Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sexta-feira, 20 de Maio de 2011

No fim

anto sacrifício. Tanto divertimento.

Tantas dores. Tanto riso.

Tantas privações. Tanta prodigalidade.

No fim sobra o quê?

Sobra a unidade disto tudo.

Sobra reconhecer que os erros têm que ser corrigidos.

Que não vale prejudicar ninguém para conseguir isto ou aquilo.

Que o isto ou aquilo que se conseguiu, afinal não é nada assim tão importante que valha o reverso.

No fim sobra a serenidade de um caminho, seja entre pedregulhos seja em areia fina.

No fim fluímos simplesmente em bondade e também em tolerância pelos que ainda não chegaram a essa situação.

No fim entendemos que há espaço para todos porque os níveis são infinitos como infinitas são as predisposições.

No fim entendemos que o que parecia injusto e injustificado mais não era que melindre recompensado.

No fim entendemos que tudo é ilusão, por mais real que pareça e que somos como artistas em palco organizado para nós por nós mesmos.

No fim cumprimos sempre os nossos deveres e tornamo-nos aptos para uma Luz maior e íntima em nós.

 


publicado por eva às 00:49

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Segunda-feira, 22 de Fevereiro de 2010

Pressentir o ser

emos instinto e intuição que permitem o pressentir do ser.

O instinto orienta para a preservação da vida; a intuição permite saber o que não se tem em conhecimentos e conseguir explicar de modo lúcido.
Ambos presidem às nossas vidas nos rumos acertados para a nossa evolução – se os deixarmos…
A razão permite corrigir os erros que vão aparecendo, incluindo os mais subtis e que se mascaram de instinto ou intuição.
Pelo exercício da razão vamos endireitando a nossa personalidade nas veredas que vamos encontrando nesta vida.
Armados destes três elementos – instinto, intuição, razão – e conduzidos por eles, pelos reflexos nervosos de que se servem, podemos melhorar a nossa performance perante tudo o que nos vai surgindo a cada dia.
- Pronto, tenho que ir. Não digas mais nada. Vou mesmo!
- Mas vais onde?
- Vou comprar aquele combinado frigorífico-arca para a cozinha, porque o instinto disse-me que iria gostar muito dele para a minha comida e bebidas daqui a alguns meses e a minha intuição disse-me que, agora nos saldos, valia a pena o dinheiro que pedem por ele na loja.
- Bem…
 

publicado por eva às 00:30

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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Oportunidade de vida

- Se a vida é uma oportunidade de progresso individual, as palavras de Jesus, na cruz, dirigidas a Deus – está consumado! – têm outra amplitude, não têm?
- Que queres dizer com outra amplitude? Têm o significado que cada um lhe quiser dar. É como esses seres ali, atarefados nos seus trabalhos, irradiando brancura e paz e movimentando-se tão levemente que parece que nem pisam o chão. Têm também o significado que cada um lhe quiser ou puder dar, assim que os visualizam ou percebem. Tudo é assim na nossa vida. Uma percepção, uma interpretação e um significado em conformidade com as nossas possibilidades e quereres. E também em conformidade com os nossos tempos e espaço.
- Contudo, se olharmos em volta, somos todos muito diferentes uns dos outros.
- Diferentes em quê? Na aparência ou no entendimento?
- Pois, nisso e mais ainda com certeza.
- Somos como as plantas dum jardim. Podem crescer selvagens ou de modo equilibrado, direitas e com mais ou menos falhas e ramagens. Podem ter picos, nenhuma floração, uma flor ou muitas flores. Tudo depende do jardineiro que somos connosco. Se apararmos os excessos crescemos sempre para os céus.
- Há plantas, até trepadeiras que, em vez de se elevarem, se debruçam sobre si mesmas.
- Esses serão os ensimesmados, os depressivos em constante pena e remorso de si mesmos. São os que, na sua angústia, ainda não conseguem entender que todos podemos errar, contudo é o estado de permanecer no erro que é o erro. Se utilizarmos os erros como avisos de não voltar a ter esta ou aquela atitude, eles transferem-se rapidamente para qualidades.
- Oh!
- Oh?

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Imagem retirada da net
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Disse  Thomas Moore:  Num jardim, a alma encontra a sua necessária fuga da vida e a sua porta de entrada num espaço onde a eternidade é mais evidente do que o tempo !
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publicado por eva às 23:48

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Sábado, 3 de Janeiro de 2009

Memórias

Corredores e corredores. E corredores e mais corredores.
Seguiram juntos formando um bloco compacto.
Os cortinados esvoaçavam das portas abertas.
A luminosidade era verde-esmeralda e muito agradável.
Os corredores, se bem que longos, eram fáceis e agradáveis de percorrer.
De repente o grupo abranda e acaba por parar.
A pessoa que está no meio chora, chora copiosamente.
Os outros tentam perceber o que é para ajudar. Nada, só chora…
Redobram os cuidados porque mesmo sem falarem, todos percebem que aquela formatura e aquele sítio lhe lembrava algo muito antigo e recordações muito penosas.
Vão tentando explicar que já tinha acontecido a todos algo semelhante e que essas lembranças eram simplesmente para isso mesmo – lembrar.
Tão-somente lembrar no sentido contrário ao esquecer.
Não era para ficar a chorar-se, nem sequer para reconstruir as lembranças.
Era para lembrar e não mais fazer os erros de outrora.
Erros e situações dramáticas eram para não ser repetidas, nem sequer por lembrança reconstituída.
Deveria fazer das lembranças uns marcos de informação – boa ou má – mas simplesmente sinais.
- Isso deve ser difícil e muito mais fácil dizer que fazer.
- Pois, sem dúvida. Mas o caminho de cada um faz-se a caminhar, não a ficar parado.

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Imagem retirada da net

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Disse  Ortega y Gasset:  O importante é a lembrança dos erros, que nos permite não cometer sempre os mesmos. O verdadeiro tesouro do homem são os seus erros, a larga experiência vital decantada por milénios, gota a gota !
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publicado por eva às 00:05

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Sábado, 6 de Outubro de 2007

Erros meus...

“Erros meus, má fortuna
Não os queira jamais
O tempo dar”
Assim dizia o grande poeta e assim apetece dizer quando percebemos os nossos erros.
Pequenos ou grandes, simples ou maiores, os erros são para ser ultrapassados.
É claro que, primeiro, têm de ser identificados e temos de tomar a consciência das suas consequências.
Mas depois são para ser ultrapassados, com o remorso e a pena de os ter feito.
As nossas vidas são processos de conduta moral.
Cada situação é para ser tratada e ultrapassada.
Ou seja, é necessário transferir o erro para a virtude.
E então o estado do erro passa a ser o de transferência e seguidamente o de qualidade.
E se conseguirmos que a situação fique melhor do que era antes do erro cometido, então conseguimos a vitória de nos ultrapassarmos. Só aí o processo pode ser fechado.
A luz encandeava e as palavras ressoavam na sua cabeça.
Tentou fazer um desenho de tudo o que ouvira.
Tentou passar a mensagem aos outros.
Mas não os distinguia bem. A luz não os deixava ver, só percebia a forma.
E era importante passar esta mensagem ao maior número de pessoas.
Como fazer, então?
Ah, pois! É isso! Passar a mensagem com o pensamento, segundo a palavra e a atitude correctas.
- Pois! É só isso que tens a fazer! 
.
 .

Paul Cézanne

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♪: The Maidens of the Tea Mountain - Chinese Bamboo Flute

publicado por eva às 16:14

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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