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Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

Muito Obrigada e Bem Hajam!

Caros amigos (e permitam-me a dispensa do tique politiqueiro do "e amigas")  iniciei os “Escritos de Eva” a 21 de Março de 2006. Ao longo deste tempo fui experimentando algumas alterações e o formato actual é, sem dúvida, o que mais me agradou. No entanto, o tempo disponível não me permite manter a actual estrutura de um texto acompanhado de imagem e uma citação. Vou manter o texto diário de “produção própria” com descanso ao Domingo. Mas como há textos, imagens, sons de diferentes autores que me agrada inserir no blog, fá-lo-ei no Caminhos. Sem calendário. Se puder ser semanalmente, será; se não puder ser, não será.
Estes “Escritos” começaram por ser uma espécie de diário que me ajudasse a olhar para a minha própria evolução. Continuam a ter essa função. Mas, com o tempo, transformaram-se também numa agradável partilha de ideias e de firmes amizades que não suspeitava sequer pudessem ser geradas, com esta intensidade, na blogosfera. A todos quero agradecer o apoio e o carinho com que sempre me trataram, ao que escrevo e aos textos que fui seleccionando no espaço de Domingo.
Espero acrescentar, nos links, os índices – leia-se descritores – de 2008 e 2009 mas ainda vai demorar algum tempo.
A todos desejo um 2010 pleno de felicidades.
Uma vez mais, o meu Muito Obrigada por tudo o que me têm dado!
Bem-hajam!

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Luiza Caetano - Fernando Pessoa
e heterónimos
Imagem retirada da net
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Disse Fernando Pessoa: Conhece alguém as fronteiras à sua alma, para que possa dizer – eu sou eu ?
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publicado por eva às 15:23

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Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

A vida tem tanta coisa

Música e músicas, sons e sonoridades.
Tintas e cores, tonalidades e colorações.
A vida tem tanta coisa que nos atrai, que nos faz esquecer as amarguras…
- E nos faz passear por certos lugares em vez de ficar em casa a ensimesmar. Há tanto para procurar e achar, enfim tanto para viver e por quê, ou por quem, viver.
- No outro dia vi uma mãe e a filha deficiente e perguntei a mim mesma, que será dessa filha quando a mãe já não puder ajudá-la? Porque a mãe tinha um ar tão cansado, exausto mesmo. E, no entanto, mantinha o seu sorriso agradável para quem se aproximava e…
- Mas tu só vês os dramas! E o que é bom da vida, não vês?
- Não sei!
- Então olha melhor em teu redor e diz-me - o que vês?
- Vejo pais que trazem aqui os filhos pequenos para se distraírem e brincarem, nos baloiços, escorregas e essas armações novas que lhes permitem brincar de modo tão diverso como subir por cordas, ou escadas balançantes e nada fixas. E que eles não acham difícil mas aprazível e, até, se entusiasmam com as dificuldades que têm que ultrapassar. A seguir acham-se os campeões e alegram-se das suas vitórias, mesmo que mais ninguém os tenha visto.
- Bem, geralmente chamam pelo pai para lhes mostrar o que já sabem fazer e exultam com as exclamações que eles souberem dizer a esse propósito.
- Pois, pois!
- Então vê se aprendes algo com as crianças, pelos vistos mais serenas que tu pela vida. E olha que a vida delas, à sua dimensão, é difícil também.
- Pois, pois!

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Jessica Cox
Imagem retirada da net
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Disse Fernando Pessoa: Tenho em mim todos os sonhos do mundo !
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publicado por eva às 00:36

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Terça-feira, 27 de Outubro de 2009

As grandes escolhas

A família, os professores e a vida são as grandes escolas que completam a nossa personalidade. A personalidade que já trazemos connosco quando nascemos, ou a nossa índole mais íntima e as ideias do que iremos fazer e tratar na vida que nessa altura começa.
A infância de cada um serve para crescer fisicamente e para o ser espiritual, que todos somos, se ir tornando tão físico e somático quanto lhe for necessário para cumprir a vida e a morte, no prazo temporal e na dimensão que lhe foi prescrito superiormente.
Já na adolescência começam as grandes escolhas sobre os amigos e com quem vai partilhar os momentos importantes da sua vida ou se vai continuar o seu caminho solitariamente. Solitário de apoios e opiniões, enfim, solitário de outras opiniões. Essa solidão não é sinónima de ascetismo.
As ditas escolhas vão determinar factores importantes e as directrizes que vão impulsionando a vida e a evolução das atitudes individuais ou em grupos, restritos e alargados.
Na fase adulta o indivíduo vai concretizar os seus planos e projectos alargando a sua influência para áreas da família, económicas e políticas.
Na velhice observa, inúmeras vezes, o seu percurso e atentamente vai fazendo as alterações possíveis; ficam em mente as intenções para o que já não lhe for possível concretizar.
Até ao último instante de vida sente-se a oportunidade de melhoramento interior – bem hajam os que não hesitam em trabalhar-se, como um escultor, alisando e aperfeiçoando as formas da sua peça.
Vida e morte são experiências necessárias no cômputo da existência e na evolução do ser.
- Então trabalhamos sempre, de uma forma ou de outra, até ao fim?
- Qual fim? Trabalhamos sempre, aprendendo e apreendendo – sempre!

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René Magritte - A resposta imprevista
Imagem retirada da net
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Disse  Fernando Pessoa:  Morrer é apenas não ser visto. Morrer é a curva da estrada !
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publicado por eva às 00:29

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Domingo, 27 de Setembro de 2009

Alberto Caeiro # Da mais alta janela da minha casa

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Da mais alta janela da minha casa
Com um lenço branco digo adeus
Aos meus versos que partem para a Humanidade.

E não estou alegre nem triste.
Esse é o destino dos versos.
Escrevi-os e devo mostrá-los a todos
Porque não posso fazer o contrário
Como a flor não pode esconder a cor,
Nem o rio esconder que corre,
Nem a árvore esconder que dá fruto.

Ei-los que vão já longe como que na diligência
E eu sem querer sinto pena
Como uma dor no corpo.

Quem sabe quem os terá?
Quem sabe a que mãos irão?

Flor, colheu-me o meu destino para os olhos.
Árvore, arrancaram-me os frutos para as bocas.
Rio, o destino da minha água era não ficar em mim.
Submeto-me e sinto-me quase alegre,
Quase alegre como quem se cansa de estar triste.

Ide, ide de mim!
Passa a árvore e fica dispersa pela Natureza.
Murcha a flor e o seu pó dura sempre.
Corre o rio e entra no mar e a sua água é sempre a que foi sua.

Passo e fico, como o Universo.

..
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in "O Guardador de Rebanhos", Poema XLVIII, de Alberto Caeiro
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Disse  Alberto Caeiro:  Se há outras matérias e outros mundos - Haja !
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publicado por eva às 00:44

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Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

A sabedoria da loucura

Parecem penduradas numa abóbada azul claro, azul céu.
- O quê?
- As pérolas! Estão espalhadas por essa abóbada e nós seguimos viagem, como que voando por uma imensidão de céus sucessivos e cada qual mais bonito que o anterior. Passamos um arco, ou melhor, duas colunas que deveriam ter formado, alhures, os lados de um arco. Nesta altura, as tais colunas são inundadas por um facho de luz que revolteia de permeio. E paisagens novas sucedem-se, sendo que as partes mais escuras são os nossos problemas, ou as preocupações que a nossa personalidade tece e que no-los ligam à terra em vez de nos libertar para esses céus.
- Será possível que as jóias te provoquem tanta ilusão, um desvario desses?
- Mas estas pérolas não são dessas jóias vulgares – são jóias de sabedoria – e não é ilusão, é desvario mesmo.
- Desvario? Se o classificas, deves saber o que dizes?
- Desvario, por não estar sempre aqui, por me deixar arrastar para longe desta maravilha por um quase nada. Desvario de dor, de dor por mim mesma.
- Mas há deveres… e responsabilidades…
- Pois há, e elas chamam-me. Algumas eu amo muito e volto por todo esse amor que lhes tenho. E tento explicar-lhes como devem fazer para chegarem também ali. Mas quase nunca me faço ouvir e se, finalmente, consigo tal feito, não me acreditam e continuam a viver como antes tal e qual. Por algumas outras, nada apelativas, volto também, nessa urgência do dever. Mas, nesses casos, o resultado ainda costuma ser pior e eu mesma me espalho – estatelo – completamente num chão de pedra e choro de tanta dor… também para nada de útil nem produtivo.
- Tens que sair dessa loucura…
- De qual delas?
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Imagem retirada da net
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Disse Fernando Pessoa: Saber interpor-se constantemente entre si próprio e as coisas é o mais alto grau de sabedoria e prudência !
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publicado por eva às 20:03

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Domingo, 21 de Junho de 2009

Fernando Pessoa # Não sei quantas almas tenho

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Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem achei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,

Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem,
Assisti à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.

Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: «Fui eu?»
Deus sabe, porque o escreveu.

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de Fernando Pessoa
in "antologia poética" 

 
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Disse  Bernardo Soares (heterónimo de Fernando Pessoa):  Meu Deus, meu Deus, a quem assisto? Quantos sou? Quem é eu? O que é este intervalo que há entre mim e mim?  
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publicado por eva às 00:25

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Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Evolução e consciência

Viagens e trajectos atribulados com mudanças de veículos, etc.
O dia chega ao fim e todas as coisas estão feitas – do melhor modo que foi possível.
Há sempre algo que, se repetíssemos os nossos trabalhos, já faríamos de outra maneira, porventura melhor. Porque todos evoluímos e progredimos a cada instante.
- É como a vida de cada um – é uma oportunidade de progresso limitada ao tempo de vida que temos, que pode ser mais ou menos profícuo até ao segundo, ou micro-segundo ou lá qual é a menor medida possível.
- Estás a pensar na evolução física ou psíquica?
- Na psíquica, porque na física a velhice não pode ser considerada um progresso da juventude física. Mas na psíquica…
- Na psíquica temos Alzheimer’s, AVC’s, tumores e mil e uma doença não identificada que causam graves transtornos no indivíduo.
- Essa é a parte física da mente. Eu referia a parte psíquica da consciência eterna.
- Isso só é válido se considerarmos os processos reencarnatórios de vida.
- Pois, e nesse caso a consciência evolui sempre em progresso, graças à tenacidade em evoluir, à força de vontade para sair da inércia dos costumes, e das memórias traiçoeiras para o exercício de livre-arbítrio na escolha das alterações de comportamento de si próprio.
- Credo! Já acabaste?
- Por hoje já. Amanhã é outro dia…

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Imagem retirada da net

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Disse  Fernando Pessoa:  Na vida superior a teoria e a prática completam-se. Foram feitas uma para a outra !

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publicado por eva às 23:42

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Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

O imediatismo

Confiança e desconfiança – as duas faces da mesma moeda.
Todos as sentimos em relação a quase tudo.
Quase tudo porque, às vezes, o imediatismo é tal que não sentimos mas reagimos no instante necessário.
Só depois, mais tarde, conseguimos reunir os sentimentos com lucidez.
Nessa altura, se o indivíduo não é disciplinado, emocional e mentalmente, ocorre um diferencial entre o que foi e o que gostaria de ter sido naquela, tal, ocasião.
Aliás, podem encontrar-se diferenças, ou não, entre a emoção e a mente.
Ou seja, termos acertado no que gostaríamos de ter sentido.
- Porque dizes que depende da disciplina do indivíduo? Porque não somos todos iguais?
- Porque o indivíduo mentalmente disciplinado educou as suas variadas emoções e a mente em moderado equilíbrio entre elas e portanto reage em serenidade, em paz consigo – instantaneamente ou atempadamente.

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Imagem retirada da net

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Disse  Fernando Pessoa:  Disciplina é um princípio regrador da vida e da obra, que a inteligência aceita como verdadeira, e a sensibilidade aceita por boa !

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publicado por eva às 00:20

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Terça-feira, 3 de Março de 2009

Dia de aniversário

Hoje é um dia especial – é um dia de aniversário de pessoa querida.
Os dias de aniversário englobam nos parabéns, pelo menos, duas pessoas – a criança e a mãe.
Nas famílias mais felizes e organizadas englobam três, considerando o pai.
Noutras famílias, o pai pode nem sequer ser conhecido ou ele próprio pode não querer dar-se a conhecer.
Os primeiros dois estão sempre presentes e bem juntos um com o outro até esse momento de separação – o nascimento.
Depois, seguem-se os anos e os tais aniversários, com mais, ou menos festas e alegrias.
Muitos adultos, por opção, deixam de festejar o seu aniversário e alguns até conseguem passar o dia esquecidos do significado de tal data.
Porém, a data poderia ser recordada, mais que não fosse, por ser uma data agendada – o começo desta vida.
Uma data para parar e olhar regularmente para o percurso percorrido.
Afinal, o que foi feito na nossa vida?
Desde a infância e desde os nossos sonhos mais veementemente sonhados… Dos nossos desejos e ambições… Do que fizemos com sacrifício ou com toda a facilidade… Em que pessoa nos tornámos?
- Raramente no que gostaríamos…
- Seja sempre no melhor que soubemos ser a cada momento!

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Imagem retirada da net

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Disse  Fernando Pessoa:  Os sonhos são como a tradução para uma língua de coisas intraduzíveis de outra !

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publicado por eva às 00:23

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Quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009

A memória

Boa memória ou a falha desta.
Uns dizem que é conforme a idade, outros que depende da vitalidade ou do cansaço.
E outros, ainda, dizem que depende da capacidade de atenção e da concentração.
- Pois, todos têm razão!
- Têm, têm! E os problemas de memória costumam ser da soma das situações, com predominância da última – a capacidade de concentração.
- Por isso uns lembram mais do que outros, mesmo em situações de semelhança?
- Lembram e relacionam os factos, quer tenham importância ou não, em virtude da concentração que exerceram nos assuntos.
- E às vezes porfiando de modo tão errado…
- De qualquer modo é pela memória que nos interessamos por isto ou por aquilo; que nos lembramos do que nos favorece o conforto ou não; que nos recordamos dos bons e dos maus momentos, etc.
- É, também, através da memória que temos das situações, que nos sentimos melhor ou pior e que podemos alegrar-nos ou entristecer-nos, mesmo que essas situações não se percebam de modo lúcido.
- E, se quisermos, podemos preparar a capacidade da nossa memória por meio de exercícios de análise, resumos e concentração nas situações que escolhermos. Observando ainda que tudo o que é bom, engrandece; e tudo o que não é qualitativo é redundante no apoucar.
- Preparemos, então, mais um dia auspicioso de projectos para nós.

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René Magritte - Golconde
Imagem retirada da net

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Disse  Fernando Pessoa:  A memória é a consciência inserida no tempo !

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publicado por eva às 01:00

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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