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Escritos de Eva

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

Escritos de Eva

28
Mai11

Harmonia e paz

eva

osas. Flores e flores de variadas espécies todas abrindo ao Sol que vai aquecendo o ar.

O céu bem azul, bem brilhante dá alegria em tudo o que toca e envolve com a sua luz.

Borboletas volteiam todas as flores e vão subindo e descendo pelas sebes a esvoaçar.

Tudo parece querer imitar um paraíso.

Tudo é harmonia e paz.

- É, é. E cá vou eu.

- Onde?

- Vou buscar açúcar, ovos e outras coisas para preparar o lanche de aniversário.

- Hoje? Mas quem faz anos?

- A minha vontade de lanchar docinhos!

- Ahhh!

 

24
Mai11

As encruzilhadas da vida

eva

ativar

No sentido de amar

De dirigir o amor

Para frequência mais elevada

Mais sublime.

Subir

Sentindo uma vibração

Especial, diferente

Em várias extensões do eu.

Elevar-se

Cada um na direcção dos Anjos

Seres magníficos

De ajuda ao necessitado.

O Anjo da Guarda

Que desde meninos

Lhe cremos e damos

Nossa confiança

Para que nos conduza

No meio das encruzilhadas.

Da vida, as encruzilhadas

Apenas são os caminhos

Necessários para chegar

Ao outro lado.

Chegar ao vale florido

Onde se respira paz

A Paz maior

Que consola o mais cansado

O mais desiludido

De conseguir senti-la

Quando esta Paz é sentida

O ser se ilumina

E abrilhanta

De amor fraterno

De carinho

Por si mesmo e por tudo

 

21
Mar11

O eu, o tu, o eles…

eva

s coisas…

Os relacionamentos…

Os dias…

As tristezas e alegrias…

O eu, o tu, o eles…

Que importância têm?

Como os ordenamos?

Como são considerados?

Mais importantes que eu?

Damos menos atenção que ao eu?

Onde está o eu?

Entre o tu e o eles?

Acima de toda a dúvida?

Abaixo de qualquer intenção?

Menosprezado, esquecido?

Enriquecido de qualidades

que mais ninguém percebe?

Onde está o eu, e o tu, e o eles?

 

15
Set10

A luz

eva

- abes, hoje estou especialmente feliz… porque descobri a tal luz que tanto falas e que está em nós, blá-blá-blá.

E descobri que… efectivamente esteve sempre ali… em mim… em redor de mim… nos sítios por onde ando, vagueio, sobrevivo, vivo…

Descobri que posso controlar até essa dita luz, porque posso ampliá-la em mim a cada vez que me sinto desgraçado…

Descobri que essa luz sou eu, que ora esmorece ora brilha melhor conforme…

Bem, ainda não sei bem conforme é.

Mas vou descobrir e agora é mais fácil, porque já a percebi e sei como achá-la, sei como senti-la.

Tenho que ir trabalhar e desta vez vou tentar melhor luzir por lá.

Afinal, talvez não seja tão difícil e tenho sorte em ter trabalho…

 

07
Set10

Naturalmente

eva

- ias há que me pergunto para quê todo este viver, este sofrer?

- E se fossem dias de gozo, de felicidade, perguntarias o mesmo?

- Como? Hã… nunca pensei nisso assim… nem me lembro da última vez que me ri… só vejo os últimos tempos, mas sim! Já tive ocasiões de muita felicidade, de achar até que não haveria tristeza que me atacasse.

- Pois! A tristeza, angústia, desespero podem atacar a pessoa, a sua personalidade, o seu eu mais íntimo. Assim como a alegria e a felicidade. Mas para esses sentires nós não temos sofrimento e por isso não pensamos tanto neles.

- Mas…

- E sabes a ironia disto? Eram precisamente esses sentires de alegria que deveríamos perpetuar em nós, nos nossos espaços mentais, nos sonhos, de noite ou de dia. A cada vez que pensamentos, ou sentires, mais lúgubres nos atacassem deveríamos educar-nos, ou disciplinar a nossa mente e lembrar os tempos felizes que tivemos, ou que gostaríamos de ter e…

- Em suma, deveríamos aprender a formular a nossa felicidade!

- Nem mais, sabendo que esta depende de nós e não propriamente em ter outros ao nosso lado, ou a obter coisas materiais.

- Então, mas tudo isso ajuda a ser feliz.

- Não confundir as coisas é útil. Tudo o que é bom aproxima-se do raio de acção do Bem, naturalmente.

 

10
Jul10

Muitas vidas

eva

ivemos apenas uma vida ou talvez muitas vidas em cada vida…

Ou então poderemos considerar que somos os intervenientes nos episódios de uma novela qualquer…

Ahh! Novela(r) quer dizer – historia(r) da vida.

Os simples serão aqueles que não pensam muito nas coisas do mundo, ou os que vivem humildemente conforme vão conseguindo viver. Serão os mais felizes e os mais sensatos…

Os concorrenciais e espertalhões dos sistemas serão mais felizes, ou nem tanto…

A vida, como a morte, rege-se pelo Amor, pela dádiva constante de si para si próprio, para os outros e para tudo.

Se não nos amarmos, apenas subsistimos.

Se não nos amarmos não podemos partilhar o Amor que não temos, porque apenas se pode dar, ou repartir, o que temos.

E… o que temos floresce sempre, primeiro – durante – e – depois no próprio.

O que se é verdadeiramente é o que transparece em qualquer altura da vida, seja uma situação horrível ou feliz, em relação a qualquer pessoa ou ao nosso redor.

A integridade do eu existe, sente-se e é pressentida pelos demais, seja de modo instintivo ou lúcido.

- E o resto…

- Qual resto?

- Os que acham que convencem tudo e todos?

- O resto… é conversa!

 

16
Nov09

Da precaução

eva

Saber, conhecer, etc., as coisas que precisamos para trabalhar – uma opção comum à maioria dos que trabalham.
Saber, conhecer aqueles com quem convivemos diariamente, com a nossa família mais íntima e a nós mesmos, em todas as vertentes que temos de personalidade – uma opção que nem sempre é percebida como opção e, ainda menos, como essencial à evolução da nossa personalidade individual.
Saber e conhecer tudo o que nos rodeia e a nós mesmos – analisando conscientemente o que pensamos, falamos e fazemos. E o que falamos e fazemos sem pensar (!)
- Hã?
- Quantas vezes achamos que quem disse aquilo, ou fez aqueloutro, não podíamos ser nós mesmos?
- São os nossos repentes?
- Mas porque temos esses repentes, como dizes? Porque nos deixamos influenciar tanto que nem nos identificamos com algumas atitudes nossas que, efectivamente, pomos em prática?
- Algumas até conseguem enojar-nos, mas fizemo-lo…
- Então? Que influências deixamos que tomem conta de nós?! Sejam quais forem os nossos ímpetos, podem deixar de o ser. Mas para isso, torna-se necessário deixar a consciência actuar de modo lúcido por força da vontade.
- Que queres dizer?
- É necessário que a cada vez que esta ou aquela atitude, estas ou aquelas palavras não sejam reconhecidamente nossas, sejam percebidas e estudadas com lucidez e precaução.
- Precaução?
- Precaução de quem pisa esse terreno escorregadio pela primeira vez…
- Que terreno?
- O terreno da consciência viva em nós por nossa vontade e do discernimento de nós em nosso ser.
- Ou seja?
- Ou seja, reconstituir os pensamentos que nos fogem à velocidade da luz quando os queremos agarrar e reconhecer, e talvez lastimar, a falta de concentração que temos no verdadeiro eu de nós mesmos.

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Salvador Dali - Os dois arlequins
Imagem retirada da net
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Disse  Heráclito de Éfeso:  Mesmo percorrendo todos os caminhos, jamais encontrarás os limites da alma, tão profundo é o seu Logos !
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13
Nov09

Da luz e da energia

eva

Tanta desilusão e ilusão… e tanta maravilha que não observamos nem sabemos notar.
Tudo à nossa volta tem luz e energia. Nós temos luz e energia.
Tudo tem luz e energias próprias e adaptadas ao estado evolutivo de cada um.
Assim como tudo se relaciona em si, entre si e vai equilibrando os mais fortes e os mais fracos nessa capacidade de luz e energias.
- Tudo se mistura?
- Bem, tudo e todos se influenciam e auto-influenciam. Isto é, o nosso estado de saúde é psicossomático assim como o nosso bem-estar é um estado somático de ambiente-relacionamentos-próprio eu.
- Tudo se mistura como os ingredientes diferentes numa massa homogénea para sair um bolo passado o tempo de cozedura no forno-energia…
- Isto é, todos nos influenciamos mas não perdemos a individualidade. Temos que ter em conta a beneficiação de certas companhias e ambientes da natureza para nosso bem-estar e da troca que deveremos proporcionar, tão positiva como a que é recebida.
- O contrário também é possível, não é?
- Quase tudo é possível no seu contrário. Mas o que interessa reter é que somos influenciados e influenciamos tudo à nossa volta. São energias recíprocas que dependem da afinidade entre elas – se estamos bem equilibrados trocamos boas energias, senão acabrunhamos ainda mais as que temos.
- Qual é o remédio?
- É fazermos por criar ideias optimistas, favorecer a esperança e a fé de que tudo, absolutamente tudo, é passível de mudar a cada instante e que todo o bem é possível de ser atingido por todos, sem excepção.

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Imagem retirada da net
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Disse  António Damásio:  Grande parte do sofrimento humano é causado por conflitos das pessoas consigo mesmas !
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21
Out09

Outros nós de nós

eva

Sinto falta de mim… às vezes pareço outra pessoa… outro alguém que não conheço bem… que pode ser bem mesquinha… ou muito melhor que eu…
- Somos muitos eus em nós.
- Somos várias personalidades num só indivíduo?
- Não exactamente, somos todas as nuances possíveis das nossas emoções, sentimentos, raciocínios e reacções lógicas em cada situação que enfrentamos.
- Somos tudo nós mesmos…?
- Na grande maioria das vezes somos a diferença entre o que estamos habituados a sentir, os sofrimentos muito marcados por que passámos e o que achamos que deveríamos sentir.
- Em suma – somos os nossos traumas e as nossas ambições.
- Por nós mesmos – somos os nossos desejos de nós mesmos.
- Mas então, se percebemos a diferença do que ainda somos e o que gostaríamos de já ser, então também nos poderemos modificar e um dia atingir o que desejaríamos ser agora?
- Evidentemente, mas até lá dá-se uma luta entre os nossos eus que, se não for moderada pelo tempo e pela paciência, pode desencadear em desequilíbrio.
- Estás a falar em loucura?
- Tanto pode ser desequilíbrio físico – e então desencadeiam-se doenças de ordem diversa – como desequilíbrios psíquicos.
- Então… que fazer?- Ter a paciência e a abnegação de ir sempre tentando auto-educação, seguindo sempre a linha que delineamos para o nosso futuro. Sem parar, mas também sem correr quando apenas se pode andar e ver bem onde se põem os pés…

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Imagem retirada da net
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Disse  Aldous Huxley:  O degrau da escada não foi inventado para repousar, mas apenas para sustentar o pé o tempo necessário para que o homem coloque o outro pé um pouco mais alto !
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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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