Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Domingo, 30 de Janeiro de 2011

Vontade própria

tudo remete ao coração, esse órgão…

- Reparaste na palavra órgão?

- Que tem?

- Ora! Tem dois acentos!

- Francamente, lembras-te de cada coisa. Que tem isso a ver com o assunto, podes explicar?

- Bem… não consegui deixar de pensar nisso assim que a palavra foi dita.

- Aí está!

- Está o quê? – pergunto eu agora.

- Está o problema – não consegues deixar de fazer associações contínuas, é o que é.

- Então… bem… não tinha pensado nisso.

- Pois nem deves ter tempo para pensamentos úteis, apenas para um destrambelhar de torrentes deles, constantemente e em completo desgaste psíquico.

- Achas? Ai, já estou a sentir-me fraca… Olha, vou para casa e deito-me.

- Para casa, deitar? Ó menina, vá mas é reeducar esse modo de pensar e a cada dia vai melhorar.

- Isto tem cura?

- Ohhh! Faça exercícios de concentração da atenção o mais constantemente que conseguir, primeiro por poucos minutos e amiudados; depois mais demorados até atingir o controlo deles em discernimento lúcido e por vontade própria. A sua! Não de outrem.

- Quer dizer, ser mais eu mesma? Eu-comigo, digamos.

 


publicado por eva às 00:38

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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

Etcéteras

Há modos de vida engraçados como, por exemplo, trabalhar no comércio de papelaria-livraria, que geralmente acumula com doces e outros etcéteras.
É uma roda-viva para atender estudantes e indivíduos de qualquer idade que querem ler, aprender, manter-se informados ou simplesmente bisbilhotar ou comprar livros e cadernos para não ter faltas de material nas aulas.
Por todas as razões possíveis, mais as inverosímeis, as papelarias têm, geralmente, um grupo de interessados, mais ou menos nivelados culturalmente.
Isso é uma grande ajuda para ser um modo de trabalhar agradável e de bom ambiente, além de que os produtos são também agradáveis à vista e todo o ambiente que se gera é propício a um certo equilíbrio de energias e forças.
Enfim, em alturas de crise económica não é uma actividade necessária e como tal pode entrar em declínio como, aliás, todas as actividades ligadas à cultura, pois sofrem a repercussão da fragilidade económica.
É engraçada, também, a coincidência de haver uma papelaria em frente, ou ao lado, das escolas, à distância de simples passos, pois indicia a facilidade de estabelecer relações comerciais rapidamente.
Resumindo, o nosso trabalho, a actividade que desenvolvemos quotidianamente, os nossos interesses, podem ajudar ao equilíbrio que necessitamos.
- Que absorvemos, até! E sem dar por isso, tal é a ignorância que mormente temos de nós próprios, das nossas necessidades tão importantes como do ar que respiramos ou da água que bebemos.
- Pois é isso mesmo! Necessitamos vermo-nos com discernimento, estudar as nossas atitudes e ver o que nos desagrada e o que agrada e porquê. Seguidamente observar o que está errado e o que está certo. E, sempre que possível, decidir-nos pela nossa correcção para nossa felicidade. Porque a capacidade de ser feliz e estar em paz depende de nós e de nossas atitudes satisfatórias para nós mesmos.
- Para a moral que nos rege e que nos permite distinguir o que está mal e o que está bem.

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Gandhi - fotografia de Margaret Bourke-White em 1946
Imagem retirada da net
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Disse  Vergílio Ferreira:  Não penses que a sabedoria é feita do que se acumulou. Porque ela é feita apenas do que resta depois do que se deitou fora !
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publicado por eva às 00:58

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Segunda-feira, 27 de Julho de 2009

Condição

Lucidez e discernimento – geralmente, não há!
Isto é, há o suficiente, um pouco, para as coisas mundanas.
Mas a lucidez das memórias…
O discernimento de saber exactamente o que fazemos no plano consciente, no subconsciente, e o que fica registado no subconsciente… pouquíssimos sabem.
Faz parte da nossa condição, faz parte da secção do nosso conhecimento esse desconhecimento.
Se calhar faz parte da nossa simplicidade em querer ser feliz com as poucas coisas que nos aparecem à frente, a cada dia.
Talvez seja condição da nossa evolução.
- Mas dá vontade de saber mais, não dá?
- Se não for em situação forçada… se não for por metodologias esforçadas… ou seja, se for por conhecimento natural…
- Por merecimento?
- Merecimento moral e virtuoso – pode ser!
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O Orloj de Praga - relógio astronómico datado de 1410

Imagem retirada da net

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Disse Pablo Neruda: Algum dia, em qualquer parte, em qualquer lugar, indefectivelmente te encontrarás a ti mesmo e essa, só essa, pode ser a mais feliz ou a mais amarga das tuas horas !

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publicado por eva às 22:44

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Terça-feira, 14 de Novembro de 2006

O desmaio

14 de novembro de 2006

Uma senhora sai meio zonza do carro que conduzia e vai cair desmaiada no meio das prateleiras-expositores de rua, do comércio mais próximo.
Nesta tentativa de se agarrar aos expositores para não cair, ainda consegue balbuciar algumas palavras. Ninguém percebeu nada a não ser que tinha caído uma mulher na rua, provocando inúmeros prejuízos no pobre do comerciante do bairro.

Chamadas a ambulância e a polícia - para ela e para os estragos - ficam para depois as contas a pagar mas fazem-se logo as identificações.
A dita senhora, não acusando nada de especial, entra na unidade de psiquiatria para melhor observação e exames mais pormenorizados à cabeça.

Ela acorda e não gosta do que vê em seu redor.
Fecha novamente os olhos, a convencer-se que é tudo um pesadelo.
E dos bons... parecia realidade pura...
Chega uma enfermeira que, delicadamente, a informa que está na psiquiatria para fazer exames, não porque a achem louca...
Mais uns dias e nada de visitas nem de ter alta.

Enervada e angustiada, vai, pelo seu pé, falar com o médico que vê no quarto ao lado.
Pois não sabem ainda o que ela tem e o marido, esse, afirma que ela pode estar em perigo ou ser perigosa para ela e para os outros se não tomar consciência da sua realidade.
- Qual realidade?

- A sua.
- Mas se não sabem os médicos, como posso eu saber? Isto é pesadelo ou alucinação.
- Meditação, responde-lhe uma voz que não reconhece.

- O que é isso?
- É pensar intensamente e descobrir o seu próprio interior. É isso que deve fazer. Conhecer-se no interior - diz a voz.
- Mas eu não me acho mal.
- Ora aí está um indício do desconhecimento. Porque não afirmou que se acha em sintonia consigo mesma, de corpo e alma. E em sintonia com a vida em seu redor.

- E como posso fazer isso? E vale a pena?
- Se quiser estudar-se a si própria, sim. Se quiser estar bem e curada de si para si. Porque não tem qualquer mal físico. Parece é mal preparada para as surpresas do dia-a-dia.
- Ainda está aí, ó voz? Parece que se foi embora.
- Não, não ouço nada dentro da minha cabeça, Dr.... Já não!

publicado por eva às 19:14

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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