Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011

As condições que temos

- abemos tudo.

- Se calhar não sabemos nada.

- Sabemos bastante.

- Se calhar nada que baste.

- Sabemos muito.

- Talvez, mas do que precisamos então é de os aplicar.

- Sabemos o que precisamos.

- Isso seria o recomendável.

- A maior dose de conhecimentos não se aplica visivelmente.

- Mas são necessários para empreender a vida de modo valioso.

- Os conhecimentos não têm fim.

- Têm seguimento, das experiências passadas para o desenrolar dos nossos papéis em tarefas visíveis e invisíveis.

- O nosso envolvimento intuitivo, como o nosso desprendimento material, são as condições que temos para balançar o equilíbrio em nossas vidas.


publicado por eva às 00:39

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Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

Instantes

uem somos? Que fazemos? E por que fazemos o que fazemos? – fica este tema para a próxima.

- Quem achas tu que somos? Uma estrela cadente?
- Uma estrela?! Já agora, por que não um lixo estelar, ou um cometa, ou planeta?
- Estás a divagar, não estás?
- Como tu. Simplesmente segui a ideia que lançaste.
- Ou que nos foi lançada, logo ao princípio.
- Pois então vê se percebes que nem tudo o que nos dizem tem valor para ser seguido ou prolongado à toa.
- Quem somos? – Não pressupõe apenas o nosso nome e filiação, pois não?
- Pois não, pressupõe um conhecimento de si próprio. Assim como a questão seguinte pode ser um alerta para analisar se estamos ou não a fazer o mais útil para nós mesmos, para esse ser que somos e vimos na questão anterior.
- Então e a seguinte – por que fazemos o que fazemos?
- Isso tem a ver com as memórias e experiências que trazemos marcadas em nós, acrescentadas com as experiências por que vamos passando a cada dia desta vida e que formam o conjunto da personalidade individual e da sua menor ou maior flexibilidade.
- A cada instante! Porque há instantes que parecem uma eternidade.
- Oh! Se há… E como tudo, têm que ser relativizados, para podermos seguir em frente de modo sereno.
 

publicado por eva às 00:36

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Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Felicidade em tons de rosa

Há pessoas que nos incitam a ser felizes, digamos que nos provocam emoções, sentimentos e pensamentos felizes – seja nesta ordem ou noutra ou em simultâneo.
Assim como há outros casos de autêntica repulsa e medo, que tentamos, quase dramaticamente, superar com todas as nossas forças.
- Porquê?
- Porquê, o quê?
- Porque tentamos superar os medos e repulsas e não nos afastamos simplesmente dessas pessoas?
- Porque se não superarmos em nós esses sentires, não temos paz em nossos corações. E é por essa paz que ansiamos e tentamos constantemente superar os sentimentos inferiores em nós. Por quem os sentimos é irrelevante, o que interessa é que somos capazes de senti-los…
- Mesmo que o outro os mereça completamente, e mereça ainda mais sentimentos do género por ser a pessoa que é para nós?
- O que importa não é tanto o que o outro é, mas aquilo que desperta em nós, sejam emoções, sentimentos ou pensamentos que se descontrolam facilmente em nojo ou pavor ou algo equivalente. É esse nosso descontrolo que devemos ultrapassar.
- Queres dizer que o outro não interessa?
- Quero dizer que a nossa interpretação tem mais a ver connosco, nossas experiências passadas e com o nosso passado do que com aquele indivíduo que nos causa tais sentimentos infelizes e que nos pode, inclusive, estragar o dia apenas por pensar nele(a).
- Mas a questão é que esses indivíduos têm na mão, geralmente, a faca e o queijo da nossa vidinha familiar ou do trabalho e da nossa promoção, versus dinheiro ao fim do mês, etc.
- Acredites ou não, eles têm de nós o que nós lhes permitirmos em termos mentais, mais que físicos ou da vida prática. Refiro-me à nossa paz interior que não deveria merecer ser diminuída por tais sujeitos.
- Essa paz é sinónimo de nossa felicidade?
- Essa paz é sinónimo do progresso que temos e, sim, da nossa felicidade bem sentida.
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René Magritte - Decalcomania
Imagem retirada da net 
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Disse  Michel Quoist:  A humanidade inteira precisa de ti, pois onde estiveres, és único, e portanto, insubstituível !
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publicado por eva às 00:35

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Sábado, 24 de Outubro de 2009

Através da educação

Por educação atingimos as atitudes morais correctas, mesmo que a nossa moral ainda não tenha atingido esse nível intimamente.
Através da educação temos gestos e palavras de simpatia para com todos, sejam estes agradáveis, ou não, aos nossos sentidos e sentimentos.
Isto é, somos agradáveis e facilitamos a integração social a todos os que tenham, ou não, um aspecto, ou uma voz, ou palavras que, de algum modo, se conjuguem com os nossos gostos, desejos e almejos.
A todos os que não nos são, porventura, agradáveis somos igualmente sociáveis.
É este plano educador da unificação, por boa vontade, que se vai impondo moralmente aos nossos sentimentos íntimos.
Aos poucos, durante a vida, vamos limando esses sentimentos mais pessoais em prol, precisamente, desses outros mais equitativos que a educação nos impõe.
Quando isso não acontece encaramos com graves problemas da nossa própria inserção na sociedade e criamos grupos de simpatizantes afins.
Estes pequenos grupos podem tornar-se, a cada dia, mais importantes para nós do que a educação moral que nos guiou anteriormente e a arrogância pode tomar um lugar, na nossa personalidade, que nos restringe a liberdade de educação.
Porque a educação que induz a essas atitudes de simpatia, e de bem, generalistas, induz também à ampliação do ser.
- À sua liberdade!
- Porque o ser é tão mais livre quanto mais independente for das vicissitudes dos outros, quanto mais independente for de si mesmo para sentir e praticar o bem, que algures começou por ser prática antes de sentimento.
- Nesses casos, a prática habitual educou o sentimento e o pensamento.
- Claro que ambos os modelos educacionais são úteis: ou pela teoria educacional, cômputo emoção-sentimento-pensamento, atingimos a capacidade de pôr em prática os valores aprendidos – cômputo palavras-atitudes –, ou pela prática educacional que as vivências nos impõem atingimos a teoria, evoluindo no sentido inverso.
- A questão é aproveitarmos ou não as experiências para o nosso progresso moral e espiritual.

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Imagem retirada da net
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Disse  Vergílio Ferreira:  Ser livre é ser-se o mesmo, sendo-se outro !
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publicado por eva às 21:54

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Sábado, 3 de Outubro de 2009

Cada um é

Instalamo-nos depois de férias e instalamos as nossas rotinas, que facilitam a nossa memória, raciocínio, a organização de horários e das tarefas diárias sem problemas de maior.
Voltamos a tratar da nossa casa, a percorrer os mesmos caminhos, a comprar as mesmas coisas nos mesmos sítios, a encontrar e cumprimentar as mesmas pessoas – e gostamos desses reencontros com pessoas e tarefas que perfazem os nossos tempos pessoais, familiares, sociais e laborais.
Igualmente é útil mantermos a mente preparada para novos conhecimentos, novos percursos, novas tarefas e novos horários – enfim, novos projectos.
Porque a rotina e a novidade devem formar partes intrínsecas em nós, mantendo-nos tão despertos para a vida quotidiana quanto o necessário e saudável.
Deste modo não seremos, e nem nos sentiremos, ultrapassados pelas novas gerações de gente, tecnologia e hábitos sociais. Pelo contrário, formaremos conluio activo com tudo o que nos rodeia.
Mas devemos ter em atenção o partilhar também as nossas experiências e saberes com os mais novos, assim como as novidades da actualidade, sem cansar com as recordações nem conselhos paternalistas.
É útil que cada um sinta o descobrir de novos mundos no seu mundo, com autoria própria e possa um dia recordar a dignidade de quem já o sabia, antes dele próprio, e de lho ter demonstrado com o seu exemplo honesto.
- E então: cada um é! - Cada um pode, sempre, descobrir em si o que já é e descortinar tenuemente o que poderá ser…

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Salvador Dali - A Caravela
Imagem retirada da net
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Disse  George Eliot:  Nunca é tarde para sermos o que poderíamos ter sido !
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publicado por eva às 00:05

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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

A peneira

Às vezes passamos por pessoas tão importantes e… não lhes damos qualquer atenção.
Por vezes, lidamos com pessoas de uma humanidade excepcional e… não lhes damos importância.
Outras vezes, damos demasiado valor a quem ainda não tem nada de especial para dar.
Tantas e tantas vezes acontecem estes momentos, ou longos períodos, de insensatez ou de confusão.
Seria tão mais fácil se exercêssemos juízos de valor em relação às situações, e não para com os outros.
Mas, instintivamente, reagimos. Como que sentimos na pele a vibração dos outros seres.
E tantas ocasiões são as enganosas, como outras tantas são as acertadas.
Mais uma vez o bom senso, a relatividade das coisas levam ao meio-termo, para uns, ou ao caminho do meio, para outros.
Viver segundo o óctuplo de rectidão poderá ser um guia para ultrapassar os problemas da vivência.
A vida de cada ser é tão mais rica quanto mais experiências ultrapassar na correcção das suas atitudes.
- Isto será alcançar a felicidade?
- Pelo menos será o passaporte para ela.
- Queres dizer: a peneira!
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Malvin Skulbru - O Caminho do Meio
Imagem retirada da net

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Disse  Heráclito:  O caminho usado para descer também serve para subir !
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publicado por eva às 00:25

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Terça-feira, 10 de Outubro de 2006

A mente

10 de outubro de 2006

Homem de bigode grande e farfalhudo, a rir-se. Outro homem apático, semiconsciente numa cadeira junto a uma mesa. Outro homem, de pé, guarda-o para que não mexa nem acorde.
O de bigode, bem vestido e parecendo uma visita como que a um preso, está alegre, vivaço e ri-se muito. Mostra o tal apático a outras pessoas como a exemplificá-lo de qualquer coisa que não se percebe.
Dá vontade de fugir. E, além disso, a visita terminou mesmo por decisão do tal guarda.
Passam-se portões e a sós na paisagem imensa e vazia, os pensamentos vinham em catadupa e fugiam, sem os conseguir deter.

Não percebia nada. Nada parecia ter ligação.
A pobre coitada, meio louca numa cadeira de hospital psiquiátrico, jazia também no vazio.
Só se mexia com movimentos precisos a compor a roupa, as ligaduras e as mãos quando se sujavam.
Os olhos vazios - vazios e longínquos como nunca vi.

Falava com ela, mas estava longe, sozinha, e quem se sentia sozinha era eu.
Não conseguia fazer que deixasse de mexer as mãos e as levasse à cara, aos braços, às ligaduras.

Nem sequer me via. Nem via os remédios. Mas uma vez postos na boca, engolia-os perfeita e mecanicamente.
Quantos, oh quantos! como estes dois haverá por aí - sozinhos ou acompanhados.

Presos à força ou em tratamento médico.
Eles estarão sozinhos também deles mesmos?
A mente, esse enigma de capacidades que escapa aos cientistas. Todos os estudos e operações, e autópsias, e descargas eléctricas... coitados dos doentes, das vítimas.
Coitados dos cientistas que também não sabem observar o objecto de estudo.

O seu objecto está com eles mesmos. É o seu próprio cérebro no activo, que deve ser actualizado e experimentado pelo próprio médico.
Talvez assim, alvo das suas próprias experiências, logre sentir-se mais humano, mais mental.

E, na sua auto-análise, ajudar a tratar os doentes mentais a que se dedicar.


publicado por eva às 17:10

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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