito seja o homem que, não tendo nada para dizer, se abstém de o demonstrar através das suas palavras !
.
.

publicado por eva às 00:25

link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito

Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008

Os problemas

Todos temos problemas, sejam os vulgares do dia-a-dia, sejam os mais ou menos graves, implicando maiores ou menores sacrifícios.
As questões que podem colocar-se são também variadas.
Mas, regra geral, os nossos problemas são menos ou mais difíceis de superar conforme a nossa capacidade para os resolver ou para conseguir ultrapassá-los.
A capacidade para simplesmente os resolver é mais fácil. Sobretudo se envolvem dinheiros e prazos pois é evidente que ter o dinheiro para pagar no momento certo é bom e recomenda-se.
Mas neste, como em todos os casos, é a nossa capacidade de os enfrentar que os torna incomensuráveis ou ténues.
Quantas vezes, geralmente depois de conseguirmos ultrapassar as situações, vemos pormenores que antes não tínhamos sequer suspeitado. Nem da sua importância nem da sua existência sequer.
E esses pormenores poderiam ter feito a diferença da solução.
Muitas vezes nem sequer teríamos de os ter suportado sózinhos.
Quantas vezes nos admiramos de ver portas que se nos fecham na cara quando mais precisamos ou, pelo contrário, mãos inesperadas de boa vontade que se nos estendem.
E quantas vezes foram essas mesmas pessoas esquecidas por nós.
Passado o tempo ajustado para ver com discernimento aquilo que nos emocionou, ou exaltou ou preocupou excessivamente, percebemos que poderíamos ter resolvido tudo de outro modo, mais pacífico e confiante.
Confiante de que cada um tem o peso das dificuldades que pode suportar.
Porque o excesso de peso somos nós que o criamos.
Paciência em suportar o menos bom e serenidade para dourar a esperança em dias melhores, são os melhores remédios e antídotos.
Mas o sofrimento sente-se sempre.
Só não atinge o desespero.
.
.

.

Edvard  Munch

.

.

Disse George Moore : há sempre um modo correcto e um modo errado. O modo errado parece sempre mais razoável ! 
.


publicado por eva às 08:10

link do post | comentar | ver comentários (6) | favorito


. ESCRITOS de EVA

Bem vindos! Namastê!

. Reflexão

Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

. mais sobre mim

. Junho 2013

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30


. pesquisar

 

. links

. Alguns favoritos (mais em Ver Perfil)

. A Casa do Passal - Cabana...

. Aristides de Sousa Mendes...

. Maria João Brito de Sousa...

. Sophia de Mello Breyner A...

. Mercedes Sosa

. Jalal Rumi # A evolução d...

. Cecília Meireles # A arte...

. Cecília Meireles # Cântic...

. Teilhard de Chardin # O M...

. Natália Correia # Ó Véspe...

. tags

. todas as tags

. Simpatias recebidas

@@@@@@@@@@@@@@@ Campanha da Amizade, amizade de Aida Nuno @@@@@@@@@@@@@@@ É um blog muito bom, sim senhora! , amizade de Coffee Cup @@@@@@@@@@@@@@@ Prémio Dardos, amizade de Lady Magenta, poetaporkedeusker, Velucia @@@@@@@@@@@@@@@ Blog de Ouro, amizade de poetaporkedeusker, Maria José Rijo, Velucia @@@@@@@@@@@@@@@ Prémio Magic Blog, amizade de Maria José Rijo @@@@@@@@@@@@@@@ Prémio Seu Blog tem Néctar, amizade de poetaporkedeusker @@@@@@@@@@@@@@@ Prémio Mimo Samoga, amizade de poetaporkedeusker @@@@@@@@@@@@@@@ Prémio Medalha de Ouro, amizade de poetaporkedeusker @@@@@@@@@@@@@@@ Selo Best Blog, amizade de Alice Alfazema
blogs SAPO

. subscrever feeds