Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Somos

Confiança! Fé!
Em nós próprios, nos outros, no mundo que nos rodeia, seja natural ou humanizado, e na razão de que estamos imbuídos para o bem do nosso progresso racional e consciente.
Amargura! Fragilidade!
Quebra de inércia que nos ajuda a progredir, a sempre caminhar em frente e enfrentando tudo o que houver para enfrentar.
Somos também esta dualidade, além de outras mais.
Somos empedernidos como pedra, e amor como mel fluído.
Somos frágeis e extremamente confiantes em nós mesmos.
Somos zero e a potência ao infinito.
Somos apenas o que somos e não o que queremos já ser.
Para ser outro melhor que nós…
- Temos que nos ultrapassar, etc. etc… já sei isso tudo!
- …
- Pois o que não sei é porque tens a certeza que não sou tão bom quanto quero ser ou acho que sou? Pois se estou feliz comigo, família, emprego, conta bancária, etc. etc.
- Evidentemente que tudo depende da exigência que se tem consigo mesmo…
- Ah! Então estou bem, obrigado! Posso ir embora?
- A porta tem estado sempre aberta…
- Ah! Mas eu vi-a sempre fechar assim que entrei aqui.
- Impressão sua!
- Então posso ir embora? Livre?
- Mas nunca prendi ninguém… Cada um sente prisão ou liberdade na vida conforme pode sentir…
- Bom, adeus… Obrigadinho. Se calhar pela sua paciência – sei lá!
- Sei lá se sabe… Não tem que agradecer… E talvez possa tentar a sua felicidade quando puder…
- Irra! Mas eu sou, eu estou feliz!!!!
- Maravilha…

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de Maria João Brito de Sousa
Imagem retirada da net
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Disse Galileu Galilei: Não se pode ensinar alguma coisa a alguém, pode-se apenas auxiliar a descobrir por si mesmo !
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publicado por eva às 23:54

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Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

Ignorância

Caras, rostos – qual é a diferença? O que se vê são caras, como as das máscaras ou das estátuas – e o desenho do pormenor é um pouco esbatido.
Não se percebe quem são, apenas se são de homem ou de mulher.
Estão ali, sem vida e, no entanto, observam-nos com atenção os movimentos.
Ultrapassando-as, encontramos… nada!
Apenas colorações de céu, ou melhor, vemos somente uma espécie de nuvem, ou nevoeiro, sei lá… algo assim.
- E depois?
- Depois aparece-nos uma fechadura enorme e branca, com a ranhura do fecho muito fina e na posição horizontal.
- E então?
- Então, a chave que alguém foi lá colocar era completamente cilíndrica e apesar disso rodou. Olha, rodou ou deslizou pela ranhura – nem se percebeu bem.
- E abriu?
- Abriu! Isto é, acho que sim.
- Mas abriu o quê?
- Sei lá!
- O que me parece é que não sabes muita coisa…
- Obrigada! Mas se calhar, é melhor não saber…
- Ihhh! Que dia!

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Wilmar Carrilho - Rostos
Imagem retirada da net

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Disse Galileu Galilei: Nunca encontrei uma pessoa tão ignorante que não pudesse ter aprendido algo com a sua ignorância !

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publicado por eva às 22:10

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Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Os outros

Elas brincavam alegres, apesar do pouco espaço.
Mas havia Sol por todo o sítio e isso puxava o seu dinamismo.
Numa cadeira estava alguém paralisado por um grupo de outros que, pondo-se em frente dele e aos lados, o paravam com as mãos e não o deixavam mexer.
Parecia que o estavam a revistar, pois mexiam-lhe em todos os bolsos como se estivessem à procura de algo – mas não!
O da cadeira, finalmente, num esforço supremo sai dali e do meio deles com um salto na vertical.
O espanto foi tal que os outros estancaram os instantes suficientes para ele conseguir fugir.
No meio da confusão gerada ele ainda volta, sem ser notado, e toda a sala fica com coloração e feixes de energia completamente diferentes.
Da quase escuridão que havia e se sentia passou-se à claridade ténue.
Os tais outros também sofreram esta influência e foram alterando a cor da sua figura – de preto para cinzento, de cinzento-escuro para cinza claro – e foram, então, saindo e aparentando alguma resignação. E pronto!
- Pronto, o quê?
- Pronto, foram agrupados e levados para outro lugar, um lugar de restabelecimento onde pudessem estabelecer novas energias e melhorar-se.
- E?
- E ele perdoou-lhes, como também lhes pediu perdão de alguma provocação que antigamente lhes pudesse ter infligido, mesmo sem, agora, lembrar do quê.

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Salvador Dali
Imagem retirada da net

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Disse  Galileu Galilei:  Todas as verdades são fáceis de perceber depois de terem sido descobertas; o problemas é descobri-las !

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publicado por eva às 00:22

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

A musicalidade íntima

Buzinadelas e travagens bruscas e ruidosas. O trânsito habitual e os sons característicos deste tipo de movimento.
Depois há a música. Quando dizemos música referimos sons melodiosos, com ou sem voz a acompanhar.
A questão é que os postos ou músicas são escolhidos mediante os gostos do condutor e quem conduz a velocidades desusadas, geralmente tem a aparelhagem do carro ligada.
Parece que é isto que acontece e que as coisas estão interligadas com os reflexos, porque os instintos estarão atordoados ou enaltecidos e vibrantes conforme as músicas escolhidas.
Seja na condução ou não, a maioria das vezes somos nós que escolhemos, seleccionando cuidadosamente os ambientes musicais em que nos movimentamos e vivemos.
Se essa selecção de sons for criteriosa, podemos, através deles, amenizar ou exaltar o melhor e o pior de nós, ou o que queremos para nós.
Por isso, conseguem-se tratamentos de cura ou acelerar processos de patologias latentes.
Vivemos em épocas de rotações contínuas, ou de progresso muito rápido, no tempo comum que nos habituamos a estabelecer – horas-dia-noite-meses-anos.
A instabilidade pessoal pode ser tratada, ou enaltecida, tanto por outros como pelo próprio.
A musicalidade íntima deve ser descoberta (e pôr a descoberto) e pode ser explorada a favor de si próprio.
- Assiste-se a constantes anúncios de boa-sorte ou felicidade instantânea. Mas a maioria não entende que a questão é nada poder ser modificado de modo tão instantâneo. Por muito rápido que gire o mundo à nossa volta, a revolução da sorte em nós não é assim…
- Porém, esses anúncios têm a vantagem da esperança que criam no indivíduo que os procura. E, antes ou depois desse lampejo de esperança, pode iniciar-se a auto-modificação da personalidade que não se adapta ao mundo que enfrenta constantemente.
- Esperança sim. Objectivos de cura, sim. Objectivos de melhoria da própria personalidade, sim. O resto…
- O resto vem depois, devagarinho. Timidamente emergirá, então, um novo modo de viver com sabedoria.

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Henri Matisse - A Música
Imagem retirada da net

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Disse  Galileu Galilei:  A maior sabedoria que existe é a de conhecer-se alguém a si próprio !

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publicado por eva às 00:27

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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