Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2011

Mensagens subtis

antas vezes achamos que sabemos tudo.

Ou que não sabemos nada…

Cremos que tivemos uma inspiração baseada em nossa capacidade e cultura.

Aceitamos como certo que somos nós por nós mesmos em todas as ocasiões.

Mas outros há, que duvidam de tudo e, em contrário, ora acham que estão rodeados de influências tão invisíveis quão indefiníveis, ora nada disso…

Sensata e racionalmente poderemos equacionar o nosso lugar no universo.

Esse Universo que se desdobra cada vez mais definido e surpreendente graças a novas tecnologias e outros enquadramentos pelas informações, agora e cada vez mais segundo um cômputo global.

Dessa relatividade encontrada entre o indivíduo, o planeta e o cosmos poderá surgir uma nova instrução, nova educação respeitosa, um modo diferente de observar a vida e a nós mesmos.

Absoluto continua a ser o princípio, a fonte primordial de Luz.


publicado por eva às 20:18

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Sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Acções

stradas, ruas e avenidas enfumaradas

Parques, jardins e varandins floridos

Acções do homem pelo homem

Acções do progresso e das técnicas

Acções para o bem-estar

Acções para o bem viver

Então porque não se vive assim tão bem?

Falha a vontade de equipa?

Falha a vontade individual?

Não falha nada!

Somos como somos

Poderemos pensar melhor

Ser melhor

No instante que assim o decidirmos

A dúvida instala-se

Quando balançamos

O que queremos ser e o que deveríamos ser.

 


publicado por eva às 00:32

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Segunda-feira, 22 de Março de 2010

Tolerar a dúvida

odos, mais ou menos, pelo mundo fora, tecemos ideias próprias sobre o valor da família, nas nossas relações e em relação a nós mesmos.

Se os ideais são conservadores surge um vazio difícil de suportar quando a família se desmorona ou se perde.
Se o relacionamento familiar for mais aberto e permitir a valorização de amigos, ou até de desconhecidos que, em ocasiões difíceis, tenham sido capazes de ajudar, então é possível viver de modo enriquecedor, até quando a solidão é muito sentida.
(- [ao telefone] Pois sim, vamos aí amanhã…)
……….. …………….
- Onde vais?
- Vou começar uma ronda pelos familiares e amigos e tentar ver a importância que têm na minha vida e o que estás para aí a dizer. 
- Hã… Mas…
- Não te preocupes porque nem sequer é muito dispendioso, pois moramos todos perto uns dos outros.
- Mas…
- Achas que leve prendinhas? Também poderia fazer uma reunião cá em casa ou dar uma festa – que dizes?
- Mas…
- Também posso tentar ficar isolada de todos, por uns dias, ou talvez apenas por umas horas, e ver se é suportável…
- …
- Então, não dizes nada?
- Bem, o que queria dizer-te é que está aqui uma pm para falar sobre assuntos passados. Daqueles a que não damos importância e, sem querer, magoamos outrora. Ou vice-versa, somos magoados e não entendemos essa realidade, vivendo num engano.
- E quem é, que não vejo ninguém?!
- É uma amiga tua falecida há muito, a F… – lembras-te? Então?! Desmaiaste? Ouves-me? A morte pode ser entendida como uma passagem para mundos em que as comunicações se fazem de outros modos e, por isso, podemos concluir os assuntos que ficaram estagnados ou incompletos. Os valores são mais subtis… Então? Senta-te ali e acalma-te. Não precisas concordar, basta que te permitas tolerar a dúvida destas situações.
- Já chegámos?
- Onde? Deixa lá, ainda não passamos a fronteira! Porque não te entreténs a ler? O tempo passará mais depressa…
- Oh! Acho que estava a lembrar conversas de há muitos anos. Daquelas que não damos importância quando acontecem e depois, sem razão aparente, lembramos…
 

publicado por eva às 00:36

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Domingo, 29 de Novembro de 2009

Cecília Meireles # Cântico IV (Tu tens um medo)

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Tu tens um medo:
Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.

E então serás eterno.

.


de Cecília Meireles
in "Cânticos"
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Disse  Cecília Meireles:  Ser livre é ir mais além: é buscar outro espaço, outras dimensões, é ampliar a órbita da vida !
.

 


publicado por eva às 20:49

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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Não há mal que sempre dure

- O que é para ti a esperança?
- Logo pela manhã uma pergunta dessas? Nem consigo alinhar os pensamentos? Mais um bocadinho e já respondo, vou dormir mais um pouquinho a pensar nisso…
- …
- …
- Então? Já são mais que horas, despacha-te! Já nem dá para chegares a tempo, quanto mais para responderes.
- Ihhh! Vou já! E ainda te respondo no caminho.
- Pois!
- Digo-te que a esperança é optimismo, é a dúvida positiva e construtiva.
- Ou seja, a dúvida deixa de ser destrutiva ou depressiva?
- Exactamente! Ao duvidar, por não ter a certeza do que vai acontecer ou está acontecendo, pode sentir-se a esperança que seja melhor do que aparenta ser.
- E a esperança então, dá forças para lutar…
- Pois dá, assim como dá a força da paciência para esperar pelo desfecho das situações e depois as forças necessárias para aguardar melhores dias.
- Seguindo o dizer do povo: não há mal que sempre dure nem bem que perdure?
- Também. O que interessa é ter forças para ir sempre trilhando os caminhos que nos surgem e pelos quais optamos. E sejam as nossas opções sempre o melhor de nós.

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Pablo Picasso
Imagem retirada da net
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Disse  Thomas Fuller:  As grandes esperanças fazem os grandes homens !
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publicado por eva às 00:22

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Quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

A indecisão

Indecisão – que fazer?
Tantos sim e tantos não que prevemos antes de tomar decisões.
Por vezes, parece demasiada responsabilidade para ser realizada apenas por uma pessoa.
E quantos – outros - dependem dessas decisões…
Que lhes poderemos dizer quando, afinal, nos enganamos?
Que podemos fazer quando outros vão ser sobrecarregados pela nossa incompetência, mesmo quando ela é fruto de muita reflexão e trabalho?
Dizia-se na minha família que, quando o trabalho está bem feito ninguém pergunta nada e, talvez, felicitem; porém, quando o trabalho está imperfeito todos perguntam se houve pressa…
Quando se é responsável e zeloso ocorrem muitas dúvidas.
Nesses casos a indecisão é apenas o tempo da dúvida.
Noutros casos, a indecisão é simples omissão, pela preguiça de tomar resoluções.
Reportemo-nos ao primeiro caso e o zelo não deve resvalar para o excesso de zelo.
Tudo tem o seu ponto de virtude.
- Ou seja, o ponto de rebuçado!

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Imagem retirada da net

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Disse  Jacques-Bénigne Bossuet:  Não falemos mais de acaso e de sorte, ou então citemo-los apenas para ocultar a nossa ignorância !
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publicado por eva às 00:30

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Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007

A borboleta

A borboleta branca atrai outra castanha e amarela para a fonte e a relva do jardim.
A castanha vai pousar na mesa de pedra e após uns instantes, vai abrindo e fechando as asas.
Parece um exercício, como se quisesse experimentar se funcionam.
É que ela acabou de sair do casulo e ainda lhe parece mentira estar outra vez renovada de asas.
As suas asas anteriores tinham sido rasgadas e não só tinha que aguentar a dor, como não conseguia voar bem, porque ainda abriam mais os rasgões. 
A cada voo os rasgões aumentavam e o esforço era, também, cada vez maior.
Às tantas, já não conseguia voar mais e ficou murcha no chão, à espera.
- À espera de quê?
- Da solução. Quando não sabemos o que fazer esperamos um sinal de mudança.
Nessa altura tentamos entender os sinais e segui-los, no intuito de melhorar. O problema é se a ignorância não nos permite entender os sinais.
Outras vezes não temos coragem para segui-los e então instala-se a dúvida.
- Mas a dúvida ajuda a discernir, ou não?
- Não. Isso é a análise. A dúvida, se a deixarmos instalar-se, corrói toda a intenção, quanto mais qualquer movimento da vontade. O que é necessário é seguir, devagar ou mais depressa, mas avançar sempre.
- A borboleta fez isso, foi?
- E a natureza das coisas ajudou. 
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Borboleta (detalhe)

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Yitzhak Ben Yehuda

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♪: Butterfly - Cindy Ashton

publicado por eva às 08:38

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Bem vindos! Namastê!

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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