Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Pensamentos disciplinados

- stás…?

- Estou, pois!

- Mas eu nem disse o quê?

- Mas tens razão, pois é isso mesmo!

- Mas…

- Ainda bem que te encontrei, que os amigos são para isto; oh, se são!

- Oh, obrigado! Já agora, o que é que sentes mesmo?

- Então… o costume, acho que é para todos assim…

- Pois… mas gostava de ouvir de ti, que os teus sintomas só a ti dizem respeito; cada um é sempre um caso diferente dos demais, nem que seja nos pormenores…

- Ora, é isso mesmo que eu esperava ouvir! Assim é que é, os amigos são isto mesmo!!

- Pois, pois. Bem, o que posso dizer-te é que para tudo, sabes, para todos os sintomas, está melhor quem disciplina os pensamentos para coisas boas, cores suaves, música ambiente, respiração profunda e…

- Então e eu não sei isso tudo? A minha cultura é muito vasta! Obrigadinho, se não te encontrasse hoje e falássemos assim, nem sei o que teria feito…

- Mas com toda essa cultura só poderias ter encaminhado bem o processo…

- Qual processo, não me baralhes agora!

- O processo de cura, qual haveria de ser?!

- Ah, pois, pois!!!!!!


publicado por eva às 00:39

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Segunda-feira, 26 de Dezembro de 2011

– Sai um bolo!

çúcar, ovos, farinha

Água e leite

Forno e temperatura

- Sai um bolo!

Com os ingredientes adequados

Conseguem-se alguns produtos

E sem os componentes habituais

Também

A imaginação é útil

Para inventar

Imaginar à toa é ilusão

Viver a realidade

É mister de coragem

E empreendimento

Quando a realidade não agrada

Desespera até…

Viva-se um momento

A cada vez

Só para esse às vezes há coragem

O valor do tempo presente

E nessa disciplina

Avança-se

Sensatamente em si.


publicado por eva às 20:43

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Sábado, 18 de Junho de 2011

Tenta acalmar teu íntimo

om dia!

Vamos passear?

Fiquemos então.

Sentamo-nos aqui…

Preferes ficar de pé?

Queres ouvir o programa

E agora…

Então sair

Mas já chove

Levamos gabardinas?

Preferes apanhar com a chuva

Já estás farto?

Queres regressar

Sabes que essa inconsistência

Não te dá paz

Nem te deixa apreciar a vida

A vida em teu redor

Tenta acalmar teu íntimo

Disciplinar-te

Disciplinar as tuas actividades

Os teus quereres

Perceber os bens que tens

Antes de os perderes

Saibas avaliar o que tens

Para viver

E serás com certeza mais feliz.

 


publicado por eva às 13:19

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Segunda-feira, 7 de Março de 2011

O estudo

osto muito disto! É tão fácil agora estudar, está tudo ao alcance da mão.

E há tanto estudante que acha estudar uma perda de tempo…

Tanto jovem que pensa que o estudo não lhe vai dar dinheiro, nem nada do que quer.

E talvez seja assim mesmo, quem sabe?

O estudo não é propriamente para dar dinheiro…

O estudo serve para aumentar o entendimento das coisas, do modo de ser doutrem, relacionando tudo com as culturas.

Os estudos ajudam a alargar as fronteiras mentais, a disciplinar a mente e o indivíduo, facilitam auto-formação da personalidade.

O estudo, a cultura, são de importância especial na criação do espaço individual em sociedade.

- No entanto há quem muito estude e não perceba nada. E há quem não estude nada a gosto e tenha sensatez em abundância tal que parece um letrado.

- Oi, se há! Há de tudo!

- Então, mas dizias…

- E digo que mais vale estudar que ser ignorante, sobretudo com tanta facilidade que há hoje em dia.

- Ah, isso sim!

 


publicado por eva às 20:04

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Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010

Sonhos?

- ntão, então? Vamos indo! O autocarro não espera.

- Autocarro? Onde está?

- Ali mesmo, senhora. Ali estacionado – não o vê?

- Agora já, mas de autocarro só tem o tamanho!

- É quanto basta, senhora. De resto leva-nos onde quisermos ir.

- Ah! sim?

- Onde quer ir, senhora?

- Eu quero ir para casa, nem sei onde estou nem o que estou fazendo aqui.

- Foi aqui chamada e por isso aqui está a fazer o que lhe disseram para fazer.

- Chamada? Eu? Por quem?

- Por aqueles ali, vê-os? Estão a rir e a divertir-se com isto tudo, com todos vocês.

- Todos nós, quem?

- Todos estes, não os vê? Não tem disciplina, pois não senhora?

- Eu? Mas como é que chamaram, se não ouvi nada? Só se foi em sonhos!

- Sonhos? Mente, disciplina mental, sono, sensibilidade… faz ideia do que isso seja?

- Não, e não me parece que queira saber!

- Vamos para sua casa, então! Já chegámos!

- Mas… como é possível? … nem chegou a um instante!

 


publicado por eva às 00:37

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Terça-feira, 7 de Setembro de 2010

Naturalmente

- ias há que me pergunto para quê todo este viver, este sofrer?

- E se fossem dias de gozo, de felicidade, perguntarias o mesmo?

- Como? Hã… nunca pensei nisso assim… nem me lembro da última vez que me ri… só vejo os últimos tempos, mas sim! Já tive ocasiões de muita felicidade, de achar até que não haveria tristeza que me atacasse.

- Pois! A tristeza, angústia, desespero podem atacar a pessoa, a sua personalidade, o seu eu mais íntimo. Assim como a alegria e a felicidade. Mas para esses sentires nós não temos sofrimento e por isso não pensamos tanto neles.

- Mas…

- E sabes a ironia disto? Eram precisamente esses sentires de alegria que deveríamos perpetuar em nós, nos nossos espaços mentais, nos sonhos, de noite ou de dia. A cada vez que pensamentos, ou sentires, mais lúgubres nos atacassem deveríamos educar-nos, ou disciplinar a nossa mente e lembrar os tempos felizes que tivemos, ou que gostaríamos de ter e…

- Em suma, deveríamos aprender a formular a nossa felicidade!

- Nem mais, sabendo que esta depende de nós e não propriamente em ter outros ao nosso lado, ou a obter coisas materiais.

- Então, mas tudo isso ajuda a ser feliz.

- Não confundir as coisas é útil. Tudo o que é bom aproxima-se do raio de acção do Bem, naturalmente.

 


publicado por eva às 00:39

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Quarta-feira, 1 de Setembro de 2010

Carta de condução

- stou a tirar a carta.

- Qual carta?

- A de condução, qual haveria de ser?

- Ahh! Então quando saíres à rua avisa para eu pôr o letreiro – cuidado!

- Ah ah ah! Que graça!

- Pronto, pronto! Efectivamente não são os que conduzem agora de novo que causam problemas. Mas a desgraça é muita por aí. Desde virarem sem sinal, ou pior, virarem ao contrário do sinal que fazem, até ao irem pelo meio da faixa de rodagem ou mesmo na do sentido contrário – quase tudo é possível e permitido.

- Permitido?

- Pois é e até as Seguradoras fazem pagar 50-50% os prejuízos, quer haja pouca ou muita razão. Parece que vivemos num mundo organizado por loucos. O melhor é tentar a todo custo não bater noutro nem deixar que nos batam.

- Aí está uma autêntica proeza pelo que já pude ver por aí, agora que estou mais atenta a tudo isso.

- Interessa que conduzas olhando tanto por ti como pelos outros, senão não consegues passar entre os pingos da chuva.

- Ou seja, aconselhas a conduzir à defesa!

- Pois, pois. Disciplina até nos reflexos, se possível!

 


publicado por eva às 00:38

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Sexta-feira, 9 de Julho de 2010

Serenidade

utebol… multidões a vibrar ao mesmo nível de emoções…

Desportos… multidões a vibrar por objectivos semelhantes…

Podemos vibrar emocionalmente por milhares de objectivos diferentes e atingir o mesmo nível vibracional.

Assim como podemos vibrar apenas por um objectivo comum e diferir no nível de vibração.

- Então… e qual é o problema?

- Nenhum!

- Ai!

- Nem percebo a pergunta, porque há quem nem sequer vibre por nada!

- São os da serenidade por excelência?

- São os apáticos!

- Então, os da serenidade são quem?

- São os que mantêm as vibrações emocionais ao mesmo nível e por objectivos bem definidos e racionalmente propostos e adoptados pelo indivíduo, ou por um grupo alargado onde esse indivíduo quer inserir-se.

- E isso só se consegue com objectivos sempre altruístas e superiores, certo?

- Há indivíduos de enorme capacidade para a serenidade que nós, para distinguir, chamamos frieza, em virtude dos seus objectivos serem muito inferiores na escala do Bem.

- Serenidade é igual a quietude física e mental?

- Serenidade é disciplina física e mental, como é também a orientação lúcida de escolhas por importância de objectivos a atingir, preconizando os tempos do viver na atenção, e concentração, das emoções que esses objectivos provocam nesse indivíduo.

- São os místicos?

- Podem ser místicos isolados ou seres bem viventes a nível social. Serão místicos no sentido de canalizarem as suas energias como bem entendem e a favor da sua disciplina.

- Ainda bem pelos que bem intencionam e a favor da maioria desamparada.

- Sim, sim!

 


publicado por eva às 18:02

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Sexta-feira, 19 de Março de 2010

Ideia fixa

stou aflito. Não consigo um minuto de descanso, sempre a pensar nos exames.

Estou a ponto de não conseguir concentrar-me nas matérias e daqui a nada, se calhar, nem as consigo distinguir umas das outras.
O cansaço físico está a tornar-se um cansaço mental.
Estou a ficar com monoideia, ou ideia fixa, e isso está a transtornar-me.
- Não é concentração?
- Não, e estas ideias fixas não servem para nada de útil. Apenas me desgastam o cérebro e toldam o entendimento. As questões avolumam-se em vez de se apaziguarem e ainda vou estudando o mais que posso. Logo, estou cumprindo com as minhas obrigações de estudante. Mas, a seguir assim, perco o contacto com a realidade e quando chegar aos exames ou bloqueio ou vejo perguntas que não estão lá e as respostas, obviamente, sairão erradas.
- Mesmo que saibas as respostas certas?
- Isso não tem nada a ver, não se trata de aflição por não saber as respostas, trata-se de a mente estar tolhida por ideias fixas e, como tal, é capaz de trair a realidade e dificultar até o mais simples.
- Gera-se o pessimismo?
- Gera-se a irrealidade, a aflição estonteante e o erro. Além da carga nervosa obsessiva e inútil.
- Como fazer, então?
- Por mim, vou tentar equilibrar a mente com exercícios físicos e utilizar uma respiração mais profunda e calmante. A tentativa é procurar gastar estas forças inúteis em algo útil, assim como esforçar-me por ir disciplinando os pensamentos. Cada vez que fugirem, vou tentar agarrá-los e transformá-los em pensamentos construtivos.
- E como conseguir isso?
- Com decisão firme para essa atenção constante e agora direccionada para a resolução do problema. Assim, talvez consiga fazer os exames com menos margem de erro.
- Ou seja, cansaço por cansaço…
- Sim, sim, seja por um cansaço construtivo e educador de mim.
 

publicado por eva às 00:32

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Domingo, 7 de Março de 2010

Dores

- uem sofre mais? O que fala e refila ou o que amargura e cala?

- Não faço ideia, porque o que fala está a exprimir a dor que sente de modo tão violento quanto a força que esta tem nele. O que cala, pode calar porque nem tem forças para falar ou reagir ou porque nem percebe bem o que lhe acontece, sobretudo se tal situação não lhe é, sequer, admissível.
- Então, para ti, são iguais os sofrimentos?
- Bem, os sofrimentos dos outros não se pode medir, cada um é que sabe o que sente e quão agudo é esse sentimento no seu íntimo. Há pessoas, mais dadas à força incontrolada de emoções que, por uma discussão mais acesa, vão dar ao hospital com ataques cardíacos, falta de ar, etc. Outros há que penam o inconcebível e nem sequer encontram forças para chorar e desanuviar, fisicamente, a dor incontrolável que sentem. Inclusive, mal sentem as lágrimas que lhes escorrem pelo rosto, sem qualquer soluço nem pranto – em quietude… Como falar da dor alheia? Com que direito?
- A ideia era obter uma análise, simplificada, das várias situações.
- Mas como é possível simplificar a dor? A dor pode ser física, de mal-estar físico, e a dor pode ser, também, moral-mental. A primeira implica sempre, e imediatamente, a segunda. Porém, dor sentida mentalmente implica que, mais cedo ou mais tarde, determinado mal-estar físico venha a surgir.
- Então?
- Então, somos seres psico-somáticos, mesmo! Tudo está relacionado em nós e para minimizar as consequências, resta-nos aprender a disciplinar as emoções em prol de sentimentos que possam ser defensivos para a nossa saúde global. Temos uma vida - e morte - para enfrentar e todas as capacidades que temos, mentais e físicas, são necessárias para a boa conclusão das situações que aparecem e para o progresso individual. As possibilidades de progresso que uma vida fornece, segundo algumas opiniões, apenas é fornecida, metodicamente, a quem já merece esta oportunidade; porque, dizem os mesmos, que muitos seres há que nem essa hipótese obtêm ainda, por falta de mérito.
- Sem palavras!
- Recolhes-te ao silêncio?
- …
 

publicado por eva às 00:34

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