Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011

Uns, outros e os demais

ns sentem-se desprezados da sorte.

Dos amigos, familiares, colegas.

De namoros e filhos.

De trabalho, promoções e dinheiros.

Outros sentem-se afortunados e consideram tudo merecido.

Outros mais, pensam em si e nos outros todos que vão encontrando.

Compreensão e compaixão podem alterar o modo de ver a vida.

Caridade pode prover ao dia-a-dia.

Em tudo há diversos modos de ver e viver.

Ou de não a observar…

A cada um a sua evolução e entendimento, menos ou mais alargado.

A cada um o seu mundo…


publicado por eva às 00:35

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Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011

Sê tu mesmo

ultidimensão

Aqui, ali, acolá

Também

Mais do que isso

Muito mais entendimento

Somos uma molécula

Um pingo no cosmos

Somos quase nada

Somos quase tudo

Tudo o que quisermos ser

Tudo o que pudermos entender

Assim somos

Sê tu mesmo

Em todas as dimensões possíveis de ti

Agora mesmo

E serás tudo!


publicado por eva às 00:39

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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011

Riqueza espiritual

- m dia destes ganharam os pastéis de nata.

- Onde?

- Na culinária nacional.

- Ora! Há muito melhor que isso.

- Houve mais premiados, houve! Arroz de marisco, leitão à Bairrada, bacalhau, etc., etc.

- Mas eu…

- Já sei, tens outra opinião!

- Se calhar…

- Não faz mal, é da diversidade de opiniões que aparece a riqueza de benfeitorias. Todos os que almejam promover felicidade a outrem sem receber em troca remuneração traz e faz riqueza espiritual.

- Que é isso e isso que me importa?

- Pois, se calhar nada!

- Nada de nada!

- Olha ali aquele cãozito, parece aleijado.

- Ohh! Deve ter sido atropelado, mas apanhou-o de raspão. Olha, tão querido e como olha para nós… Sabes que mais? vou levá-lo para o tratar lá na clínica.

- Vais tratá-lo simplesmente? Nem tem coleira nem dono à vista para te pagar os serviços e remédios…

- Então e por isso vou deixá-lo a sofrer? Quem é capaz de aguentar aquele olhar, poder ajudar e nada fazer em troca?

- Ahh! Acho que agora entendeste.

- Hã?... Humm… talvez.


publicado por eva às 00:31

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Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011

Comunicar

- lha ali, vai a fugir!

- O quê?

- Já fugiu!

- O quê?

- Com tanta pergunta foi tudo inútil.

- Só fiz uma.

- Foi quanto bastou, ora!

- Mas já agora, o que é que fugiu?

- Algo muito importante.

- Com certeza, deve ter sido…

- Algo que já está em desuso mas que me dá muito gozo.

- E agora… o que é?

- Pois como é que não adivinhas? diz-me tu!

- É difícil não sendo adivinha, não estando nada à frente que me dê uma pista que seja…

- Ohh!

- Poderias ter a fineza de explicar o que foi que aconteceu?

- Fazer o quê? Ohh!

- …

- Estou a falar do berlinde que fugiu e não vejo para onde.

- Ohh! - digo eu! Está aqui!

- ‘Bigado!

- De nada! Já agora, a falar as pessoas entendem-se…

- Isso…! Às vezes reconheço que ajuda.

(risos)


publicado por eva às 00:38

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Quinta-feira, 7 de Abril de 2011

Os uns e os outros

- á pessoas fantásticas!

- Pois há.

- Há pessoas maravilhosas que dá gosto conhecer. Que, aliás, dão outra dimensão a esta vida que vivemos dia-a-dia.

- Ah! Isso há.

- Há… Olha lá, porque dizes isso de modo tão deprimente?

- Ohh! Porque ao lado dessas há todas as outras, em terrível maioria, que até faz impressão como podem ser piores que os animais predadores, em que até os mais selvagens são amorosos perante esses tais.

- Mas isso é lá com eles. A nós, se tal interessa, podemos optar por objectivar a nossa vista, ou apreciação, pelos que achamos mais queridos e de acordo com os nossos padrões.

- Então e os outros todos?

- Os outros são os outros, que temos que atender e entender que ainda vão ali, naquele estado evolucionário e que um dia hão-de entender melhor o que pensam e fazem. E… sentirmo-nos felizes por já termos atravessado esses sentires e estarmos posicionados mais acima na tal linha evolucionista.

- Modo esquisito de ver as coisas!

- Mas é o mais saudável para mim.

- Ohh! Há globalidades…

- Pois há, e também individualidades e cada um entende as coisas a seu modo, no modo que lhe é próprio e apropriado a cada circunstância em conjunto consigo mesmo.

- Será, será…

 


publicado por eva às 00:36

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Quinta-feira, 3 de Março de 2011

Cada dia é algo novo

- ra bom dia! Que vai ser hoje?

- O mesmo!

- O mesmo? Mas senhor, cada dia é algo novo, algo deveria renovar-se em nós.

- Só se for o pesar das complicações que não duraram só o dia de ontem.

- Valha-me Deus! Cada dia deveria ser uma esperança…

- Deveria… pois deveria… mas nem sempre o é. Quase nunca é!

- Ohh! Tome o pequeno-almoço e de barriguinha aconchegada já vai pensar melhor, vai ver!

- Até logo!

- Até logo e um dia melhor!

- Pois…

- Ora, bom dia! Que vai ser hoje?

- O mesmo!

- Ainda o mesmo?

- Se é o que gosto e posso pagar…

- Então e que é dessa renovação que preguei ontem?

- Já esqueci!

- Ohhh! Mas das suas desgraças não esqueceu, pois não?

- Essas estão bem vivas, infelizmente.

- Que diz de tentar pensar mais com esperança de felicidade do que com maus presságios?

- Digo que é tão difícil que parece impossível.

- E eu respondo-lhe que nada dura para sempre, que tudo muda atingindo as polaridades de mau e bom consecutivamente até que a paz do bom entendimento dessas coisas seja sentida em si. Depois, e sem resistências vãs, o nosso caminhar ilumina-se de uma luz que não há igual e que se reflecte em nós sem mais oposição de coisa alguma. Mais uma vez, desejo-lhe um bom dia!

 - Bom dia, também!

 


publicado por eva às 00:33

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Sábado, 25 de Setembro de 2010

O entendimento entre os seres

- á cheiraste hoje o ar?

- …? Nem penses que me vou pôr de nariz no ar a fingir que sou cão.

- Já viste as folhas com as cores da terra?

- Pudera! Estão a ficar amareladas e secas.

- Já ouviste os passaritos pequenos a chilrear e já os viste a tentar voar? Já viste as novas borboletas e libelinhas que aí estão?

- E tu, já viste o ataque de formigas a tudo o que pode ser-lhes útil para o Inverno?

- Claro que sim, por isso falei-lhes e expliquei-lhes que no campo sim, mas na minha casa preciso de higiene e vou ter que pôr insecticida amanhã. Têm um dia para fugir.

- Hã?

- O entendimento entre os seres é superior, oh! muito superior ao que estás a pensar neste momento. Só tens que te predispor e aceitar estes dados como realidade, ou então, vai verificar por ti mesmo, com toda honestidade e vontade de encontrar esta realidade que escapa a ti e a muitos que tamponam a própria sensibilidade.

- Sensibilidade?

- A bem da sociedade e para não serem alcunhados de loucos, ou fantasistas, muitas pessoas recusam-se a sentir a natureza, ou o mundo inteiro que os rodeia e do qual podemos fazer parte assim que estivermos dispostos a isso.

- Então que dizes dos fogos, etc. etc.?

- Digo que o mal é a ignorância do bem e uma vida relaxada pode ser simplesmente preguiça.

- Ohhh!

 


publicado por eva às 00:32

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Sábado, 31 de Julho de 2010

A linguagem universal

á estamos – presente!

No outro dia vi um programa na televisão, em que participava uma amiga nossa e que tratava do valor da companhia de pequenos animais que nos acompanham nos piores e melhores tempos das nossas vivências.

Às tantas, dizia esta nossa amiga que todos os entes queridos foram abandonando a casa de família atrás da sua própria felicidade – aquela que todos temos direito de procurar – contudo, sem querer olhar para trás, para os problemas que se foram acumulando e para ela mesma que ali ficou.

Os animais, os que lhe faziam companhia, esses ficaram; fosse pelo que fosse – ficaram! E ajudaram-na chegando ao entendimento mútuo, aquele que ultrapassa as barreiras mentais do raciocínio, do próprio linguajar de cada um, de cada espécie…

Os que restaram, naquela casa, todos eles atingiram a linguagem universal do Amor…

Porém… não somos de ferro e, por vezes, não aguentamos mais a pressão que se abate sobre nós. Então, o instinto de sobrevivência sobrevém e temos necessidade de deitar abaixo as barreiras que nos tapam.

É o grito de liberdade que soa no íntimo de cada um e que é saudável seguir.

Com o Tempo que tudo mitiga, aniquila e transforma, será possível, a todos os intervenientes e em todas as situações, refazer intimidades mesmo que sejam noutro lugar, noutro espaço, com outro conjunto de seres em redor, ou com os mesmos no mesmo sítio, promovendo um recomeço mais equilibrado, mais sabedor das próprias necessidades e das necessidades dos outros.

Tudo o que se vive, tudo o que se sofre, tudo o que nos alegra serão experiências válidas e conhecimentos úteis sempre que os soubermos bem sentir e valorizar.

Nunca é tarde para um gesto fraterno, para uma iniciativa amiga e é especialmente bom quando olhamos com olho observador o nosso passado e sabemos que dos erros promovemos o perdão da conjuntura – por nós, pelos outros e pelas situações traumáticas criadas – seja pessoalmente, seja em bons pensamentos enviados à distância com a força da sinceridade pela felicidade de cada um, incluindo a nossa.

Porque não podemos dar perdão a outrem se não o tivermos por nós mesmos, pois como partilhar o que não se tem?

Afinal, não dizem os sábios que todos temos que atingir a meta da linguagem universal do Amor, da paz e da harmonia universal?

 


publicado por eva às 00:31

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Quinta-feira, 27 de Maio de 2010

Férias podem ser também...

ntem ouvi anúncios e mais anúncios de agências de viagens e dos seus programas de férias em praias e ilhas.

Os preços diziam ser módicos perante as regalias e as possibilidades de bom Sol, etc. etc.

E as férias são sempre tão boas, se forem descansadas, sem obrigações de rotinas, sem obrigações propriamente ditas…

O Sol é sempre convidativo, o resto é com a bolsa de cada um e as expectativas vão do jardim em frente à casa às ditas ilhas e mais além…

Férias são boas se forem férias para a mente também. Deixar o fato do ano inteiro em casa e partir para novas quietudes e relaxes mentais.

Férias das obrigações por um dia que seja, já são férias bem sentidas.

Férias podem ser de nós mesmos, sem mais despesas que a boa vontade e bom entendimento.

Bom entendimento da vida que levamos e da nossa vida em casa.

Os problemas, que sempre há, devem ser resolvidos directamente entre as pessoas visadas, porque outros, na maioria das vezes, só acrescentam o que não vale a pena acrescentar.

Devemos tentar conhecer e reconhecer em nós próprios, na família, nas amizades e em nosso redor o que nos promove a felicidade, o que gostaríamos que promovesse e agir em concórdia com isto tudo.

Às vezes há mal entendidos do tamanho de arranha-céus, há ignorâncias quase infinitas e felicidades comprometidas por nada…

A felicidade é sempre paz em nós e em nosso redor.

 


publicado por eva às 00:36

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Quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Da atenção

As noites são lunares – dizem uns. Obviamente, dizem outros. Não tão óbvio porque há noites de Lua Nova, dizem, ainda, outros mais.
E tudo isso é realidade e tudo isso é explicar pior ou melhor.
O que quero dizer é que uns interpretam e entendem logo todos os prismas de observação das questões. Outros são mais superficiais ou, talvez, mais específicos e atendem ao principal e objectivamente ao que se faz referência.
Isto acontece perante a generalidade das situações e em relação à maioria das pessoas.
No entanto, quando queremos dar atenção, então percebemos tudo o que é para perceber.
Resumindo, o entendimento depende, também, da nossa atenção e concentração nos assuntos.
Também acontece que uns têm sempre uma atenção cuidada para tudo o que flui em seu redor. Outros estão constantemente distraídos.
Será apenas uma questão de atenção dirigida? Porque questão de capacidade não é.
A boa capacidade observa-se, se for necessário, de seguida à maior distracção.
- Será uma questão de economia mental?
- Talvez!
- O facto é que, em estado de mente saudável, todos somos capazes de distracção, atenção e concentração a gosto.
- E disciplinada?
- Aí, aparece a vontade com a sua força de comando acima das preferências simplesmente emocionais.

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Imagem retirada da net
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Disse  Ralph Waldo Emerson:  A concentração é o segredo da força !
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publicado por eva às 00:32

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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