Eva diz o que sonha (e não só) sem alinhamento a políticas ou crenças conformes às instituições que conhecemos. Momentos de leveza, felicidade ou inspiração para melhorar cada dia com bons pensamentos. Um texto, uma imagem... para todas as idades

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Quinta-feira, 25 de Março de 2010

As nossas dívidas

oje é um dia feliz. Feliz porque se podem arrumar contas perdidas, perdidas e achadas mais os juros que fazem mossa nos orçamentos…

Feliz o dia em que se saldam dívidas, porque estas só fazem mal…
E quem pode dizer, actualmente, que não tem dívidas? Ou que não precisa de as fazer?
Todos nos vamos endividando, e pagando, e saldando para nos endividarmos outra vez mas, geralmente, por outros motivos.
E vivemos em exigências.
Exigências de pagamento. Exigências de saldo positivo.
Exigências de saúde para viver. Ou ir vivendo...
- Lembrei-me! Ir vivendo com a cabeça entre as orelhas – não é assim?
- Acho que sempre assim foi, em todas as civilizações de que há notícia. Vivemos em permanente desafio. Desafio entre nós e por nós.
- O curioso são as desculpas que damos para justificar tudo o que fazemos, como inevitável, necessário e até vital! E… como julgar? Todos nos vamos habituando a viver, ou a sobreviver, em determinado meio.
- O nosso caminho, o de todos, é sempre em frente – simplesmente, humildemente, moralmente.
- Apesar das curvas?
- As curvas são atrasos, simplesmente…
 

publicado por eva às 00:39

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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007

Fado

Recibos, rendas, dívidas – tudo misturado num turbilhão de ideias e dúvidas.
Deve haver mais em que pensar, mas as dívidas amontoam-se e parecem até surgir do nada.
Pergunto-me para que servirá esta preocupação em juntar o dinheiro suficiente para pagar as dívidas.
Ainda por cima de coisas que não pedimos. São dívidas da família a que pertencemos ou da família que, ao longo dos anos, fomos formando.
Sendo de famílias honradas, pretendemos deixar aos filhos as coisas livres de encargos.
Mas custa muito trabalhar para utilizar o que se ganhou, com tanto sacrifício, apenas para pagar “papéis”.
Porque são simplesmente papéis: impostos, rendas cuja razão já não existe mas que legalmente ainda não é possível anular…
Custa muito conseguir andar em frente e de cabeça erguida.
Os dias são de muitas despesas obrigatórias mas sem se notarem contrapartidas.
Sobrevém a esperança que todo esforço não será em vão.
A esperança que a saúde seja suficiente para não arcar ainda com mais despesas.
A esperança de conseguir administrar melhor as coisas e de que os erros sirvam para aprender, muito mais do que para lamentar.
A esperança de manter acesa essa luz, agora ainda tão trémula, da Esperança.
.

.

Guitarra

Graça Morais

.

♪: Verdes anos - Carlos Paredes

publicado por eva às 08:40

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Aquilo que pensas ser o cume é apenas mais um degrau - Séneca

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