Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 1 de Novembro de 2009

Sebastião da Gama # Florbela

.
Florbela
(em sua memória)

Sou eu, Florbela! Aquele que buscaste.
Falam de mim Teus versos de Menina.
Tua boca p'ra mim se abriu, divina,
mas foi só o Luar que Tu beijaste.

Hás-de voltar, Florbela!… Em débil haste,
por entre os trigos cresce, purpurina,
a mais fresca papoila da campina
que, só por me veres, não cortaste.

Eu tenho três mil anos: sou Poeta.
Surgi dos lábios secos dum asceta,
de uma oração que Deus deixou de parte.

Redimi tantos corpos, tantas vidas
neles vivi, que sinto já nascidas
asas com que subir para alcançar-Te..
.
Arrábida, 6-11-1943
 
.
de Sebastião da Gama
in "Revista Alentejana"
.
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Disse  Sebastião da Gama:  Cá estou eu,/ a julgar que vou remando.../ Cá vai Deus a remar/ E eu a ser um remo com que Deus/ Rasga caminhos pelo Mar...
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publicado por eva às 19:34

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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Um estandarte para a integridade

A verdade é um estandarte para a integridade de si próprio, em si mesmo, nesta vida, no quotidiano, nas relações com o mundo que rodeia cada um de nós – seja este visível e perceptível, ou invisível e transcendente.
Sempre que agimos em verdade, ou com a verdade, estamos a gerar e a vivificar a integridade em nós, de nós para com os outros.
- Então se eu pensar uma coisa mas, por delicadeza, disser outra para não magoar ou ser agradável a outrem deixo de ser íntegra?
- Nessa altura porque não calar em vez de falar o que não é?
- Ora, por força das circunstâncias, por hábitos sociais, sei lá!
- Pois, realmente deve ser mais por hábito adquirido do que por razão raciocinada. A não ser que haja aí interesse em ser especialmente agradável para alguém?
- Também parece exagero ser sempre cortante em vez de
agradável…
- Ora ai está uma questão importante. Não é necessário, de modo algum, ser cortante; pelo contrário, o que se deve promover é precisamente a elaboração de pensamentos agradáveis ou passivos, em vez de desagradáveis ou indiferentes. A partir daí começa outra construção do edifício mental – um edifício de benevolência e carinho por todos – e a paz instala-se no coração sem mais percalços.
- Isso quer dizer que acabam os sobressaltos e os medos?
- Quer dizer que é um meio seguro de viver a vida de modo mais tranquilo e feliz, um modo construtivo em si.
- E todos merecemos isso?
- Todos merecemos o melhor de nós mesmos, sem interferências, para sermos cada vez melhores.
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Imagem retirada da net

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Disse  Florbela Espanca:  Tão pobres somos que as mesmas palavras nos servem para exprimir a mentira e a verdade !
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publicado por eva às 00:49

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Sábado, 22 de Novembro de 2008

Casamentos

Casamentos e votos matrimoniais – até que a morte os separe!
Tanta coisa que parece, até, fácil de cumprir.
E, evidentemente, se a vida continua segundo esses primeiros planos apaixonados será possível cumprir os tais votos.
Senão… talvez sim ou talvez não.
O amor pode suceder à paixão nas muitas pausas, algumas desistências e muitos desvios que a própria vida vai provocando.
Os empregos e as suas oportunidades geram grande parte desses desvios.
A saúde, ou a falta desta, são outros desvios na alteração dessas primeiras premissas.
E não esquecer a facilidade, ou dificuldade, financeira em gerir cada mês no novo lar a dois.
Mas é possível, sempre, ultrapassar todas as dificuldades com o bom entendimento entre os cônjuges, pois é permeando as suas capacidades de paciência e resistência que o entendimento se vai organizando e estabelecendo com a sensibilidade do amor.
Porque é por amor que se fala ou se calam as emoções na medida certa e no tempo ajustado à ocasião.
O amor é sempre a maior força que existe – a melhor energia – do Universo.
A força onde todas as outras vão dar em feixes de luz e formar uma estrela maior.

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Imagem retirada da net

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Disse  Florbela Espanca:  "Amo-te!"  Cinco letras pequeninas, Folhas leves e tenras de boninas, Um poema d'amor e felicidade !
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publicado por eva às 00:29

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Domingo, 2 de Setembro de 2007

Florbela Espanca # Abrir os olhos, procurar a luz

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Abrir os olhos, procurar a luz,
De coração erguido no alto, em chama,
Que tudo neste mundo se reduz
A ver os astros cintilar na lama!
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Amar o sol da glória e a voz da fama
Que em clamorosos gritos se traduz!
Com misericórdia, amar quem nos não ama,
E deixar que nos preguem numa cruz!
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Sobre um sonho desfeito erguer a torre
Doutro sonho mais alto e, se esse morre,
Mais outro e outro ainda, toda a vida!
.
Que importa que nos vençam desenganos,
Se pudermos contar os nossos anos
Assim como degraus duma subida?
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de Florbela Espanca
In “Sonetos”

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Notícia: Ala dos Namorados
♪: Ser poeta (perdidamente) - Trovante

publicado por eva às 16:14

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Domingo, 13 de Maio de 2007

Florbela Espanca # Lembrança

13 de maio de 2007

Fui Essa que nas ruas esmolou
E fui a que habitou Paços Reais;
No mármore de curvas ogivais
Fui Essa que as mãos pálidas pousou…

Tanto poeta em versos me cantou!
Fiei o linho à porta dos casais…
Fui descobrir a Índia e nunca mais
Voltei! Fui essa nau que não voltou…

Tenho o perfil moreno, lusitano,
E os olhos verdes, cor do verde Oceano,
Sereia que nasceu de navegantes…

Tudo em cinzentas brumas se dilui…
Ah! Quem me dera ser «Essas» que eu fui,
«As» que me lembro de ter sido… dantes!...

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in "Sonetos"
de Florbela Espanca
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publicado por eva às 08:58

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Domingo, 9 de Abril de 2006

Florbela Espanca # Nostalgia

9 de abril de 2006


NOSTALGIA


Nesse País de lenda, que me encanta,
Ficaram meus brocados, que despi,
E as jóias que plas aias reparti
Como outras rosas de Rainha Santa!

Tanta opala que eu tinha! Tanta, tanta!
Foi por lá que as semeei e que as perdi...
Mostrem-me esse País onde eu nasci!
Mostrem-me o Reino de que eu sou Infanta!

Ó meu País de sonho e de ansiedade,
Não sei se esta quimera que me assombra,
É feita de mentira ou de verdade!

Quero voltar! Não sei por onde vim...
Ah! Não ser mais que a sombra duma sombra
Por entre tanta sombra igual a mim!


de Florbela Espanca


publicado por eva às 18:55

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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