Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 1 de Maio de 2011

Da discussão inútil

ensamentos de pouca monta, de pouca coisa.

De tudo o que não deveria ter importância.

Pensamentos que não nos projectam no bem São ainda a maioria dos pensamentos que comummente se têm.

Dando atenção e concentrando nossas energias com base em orgulhos vãos. Melindres, vaidades, depressões e outros tais são espelho de orgulho.

O orgulho é vão. A humildade é grandiosa.

O que dizem, o que fazem sobre nós, nossa família, nosso trabalho, nossos bens, deverá ficar em prol de quem o faz.

A nós seria mais útil continuar em humildade, respondendo apenas ao que tem resposta construtiva para nosso bem-estar íntimo e bem-estar de todos os intervenientes…

- Então, isso quer dizer que se for ofendido não ataco de volta? Só posso responder?

- Isso quer dizer que ao ouvirmos algo que não nos agrada ou fere, podemos responder esclarecendo da verdade e seguir o nosso caminho, sem sequer olhar atrás.

- Já houve quem nem conseguisse seguir o caminho, foi até torturado e crucificado.

- Exacto! Já bastou um!

- Um?! De um há milhares de seguidores mas muitos haverá incógnitos que, na sua humildade e correcção de ideias e atitudes, passam despercebidos à maioria. No entanto, o seu caminho é de ouro e o seu progresso mental e espiritual adquiriu um brilho ofuscante.

- Estás a defender o martírio para todos?

- Estou a dizer que as discussões acabam quando não são seguidas, que o bom ambiente se mantém no esclarecimento útil e não na falácia que se degrada constantemente em cada palavra desagradável. Estou a dizer que é positivo manter objectivos de esclarecimento quanto baste, reconhecendo que quem os ouve pode não estar em condições de ouvir ou não querer mesmo ser esclarecido. Logo, toda a discussão continua inútil até à degradação de todos e tudo em redor.

- Hummm…. Hummm…


publicado por eva às 00:30

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Quarta-feira, 24 de Novembro de 2010

Do orgulho vão à dignidade esplendorosa

á tanto melindre, tanto ressentimento, tanta recriminação e… para nada. Nada disso importa verdadeiramente na vida. O que importa é o que somos nós connosco e para nós mesmos e para os outros – sentir paz.

Paz, mesmo quando estamos em meios naturalmente agrestes ou no meio de gente agressiva, competitiva…

Porque a competição saudável é consigo mesmo ao estabelecer metas progressivas à personalidade mais encoberta de si.

Aí, encontra-se a paz duradoura ao conseguir surpreender-se com o seu melhor, porque nessa altura o resto deixa de ter importância.

- Isso não é individualismo exacerbado?

- Não é essa a ideia. O que vale é a evolução exigida a si próprio e não aos outros, pois todos seguem a sua linha evolutiva. Apenas temos direito de tal exigir para nós mesmos. Aos outros podemos dirigir compaixão pelo seu estado ou admiração pelo seu nível ético. E todos podemos atingir níveis mais elevados de nós mesmos, a cada momento. Então o orgulho que se poderá sentir não é mais o orgulho vão e habitual, é dignidade esplendorosa, é magnanimidade na pureza de conceitos.



publicado por eva às 00:32

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Terça-feira, 23 de Novembro de 2010

Harmonia espiritual

odos os dias é este trânsito! Todos os dias sinto este cansaço! Sempre este marasmo de vida!

- Este é o tema para hoje desenvolverem aqui mesmo, entre nós.

- Mas é verdade, eu também sinto tal e qual… por isso nem sei por onde começar… se calhar poderíamos optar por ir a pé ou de bicicleta…

- Conforme a pressa e a distância, pois!

- E esse tal cansaço? Que fazer com ele?

- Estou à espera… ainda só houve 2 opiniões… mais!!

- Também se poderiam mudar para trabalhos ainda mais perto de casa, ou mudar de casa…

- Já agora deixar a família e ir para um hotel durante a semana, não?

- Mas… e o cansaço? Não tem que ser contemplado nisto tudo, porque pelo cansaço a vida tornou-se monótona…

- Bem, vamos tentar equacionar as coisas doutro modo, talvez. O trânsito pode contornar-se alterando os horários de saída e chegada a casa e conseguir ainda ser mais útil nos horários familiares, seja de carro ou a pé, de bicicleta que até não é poluente, etc.

- Mas… e o cansaço?

- O cansaço é – geralmente – mental, por isso é necessário alterar as rotinas e os interesses deverão ser alargados com outras actividades porventura mais ao gosto pessoal e mais saudáveis.

- Ah! Pois, se o corpo está saudável a mente corresponde…

- E vice-versa. Ou seja, está em nós mesmos as mudanças que espiritual e mentalmente necessitamos para melhorar a nossa receptividade, para gozar a vida que temos.

- Isso é possível?

- A felicidade está em nós, dentro de nós, na harmonia espiritual entre a nossa centelha divina e tudo o que nos rodeia. O perigo é abafar a ligação do divino em nós pois, nesse caso, vamos endurecendo para o mundo e para nós mesmos. Não devemos paralisar-nos nem abafar-nos, mas sim expandir-nos física e espiritualmente.

 


publicado por eva às 00:39

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Sábado, 20 de Novembro de 2010

Condomínio espiritual

ão percebi, desculpe… Quer ir para onde? Ah, se pudesse fazer-se entender! Talvez por gestos, que diz, que dirá?

Pelo menos não parece afligida, apenas desgostosa por falar tanto e ninguém perceber nada.

Ah, sim, sim…. Agora! Pois é ali mesmo, naquela paragem e paga lá dentro na máquina de bilhetes ou ao condutor. Pois, será isso, será…

Acho que não estamos muito habituados a que nem inglês saibam falar para se fazerem entender… Hã? Pois claro que não, senão tinha-a percebido, ora!

Hã?! Achas que aquilo era inglês? E até misturava palavras de português? Mas como? Onde? Eu não consegui perceber uma palavra…

Se estou surda? Acho que não! Ela abria a boca e falava e eu não a entendia?

Essa agora! Onde foste arranjar essa ideia? Se falasse algo perceptível eu teria entendido, não achas? Estava com toda a minha atenção a tentar compreender…

Isso não chega quando há bloqueio? Mas de que bloqueio estás a falar?

Hã? Eu estou aqui e estou ali e não percebo nada? Isto pode ser condomínio espiritual? Hã?!!!

Bem, tens toda a razão – não estou a perceber nada!

 


publicado por eva às 00:38

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Terça-feira, 14 de Setembro de 2010

Viajar

- ara que servem as viagens além de mostrarem, a todos, a situação financeira que a família vai gozando? Esta e outras perguntas tais apenas traduzem a insegurança de quem pergunta.

- Pois, quem está em paz consigo mesmo não precisa nada disto.

- E as viagens poderão ser simples possibilidades de encontrar novas culturas ao vivo, etc.

- Ou seja, tudo aquilo que nos prende a materialidades ou questões físicas estabelece exactamente um laço que agarra o ser e não lhe permite liberdade. A liberdade pura que os grandes místicos ensinaram e exemplificaram em vida.

- Essa liberdade permite ao indivíduo não ter medo do que seja mais temeroso, permite-lhe movimentar-se em qualquer ambiente sem constrangimento; antes, pelo contrário, é ele que influencia os meios onde se movimenta, acrescentando-lhes uma luz de clareza espiritual aos que ainda não a têm. Essa clareza é intrínseca e não necessita discursos para convencer ninguém.

- Num mundo de ritmos atribulados, como o actual, é fácil cairmos na confusão de ideias porque, não raro, achamos injustiças e corrupção um pouco por toda a parte.

- Mas não somos libertadores de nada a não ser de nós mesmos e com o nosso exemplo poderemos, então, ser mote de inspiração para quem seja atento.

- O trabalho principal de correcção está sempre primeiramente em nós mesmos. Quando adquirimos a nossa luz interior com determinada projecção será essa a luz que absorverá a escuridão em redor. Então, partilharemos o que temos e o que temos de melhor.

 


publicado por eva às 23:43

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Terça-feira, 2 de Março de 2010

O transtorno do boomerang

ranstornos que sofremos por aquilo que nos parece injusto, por tudo o que nos contraria intimamente.

A nossa consciência está maioritariamente voltada para o exterior – tudo o que nos fazem, tudo o que sofremos…
No entanto, na maior parte das situações, os outros nem reparam que existimos enquanto pessoas sensíveis, somos apenas algo que está na frente dos seus objectivos imediatos, ou quase…
Para esses, somos apenas obstáculos a ultrapassar, sem ligarem importância a quem somos realmente.
Ou seja, se pudessem encarar as situações de frente, com lucidez mental e espiritual, perceberiam as atitudes tolas, ou mesmo tresloucadas, como as que têm para sobreviver no trabalho, na rua, em casa, entre familiares, amigos ou estranhos.
Apenas alguns têm a lucidez de entender que todos os pensamentos e atitudes que têm em seu redor é o que produzem para si mesmos.
Se são enaltecidos e soberbos, ou humildes e pacíficos… assim é o espelho que os reflecte.
- Estamos sempre a interagir como num espelho de nós?
- Esse é um modo fácil de explicar a situação.
- Então o que fazemos aos outros volta o seu efeito em nós?
- Seja o que for, em qualquer tempo ou espaço em que vivamos, tudo se acerta na ordem maior de paz e amor fraterno.
- Será o pagar até ao último ceitil referido por Jesus…
 

publicado por eva às 00:32

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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

A expansão do ser humano

- Aquela que vês ali… às vezes vejo-a suspensa no ar em forma de silhueta, em cores branco-azul claro, com uma espécie de brilho (ou luz) que não existe por aqui – semelhante ao raio das trovoadas.
- E depois?
- Depois faz-se em partículas como fagulhas e volta para ali, onde a vemos sempre, com aquele ar pacífico de quem nem se mexeu.
- Que engraçado!
- Achas?!
……………………
- Isto era o quê?
- Um diálogo.
- Mas entre quem?
- Ah, também chegaste agora. Já começou há muito, pelo que parece e pelas horas que já são.
Um dia – continua o interlocutor – todos saberemos fazer isso.
Hoje apenas se consegue explicar isto através das imagens de filme.
Mas chegará o dia em que todos, sem sequer o pensarem, estarão em vários lugares ao mesmo tempo e sem usar transporte a não ser o próprio ser.
Será a expansão do ser humano.
Será a expansão do ser espiritual sobre a matéria.
Boa noite a todos!

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 .
Fotograma de "2001: Odisseia no Espaço"
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Disse  Jean-Luc Godard :  o cinema, como a pintura, mostra o invisível !
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publicado por eva às 18:54

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Domingo, 3 de Fevereiro de 2008

Teilhard de Chardin # O Meio Divino - Parte I

Aviso prévio
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Os excertos que serão aqui reproduzidos ao Domingo, em Fevereiro, são retirados da obra «O Meio Divino» do padre jesuíta Pierre Teilhard de Chardin (1881-1955), da edição da Editorial Presença, Lisboa, Colecção Síntese, s.d., e a selecção é da minha responsabilidade.
A leitura de Teilhard de Chardin foi desaconselhada pela igreja católica apostólica romana por um monitum de 30 de Junho de 1962.
Apesar disso, em 6 de Janeiro de 1975, na homilia da missa da Solenidade da Epifania do Senhor, o Papa Paulo VI fez uma citação explícita das duas primeiras frases da ‘Introdução’ de "O Meio Divino", indicando não só o título da obra mas também a página de onde foi retirado o texto citado (“Solennità dell’Epifania del Signore – Omelia del Santo Padre Paolo VI – 6 gennaio 1975”, www.vatican.va). Este facto, além de pressupor que o Papa conhecia bem o pensamento de Chardin, cuja leitura era desaconselhada pelo monitum, igualmente pressupõe que não a condenava pois não se coibiu de a referir numa cerimónia religiosa pública.
Também João Paulo II perfilhou nos seus escritos, por diversas vezes, o pensamento de T. de Chardin o mesmo se podendo dizer do então cardeal Ratzinger. 
No entanto, a validade do monitum de 1962 mantém-se, tendo essa validade sido reafirmada em 1981, quando se celebrava o centenário do nascimento de Teilhard de Chardin.
Para quem desejar um melhor conhecimento deste autor, permito-me aconselhar um excelente trabalho do Prof. Dr. Alfredo Dinis seguindo esta ligação.

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Observação importante

Não se busque nestas páginas um tratado completo de teologia ascética, – mas sim a simples descrição de uma evolução psicológica observada num instante bem determinado. Uma série possível de perspectivas interiores descobrindo-se gradualmente ao espírito no decurso de uma modesta ascensão «iluminativa», – eis o que pretendemos exarar aqui.

Introdução

O processo que seguiremos na nossa exposição será muito simples. Visto que, no campo da experiência, a existência de cada homem se divide adequadamente em duas partes, a saber, o que ele faz e o que ele sofre, focaremos alternadamente o campo das nossas actividades e o campo das nossas passividades.

Primeira Parte – A Divinização das Actividades


Nada é mais certo, dogmàticamente, do que a santificação possível da acção humana. «Tudo o que fizerdes, diz S. Paulo, fazei-o em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo». E a mais cara das tradições cristãs foi sempre ouvir esta expressão: «em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo» no sentido de: em união íntima com Nosso Senhor Jesus Cristo.
As acções da vida de que se trata aqui não devem ser entendidas, como se sabe, só das obras de religião ou de piedade (orações, jejuns, esmolas, etc.) Trata-se realmente da vida humana toda, mesmo nas zonas chamadas mais «naturais». Toda a vida humana é declarada pela Igreja santificável. «Quer comais, quer bebais…» – diz S. Paulo.
Mas o que contará lá no Céu, o que sempre permanecerá é que o meu amigo tenha agido em todas as coisas, em conformidade com a vontade de Deus. Deus, é claro, não tem nenhuma necessidade da sua industriosa actividade, visto que ele poderia ter tudo sem essa sua actividade. Aquilo que ele está exclusivamente interessado, o que ele deseja intensamente, é o uso fiel da sua liberdade e a preferência que lhe der a ele com relação aos objectos que o rodeiam.
Compreenda bem isto: na Terra as coisas foram-lhe dadas só como matéria de exercício para formar o espírito e o coração «a suo», isto é, sem o substracto da acção real perfeita. O meu amigo está num lugar de prova onde Deus possa julgar se é capaz de ser levado à sua presença no Céu. Está em experiência. Pouco importa portanto o que valem e em que se transformam os frutos da Terra. Toda a questão consiste em saber se deles se serviu para aprender a obedecer e a amar.
Onde estão as raízes do nosso ser? Que mistério o das primeiras células que um dia foram animadas pelo espírito vital da nossa alma. É em parte a história toda do Mundo que se representa em cada um de nós através da matéria. Por mais autónoma que seja a nossa alma, ela é a herança de uma existência prodigiosamente trabalhada, antes dela, pelo conjunto de todas as energias terrestres: ela encontra-se com a Vida e junta-se a ela num momento determinado.
Não há em nós um corpo que se alimente com independência da alma. Tudo o que o corpo admitiu e começou a transformar, a alma tem por sua vez de o sublimar. Ela faz isso à sua maneira e segundo a sua dignidade, sem dúvida. Mas não pode fugir a este contacto universal nem a este labor de todos os instantes. E assim se vai aperfeiçoando nela, para sua felicidade e correndo riscos, a capacidade particular de compreender e de amar, que constituirá a sua mais imaterial individualidade.
Não esqueçamos que a alma humana por mais criada à parte que a nossa filosofia a imagina, é inseparável, no seu nascimento e na sua maturação, do Universo onde nasceu. Em cada alma Deus ama e salva parcialmente o Mundo inteiro, resumido nesta alma dum modo particular e incomunicável.
O Mundo, pelos nossos esforços de espiritualização individual, acumula lentamente, a partir de toda a matéria, o que fará dele a Jerusalém celeste ou a Terra nova.
Pela nossa colaboração que ele suscita, Cristo consuma-se, atinge a sua plenitude, a partir de toda a criatura. É S. Paulo que no-lo diz. Imaginávamos talvez que a Criação acabara já há muito. Erro. Ela continua cada vez mais activa, e nas zonas mais elevadas do Mundo. E é para o acabar que nós servimos, mesmo por meio do trabalho mais humilde das nossas mãos. É este, em suma, o sentido e o valor dos nossos actos. Em virtude da interligação Matéria-Alma-Cristo, façamos o que fizermos, nós levamos a Deus uma porção do ser que ele deseja. Mediante cada uma das nossas obras, nós trabalhamos muito parcelarmente mas realmente na construção do Pleroma, isto é, contribuímos um pouco para o acabamento de Cristo.
Cada uma das nossas obras, pela repercussão mais ou menos distante e directa que tem sobre o Mundo espiritual, concorre para perfazer Cristo na sua totalidade mística.
Oxalá chegue o tempo em que os Homens, bem conscientes da estreita ligação que associa todos os movimentos deste Mundo no único trabalho da Encarnação, não possam entregar-se a nenhuma das suas tarefas sem as iluminar com esta ideia distinta, a saber, que o seu trabalho, por mais elementar que seja, é recebido e utilizado por um Centro divino do Universo !
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Parte II nesta ligação
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Parte III nesta ligação
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Parte IV nesta ligação
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Disse Teilhard de Chardin : Purifique a sua intenção e a menor das suas acções encontrar-se-á cheia de Deus !
 
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publicado por eva às 17:11

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