Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Sábado, 15 de Julho de 2006

O recomeço

15 de julho de 2006

Um deserto à frente. Tudo seco e árido. Apenas terra, areia e pó.
Dia quente e luminoso.
Alguém está à espera, em pé junto a uma rocha (ou algo parecido) onde também podia estar sentado.
Mas, teimosamente em pé, espera.
Chega quem espera e começa as despedidas.
Despede-se da raiva, do desespero, dos enganos.
Das penas cuidadosamente tecidas por si próprio.
Das suas desgraças alimentadas ao longo de anos.
Despede-se de si mesmo, para agarrar a segunda, ou melhor, a terceira oportunidade de viver.
Viver honradamente para si e para a sua família.
Para viver alimentando agora a força do amor.
Do amor pelos seus, mais que por si mesmo.
Pelo amor à felicidade da vida que ainda tem para viver.
Viver melhor, mais plenamente.
Será que percebeu que o amor é a maior força do universo e dele próprio?
Será que ainda alguém duvida da força de um céu rosa para cada um e para todos?
Para todos - a união da força do amor.
E da transparência do amor.

publicado por eva às 23:22

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Quinta-feira, 22 de Junho de 2006

Dia de festa

22 de junho de 2006

Pela terra, pelo céu, pelo deserto, pelas águas faz-se uma travessia de pássaros.
Chegámos e estamos no meio de areia bem dourada pela força do Sol.
A cordilheira à frente está cheia de grutas, iluminadas apenas pela luz natural. Pessoas, famílias, negociantes de toda a espécie vivem ali.
Vem um bebé ao colo e uma criança pela mão.
Uma mãe vem mais atrás, logo seguida por sete ou oito crianças em idade escolar.
A seguir vêm dezenas de raparigas muito novas e cheias de pressa.
Vão olhando receosas para trás.
Um vulto enorme ergue-se, maior que a montanha, mais perto de nós.
Está admirado e depois torna-se ameaçador, mas fica imóvel.
Todos os outros lavam-se num lago cheio de estrelas, em pleno dia.
E prosseguem em marcha ordenada.
Chegam a um sítio onde, conforme vão entrando, flores se espalham pelo chão, à sua volta e redor, pelo ar.
Parece dia de festa.
Os mais pequenos tentam apanhá-las nas mãos.
Os mais velhos esperam, cautelosos.
Mas é verdade!
É mesmo dia de festa... e de júbilo.
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publicado por eva às 22:51

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Segunda-feira, 10 de Abril de 2006

Um bonito e grande amor perfeito sobre a mesa branca

10 de abril de 2006

Um bonito e grande amor perfeito sobre a mesa branca, numa espécie de taça baixa, também branca.
O escritor pensa nos versos que referiam o tempo da eternidade cruzando os céus e de conhecer o sentido recto da verdade.
E da força do amor que a todos os desgostos se sobrepõe, construindo a felicidade de quem o sente.
Noutra poesia relembra a força e a solidão que o deserto imprime.
Esse deserto que fica para sempre na lembrança, como uma voz - em vez do som do vento e que se reconhece aos primeiros sons melódicos, como recordações doces como o mel, atingindo vibrações elevadíssimas que tocam os céus, e mais além, se possível.
Doutra poesia ainda, surgem na sua memória os versos - nostalgia do afastamento e lonjura que a vida impõe por vezes.
E a dor que atravessa o coração parece mais suave quando nasce o dia, pois vem a esperança que o coração possa voltar a cantar o hino do amor, sem drama.
Como o nascer de um novo destino.
O escritor adormeceu no meio de lembranças, sonhos e luzes na sua alma aconchegada em versos de igual sentir.

publicado por eva às 20:18

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Quinta-feira, 6 de Abril de 2006

Pela estrada, de terra batida e empoeirada. O sol forte a encher tudo

6 de abril de 2006

Pela estrada, de terra batida e empoeirada. O sol forte a encher tudo de luz e calor.
Não posso olhar para trás senão não consigo avançar, fico presa em pormenores.
E eu já sei que, mais tarde, nem pormenores sequer serão.
Mas também sei que agora eles teriam força para me travar e até voltar atrás.
A vida também é sempre em frente. Os segundos, os minutos, o micro-tempo segue sem a tentação de parar ou pensar.
É esse o seu objectivo, seguir sempre para o futuro. Não vacilar.
A estrada apresenta arbustos pelas bermas. Primeiro, muito espaçados. Agora, mais juntos e, no horizonte, a cor é mais verde.
Deve haver água perto. O calor é muito.
Também a satisfação de ainda continuar a caminhar em frente.
Entretive-me com os pensamentos e já ali está o meu ponto de repouso.
Parece um oásis depois de um deserto.
A alma também fica sequiosa depois do deserto das sensações.
O lugar ao sol conquista-se e tem mesmo muito sol.

publicado por eva às 20:41

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