Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 28 de Novembro de 2010

Perdão hoje

ntem estava ali e eles não

Ontem eles foram lá e eu não

Hoje é outro dia, outra oportunidade surgirá

Outros dias virão, outras épocas, outras gerações

E então outros todos se reunirão

Então os tempos serão outros e serão melhores

E serão mudados nas pessoas e nas vontades

E muito trabalho será feito em sã consciência

Sem intromissões nem garatujas

Dias virão cheios de luz

Da Divina Luz na liberdade do ser

De poder ser livre em felicidade

Em poder ser como quer ser

E querer ser simplesmente o melhor de si.

 


publicado por eva às 00:36

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Terça-feira, 23 de Novembro de 2010

Harmonia espiritual

odos os dias é este trânsito! Todos os dias sinto este cansaço! Sempre este marasmo de vida!

- Este é o tema para hoje desenvolverem aqui mesmo, entre nós.

- Mas é verdade, eu também sinto tal e qual… por isso nem sei por onde começar… se calhar poderíamos optar por ir a pé ou de bicicleta…

- Conforme a pressa e a distância, pois!

- E esse tal cansaço? Que fazer com ele?

- Estou à espera… ainda só houve 2 opiniões… mais!!

- Também se poderiam mudar para trabalhos ainda mais perto de casa, ou mudar de casa…

- Já agora deixar a família e ir para um hotel durante a semana, não?

- Mas… e o cansaço? Não tem que ser contemplado nisto tudo, porque pelo cansaço a vida tornou-se monótona…

- Bem, vamos tentar equacionar as coisas doutro modo, talvez. O trânsito pode contornar-se alterando os horários de saída e chegada a casa e conseguir ainda ser mais útil nos horários familiares, seja de carro ou a pé, de bicicleta que até não é poluente, etc.

- Mas… e o cansaço?

- O cansaço é – geralmente – mental, por isso é necessário alterar as rotinas e os interesses deverão ser alargados com outras actividades porventura mais ao gosto pessoal e mais saudáveis.

- Ah! Pois, se o corpo está saudável a mente corresponde…

- E vice-versa. Ou seja, está em nós mesmos as mudanças que espiritual e mentalmente necessitamos para melhorar a nossa receptividade, para gozar a vida que temos.

- Isso é possível?

- A felicidade está em nós, dentro de nós, na harmonia espiritual entre a nossa centelha divina e tudo o que nos rodeia. O perigo é abafar a ligação do divino em nós pois, nesse caso, vamos endurecendo para o mundo e para nós mesmos. Não devemos paralisar-nos nem abafar-nos, mas sim expandir-nos física e espiritualmente.

 


publicado por eva às 00:39

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Quarta-feira, 10 de Novembro de 2010

Endeusamentos

á discussões fúteis, gratuitas mesmo! Imaginem que estão reunidos e alguém deduz que se todos os seres têm essência divina, então os seres humanos têm capacidade de ser maravilhosos, deuses mesmo.

Seguidamente, de dedução em dedução chega-se à conclusão que tudo o que fazem é divino e endeusado.

E… isto é um despautério, um contra-senso que só pode alimentar-se de uma vaidade incomensurável.

Em contrapartida, os mais humildes acharão que se têm essência divina em si então também têm a capacidade de distinguir o mal do bem e optar pelo melhor, seja com que sacrifícios ou venturas isso lhes for possível. Que têm todas as possibilidades de se melhorarem continuamente, constantemente, até serem dignos de usufruir essa essência divina dada como crédito e salvo-conduto para seu progresso espiritual.

Para estes, surgem renovadas e abnegadas razões para enfrentarem o que necessário for para atingirem a beatitude a que, afinal, têm direito. Porque no meio de tanta confusão de moral e moralidades sociais e políticas, o eu baralha-se, por vezes, e fica quieto por não querer optar pelas atitudes comuns, por já não conseguir as forças suficientes para enfrentar os outros.

Se percebe, então, que só precisa enfrentar-se a si mesmo, tudo lhe fica facilitado.

Há sempre, minimamente, 2 meios de comparação e interpretação das coisas e cabe a cada indivíduo, no seu livre arbítrio, ser o mais voluntarioso que puder na sua opção.

E à semelhança do voto, deseja-se que opte bem!

 


publicado por eva às 00:36

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Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010

Sal e açucar

- á fiz o bolo!

- Então vamos prová-lo! Ahg! Que horror, que bolo é este?

- Quis fazer diferente e este é um bolo com sal…

- Com sal?

- Com sal em vez de açúcar…

- Não digas mais! E puseste a mesma quantidade?

- Mais ou menos, porquê?

- Ora, porque está intragável!

- Ahg! Que horror, que é isto? Hoje tiraste o dia para nos deixar horrorizados de fome?

- Não gostas? É massa com carne!

- Não, não é!

- Só tem açúcar em vez do sal e, se calhar, está gelada, mas o resto está igual ao de sempre.

- Que te deu hoje?

- Nada, mas pelo menos consegui a tua atenção para o que comes e para o trabalho que faço. É bem mais fácil criticar que aplaudir ou elogiar ou sequer compreender que às vezes já não há mais para variar e as expressões são as mesmas… todos os dias…

- Podias ter dito! Bem, se calhar disseste… humm… mais que uma vezinha?

- De qualquer modo parece ser verdade que tudo se requer bem apaladado e acondicionado a gosto, senão refila-se! Mas não se refila com o que é bom e está bem; tão pouco se avalia tal benesse. Parece que tudo o que é bom é devido…

- Não dizes que todos temos uma essência divina? Vais ver que é ela que nos dá o bom gosto!

- Não, essa estabelece a ligação com uma energia muito elevada em relação ao que ainda somos e restabelece algo do equilíbrio que ambicionamos sentir, que necessitamos saudavelmente sentir. A nossa essência íntima é o ponto de contacto com o divino e que nos mostra o melhor objectivo de nós, a unidade que todos formamos constituindo os relativos do absoluto Bem.

 


publicado por eva às 00:36

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Sábado, 11 de Setembro de 2010

Um jardim

um sonho! O jardim do bairro perto de casa, ou um jardim em redor da própria casa é um conforto e um regozijo.

Sim, sim! Também acoberta os grupinhos mal-queridos pela vizinhança e que tudo destroem à sua passagem.

Enfim, como sempre, há quem desleixe, ou destrua, e há quem ame, ajude e valorize.

A cada um a responsabilidade de seus pensamentos e acções.

Sim, sim! Mesmo quando são influenciados pela energia do grupo, cabe a cada um a sua responsabilidade. Mas o menor ou maior grau de responsabilidade será diferente conforme a situação vivida individualmente.

- Assim como a justiça?

- A justiça é Divina. O que temos neste mundo, ou seja, a este nível de evolução, são um conjunto de regras, ou leis, que preconizam o seu cumprimento em igualdade de situações.

- Ah! Temos um projecto de justiça!

- Melhor que nada! E voltando ao jardim, é um must poder sentar num banco e desfrutar da paisagem, das brincadeiras de crianças, de todos os que vão passando e passeando. Escolher um livro e ir lendo, despreocupadamente.

Estar num jardim de modo solto – é uma maravilha!



publicado por eva às 23:51

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Quinta-feira, 6 de Maio de 2010

Intenções

e boas intenções podemos estar todos e as asneiras serem mais que muitas!

É incrível como situações tão simples se complicam!

Às vezes sofre-se até à exaustão… e muito mais pelos outros que por nós próprios, sobretudo se emerge um sentimento de culpa por, de algum modo, podermos ter sido nós a conduzi-los a esta ou tal situação de sofrimento.

Quantas vezes pensamos que estamos a agir de modo correcto e, em vez disso, estamos a infligir, indirectamente, sofrimentos impensáveis.

- Mas se não foram cogitados, e nem sequer planeados, a culpa não existe.

- Ignorância, diz a lei, não é desculpa.

- Isso é na lei dos homens que preza a conveniência. Perante a Lei Divina tal não pode suceder, senão deixaria de ser justa e divina. Pois como poderia alguém ser julgado pelas consequências de algo que não empreendeu?

- Porque deveria ter pensado melhor e tomado a responsabilidade que deveria pelos que estão a seu cargo?

- Às vezes só se fosse super-homem e conseguisse adivinhar pensamentos tão baixos que, aliás, nem lhe passam pela cabeça. Vivemos num submundo de emoções, sentimentos e pensamentos. Somos o que apenas ainda somos. E se, certas atitudes, sequer assomassem o pensamento de alguém mais saudável de ideais, esse alguém seria tão reles como aqueles de quem se horroriza. Ou não será isto?

- Acho que sim, que tens razão. Há atitudes impensáveis e arrepiantes – sim, com certeza que sim! E que o facto de nos arrepiarem quererá significar que não seríamos capazes de tais actos, quanto mais de conduzirmos alguém para eles, para sofrerem assim. No entanto onde se situa a inadvertência? Estará isenta de culpa? Completamente isenta?

- Somos seres pensantes, não somos seres adivinhos de todas as consequências que existem, ainda menos se as respectivas causas não existem em nosso ideário…

 


publicado por eva às 00:36

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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Afinal, quem somos nós?

Afinal, que lugar ocupamos no espaço? Que é a matéria? Quem somos nós? Que tempo universal é o nosso?
- Afinal existe, ou não existe, tempo e espaço?
- Não há absolutismos desses, tudo é relativo e conjuntural. Nós somos uma parcela ínfima que mantém todas as características do cosmos onde existe o planeta Terra.
- Então somos uma… hã… amostra?
- Mantemos as características sublimes de tudo o que sentimos e fazemos num estado por vezes mínimo de evolução, outras vezes num grau muito adiantado de progresso. Isto é, temos em nós uma essência divina que nos permite, através da consciência, escolher o rumo certo para as nossas emoções e forças.
- Então porque há tanta crueldade e martírio entre as pessoas? Porque desfaz o homem a natureza, precisamente a que tudo tem para o salvar, desde o oxigénio aos produtos que curam todas as doenças que o sobrecarregam?
- Porque se acha o homem um ser superior? Porque pensa e raciocina? Porque tem caprichos emotivos e destruidores de tudo o que possa embaraçar a satisfação desses caprichos, ou desejos, e que julga imprescindíveis para sua felicidade? Qual será a resposta a estas questões? Simples capacidade de lucidez de si mesmo?
- Continuamos nas incógnitas sem conseguir respostas?
- Continuamos observando seres e acontecimentos maravilhosos no meio de outros… e esses são a prova que é possível sermos cada vez mais brilhantes em nós próprios, para nós mesmos e para os outros.
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René Magritte - A condição humana
Imagem retirada da net
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Disse  William Hazlitt:  O homem é o único animal que ri e chora, porque é o único que se impressiona com a diferença que há entre o que é e o que devia ser !
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publicado por eva às 00:33

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Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

de Deus

- Afinal o que é para ti mais importante que tudo? Deus?
- Deus é Amor infinito ou misericórdia infinita, caridade infinita, dignidade infinita, paz infinita, etc. etc.
- Então Deus é um ser supremo?
- Será a supremacia de toda e qualquer virtude, de todas as energias que se juntam na energia mais poderosa – a energia gerada pelo amor sublime.
- Como a luz e as cores?
- Como a luz mais brilhante e a cor branca que é o princípio e o fim de todas as cores e tonalidades dela declinadas.
- Deus é o absoluto?
- O absoluto de toda relatividade, o começo e o objectivo final de qualquer ser, a supremacia absoluta do virtuosismo.
- Então qualquer um que sinta em si desabrocharem virtudes pode ser um deus a caminho de Deus?
- Todos temos a possibilidade de transformar em infinito o ser finito que somos enquanto formos ampliando este nosso ser.
- E o ser amplia-se?
- Tudo se amesquinha e amplia. As qualidades, as virtudes que se tornam os sentimentos íntimos e constantes do ser são, e serão, ampliação do seu íntimo de modo constante. Há quem chame de centelha divina a essa capacidade inerente, que se desenvolve em conformidade com o nosso livre-arbítrio e se consolida com a nossa vontade de assim sermos.
- E como poderemos ser assim?
- Por escolha própria do caminho que queremos seguir. E é um caminho muito espinhoso esse de nos querermos transformar em virtude, em querer para os outros tanto bem e felicidade como para nós próprios. Em conseguir não só perdoar outrem como que o outro, de quem porventura sentimos prejuízo, seja feliz e progrida ele também. Em amar e acarinhar todos os seres entendendo que todos caminhamos na trilha da nossa evolução íntima o melhor que conseguimos.
- Então todos poderemos atingir o absoluto?
- O progresso é infinito também!
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Aurora Boreal
Imagem retirada da net
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Disse  Séneca:  Grande parte do progresso está na vontade de progredir !
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publicado por eva às 00:34

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Terça-feira, 23 de Junho de 2009

A Lei e as leis

Um casal está deitado de bruços, no chão, lado a lado. A luz é pouca e difusa.
Alguém diz que estão mortos por envenenamento.
Outra voz faz-se ouvir e diz que tal não é possível. Que, se parece suicídio, não pode ser porque eles nunca o fariam. Eram demasiado apaixonados um pelo outro. Eram até invejados por muita gente, por causa de um amor tão bonito. Não era paixão, era amor e vontade de estar junto, partilhando tudo.
No entanto, continua a primeira voz, eles estão mortos.
- Mortos, mas não como suicidas. E pela minha parte veremos se ainda despertam desse sono mortífero, diz uma terceira voz que chega nesse instante, com um grupo.
Em seguida envolve-os com vibrações lindíssimas e, ainda sem darem quaisquer sinais, ela consegue levantá-los até os poder levar, um encostado ao seu ombro esquerdo, outro no ombro direito.
Muito pálidos e trôpegos, eles começam a ajudar e a facilitar o seu próprio carrego, mas ainda sem despertarem.
Ela leva-os por uma rampa que, de repente, apareceu à frente de todos e entre as luzes, o calor, as flores, estradas, pássaros e outros seres, eles vão passando e recuperando as forças e, quem sabe, se não vão recuperar a saúde.
Na sala fica um homem que, acabrunhado, se diz arrependido de atentar contra o casal e, afinal, contra o resto da família também.
E, então, aparece outra mulher gritando que - não pode ser! - porque ela os tinha envenenado para nunca recuperarem.
Os do grupo explicam-lhe então a diferença entre a Lei e as leis. E que, se ela podia forjar umas ao seu jeito, a outra não. Essa era universal e todos lhe obedeciam. Chamavam-na Lei Divina.
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Imagem retirada da net

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Disse  Pitágoras:  Não cometas nenhum acto vergonhoso nem na presença de outros nem em segredo. A tua primeira lei deve ser o respeito a ti mesmo !

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publicado por eva às 23:36

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Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

Que serei eu para Deus?

Eu creio em Deus. E pergunto então: que serei eu para Deus?
Se Deus é tudo, é tão infinitamente tudo – piedoso, amoroso, caridoso, misericordioso, etc. – que serei eu para Deus?
Sendo Deus omnipotente – que serei eu para Deus?
É difícil para mim – na minha insignificância perante o cosmos ou perante a natureza que nos rodeia e que tem forças ainda não explicadas – perceber o que sou para Deus!
Tudo o que me dedico a construir para os outros, para mim e em mim, que significado tem isso para Deus?
As diferenças que se vêem um pouco por todo o lado – que significado têm para Deus e a sua criação?
Que sou eu nessa criação divina?
Olhando o céu, tão alto, e olhando para mim, que faço eu de mim?
Que faço da minha vivência aqui?
- Não sei, o modo de viver é responsabilidade tua.
- Pois é e não sei se está correcto.
- Está a ser como gostas, segundo os teus princípios?
- Talvez… O resto é dourado pela paciência e pela tolerância.

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Isabel Marques da Silva, Zabé da Loca
Zabé de Isabel, da loca por ter vivido 25 anos numa gruta (loca)
Imagem retirada da net

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Disse Teilhard de Chardin: Ninguém no Mundo pode salvar-nos ou perder-nos, contra a nossa vontade !

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publicado por eva às 19:42

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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