Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 5 de Dezembro de 2010

Caminhos de vida

nos caminhos da salvação…!

- Estou farto disto, é sempre a mesma coisa!

- Então porque vens aqui?

- Se calhar pelo mesmo que tu, porque assim passo o tempo…

- Eu não venho aqui por isso. Tenho muito em que ocupar o tempo, até tenho é tempo em atraso para as tarefas que gostaria de fazer. Os dias fogem-me…

- Então vens porquê? Porque acreditas nestas humm… para mim patranhices?

- Venho porque é um lugar onde consigo o recolhimento que pretendo e me faz bem. Venho porque aqui, para mim, até o ar é mais fino e respiro melhor. Isto funciona como um bálsamo para o meu organismo.

- Sorte a tua!

- Sim, creio que sim. Mas consigo efeitos semelhantes na natureza mais agreste onde, ao contrário de aqui, não há ninguém. Ali o ar também é assim para mim e consigo a mesma introspecção.

- Então porque não vais para lá, para esses sítios?

- Porque hoje este estava mais à mão. O que importa é o sítio, o conseguir formular a ocasião de nos sentirmos bem connosco. E, para isso, eu necessito estar mesmo junto comigo. Não era bom para mim estar aqui em protesto, mas é imensamente bom estar em paz comigo.

- Humm…

- Porque não experimentas deixar de protestar tanto e arranjar um espaço para ti? Pelo menos será uma variante.

- Humm…

 


publicado por eva às 00:39

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Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010

Primavera

rimavera da vida!!

- Hã?

- Tudo floresce, tudo frutifica, tudo é belo!

- Hã?

- Tudo…

- Olha, espera! Estamos no Outono, ou seja, noutra estação.

- Não estamos nada! Isso será no teu hemisfério, por aqui é Primavera florida.

- Ah! É isso, estás pelos mares do Sul…

- Por acaso estou em terra bem firme, a que aparece por baixo da neve que vai derretendo a boa velocidade.

- Pronto, estamos em lugares distantes e realidades díspares, até contrárias.

- A realidade é para cada um a sua, ora!

- Evidentemente, mas pareciam linguagens diferentes.

- E depois? Cadê do espaço mental? Aquele que nos mantém livres seja qual for a situação?

- Acho que fugiu com o hábito da integração por semelhança…

 


publicado por eva às 23:49

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Sábado, 19 de Junho de 2010

Deixar para amanhã

- as tu prometeste!

- Quando? Ah! Mas agora não pode ser. Amanhã!

- Quando? Amanhã? Amanhã não sei!

É sempre isso! Deixas para amanhã, porquê? Pensas tu que o tal amanhã não chega e assim não tens que fazer nada!

Tudo se vai resolvendo no tempo? Isso não é verdade, é um engano teu!

Amanhã é hoje, já foi ontem o amanhã de anteontem. E, evidentemente, que haverá mais amanhã quando nascer o Sol amanhã…

Vamos responsabilizar o hoje no agora e deixar o amanhã livre para o que surgir nessa altura.

Deixa de sobrecarregar o dia seguinte por não teres coragem de assumir hoje determinada situação.

Amanhã deve ficar livre para acordares com a sensação que nesse dia tudo ainda pode acontecer.

E que amanhã traga muita felicidade e a esperança de mais felicidade ainda.

Dá sempre espaço e pureza ao teu amanhã!

 


publicado por eva às 00:33

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Terça-feira, 16 de Março de 2010

Onde está o ser?

udo está inscrito no círculo do tempo e do espaço. Tudo flui e reflui. Tudo se liga interligando-se.

Somos hoje aquele de ontem e o próximo de amanhã.
Somos o que está aqui e noutros lados, noutros mundos a fazer inúmeras coisas – ao mesmo tempo?
Ou… em tempos diferentes.
E o espaço, os lugares em que estamos – sobrepõem-se paralelamente? Ou formam encruzilhadas? E estabelece-se um mesmo ponto de encontro ou diversos pontos de intersecção?
E… ao mesmo tempo, ou em instantes diferentes?
Afinal, há diversidade ou unidade no ser?
Onde está o ser? a voar no cosmos infinito?
- Tanta interrogação! Se não sabes as respostas vai vivendo cada momento o melhor que sabes e podes, porque todas as respostas virão no instante imediatamente anterior à tua aptidão para entendê-las.
- Tens a certeza?
- Ainda outra pergunta?
 

publicado por eva às 00:33

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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Afinal, quem somos nós?

Afinal, que lugar ocupamos no espaço? Que é a matéria? Quem somos nós? Que tempo universal é o nosso?
- Afinal existe, ou não existe, tempo e espaço?
- Não há absolutismos desses, tudo é relativo e conjuntural. Nós somos uma parcela ínfima que mantém todas as características do cosmos onde existe o planeta Terra.
- Então somos uma… hã… amostra?
- Mantemos as características sublimes de tudo o que sentimos e fazemos num estado por vezes mínimo de evolução, outras vezes num grau muito adiantado de progresso. Isto é, temos em nós uma essência divina que nos permite, através da consciência, escolher o rumo certo para as nossas emoções e forças.
- Então porque há tanta crueldade e martírio entre as pessoas? Porque desfaz o homem a natureza, precisamente a que tudo tem para o salvar, desde o oxigénio aos produtos que curam todas as doenças que o sobrecarregam?
- Porque se acha o homem um ser superior? Porque pensa e raciocina? Porque tem caprichos emotivos e destruidores de tudo o que possa embaraçar a satisfação desses caprichos, ou desejos, e que julga imprescindíveis para sua felicidade? Qual será a resposta a estas questões? Simples capacidade de lucidez de si mesmo?
- Continuamos nas incógnitas sem conseguir respostas?
- Continuamos observando seres e acontecimentos maravilhosos no meio de outros… e esses são a prova que é possível sermos cada vez mais brilhantes em nós próprios, para nós mesmos e para os outros.
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René Magritte - A condição humana
Imagem retirada da net
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Disse  William Hazlitt:  O homem é o único animal que ri e chora, porque é o único que se impressiona com a diferença que há entre o que é e o que devia ser !
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publicado por eva às 00:33

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Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

O silêncio de que falo

Passos e mais passos debaixo de um Sol escaldante. E foram passos em vão.
- Oh! Quantas vezes isso acontece!
- Pois, mas assim que pude procurei uma sombra e a seguir voltei para o meu sítio.
- Sítio?
- Ou lugar de trabalho. Neste caso, um lugar sossegado e isolado.
- Porquê?
- Porque dá mais jeito para pensar e escrever.
- Mas tens sempre barulhos e sons e vozes…
- É verdade, mas isso são os sons que vêm da rua - porque tenho sempre as janelas abertas - a juntar aos que estão na minha cabeça.
- Então, desculpa, mas onde está o silêncio?
- Está em mim, comigo. Qual é a dúvida?
- Só perguntei…
- Pois o silêncio de que falo é o de mim com os meus pensamentos. É como um espaço criador que surge e faz o seu lugar. É um espaço que aceita renovações, estuda e critica tudo o que conheço sem qualquer litígio.
- Então!?
- Então o quê?
- Vais andando e falando sozinha noutra direcção? Nós vamos por aqui!
- Sim, sim. Desculpem não me ter despedido. Até amanhã!
- Até amanhã!
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Imagem retirada da net

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Diz  um Provérbio árabe:  Às vezes o silêncio é mais eloquente do que os discursos !
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publicado por eva às 00:25

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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

A bem dizer

A casa estava desarrumada e cheia de coisas. Aliás - atulhada de coisas!
Coisas que outrora foram mobílias lindas, móveis com estilo…
Hoje, são tralha. Não porque não se usem, mas porque não têm espaço para brilhar.
Onde estão, amontoadas, só ganham pó e desuso.
Se a maior parte fosse retirada, essa casa teria um ambiente mais acolhedor e, se calhar, ganhava certo encanto numa simplicidade de bem-estar.
Assim, permite apenas o espaço para se deambular por ela, pois nem dá acesso fácil a quase nada.
São anos e anos de acomodação, de uma habitação ao estilo sem estilo.
Um aranhiço, pequenino mas ladino, pairava no primeiro fio da teia, que haveria de formar, logo acima da sua cabeça.
Olharam-se e esperaram. Ela, que o aranhiço se fosse embora.
O aranhiço, inquiria que lhe faria aquela ali sentada. Nada?
Então aproveitava para seguir, mas noutra direcção – nunca se sabe…
E subiu apressadamente pelo mesmo fio da teia.
A luz ia e vinha. Ela ia e vinha acompanhando o foco de luz.
O cadeirão continuava no mesmo sítio. O aranhiço lá para cima, na direcção do tecto.
Ela continuava sentada e uma música tocava, quase inaudível.
A casa, a bem dizer, poderia estar vazia. Não se lembra, pois não consegue concentrar-se.
Mas tem tempo, porque assim que uma tarefa acaba, outra começa…
Agora, o que agora mesmo precisa é de espaço - dentro e fora de si.

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Imagem retirada da net

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Disse Zulma Reyo: Em vez de corrermos como a água na vida e nos ritmos da natureza, acumulamos uma reserva restritiva de fixações que criámos e que são, na realidade, formas-pensamento solidificadas !

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publicado por eva às 00:25

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Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

Paralelo inacabado

Na sala cheia de gente e outros mais, formou-se um tubo (ou cilindro) de luz coralínea, para transporte.
Quem pôde subiu e voou pelo espaço.
Foi possível ver então uma outra sala, muito mais iluminada.
Figuras lindíssimas de aspecto e luz moviam-se com tanta harmonia que parecia seguirem algum ritmo suave ou musical que só elas ouvissem.
As suas cores eram azul, rosa, verde e amarelo (semelhantes à história da Cinderela) em tons claros.
Parecia ser uma ocasião festiva e, seguidamente, trocaram cumprimentos e alguns abraços fraternos.
Depois... ohhh! foi necessário voltar!
Mas agora, talvez por influência da luminosidade anterior, a primeira sala já não estava tão sombria.
Parecia ter uma "passerelle" com luz e algum brilho, em cor cinza muito clara, com ornamentos brancos em moldura e a formar desenhos, de traço largo, pelo chão fora.
O material parecia mármore, talvez pela ideia que dava de lustro.
O lustro que podemos ter até poder ficar no brilho estonteante da luz.
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Mundos Paralelos

Alberto Benito "Chama"
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Disse  Fernando Pessoa :  Tudo que existe, existe talvez porque outra coisa existe. Nada é, tudo coexiste: talvez assim seja certo !
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publicado por eva às 08:14

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Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007

Nova aurora

22 de janeiro de 2007

Uma pirâmide com líquido escuro, muito escuro, voava no espaço e ficou suspensa numa espécie de sala iluminada.
A pirâmide rodava sobre si mesma em várias direcções e continuava suspensa no ar.
E rodava, rodava, lentamente...
A claridade da sala começou a iluminar a pirâmide.
As suas arestas agora reluziam em tons prateados.
Mas o líquido era tão escuro que não se percebia se era preto, azul, castanho ou verde azeitona.
De repente pareceu imobilizar-se por um instante.
Mas deve ter sido impressão porque continuou o seu rodar.
Rodando continuamente pareceu que outra vez se imobilizava. Era um instante.
Agora tinha a certeza que sim.
De quando em quando, no seu rodar, parava um instante.
E, nesse ínfimo imobilizar, um raio branco trespassava-a bem no centro.
Como se fosse um eixo, mas no sentido paralelo à base.
A base parecia pentagonal ou hexagonal; não conseguia contar bem os lados.
E como continuava a rodar, não era ainda possível ver com exactidão.
Agora imobilizou-se mesmo.
Nem sequer oscila. Está completamente parada.
O líquido escuro está a clarear e... já se pode dizer a cor: é púrpura.
De opaco está a tornar-se translúcido e cada vez mais transparente.
No entanto nada atinge o seu interior pelo exterior. A transformação é de dentro.
Também a claridade da sala mudou de prateado para branco e agora está rosa claríssimo.
A pirâmide agora está transparente, da cor da sala: rosa claro.
Apesar de imóvel, está a fundir-se com a sala.
Como se fosse tudo uma coisa só.
Pirâmide e sala reuniram-se em rosa quase transparente, cheia de lampejos prateados.
Uma nova aurora vai nascer. E um novo mundo?

publicado por eva às 18:40

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Sexta-feira, 28 de Abril de 2006

Amanhece sobre as águas do rio. Um sol calmo. Céu limpo e

28 de abril de 2006

Amanhece sobre as águas do rio. Um sol calmo. Céu limpo e sem nuvens.

A luz do sol ilumina devagarinho as águas, a praia, os namorados, os barcos de pescadores.
As lágrimas das despedidas.
A alegria para quem regressa no novo dia.
Há quem lute no mar. Há quem lute na terra. Há quem espere - de pé.
Há quem espere com esperança e fé.
A fé que tudo move. A alma que se anima de fé.
O corpo que se anima de vida. De alegria interior.
Aparece uma pérola. De fé. De amor.

À sua volta formam-se raios. Depois nuvens de estrelas.
Nuvens que chegam a nebulosas.

Para logo se espraiarem e a tudo chegar e tocar com o seu brilho.
Como por magia tudo se altera e melhora por essas estrelas.
Não sei como não são percebidas por toda a gente - são tão lindas e brilhantes.
Algumas pessoas sentem-nas.

Outros páram mesmo, como se quisesssem ver outra vez, para confirmar.
Pois é, está tudo à nossa volta.
Mas só alguns dão atenção.
Alguns outros percebem também a mensagem do amor.

publicado por eva às 17:34

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